História You Should Know - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Tom Holland
Personagens Personagens Originais, Tom Holland
Tags Harrison Osterfield, Tom Holland
Visualizações 85
Palavras 2.504
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu quero pedir perdão pela decaída da fic. Eu sei bem que está monótona e ruim. Percebo que perdi completamente o gás e o ritmo da fic e peço perdão por isso. Acho que minha desculpa seria o desgaste pela faculdade, mas mesmo assim eu queria ter feito algo melhor.
Esse capítulo foi o que me deu a ideia para essa renovação para a fic, já que eu já tinha essa ideia na cabeça que foi formulada de outra forma. Eu achei que ele ficou bom, poderia ter ficado melhor sim, mas eu gostei do resultado. E espero que vocês gostem também.
Qualquer comentário com críticas é construtivo para mim. Eu adoraria saber o que vocês estão achando ou o que querem que eu mude ou explique. As portas estão abertas para isso.

Capítulo 16 - Capítulo 16- Birthday.


Capitulo 16- Birthday.

AMELIE HARRIS POV.

Acordei por um milagre antes de Tom e desejei nunca ter que sair da cama. Seu rosto estava de frente para o meu e ele parecia tão calmo e terno. Finalmente ele não estava com aquele aspecto de cansado, por mais que não fosse tão ruim assim, afinal era por uma boa causa. Sua respiração estava tão calma que eu até podia ouvir. O cabelo um pouco bagunçado e cacheado fez minha mão coçar para tocar, mas o pior foi quando olhei o seu nariz.

-Você pode tocar se quiser. –ele falou, sem abrir os olhos e eu me assustei um pouco. Estava tão perdida que nem notei que minha mão estava levantada e bem próxima ao seu rosto. –Você realmente tem algo com meu nariz, um dia eu entenderei.

-Isso está fora da capacidade humana. –falei, com um sorriso debochado e ele sorriu, já com os olhos abertos. –Como você deixou, eu vou tocar.

Alisei seu nariz bem devagar e ele riu, me fazendo querer mata-lo. Como um nariz, uma pessoa no caso, pode ser tão linda assim. Eu não consigo compreender. Deus quer me matar, é isto. O sorriso dele aumentou assim que me viu aproximar o rosto e deixar um beijo estalado no nariz. Eu ainda nem acredito que fiz isso, eu sou uma idiota.

-Você é muito boba pelo meu nariz, acho que você gosta mais dele do que de mim.

-Finalmente descobriu. –falei, zombeteira e ele arregalou os olhos. –A vida é assim mesmo, temos que aceitar.

-Você é uma chata.

Ele continuou emburrado por mais alguns minutos, mas depois pareceu um pouco assustado. Observei sua mudança de feição com curiosidade e log um sorriso maníaco apareceu em seu rosto. Me afastei um pouco, fazendo o sorriso dele aumentar. Confirmado: Tom Holland é insano e precisa ser internado.

-FELIZ ANIVERSÁRIO, AMELIE ELIZABETH HARRIS. –ele gritou, vindo para cima de mim e começou a distribuir beijos pelo rosto. Era só o que faltava. Já tinha esquecido dessa data.

-CALMA. –gritei, empurrando ele de cima de mim em busca de ar. –Meu Deus, calma garoto.

-Parabéns, amor. Te desejo todas aquelas baboseiras de aniversário e hoje seu dia vai ser fenomenal, pois eu vou te levar para passear pela cidade e mais tarde vamos para a casa de festa com Natalie e Sebastian. Você vai aprender a gostar do seu aniversário hoje. –ele falou, beijando meus lábios de leve e encostou nossas testas. –Eu te amo, Ame.

Passamos mais uns minutos enrolando na cama e eu agradeci pelo feliz aniversário. Tom foi para o seu quarto tomar um banho e eu me levantei para fazer o mesmo. Várias ligações e mensagens estavam fazendo meu celular vibrar loucamente, mas resolvi ignorar. Responderia depois. Vesti uma um pouco mais arrumada, porque Tom é uma pessoa inusitada, a qualquer momento ele pode ter um surto e querer sair para almoçar. Prefiro estar pronta.

