História You Should Know - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Tom Holland
Personagens Personagens Originais, Tom Holland
Tags Harrison Osterfield, Tom Holland
Visualizações 175
Palavras 1.399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, como está no final do período está meio complicado de fazer qualquer coisa, nem tempo para comer estou tendo direito. É o tempo todo trabalho e mais trabalho.
Tentarei postar mais um próxima semana.
Espero que gostem.

Capítulo 15 - Capitulo 15- Sleeping.


Capítulo 15-Sleeping.

AMELIE HARRIS POV.

-Ame, o que vamos fazer amanhã? –Tom perguntou, me virando para ele no sofá.

Estávamos deitados no sofá assistindo filme, enquanto Harrison falava com sua mãe ao telefone. Sebastian e Natalie já haviam saído horas atrás, restando só nós três para fazer uma bagunça enorme por toda a casa. Só espero que não sobre para mim arrumar a bagunça desses dois marmanjos.

Com o amanhã ele quis dizer o meu aniversário. Finalmente ele chegou. Nunca fui de gostar de aniversários, ainda mais quando são os meus, sempre detestei. Até fico um pouco desanimada quando o mesmo está chegando, e dessa vez não foi diferente. Mas como sempre Thomas queria fazer uma comemoração. Ele sempre vinha com um discurso de que é um dia especial entre outras baboseiras, no final eu acabava aceitando. Decidi não negar e apenas largar nas mãos dele. Ele decide o que fazer.

-Não sei, achei que você iria escolher alguma coisa para nós. –falei, com um pouco de tédio e ele riu, tocando meu rosto.

-Nós podemos ir à alguma casa de festa por aqui, deve ter alguma coisa boa. Posso chamar Natalie se você quiser. –ele falou, continuando com o carinho e eu assenti fechando os olhos.

 -Eu gostaria disso.

-Meu Deus, vocês são muito nojentos. –Harrison gritou, jogando uma almofada em nós e eu ri. Tom ficou um pouco emburrado, mas Haz pareceu não ligar e continuou nos zoando.

-Você é um ciumento. –falei, fazendo Tom sorrir e Harrison me fuzilou com o olhar. –Eu não vou roubar seu namorado, fique calmo.

-Ah, Amelie, vai se foder. –ele falou, emburrado e eu gargalhei com sua reação.

-Eu vou tomar um banho já volto. –Tom falou, em meu ouvido e eu assenti.

Quando ele passou por Harrison deu um beijo rápido na bochecha dele, que gritou que nem uma menina e começou a xingar o moreno. Eu tive um ataque de riso por alguns minutos e Harrison me fuzilava com vontade, fazendo com que meu riso só aumentasse.

Depois que toda essa crise de riso e brincadeira passou um silêncio, um pouco incomodo, se instalou na sala me deixando aflita. Haz já havia voltado a seu estado natural do dia. Ele estava bem sério e pensativo, nunca presta quando ele está assim. Após tentar, e falhar, controlar a minha preocupação disparei perguntando o que havia acontecido para deixa-lo assim.

-Ei Haz, você está bem? –perguntei, me sentando no sofá e ele levantou o rosto para me olhar.

-Só estou pensando numas coisas.

-Você pode falar comigo se quiser.

Ele se manteve em silêncio por alguns segundos e claramente estava arranjando coragem para me falar o que estava incomodando-o.

-Por que não me contou? –ele perguntou, baixo e eu lhe olhei confusa. –Sobre você e Tom. O beijo e tudo mais.

Fechei os olhos e prendi a respiração. Hoje foi tudo tão natural que eu nem me toquei que Harrison não sabia sobre o primeiro beijo e muito menos sobre os que vieram depois, e hoje ele viu acontecer. Me senti muito mal por não ter lhe contado, até porque ele é o nosso melhor amigo e esconder isso dele é basicamente uma traição.

-Harrison, eu e ele...

-Pula a desculpa, eu só quero saber por quê não me contaram.

-A primeira vez que isso aconteceu foi naquele dia do filme, que eu fui para cozinha te xingando. Por isso demoramos. Conversamos e decidimos que isso não ia mais acontecer, foi estranho para a gente, ainda mais para mim. Você melhor do que ninguém sabe o que eu sinto por ele, mas ele não sabe. Ele simplesmente está confuso, ainda mais depois de tudo que aconteceu com Ellicia. –disparei e ele me olhava atento. –As coisas saíram do controle, quando vimos nos beijávamos sempre que dava vontade, mas acho que admitir isso para alguém, que não fosse nós, ia piorar. Ia rotular uma coisa cujo a qual não sabemos o que é.

