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História You Make Me Strong L.S - Capítulo 2


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Notas do Autor


Olá genteee, primeiro capítulo aqui!! Espero que vocês gostem!!!

Capítulo 2 - Capítulo I


Fanfic / Fanfiction You Make Me Strong L.S - Capítulo 2 - Capítulo I

Os trechos de música do capítulo são de Fluorescent Adolescent do Arctic Monkeys.

Dor, dor, dor. Louis não queria abrir os olhos porque a impressão que tinha era que sua cabeça ia explodir no exato momento em que suas pálpebras se separassem. Seu corpo parecia ter sido torturado por alguma entidade maligna e ele queria muito continuar inconsciente por horas a fio.

Infelizmente as vozes não muito longe de onde Louis estava, impediam que ele simplesmente ignorasse o mundo e dormisse. Ele nem sabia direito em que lugar se encontrava, céus!

Obrigou-se a abrir os olhos, piscando pela claridade desnecessária que agrediu sua vista, e agradeceu mentalmente por reconhecer seu quarto, era muito bom estar em casa apesar de tudo.

Parte sua desejava que sua cabeça realmente tivesse explodido, porque era apenas demais conviver com as pulsações dolorosas que dominavam cada pedaço de seu crânio, mas ele não podia ter tudo na vida, certo?

Vestido ainda com as roupas que usara para sair na noite anterior — e se sentindo nojento por isso — Louis foi em direção à conversa um tanto enfática que ouvia, contente por ver Liam e Niall, seus melhores amigos, sentados em seu sofá e não um estranho qualquer.

— Oi, caras. — Ele os cumprimentou um tanto grogue, se jogando em uma das poltronas de sua sala. — Eu nunca mais vou beber.

Seus olhos voltaram a se fechar, porque era pedir demais que eles ficassem abertos por muito tempo, numa tentativa vazia de relaxar um pouco a pressão em sua cabeça, mas a falta da brincadeira debochada que esperava ouvir dos amigos não passou batida por Louis e isso realmente foi uma grande surpresa para ele.

— Oi, Tommo, como você está se sentindo? — Niall perguntou preocupado, o que não condizia com a situação.

Qual é, Niall deveria rindo de sua ressaca vexatória, não imitando sua mãe quando se preocupava!

— Pode me zoar, Niall, eu sei que você quer! — Ele respondeu bufando, abrindo os olhos apenas para estranhar os olhares um tanto pesarosos de seus dois amigos. — O que? Foi tão ruim assim?

Louis já havia tido ressacas ruins, mas a forma que estava sendo encarado realmente começou a deixá-lo preocupado.

— Do que você se lembra? — Liam perguntou enquanto se levantava para ir até a cozinha, que era separada da sala por uma bancada, para pegar um copo de água para Louis, ansioso por sua resposta.

Bem... Do que Louis se lembrava?

Bebidas, música alta e arrependimento, era isso que tomava a mente dele.

— De nada, sendo honesto. E pela cara de vocês eu nem faço questão de lembrar de alguma coisa.

Completou sua resposta aceitando o copo de água e mais dois comprimidos para dor de cabeça — dados por Niall — tomando tudo em goladas rápidas e acionando assim a sede insaciável que apenas um porre de verdade poderia trazer.

Aquilo com certeza era um pesadelo.

— Bom, tem um vídeo aqui que eu acho que você precisa ver. — Niall tentou introduzir o assunto, mas logo foi interrompido por Louis.

Ele com certeza, com certeza mesmo, não queria saber de vídeo nenhum.

— Não, cara, não! Minha ressaca já está sendo matadora demais, tudo que eu não preciso é me ver passando vergonha, ok?

Louis obrigou-se a ir para a cozinha pegar mais água, sentindo o olhar de seus amigos acompanhando seus passos.

— Louis, de verdade, nós achamos que você realmente precisa ver o vídeo. — Liam tentou argumentar, completamente sério. — Não é uma brincadeira.

Em silêncio, Louis bebeu três copos de água seguidos antes de finalmente falar, cruzando os braços na frente do peito enquanto se encostava na bancada.

— Eu bati em alguém? — Perguntou simples, vendo a confusão estampada no rosto de seus amigos.

— O que? Não! — Niall respondeu efusivamente.

— Depredei algum lugar? Ofendi alguma pessoa perigosa? Estou devendo dinheiro? Perdi minha moto em alguma aposta? — Não, não, não e não. Todas as hipóteses dele foram totalmente negadas. — Então eu realmente não quero ver, não insistam, tudo bem?

Tanto Liam quanto Niall ainda pareciam relutantes, mas acabaram por concordar com o pedido do amigo, mesmo não querendo.

Ambos suspiraram pesadamente e se levantaram do sofá, a reação deles estava começando a deixar Louis um tanto irritado, piorando sua dor de cabeça.

