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História You is my little quaratine - Capítulo 1


Escrita por: Wolf_Darkness

Notas do Autor


Oi pessoal
Esses são rascunhos que eu tenho guardados e eu vou deixar postando, mas de qualquer forma, se eu começar a escrever em si, eu faço uma nota de atualização.
Esse é um plot de dia dos namorados, então não tinha como esperar, já que dia dos namorados tá batendo na porta :3
O tema era: vizinhos que se correspondem pela caixa de correio. A única coisa que me faz pensar é na musica Level Of Concert do TOP
Bora lê

Capítulo 1 - The Neighbors (rascunho)


Passei mais um canal da tv e não tinha nada, parecia que eu já tinha visto tudo em dois dias, desde que obrigaram a gente ficar em isolamento social e é muito chato ficar em casa, pelo visto, mas não podia sair se não fosse necessário.

— Deixa no outro canal — Mikey resmungou e eu dei o controle para ele, me levantando do sofá — O que você vai fazer? — Perguntou confuso.

— Sei lá, não tem nada para fazer. Nunca pensei que ficar em casa fosse tão chato, não tem nada para fazer, eu vou acabar inventando algo perigoso — Bufei e ele começou a rir — Não ri — Peguei a almofada ao lado e joguei com força nele, cruzando os braços emburrado.

— Tá chato mesmo — Ele jogou a almofada de volta em mim com força — Ainda mais para pôr ver a sua cara feia — Falou como provocação.

— Eu te odeio — Desliguei a televisão de proposito dando um sorrisinho de canto e ele ficou surpreso.

Eu tinha acabado com ele, porque daqui a pouco começaria os desenhos antigos para entreter as crianças a para não atazanar seus pais e o Mikey não perdia um episódio, as vezes eu também assistia, mas nunca fui muito fã, eu sempre gostei de gastar meus tempos na rua com os meus amigos.

 — Liga, eu quero ver cavaleiro dos zodíacos — Ele choramingou e eu neguei — Gerard — Ele falou mais alto se levantando, vindo atrás de mim.

— Sai, Mikey — Falei histérico em um quase grito.

Eu estava na frente da televisão para que ele não alcançasse o botão, mas ele era teimoso e tentava me empurrar e querer me afasto, só que o Mikey nunca teve muita força e nunca foi muito bom nas nossas brigas.

— Os dois podem parar de gritar? — Donna entrou na sala sério, nós olhando com a cara fechada — Parecem duas crianças. Eu tô no telefone, então por favor, fiquem quieto por um momento — Ela falava com a gente como se fossemos crianças.

Ficou um silencio entranho pelo clima um pouco tenso, olhei brevemente para o Mikey e sai de perto da tv, me sentido intimidado pela a minha mãe e o Mikey ligou a tv no canal de antes, voltando a se sentar no seu lugar de antes como se não tivesse acontecendo.

— Foi o Gerard — Ele apontou para mim, me culpando da minha pequena brincadeira e eu bufei, revirando os olhos.

— Sempre sou eu?! — Resmunguei inconformado com tal afronta.

— Os dois, quietos — Ela nos reprendeu novamente — Dois dias e no fim, eu vou ficar louca. Seu pai lá encima que fica de boa enquanto ele deixa vocês bagunçando aqui em baixo fazendo barulho, é sempre assim — Reclamou e voltou para a cozinha ao lado, então nos entreolhamos sem entender muito bem.

Claro que a minha mãe estava com raiva de todo mundo estar em casa, mas ela não era negligente a ponto de falar para a gente sair de casa, na verdade, a gente não podia ousar a pôr um pé fora de casa sem um bom motivo, senão, ela surtava — não que ela não esteja certa, mas nem na calçada ela deixava.

Subi as escadas desanimado, eu tinha que encontrar algo para fazer, talvez desenhar, pintar ou qualquer coisa que pudesse tomar o meu tempo, senão, eu iria morrer entendido. Dei alguns passos e meu pai apareceu na única porta que estava aberta parece surpreso e feliz por me ver, isso significa que ele iria me pedi um favor.