Resolvi não esperar Tom e desci em direção da cozinha, pelo menos comer alguma besteira, já que ainda estava um pouco cedo para o almoço. Harrison estava parado de frente para a geladeira. Decidi assustar o loiro, então, cheguei por trás silenciosamente e gritei pulando em suas costas. O grito que ele deu foi tão estridente e feminino que eu não pude controlar as gargalhadas. De início ele ficou emburrado, mas logo depois começou a rir junto e me abraçou.

-Parabéns, pandinha. Você é a melhor amiga que eu já tive em toda a minha vida e eu te amo por isso.–ele sussurrou, em meu ouvido e eu sorri, apertando-o.

Ele continuou seu discurso lindo de parabéns que eu quase me emocionei com a quantidade de xingamentos, mas no final lhe dei outro abraço. Nos separamos e ele brincou que quando foi me chamar hoje de manhã viu eu e Tom dormindo e ficou com pena de nos acordar. Claramente me zoou por isso e eu resolvi ignorar, afinal era Harrison sendo Harrison.

Pegamos um pote de geleia e enquanto eu fazia torradas ele fazia suco de laranja. Claramente os cozinheiros natos da casa, não sei quem tem a probabilidade maior de botar fogo na casa. Colocamos a variedade de comida na mesa e ele serviu os pratos, incluindo um para Tom.

-Vou chamar a noiva. –falei, me virando para sair da cozinha e ele voltou a soltar brincadeirinhas comigo.

Subi quase que correndo e a porta do quarto dele estava entreaberta, fiquei com um pouco de receio em entrar, mas tive que fazer. Quase me joguei pela janela me condenando profundamente por não ter batido ou esperado, pois o menino estava sem camisa e seu corpo ainda estava um pouco molhado. Desse jeito eu não aguentar viver nessa casa com ele assim.

Ele me olhou com um sorriso malicioso e foi nesse momento em que eu percebi que ele faz de propósito. Eu vou ter que matar esse menino, não está dando mais. Tom passou o perfume mais cheiroso que eu já pude sentir na minha vida e pegou uma camisa escura que estava estirada na cama. Ele veio até mim, ainda com aquele sorriso de filho da puta na cara, e me puxou pela cintura me beijando.

Automaticamente minhas mãos foram para o seu ombro e eu pude sentir sua pele quente e molhada contra minhas mãos, causando um arrepio por todo o meu corpo. Ele segurava firme e percorria cada canto da minha boca com sua língua. Ele grudou nossos corpos e levou uma mão até a minha nuca, puxando um pouco o meu cabelo de leve. Levei minhas mãos até as suas costas e dedilhei a mesma de leve, tentando sentir cada parte de seu corpo. Eu já estava um pouco fora de mim.

Infelizmente tivemos que separar nossos lábios pela falta de ar. Ele deu um beijo na minha testa e me olhou profundamente, mas eu não pude entender o seu olhar e isso me deixou um pouco pensativa.

-Você está linda. –ele falou, num sussurro e eu sorri envergonhada.

-Você também... mas claro que ainda falta um camisa e aí você vai ficar mais bonito... e um sapato para ficar mais comple..

Ele me interrompeu grudando nossos lábios.

-Você fala demais, mas eu gosto. –ele falou, sorrindo e me puxou para fora do quarto.

-Eu e Haz fizemos o café da manhã, vamos logo. Eu estou com fome. –falei, tentando cortar o clima vergonhoso e ele riu.

Haz já estava comendo quando chegamos e isso me fez fuzilá-lo. Moleque apressado. Nos juntamos a ele e comemos a refeição em silêncio, mas um silêncio confortável. Deixei a louça para os meninos e corri para sala para poder espera-los. Tom comentou que iriamos sair após o café para dar uma volta e depois almoçaríamos.

 

Por volta das seis e meia já estávamos em casa e cada um fez seu percurso para o próprio quarto com a desculpa de começar a ser arrumar, e comigo não foi diferente. Corri para o banho já mentalizando a roupa que iria usar, mas nada vinha a cabeça. Depois de longos 20 minutos saí do banheiro, já com um conjunto de lingerie e corri para atender meu celular que tocava estridentemente.