— Tudo bem, Lou, mas eu vou guardar o vídeo, caso você mude de ideia. — Niall disse por fim, caminhando para a porta com Liam lhe seguindo. — Liga pra gente qualquer coisa, tá? E dorme mais pra passar a ressaca, deixei uma cartela de analgésicos no banheiro.

— De verdade? Você pode fazer o que quiser com esse vídeo Niall, você sabe como eu não gosto dessas coisas de ser filmado bêbado então, sério, eu não quero ver agora e não verei depois, você precisa parar de ficar gravando a gente nesses momentos.

Niall parecia pronto para contestar o amigo, mas Liam não deixou, apenas negando com a cabeça e incentivando-o a sair do apartamento.

Louis os observou indo embora sem nada dizer, pensando se havia sido grosso demais com um de seus melhores amigos. Ele esperava que não porque realmente amava Niall e seu jeito espontâneo de ser, mas Louis estava com ressaca, chateado por ter perdido a linha e realmente não queria se ver passando vexame.

Respirou fundo e caminhou até a porta para trancá-la, deixando sua testa pousada na madeira maciça por alguns segundos.

Ele não precisava ver vídeo nenhum, se sua mente não lhe trazia as memórias da noite de ontem, então não era para ele lembrar.

Sim, certo, Louis apenas precisava de um banho e dormir pelo resto do dia e era isso que ele iria fazer.

O plano era pegar no sono antes que o mau humor tomasse cada pedaço dele, tinha que trabalhar no dia seguinte e era imprescindível que não se irritasse como um garotinho mimado só por conta de uma ressaca. No entanto, ao lembrar-se que o verdadeiro plano do dia era fazer compras para a casa, Louis gemeu frustrado, marchando para o banheiro com uma verdadeira vontade de choramingar como um bebê.

Se não se apressasse para seu banho e cama seria impossível recuperar seu humor para o dia seguinte ou, considerando a intensidade da ressaca que lhe acometia, seria impossível se recuperar para a vida.

Bem, quem nunca ficou um pouco dramático de porre, não é?

Oh, minha flor
Para onde você foi?
Para onde você foi?
Para onde você foi? Oh

Dor de cabeça insistente, falta de paladar e o estômago numa verdadeira revolução contra qualquer tipo de alimento. Era oficial, Louis Tomlinson estava realmente vivendo a pior ressaca de sua vida.

Considerando que os efeitos ruins não tinham sumido mesmo tendo se passado mais de vinte e quatro horas em que ele havia cometido o erro estúpido de beber mais do que deveria, era claro que sua história com o álcool chegou ao fim.

Para ser sincero, após dormir muito e clarear um pouco sua mente, Louis percebeu que não se lembrava de ter bebido tanto, mas para estar com uma ressaca tão violenta ele só poderia ter ultrapassado qualquer limite que seu corpo havia estipulado, um erro ingênuo e, infelizmente, irreparável.

Arrumou-se para o trabalho na segunda de manhã como se estivesse indo para um enterro — na verdade era como se estivesse indo para o seu próprio enterro — e concordou mentalmente consigo mesmo que um caixão seria muito mais confortável do que qualquer outro lugar que ele tivesse que ficar, porque sua ressaca havia tirado toda a sua vontade de viver.

Saiu de casa com seu celular no bolso e mochila nas costas, tentando ser otimista sobre estar com tudo o que precisaria para trabalhar em ordem — lê-se câmera fotográfica carregada, já que ele era um jovem fotógrafo em ascensão no Diário de Londres — e focou seu pensamento no café que em breve tomaria quando chegasse em seu local de trabalho, sabendo que ingerir alguma coisa apropriada em sua própria casa no momento era absolutamente inviável.

"É o que acontece quando não se vai às compras, porque bebeu muito e não conseguiu sair da cama por um dia inteiro, Tommo." Jay, mãe de Louis, com certeza diria isso se soubesse de seu estado atual, mas ele se sentia vitorioso por não estar se punindo tanto por essa falha na agenda de ser um adulto responsável. Louis era humano, afinal.

Quando conseguiu chegar até seu trabalho, agradeceu pela sorte que teve, sendo sincero, ele colocou sua destreza na mão de algum ser superior e deixou sua mente no automático para seguir o caminho até a sede do jornal. Aparentemente sua capacidade de tirar fotos boas e de pilotar sua Kawasaki Cruiser não sofria interferência por ressacas sangrentas, um ponto positivo no meio de tanta lástima.

Após estacionar na vaga de sempre, Louis trocou seu capacete por seu boné rotineiro — sentindo-se um verdadeiro vencedor por ter realmente guardado seu boné na mochila, porque seu cabelo não estava em seu melhor dia — e prendeu o objeto um tanto pesado em sua moto, cumprimentando educadamente todos que sorriram para ele em seu caminho.

