História You Will Always Be - Capítulo 93


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Categorias Rafael "CellBit" Lange
Personagens Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Comedia Romantica, Romance
Visualizações 60
Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 93 - Me tira daqui, por favor! - QUARTA TEMPORADA DE YWAB


Fanfic / Fanfiction You Will Always Be - Capítulo 93 - Me tira daqui, por favor! - QUARTA TEMPORADA DE YWAB

Voltei pra casa no fim de tarde e encontrei Rafael sozinho na sala de estar. Ele estava sentado com as mãos sobre o rosto e cotovelos encostados nos joelhos, parecia cansado.

— Rafa... — falei mais pra mim do que pra ele mas ele ouviu

— Sol!  — ele levantou correndo e me abraçou com força — Eu fiquei peocupado.

Ele me apertava e eu apenas pausei minhas mãos em suas costas pra retribuir o abraço.

— Por favor, acredita em mim, por favor, por favor. — ele pedia repetidamente

— Ei — me soltei de seus braços e segurei seu rosto com minhas duas mãos — Vai ficar tudo bem. — sorri — Eu só preciso de um tempo

— Não faz isso comigo amor. — pediu — Eu não quero ficar longe de você nem por um minuto.

— Por favor, amor. Eu vou precisar. — falei

— Ela me drogou, amor. Acredita em mim. — ele insistia — Eu jamais te trairia, você é a mulher da minha vida.

— Eu acredito em você. — falei o abraçando — Mas me deixa um pouco sozinha, ta bom? — pedi mais uma vez e ele assentiu

Deixei Rafael sozinho na sala e fui até o quarto. Tomei um banho e fui deitar. Eu não consegui dormir então levantei para beber água e encontrei Rafa deitado no sofá.

— Amor. — ajoelhei ao seu lado — Você não vai dormir aqui né?

— Vou, eu... — o interrompi

— Não, não vai. — o puxei e ele levantou — Vai pra cama. Eu vou beber um pouco de água.

Rafael foi pro quarto e eu fui até a cozinha. Bebi dois copos de água e voltei pro quarto em seguida. Deitei ao lado dele e ele me abraçou por trás. Me virei de frente pra ele, o abraçando de volta. Lhe deu um beijo e encostei minha testa em seu queixo.

— Eu te amo. — ele disse e eu sorri

— É, eu sei.

— Não esquece disso. — pediu

Rafael dormiu e logo depois eu dormi também.

              (...)

Acordei por volta das 9:10 da manhã e Rafael ainda estava dormindo. Resolvi dar uma corrida pelo parque pra espairecer. Assim que abri a porta, Joana estava ali parada pronta pra tocar a campainha.

— Sol! — ela sorriu como se nada tivesse acontecido

— O que esta fazendo aqui? — perguntei me aproximando dela com as mãos fechadas — Você não cansa se ser cínica?

— Eu deixei Miguel em casa e vim ver vocês, pedir desculpas por ontem. Afinal, não posso ficar brigada com isso pai do meu filho, não é? — ela perguntou com um sorriso malicioso no rosto

— Você não tem nenhum filho do meu noivo. — falei a encarando nos olhos — E você nunca vai ter. Nunca!

— Se quiser fazer um exame de DNA... — sugeriu

— Eu confio no Rafael.

— Não devia. — disse — Afinal, ele te traiu comigo, lembra? 

— Você armou tudo, acha que eu não sei? — perguntei

— Se ele estava drogado, como ele chegou aqui nessa casa sóbrio e comigo? — desafiou-me — Ou você já não se lembra disso também? E se eu fizesse tão mal pra ele, por que ele me ajudaria tanto quando eu estava grávida do Miguel?

Fiquei a encarando com raiva. Infelizmente estava fazendo sentido o que ela falava. Eu ainda tinha muito o que esclarecer nessa história. 