— Ah, Gerard — Ele disse um pouco surpreso — Acho que a internet caiu, pode ver no computador? Eu já volto — Ele disse saindo do quarto e eu suspirei entendido.

Era sempre assim, não podia me ver fazendo nada que arranjava uma tarefa, eu lembro que esses dias a minha mãe disse para eu fazer uma lista de compras, o que não deu muito certo — acho que eu vou ficar louco com tudo isso.

Entrei no quarto e vi o notebook sobre a cômoda no canto da parede aberto, talvez ele estivesse trabalhando com algo igual a minha mãe tinha mencionado. Olhei a tela e conectei a internet novamente e olhei para o lado, a janela estava aberto e eu nunca tive curiosidade em si de olhar para a casa ao lado, eu não sei exatamente quem mora ao lado.

Fui até a janela e vi um menino de costas sem camisa, tinha uma tatuagem de duas armas cruzadas proximo do seu bumbum e ele estava com calça de cintura baixa. Cabelo escuro e ele não era muito alto pelo visto, mas ele parecia muito gostoso.

Modi o lábio inferior olhando suas costas e eu só queria poder está o agarrando e arranhando, quem diria que essa era a visão do quarto dos meus pais? Porque não podia ser do meu? O meu só tinha a rua e uma casa de frente aleatória.

Ele vestiu uma blusa preta aparentemente larga e se virou, me olhando e arregalando levemente os olhos, parecia surpreso tanto quanto eu, eu não esperava que ele fosse se virar de repente.

Ele me deu um sorrisinho malicioso de lado e eu engoli a seco, eu não estava esperando isso dele, além de que agora eu me sinto um completo idiota e com certeza minhas bochechas estavam coradas, eu as senti esquentar no mesmo instante que ele me olhou e ele não parecia nem um pouco intimidado como eu estou no momento, hipnotizado, sem conseguir me mexer.

Ele levantou a mão lambeu um dos dedos propositalmente de forma sexy, chupando e movimentando a boca propositalmente com movimentos detalhados como se fosse um boquete — acho que eu achei a minha diversão.

— Gerard? — Ouvi a voz do meu pai e voltei para o mundo real, olhando para a porta e o vendo entrar — Arrumou o computador? — Apenas assenti e ele olhou confuso, não entendendo a situação — O que foi?

— N-nada — Gaguejei e olhei de volto para a janela, o vendo ali parado.

Ele deu um sorrisinho, parecendo se diverti com a situação e me deu uma piscadinha, assim me mandando um beijinho e sumindo do meu campo de visão. Eu não posso negar o quanto eu estou curioso sobre ele, eu nunca o tinha visto antes, mas com certeza eu tinha que falar com ele.

— Vai ficar aqui? — Meu pai chamou a minha atenção e eu percebi de imediato que eu estava o incomodado.

— Ah, não, já tô indo — Falei mais baixinho e dei um sorrisinho amarelo, assim seguindo para a porta e indo para o banheiro ao lado.

Fechei a porta e olhei para minha calça, vendo um volume a mais e corei, eu não queria que tivesse acontecido, mas o filha da puta era sexy demais e tudo o que eu queria e ir lá e sentir uma lambida dele, mas o que eu tenho agora é mesmo eu e minhas mãos.

· · • • • ✤ • • • · ·

Ri levemente do que tinha acontecido, eu não imagino que estava sendo observado me trocar, eu sempre faço isso e se eu não me engando, os vizinhos do lado eram um casal, pelo menos é o que eu sempre via da minha janela e quando sai de casa, não sabia que eles tinham filhos ou coisa do tipo.

Sentei na cama e olhei ao redor, não tem muito o que fazer, essa quarentena está sendo um porre, nunca pensei que ficar em casa fosse tão chato, ainda mais com a Linda, a gente quase nunca se vê em dia se semana comum, em parece uma coisa estranha quando eu esbarro com ela pelo corredor, é como se fosse uma estranha em casa.

