História You Never Met A Monster You Couldn't Love. - Capítulo 27


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Harry Potter, Hermione Granger, Neville Longbottom, Personagens Originais, Ronald Weasley
Tags Drarry, Harry Potter, Legillemencia, Lemon, Magia, Metamorfomago, Novos Feitiços, Novos Viloes, Referencias, Sadomasoquismo, Yaoi
Visualizações 214
Palavras 1.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, LGBT, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Só yaoi para vocês, criançada. E quem sabe, futuramente, um lemon.

Capítulo 27 - Ele se aceitou, pegos em flagrantes.


A neve caia sobre as ruas do Largo Grimmauld, convidando as crianças em suas roupas mais confortáveis à irem brincar, fosse de uma tradicional guerra de bolas de neve, ou que sabe fazer um boneco de neve.

Os prédios estavam cobertos por uma fina camada branca que se espalhava por todo o quarteirão, pintando até mesmo as poucas árvores que haviam alí.

Em um pequeno pub, onde funcionava também uma estalagem muito antiga, o clima era de total alegria. As pessoas gritavam e cantavam músicas natalinas, algumas até se abraçavam calorosamente, confraternizando entre si.

Ou quase todos.

Num dos corredores da estalagem o moreno dormia desnudo sobre sua cama, deitado sobre os cobertores, sem se importar em estar apenas com uma camisa simples e roupa íntima.

Seu falo parecia despertar, saindo com a glande por um espaço da cueca box, enquanto sua bunda era marcada pelo tecido escuro. Harry não tinha nenhum pudor.

Aos poucos ele pode ver seus belos olhos azuis se abrirem para o mundo, tendo como a primeira visão o teto desbotado do humilde quarto da estalagem.

Ele se sentou sobre a cama e tateou a cômoda,a procura dos óculos redondos. Por um instante ele fechou seus olhos, tendo uma lembrança vaga em sua mente. Uma cabeleira loura, um par de lábios rosados e carnudos. Um aroma amadeirado, e um falo colossal eram o que martelavam sua mente.

Fora tudo um sonho? Não podia ele ter tido tamanha infelicidade, de ter sonhado com um dos melhores momentos de sua vida.

– Vejo que já acordou.– Uma voz familiar se manifestou. Ele se virou em direção ao pequeno banheiro do quarto, onde pôde avistar um Draco molhado, enrolado em uma toalha branca. Com aquele sorriso provocativo que tinha, e aquele corpo que parecia atrair o do menor como um feitiço Accio bem convocado.

Foi muito repentino. Por um momento ele estava sentando-se sobre a cama, e em outro estava sendo deitado, possuído por um par de lábios tão macios quanto a pele do seu dono.

Draco era viril, era um homem bruto! Se ele quisesse, poderia ter, e se não quisesse deixava claro, e sem se envergonhar. Nem pensou duas vezes. Ele simplesmente puxou o pequeno Potter para seu colo, sem se importar com a única coisa que os separava, a toalha branca e bem marcada por um volume grande e roliço sobre o menor.

Eles estavam felizes, estavam em paz. Ou pelo menos era o que Draco transparecia, enquanto o pequeno Potter parecia duvidoso.

– O que houve, Potter?– Draco perguntou, alisando os cabelos bagunçados do amante. Nem pensou em enrolar, ele simplesmente perguntou:

– Porque você mudou? Antes nem queria me tocar, se afastava de mim toda hora. E de repente, me quer a qualquer hora?

A pergunta havia afetado o louro. Seus olhos desceram até as coxas convidativas do pequeno Harry, que nem pensava em esconder o volume que despertara em seu íntimo.

Draco parecia não ter a resposta. Mas ele a tinha. Queria dizer ao menor, todas as verdades que encobria para si mesmo, mas temia. Temia pelo pior. E isso o frustrava. Como podia ter sido classificado para Gryffindor, quando sequer tinha coragem?

Ele simplesmente suspirou, e com uma resposta pronta olhou para seu amado Potter.

– Sou um bruxo das trevas, Potter. Não queria, mas infelizmente as trevas me seduziram, e eu fui demasiado fraco para suporta-la.– Sua voz saía num quase sussurro, mas Harry era capaz de escutá-lo.

