História Don't Call Me Angel - FILLIE - Capítulo 1


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Categorias Stranger Things
Personagens Dustin Henderson, Eleven (Onze), Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Personagens Originais, Will Byers
Visualizações 115
Palavras 836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura, o primeiro capítulo mesmo é no outro...beijos ❤

Capítulo 1 - ONE


Fanfic / Fanfiction Don't Call Me Angel - FILLIE - Capítulo 1 - ONE

Como vocês já sabem, meu nome é Millie Bobby Brown mas podem me chamar de Millie ou Mills para os íntimos e tenho dezesseis anos.Sou uma garota comum, mas não padrão como as de hoje que tem várias amigas e vários amigos.Só gosto de ficar sozinha no meu canto com meu fone de ouvido lendo livros, estudando e conversando com pessoas virtuais pelas redes sociais que nunca verei na vida.

Meus pais vivem preocupados comigo por eu ser assim, tão fechada, fria e até chata na maioria das vezes quando quero mas eles sabem o motivo para minha mudança, mas não tenham com o que se preocupar, não sou louca de tirar minha vida tão cedo, talvez mais tarde, não sei.Bem, eles deveriam se preocupar com Mike, Max, Charlie e Ava que são uns pirralhos ainda mas que um dia terão minha idade e passarão por coisas do tipo, os conflitos de adolescente.

Aqueles pirralhos são meus irmãos mais novos, eu sou a mais velha.

Mike e Max são irmãos gêmeos de cinco anos, Ava tem nove e Charlie tem treze e por fim, eu que tenho dezesseis anos.Minha mãe teve um filho atrás do outro, parecia até coelho, mas ela disse que não pretende ter mais nenhum pois já não basta os dose dupla que estão sempre aprontando alguma só com aquela idade.

Arrumo minha mochila com meu material escolar e desço para tomar café.

— Bom dia querida! — Meus pais dizem em uníssono com um sorriso estampado no rosto.

— Oi.— Digo sem ânimo e com uma cara horrível de sono e com profundas olheiras de tanto chorar por causa da maldita ansiedade que não passava nunca ontem à noite.

Meus pais não sabem disso e não pretendo contar tão cedo.

— Por que não tira esse moletom Millie? Coloca um casaco ou sei lá, parece uma pessoa depressiva ou melhor, um garoto.Esse seu piercing dá a impressão que você parece uma vaca.— Charlie debochava aos risos, meus pais permaneciam em silêncio lançando olhares de relance para meu irmão.

Ava e os gêmeos estavam acompanhando tudo com os olhos arregalados.Até meus pais.

Eu odeio Charlie, pois está sempre debochando das minhas atitudes.É por isso que aquela idade que ele está é uma merda, é a fase dos deboches e bobices.

— Dá pra você cuidar da sua vidinha idiota? — Sorrio cínica.— Por que eu, cuido da minha.E eu me visto como eu quiser, nenhum babaca tem o direito de dar a opinião se minha roupa está legal ou não.E vacas não usam piercing, seu animal.

Minha manhã começou tão mal, tão mal que apenas coloquei minha mochila nas costas.Peguei uma nota de cinquenta dólares que estava na carteira do meu pai e saí sem nem se despedir.

Eu queria fugir de tudo, jogar tudo pro ar.Mas não consigo fazer isso, sou uma inútil mesmo.

A aula também estava péssima, principalmente de matemática.Meus colegas ficavam bagunçando e jogando borracha pra um lado e pro outro e a professora não fazia nada como sempre.Meu único lugar favorito era a biblioteca, pois tinha um silêncio ótimo que deixava meu eu interior calmo e sereno.

Na educação física, na pista de corrida caí com tudo no chão, graças à um infeliz.

Finn Wolfhard.

O garoto mais rico, gentil, simpático, divertido da escola Hawkins Indiana.Pessoas como eu não merecem ter os cuidados e atenção de pessoas como o Finn.

— Merda.— Murmurou.— Me desculpa!

Se agachou e tocou sua mão quente no meu joelho que agora está ralado, sangrando e um círculo vermelho por causa da queda.

— Argh.— Gemi de dor e ele arregala os olhos.

— Só faço merda, que droga.Eu vou te levar a enfermaria ok? — Diz tentando pegar nos meus dois braços para me levantar mas recuo.

— Eu vou sozinha, não precisa.— Digo seca e respiro ao máximo, fundo antes de levantar.Foi um machucado bem feio.

Levanto cuidadosamente do chão e fico de em pé tentando caminhar mesmo mancando.Mas um braço de Finn envolve na minha cintura e o outro nas minhas costas para me equilibrar.Acabo aceitando sua ajuda, é o dever dele fazer isso mesmo, já que foi ele que fez acontecer isso.

Na enfermaria ele limpava meu machucado já que a única enfermeira da nossa escola está viajando por algumas semanas.

— Sério me desculpe, de verdade Millie.— Reviro os olhos impaciente.

— Só anda logo com isso, tá legal? — Ouço ele dar um suspiro cansado e continuou limpando meu ferimento em silêncio.

Depois que terminou, saí apressada da enfermaria não me importando se estava mancando.Peguei minha mochila que estava no laboratório de ciências e pedi um bilhete para mim ir pra casa e, dito e feito acabei indo.Já não estava mais suportando a escola mesmo.

Não suportei ainda mais a gentileza de Finn.

Eu não mereço tudo aquilo, aquela atenção.














Notas Finais


Prólogooooooo!


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