‘Número Desconhecido.’

Ih...

‘Alô?’

‘Ame, aqui é Natalie. Tom me passou seu número, espero que não fique chateada com ele, foi por uma boa causa.’

‘Oi, Nat. Claro que não, nem se preocupe. Como você está?’

‘Eu estou bem e você, querida?’

‘Bem.’

‘Liguei para te dar os parabéns e todas aquelas baboseiras, sabe. Nunca fui muito boa com esse tipo de coisa.’

Rimos juntos e eu senti uma calmaria me invadir. É muito bom falar com ela.

‘Muito obrigada pela ligação e tudo mais, foi muito legal da sua parte.’

‘Claro que eu iria falar com você nessa data tão especial, você já é uma amiga, Amelie. Uma das grandes.’

‘Isso significa muito para mim, obrigada novamente. Você realmente é uma pessoa especial.’

‘Você é um doce, garota.’

Ficamos uns segundos em silêncio e logo uma ideia brotou em minha mente. Será que ela me ajudaria com a roupa?

‘Nat... Será que você pode me ajudar com a minha roupa para hoje à noite? Estou um pouco perdida.’

‘Claro que sim. Vou te ligar no FaceTime e você me mostra o que tem.’

Iniciamos uma chamada de vídeo e eu lhe mostrei todas as roupas que eu havia trazido para cá, não eram muitas, afinal não vou passar tanto tempo quanto Harrison. Infelizmente. Ela optou por um macacão de pano preto com um decote pequeno na frente e um maior nas costas, e uma bota de cano médio também preta. Eu estava me sentindo bonita. Depois de montar a roupa desligamos e ela também foi se arrumar, mas antes me mostrou a roupa que vestiria e eu acabei por dar oi à Sebastian que estava largado na cama quase dormindo. Ainda pude presenciar ela mandando ele ir se arrumar, confesso que ri um bocado. Eles são lindos juntos, talvez o casal mais lindo que eu já vi.

Decidi deixar meu cabelo solto e apliquei uma maquiagem leve nos olhos, mas caprichei no batom cor de vinho. Passei o meu clássico perfume, Olympéa, e coloquei meus brincos e a pulseira de volta. Conferi se minha bolsinha, meio carteira, estava completa com os meus documentos, dinheiro e cartão, e saí do quarto.

Pelo que pude perceber os meninos ainda estavam trancados pelos quartos, eles demoram mais do que eu. Fui até a sala e coloquei num episódio qualquer de Arquivo X para esperar por eles. Ainda estava cedo e isso só deixava mais claro o quanto eles ainda iam demorar.

Estava quase cochilando quando Tom apareceu fazendo um barulho bem sinistro, como sempre né, a diva tem que chamar atenção. Nunca vi pessoa mais escandalosa do que ele, talvez o Harrison, mas é uma disputa acirrada, porém eu ganho dos dois. Rainha.

Ele estava muito lindo todo de preto, pronto para o meu enterro porque é hoje que esse menino vai me matar. Eu não sei nem mais o que eu estou sentindo. É uma mistura de tudo dentro de mim, só sei que meu coração acelera, meu estômago revira e eu fico muito nervosa. E mais algumas coisinhas que eu não faço a mínima ideia do que seja.

-Como sempre, você está maravilhosa. –ele falou, sentando-se ao meu lado e deu um beijo na minha bochecha. –Assim que Harrison descer nós vamos sair. Natalie avisou que vai demorar um pouco, não entendi muito bem o porquê. Ela parecia nervosa.

Às vezes eu fico impressionada com a inocência desse garoto, chega a ser fofo. Eu ri de leve, mas ele não percebeu pois estava meio pensativo tentando entender o motivo de Natalie para se atrasar. Porém, eu já sabia, afinal Sebastian estava largado na cama com uma bermuda e sem camisa. Ela tem toda razão para se atrasar, até apoio.

-Oi galera, podemos ir. –Haz falou, entrando na sala e eu e Tom levantamos.