-Eu realmente entendo a sua parte, mas duvidar dos sentimentos dele por você é estúpido. A única coisa que você acertou sobre isso é que ele realmente não sabe. Na verdade, ele sabe, mas Tom é muito lerdo e medroso para aceitar isso. Mas de uma coisa você pode ter certeza, ele te ama mais do que você pode imaginar. –Haz falou, sentando-se ao meu lado e apertou meu corpo contra o seu. –Na próxima vez que você me esconder alguma coisa, por mais banal que ela seja, eu vou te matar. Você não tem que ter medo de me contar nada, mesmo que esteja confusa. Eu sou seu melhor amigo, quase irmão. Não devemos esconder as coisas um do outro.

-Você está certo. Eu só quero que o tempo passe para saber o que vai acontecer. Tem muita coisa rolando na vida dele, um caso amoroso não deve vir em primeiro lugar. Um dia vamos nos acertar e quem saiba ele perceba esse enorme sentimento que você tanto fala. Me desculpe por esconder isso de você. –Sorrimos um para o outro e ele me soltou. –Agora eu vou subir porque estou morrendo de sono. Boa noite, srta. Holland.

-Ah Harrison, vai se foder. –falei, me levantando junto com ele e lhe mostrei o dedo do meio, o fazendo rir. –Eu vou também, estou bem cansada.

Subimos rindo e falando merda e acabei encontrando Tom saindo do quarto. Quase tive um ataque cardíaco e caí no chão ali mesmo. O menino estava usando apenas uma bendita calça moletom preta mostrando todo o resultado, magnifico, de semanas de empenho na academia. Eu queria matar ele e ao mesmo tempo beijá-lo. É estranho o que ele causa em mim e espero que ele nunca saiba isso. O ego já é grande demais, não precisamos aumentar.

-Limpa aí a boca porque a baba vai pingar no chão. –Harrison falou, passando por mim e rindo. Eu vou matar esse garoto. Abusado.

Rapidamente me recompus e continuei meu caminho até meu quarto que era ao lado do de Tom, logo teria que ver seu tanquinho maravilhoso de perto. Digo, vê-lo de perto. Seu rosto no caso. Ele estava com um sorriso sacana no rosto, ele sabia o que eu estava pensando. Eu odeio Thomas Stanley Holland.

-Já vai dormir? –ele perguntou, quando cheguei perto o bastante. Apenas assenti, não estou em condições de formular frases, ainda mais com ele assim na minha frente. –Boa noite então.

-Boa noite. –arrisquei e sorri.

Tom inclinou o rosto e deixou um selinho breve em meus lábios. Ainda desnorteada entrei no quarto e fechei a porta. Parei alguns segundos encostada na mesma e suspirei. Onde eu estou me metendo? Ao mesmo tempo que sinto medo do futuro, relacionado a nós, eu sinto vontade de continuar e me jogar mais ainda nisso. Acho que no final arriscar é a única coisa que eu tenho.

Peguei um pijama confortável que se resumia a um short curto de moletom preto e uma camisa de alcinha branca. Se eu estivesse sozinha dormiria só de calcinha, mas o risco de um dos dois entrarem aqui no quarto é grande. Não queremos esse tipo de incidente, ainda mais quando o risco aumente ao relacionar-se com Tom. Não quero que ele veja o meu corpo, seria vergonhoso.

Me troquei e escovei os dentes, amém quartos com banheiro, eu os venero. Guardei a roupa num canto do guarda-roupa para me lembrar de lavar amanhã e fui deitar. Conectei o celular ao carregador e decidir não mexer, já está tarde e eu preciso dormir. Virei-me para o lado contrário do celular e fiquei olhando para a parede. Acho que não conseguirei dormir nem tão cedo.

Um feixe de luz me chamou atenção alguns minutos depois e logo vi um corpo entrando rápida e silenciosamente em meu quarto. De início me assustei, mas quando chegou perto pude ver que era Tom. O que esse menino está fazendo no meu quarto a essa hora? Ele só pode ser completamente louco.

-Ame..-ele sussurrou e eu falei um oi só para ele saber que eu estava acordada. –Desculpa, mas eu não estava conseguindo dormir e senti sua falta.

Meu coração se partiu em milhares de pedaços agora. Até senti ele derreter.

-Pode deitar aqui. Vem. –falei, puxando as cobertas e ele encaixou-se ao meu lado.

-Eu vou dormir com você, ok? –ele falou, tocando meu rosto e eu sorri assentindo. 



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