Ressaca não era sinônimo de má educação e por mais que ele realmente não quisesse existir enquanto seu corpo se vingasse por ele ter sido tão imprudente, Louis nunca deixaria de ser educado com as pessoas e talvez, só talvez, ter dormido o domingo inteiro tenha sido um regulador de bom senso crucial para toda essa clareza mental.

— Se existe alguma entidade superior, por favor, faça com que não tenha fila na cafeteria, eu só preciso disso. — Ele murmurou para si mesmo quando pegou o elevador no edifício sofisticado, internamente contente por estar sozinho.

Louis sabia que a única coisa que poderia dar um pouco de alívio ao seu tormento era um bom café fresco sem açúcar e ele não se importava se seu horário estava um tanto apertado, ele tiraria mil fotos depois se fosse necessário, mas, naquele instante, ele realmente precisava de um copo enorme de café.

O aroma de grão torrado e passado fez com que um novo rumo aparecesse nos caminhos dele quando finalmente entrou na cafeteria reservada aos funcionários do jornal. Misty, a barista, retribuiu o sorriso entusiasmado que Louis dava a ela, sem nem mesmo perceber, e não se demorou em entregar um copo de 700ml para ele, negando lento com a cabeça.

— As pessoas costumam tomar uma xícara de café expresso, Louis, não um copo gigante. — Ela comentou como sempre fazia, obrigando-se a sorrir por ver o fotógrafo levantar a tampa do copo para cheirar o conteúdo fumegante. — Você tem certeza que dorme à noite?

A pergunta era retórica porque Misty logo voltou sua atenção para outro cliente e Louis, bem, ele estava concentrado demais em apreciar seu belo café para respondê-la.

Foi inevitável a renovação de suas expectativas de vida quando, no primeiro gole, sentiu seu paladar voltar para apreciar a preciosidade que era aquele café, percebendo pouco a pouco seu corpo dar uma trégua da guerra que estava travando.

Talvez sua gastrite não gostasse muito de ter 700ml de café expresso sendo lançado para seu estômago danificado em jejum, mas, bem, uma preocupação de cada vez.

Lembra de quando você era mais imaturo? Oh

— Olá, Louis, bom dia! Como você está?

A pergunta amistosa fez com que Louis sentisse como se sua alma fosse arrancada de seu corpo e não foi pelo susto, mas sim pelas recordações que atropelaram sua mente quando a voz conhecida foi codificada por seu cérebro.

Merda.

Muita merda.

Louis havia feito uma merda sem precedentes.

Virou-se em seu eixo para encarar Travis Sinclair, o repórter com quem trabalhava diretamente, um dos mais respeitados daquele jornal — algo que poderia facilmente colocá-lo na posição de chefe de Louis mesmo que oficialmente não fosse — e, infelizmente, o cara que ele beijou no sábado.

Sua mãe sempre lhe disse para não misturar profissional com pessoal, mas essa recomendação não serviu para impedi-lo de deixar o homem enfiar a língua em sua boca, por Deus!

— Olá, Travis, bom dia, eu estou bem e você?

Ter aquele diálogo "natural" enquanto sua mente gritava o quão irresponsável ele havia sido era com certeza uma proeza bizarra. Louis se deu conta de que preferiria viver com a ressaca do que com a responsabilidade e consciência de seus atos.

"Não se come o pão onde se ganha a carne, Tomlinson, porra!"

— Eu também estou bem, fico feliz que tenha se recuperado de sábado, você bebeu bastante.

Claro que ele havia bebido bastante, ele perdeu seu bom senso e beijou o seu "chefe!"

E Louis não podia nem mesmo dizer que foi por atração porque Travis definitivamente não fazia seu tipo. Travis estava na casa dos quarenta — quase cinquenta — e até que estava bem conservado para a idade, mas Louis tinha apenas vinte e oito anos e tinha como preferência se relacionar com pessoas próximas da sua idade.

O ponto era que Louis nunca ficaria com Travis se estivesse sóbrio, mas isso não o consolava nem um pouco sobre o peso da realidade.

"O grande pateta Tomlinson."

— É, eu bebi sim, mas meus amigos cuidaram bem de mim. — "Universo, eu te agradeço pela existência de Niall Horan e Liam Payne." — Eu acabei passando dos limites.

Travis apenas concordou com a cabeça serenamente, dando sinal para Louis segui-lo para fora da cafeteria quando pegou seu chá, o fotógrafo não fazia ideia sobre o que estava se passando na mente do homem.

Em silêncio, eles pegaram o elevador para o andar que trabalhavam, Louis buscando consolo em seu sutil copo de café e Travis sorvendo seu chá gelado com tranquilidade.

O homem parecia tão pleno que chegou a causar em Louis a falsa esperança de que não se lembrava de nada. Talvez o beijo tenha sido um surto mental, as lembranças dele eram uma confusão de flashes vazios e desconexos, poderiam facilmente não ser real.