Ele estava muito fofo com essa camisa azul e a jaqueta preta. Harrison é a coisa mais fofa que eu já vi, que o Tom não possa ler meus pensamentos. Tom nos levou até o local e minha boca quase caiu. Era lindo e cheio de luzes. Aparentemente chique e eu dei graças a Deus por estar no mínimo apresentável. Entramos sem nem termos que pagar e Tom nos direcionou até uma área que parecia ser mais privada. Estava bem mais calmo e eu agradeci por isso, ele sabe que eu não sou muito de lugares cheios e barulhentos. Pegamos uma mesinha perto do bar e sentamos para esperar Nat e Seb.

Eles chegaram quase uma hora depois e ganhei abraços apertados dos dois, principalmente de Natalie. Ela acabou sentando-se ao meu lado e ficamos conversando enquanto bebíamos coisas leves, afinal alguém vai ter que levar os bonitinhos para casa e pelo visto somos muito parecidas já que não somos de beber assim.

Alguns minutos depois, Natalie e eu levantamos e fomos dançar, mas não ficamos tanto tempo já que ela foi aproveitar um pouco com o noivo, já que eles mal tinham tempo livre assim e eu entendi completamente. Portanto, fui para o bar encontrar com os meninos e Tom saiu do banquinho para que eu pudesse sentar já que estava bem cheio e não havia mais bancos livres. Um gentleman.

Ele se colocou entre as minhas pernas e os dois me incluíram na conversa sobre encontrar alguém para o Harrison. Claramente joguei Emma na roda fazendo o loiro ficar mais vermelho que o extintor de incêndio. Porém, o falso desconversou e mudamos o foco para a pista de dança onde Tom ficava indicando mulheres e eu só observando a audácia. Harrison apenas dizia que eram bonitas, mas que não queria. Tom e eu achamos suspeito, mas eu já imaginava que era por conta de Emma, mas o que o moreno imaginava já era um problema porque só Deus entende o que se passa pela cabeça da criança.

-Eu vou ao banheiro, já volto. –Tom falou, dando um selinho em mim e se perdeu no meio da multidão.

A música se tornou um pouco mais alta, incomodando um pouco de início, mas acostumou rápido. Harrison e eu continuamos calados observando a pista e bebendo, o que foi um pouco difícil já que aqui nós somos de menores, mas Tom fez alguma coisa que o barman acabou liberando um limite de copos para nós. Para mim nem fez muita diferença, mas os meninos queriam beber, acho que para relaxar um pouco.

-Emma? –Haz perguntou, enquanto eu digitava uma resposta no celular, que realmente era para a menina.

-Vocês têm se falado? –perguntei, me aproximando mais um pouco para ouvir claramente.

-Um pouco, não sei muito bem puxar assunto. –ele falou, soando um pouco triste e eu acabei sorrindo. –Ah nem começa, eu não estou gostando dela assim, a gente mal se fala nem tem lógica isso.

-Haz...-falei, ficando mais próxima para ele poder ouvir. –Ela gosta de você, eu posso ver isso, da mesma forma que você gosta dela. Podem não ter um sentimento tão forte ainda, até porque é como você disse, vocês não conversam muito. Porém, isso foi o suficiente para despertar um interesse em ambas as partes. Vocês formariam um casal lindo e eu dou total apoio.

-Obrigada, Ame. –ele falou, e me abraçou.

Viramos para frente e eu me arrependi amargamente de ter feito isso. Meu estado de felicidade e meu sorriso foram expulsados de mim assim que eu vi Thomas beijando uma garota no meio da pista de dança. O pior de tudo é que ele correspondia nitidamente, não poderia nem dizer que foi ela quem o puxou.

Meu corpo estava enraizado no banco e meu coração acelerado. As lágrimas já caiam livremente pelo meu rosto e eu pude ouvir um grunhido vindo de Harrison, mas nem dei muita atenção a isso. Meus olhos estavam fixados naquela cena e eu não conseguia fazer nada sobre isso. 


Notas Finais


Por favor comentem me dizendo o que querem que mude ou se algo precisa de explicação.


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