Ainda para piorar, eu tinha sido roubado a um tempo atrás e estava sem celular, então zero conexão com o mundo exterior, o que não é totalmente ruim, os únicos momentos que eu tenho o notebook de trabalho da Linda comigo, é quando eu tenho aula, assim eu aproveito para ver o que as pessoas do mundo lá fora estão fazendo, que no caso é nada, porque ninguém pode sair de casa sem um bom motivo.

Olhei ao lados e parei na parede rabiscada ao lado com algumas coisas que eu escrevia, não tinha quase espaço para criar algo e eu não animo fazer outro desenho fora de proporção ou escrever algo melancólico, não é assim que funcionar, mas talvez eu pudesse voltar a estudar música, já que tinha parado por causa da escola que estava sendo muito puxada e a Linda tinha me proibido de fazer barulho, mas não era esse o caso no momento, eu só teria que achar meu violão que ela tinha simplesmente escondido de mim.

Me levantei e sai do quarto, descendo as escadas e não tinha ninguém na sala e fui para a cozinha o lado, a vendo escrever alguma coisa na tela, provavelmente deveria ser algo do seu trabalho.

— Hum — Resmunguei para chamar a sua atenção e ela me olhou como se eu quisesse que falasse rápido o que eu queria — Sabe onde tá meu violão? — Perguntei sentido as minhas bochechas esquentarem de vergonha como se eu tivesse fazendo algo de errado e de certa forma constrangedor, mas ela nem me deu atenção devida, voltou para o que estava fazendo.

— No sótão?! — Deu de ombros indiferente — Por que não pode ser um adolescente comum e ver tv? Se não for fazer barulho, é melhor nem pegar.

— Porque eu não sou comum — Resmunguei e cruzei os braços irritado — Pode me dar a chave? Eu não vou fazer barulho, na verdade, eu posso ficar por lá mesmo.

— Hum — Ela resmungou e me olhou feio, mas se levantou, pegando o molho de chaves da bolsa e me entregando — Mas tá sem luz lá.

— Obrigado — Disse baixinho — Eu pego do abajur, depois coloco de volta, eu juro — Quase implorei para evitar alguma reclamação.

— Vai logo, antes que eu me arrependa — Ela disse voltando a se sentar.

Dei um sorrisinho e fui até a sala, desenroscando uma das lâmpadas do abajur e subindo apressando entrando no meu quarto, assim agachei e peguei alguns cadernos que eu tinha jogado ali, eu pensei que não iria os usar mais, pelo visto estava mais do que engando.

Os peguei e fui até o corredor, puxando o fio e desceu a escada, assim subi com o maior cuidado que eu consegui e entrei, estava bem escuro, mas deixei os cadernos empilhados no chão e enrosquei a lâmpada no soquete pendurado, acendendo e iluminando um pouco o lugar, já que era a lâmpada no abajur, ela não iluminava tão bem.

Tinha bastante coisa espalhada, como enfeites de natal e halloween, ainda tinha outras coisas que eu duvido que alguém ainda iria usar, mas estavam aqui por algum motivo. Olhei mais ao fundo e vi meu violão de canto, dei um sorrisinho e pulei algumas caixas com cuidado aonde pisava, assim o alcançando.

Voltei para onde os cadernos estavam e me sentei ali mesmo sobre a luz, o apoiando sobe a minhas pernas e ele já tinha uma aparência gasta, mas eu creio que seja o melhor presente que meu pai me deu, parece que é a única coisa que liga nós dois — eu não o odeio por ter ido embora, mas ainda me magoa não termos mais vinculo.

Dei um suspiro e abri um dos cadernos, procurando alguma tablatura solta para treinar ou alguma coisa que eu tenha escrito de interessante, na verdade eu não sei por onde começar, faz tanto tempo que eu nem ao menos que sei se eu ainda sei tocar algo, então era melhor começar com algo bem simples.

Passei por alguns rabiscos de tentativas de desenhos, rascunhos de lições e alguns rascunhos de letras, assim me deparando com uma música, acho que foi uma das primeiras que eu aprendia a tocar, então seria um bom começo por agora.

Continua...


Notas Finais


Então é isso, espero que gostem
Ate o proximo cap
xoxo - Hay


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