– Eu posso fazer magia, mas a magia negra parece ser algo que me chama. Me atrai. Como um Pelúcio, que se atrai com o brilho dos menores sicles. Eu criei feitiços, usei maldições, e infelizmente devo carregar os danos que ela me causa.

Com essas palavras, ele virou seus pulsos, exibindo para o menor assustado o que alí havia: haviam grandes veias escuras que se espalhavam por seus antebraços. Chegavam até a velha marca negra que o louro fizera ao se unir àquele_que_não_deve_ser_nomeado, a qual parecia competir com as veias, numa tentativa, destinada a falhar, de “sobreviver”.

– Oh, Draco…– Harry se sentia codoído pelo louro. Suas pequenas e calorosas mãos tocaram as veias, fazendo o louro suspirar ao toque quente das mãos que tanto desejava.

Por um tempo ficaram em silêncio, com Harry observando cada veia como se desconfiasse que fossem desenhadas e que com água e sabão pudessem sair.

– Quando você veio até mim, eu pude ver algo que me negava a ver antes.– Com suas mãos frias ele tocou o rosto do menor, que estremecendo com os dedos frios do louro tomou coragem para olhar para o amado.

– Que você sempre estaria ao meu lado. Mesmo que eu lhe olhasse, e dissesse para ir embora, você ficaria.

– Sempre!– Com essas palavras, eles selaram seus lábios num beijo amoroso, com suspiros e mãos bobas que alisavam seus rostos.

Harry não percebera, mas rebolava sobre o falo endurecido do louro, que parecia pedir para que o pequeno o deixasse penetrar. Com cada mexida, com cada rebolado, a toalha parecia se abrir, dando uma brecha para que, pelo menos a glande babosa e rechonchuda aparecesse envergonhada pela toalha.

Eles cessaram o beijo se encarando corados, a situação havia deixado de ser dócil, se tornando uma mistura de paixão e desejos luxuriosos.

Foi quando aconteceu. A porta do quarto se abriu, sem dar aos casal uma chance de se arrumarem, revelando um ruivo ofegante e descabelado.

Rony não estava nada bem. E a visão de seu melhor amigo com aquele que um dia fora seu nemesis mortal infelizmente melhoraria nada. Com os olhos tão arregalados quanto os de uma pessoa assustada, ele simplesmente saiu do quarto, deixando um Draco sem emoção e um Harry assustado para trás.

Se desvencilharam assustados, olhando envergonhados em seus olhos profundos.

– Vou falar com ele.– Foi tudo que o pequeno Potter pode dizer. Ele saiu do quarto, sem sem importar com o fato de que estava sem calças, encontrando um ruivo choroso escorado contra a parede.

De fato, Rony não estava bem.

– Rony, o que houve?– Ele se sentou ao lado do ruivo, cujo os olhos se negavam a mirar as belas esferas azuis ao seu lado.

Foi com timidez que ele envolveu o amigo em seus braços, num carinhoso e fraternal abraço. Harry não se importava com a nudez, não quando isso envolvia o seu amigo.

Seus olhos se encontraram numa mesma linha tênue, o silêncio foi a única resposta.

– Neville piorou. Está muito mau. Eu quero levá-lo ao Saint Mungus, mas ele não quer ir. Fala que está bem, mas dá para ver que não está.

De fato Longbottom não transparecia saúde, pelo contrário, sempre que Harry via o menino, era nas piores situações. Enjôos, gemidos, já o vira desmaiar. E infelizmente, ninguém sabia o que o garoto tinha.

Rony realmente se condoía pelo amado. Não era forte o suficiente para ver o garoto naquele estado, simplesmente não podia.

– Rony, eu não sou o melhor para dar conselhos, mas posso dizer algo.– Falou o pequeno tocando o ombro do ruivo, cujo os olhos marejados olharam sem vida o amigo.– Faça-o ver que é o melhor para ele. Faça-o ver o quanto isso o afeta.

– Tem razão. É, tem razão.– E simplesmente ele correu até o quarto ao lado, deixando Harry para trás. Nem se lembrara que o que presenciara entre quatro paredes, tudo que queria era o amado em seus braços.

Mas o que poderia acontecer mexeria com a estrutura do belo ruivo.


Notas Finais


Sou maldoso(a)? Talvez…

Próximo capítulo, só revelações.


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