Ledo engano.

Agora quando ele diz que vai superar
Eu acho que ele preferiria apenas esquecer
Contendo-se para não ficar sentimental
Ele disse que não ficaria, mas ficou assim mesmo

— Foi uma noite muito agradável para mim, para nós. — Louis sentiu seu sangue gelar ao ouvir aquela frase acompanhada de Travis fechando a porta da sala que trabalhava num ranger sinistro da maçaneta quando ambos a adentraram, tentando não hiperventilar quando ficou estagnado no lugar com uma sensação grotesca de desagrado ao ter o repórter parado atrás de seu corpo. — Eu adoraria que repetíssemos, só nós dois, no caso.

Louis sempre gostou de caras mais altos, talvez por não ser muito alto ele não podia simplesmente se dar ao luxo de querer alguém menor que ele, mas para o fotógrafo era realmente sexy e legal a diferença de altura e ele nunca havia se sentido incomodado com nenhum cara mais alto antes.

Bem, não até aquele momento.

Travis tinha quase um e noventa de altura, mas naquele instante ele parecia superar os dois metros, algo que fazia com que a respiração de Louis não fluísse como deveria.

Se usássemos a expressão correta para o estado atual dele, "horror" seria a palavra mais adequada. O peso do homem atrás de si parecia puxar o corpo de Louis para o chão, eles não estavam encostados, mas o fotógrafo conseguia sentir o calor pegajoso irradiando do corpo de Travis, era como se ele fosse uma isca, uma presa; indefeso e paralisado para ser devorado.

Louis precisou de muita força e controle para dar um passo de distância do repórter e assim virar-se para encará-lo, esperando com toda a sua fé — algo que, sinceramente, não era lá grande coisa — que suas expressões estivessem tranquilas para respondê-lo, forçando um sorriso para envolver suas palavras e assim passar segurança, ele não queria parecer indefeso.

Ele não era indefeso.

— Nós temos tanto trabalho por aqui, não é? Fica difícil sair assim. — A atenção de Louis estava fixa em qualquer lampejo emocional de Travis, que na verdade parecia totalmente tranquilo, o que causou mais exasperação ainda para o fotógrafo.

Era uma segurança que o intimidava, assustava, quase como se Travis soubesse como ter o que queria, como se lembrasse de algo que lhe trazia certeza sobre o que quer que fosse.

Louis se sentia incomodado e exposto, era estranho. Um beijo não poderia trazer tantas reações de repúdio, poderia?

Nada naquele homem trazia paz para Louis e era tão confuso, a ressaca deveria estar interferindo nas suas emoções, só podia ser isso.

— Quem sabe mais pra frente, certo? — Travis riu descontraído, caminhando para trás de sua mesa enquanto ainda bebericava seu chá.

Louis estava num estado de alerta tão grande que tinha se esquecido do café em suas mãos.

— Bem Louis, preciso que você vá nessa loja e tire algumas fotos, comecei uma matéria sobre estabelecimentos novos bem sucedidos e preciso ilustrar. — Travis ditou no tom profissional que costumava usar e Louis soltou de seus pulmões o ar que nem mesmo havia percebido que tinha prendido. — Quero fachada, interior, tudo o que tiver direito, mandei o endereço por mensagem.

Aliviado pelo assunto ter se tornado profissional, Louis apenas concordou com a cabeça e pegou seu celular para checar o endereço, caminhando para a porta da sala: — Volto em breve, Travis.

— Estou contando com isso, Tomlinson.

Louis ignorou a piscada que lhe foi lançada e saiu da sala, sorrindo para algumas pessoas que passavam pelo corredor enquanto se apressava para finalizar seu café.

Longe de Travis a atmosfera ficava bem mais leve, o mal-estar sendo esquecido pouco a pouco.

Quando chegou ao térreo jogou seu copo vazio de café na lixeira e andou apressado até sua moto. Na mochila, ele finalmente verificou se estava mesmo tudo certo com sua câmera antes de guardar o boné novamente para colocar o capacete.

Com os fones bem colocados em seus ouvidos e Fluorescent Adolescent tocando no último volume, Louis prendeu o capacete em sua cabeça, confirmando uma última vez o endereço antes de dar partida e ir rumo a ele.

Mais um dia de trabalho, mais uma nova oportunidade para conhecer coisas novas.

Nada como o vento contra o seu corpo para deixar para trás qualquer mal-estar que ainda rastejava como um verme por sua pele.

Descartou todas as noitadas por gentilezas
Caiu em uma crise muito comum
Tudo está em ordem em um buraco negro
Mas nada parece tão bonito como o passado


Notas Finais


Vou adorar saber o que vocês estão achando!! Até o próximo capítulo!!! <3


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