— Você é louca, vai embora! — a empurrei

— Olha isso. — ela me mostrou algumas imagens em seu celular dela com Rafael — Eu não acho que ele te ame tanto assim. Talvez ele esteja se divertindo com o amor antigo pelas suas costas e você nem sabe.

Meus olhos marejaram. Minhas unhas já estavam ferindo a palma da minha mão pela força que eu estava fechando as mãos. Meu sangue fervia para não ataca-la ali mesmo, mas se eu fizesse isso, eu provavelmente a mataria.

— Amor? — Rafael me chamou e apareceu na porta segundos depois — O que você está fazendo aqui, Joana? — ele perguntou mudando o semblante rapidamente

— Vim bater um papo com minha amiga. — ela sorriu pra mim — Acho que agora sua cabeça está cheia de coisas, por que não da uma volta pra pensar um pouco e relaxar? — ela perguntou para mim

Olhei para Rafael com meus olhos cheios de água e os deixei ali sozinhos por vez. Ouvi ele me chamando algumas vezes mas hesitei. 
Fui até o parque e fiquei dando algumas voltas por lá. 
Esbarrei em alguém e quando levantei o rosto eu vi Guaxinim com um sorriso fraco. O abracei bem forte e desabei em lágrimas em seu peito.

Depois de um bom tempo chorando no colo de Guaxinim, nós nos sentamos ali perto e ele tentou me aconselhar o máximo possível.

— Sol, eu conheço o Cellbits desde moleque. Eu sei que ele não faria isso com você. — ele disse me olhando com sinceridade — Ele é inteligente demais pra fazer algo desse tipo. Eu colocaria minha mão no fogo por ele, ele é meu irmão. Eu confio nele, e essa garota é uma bruxa.

— Eu sei, amigo. Ela sabe persuadir muito bem... — falei

Ficamos mais um tempinho por ali e depois Guaxinim foi caminhando até em casa comigo. Ele iria aproveitar e dar um abraço em Rafael. 
Chegamos e nenhum sinal de Rafa pela casa. 
O achei do lado da mesa de centro, no chão, tossindo.

— Rafael! — corri até ele segurando seu rosto e colocando sua cabeça em minha perna

Ele me olhou sorrindo fraco.

— Me tira daqui, por favor. — pediu

Enquanto Guaxinim ligava pra emergência, ele abraçava minhas pernas com força.

— Estão a caminho. — Guaxinim falou assim que desligou o telefone

— Foi a Joana que fez isso, Guaxinim? — perguntei e ele assentiu nervoso

A ambulância chegou por volta de 8 minutos e eles o colocaram Rafa em uma maca. Tudo o que passava pela minha cabeça era como que ela tinha conseguido fazer aquilo. O que ela tinha usado.  
Entrei com Guaxinim na parte de trás da van e ficamos lá com Rafa. Segurei em sua mão e ele apertou a minha. 
Um dos enfermeiros injetava soro em suas veias e ele foi apagando devagar.

— Ele vai ficar bem? Ele está bem? — perguntei desesperadamente

A enfermeira não respondeu, apenas me olhou com um olhar triste, mas continuou cuidando dele com carinho. Eu sentia Rafa apertar minha mão algumas vezes enquanto dormia. 
Guaxinim ligou pros outros enquanto estávamos a caminho do hospital.

              (...) 

              19:45

O médico apareceu depois de um tempo e eu corri até ele.

— Doutor, ele está bem? — perguntei

— Ele foi envenenado, mas chegou aqui a tempo. — ele disse sério — Sabe como isso aconteceu? — ele perguntou e eu assenti fraco

— Quando ele acordar eu posso conversar com ele? — perguntei

— O que você é dele?

— Esposa. — falei rapidamente

— Claro que pode. — ele falou abrindo a porta — Pode entrar.

Pedi obrigada e entrei. Rafa deu um sorriso quando me viu. Ele era tão lindo. Eu não poderia imaginar um dia sem ele. 



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