História Young God - VKook/TaeKook - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7, TWICE
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Drama, Namjin, Romance, Vkook, Yaoi, Yoonseok
Visualizações 125
Palavras 2.499
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiie
Então, eu sei q esse capítulo ta pequeno, e além de pequeno ta meio pombo, mas eu prometo recompensar no prox.
Boa leitura, até as notas finais.

Capítulo 16 - Capítulo Quatorze.


Yoongi Point of view.


Assim que Jimin terminou de ditar onde deveríamos procurar, Hoseok nos trouxe ao purgatório. Foi bem fácil na verdade.


Existem três planos astrais que recebem as almas depois que seus corpos já não têm mais vida; o Céu, o Inferno e o purgatório.


No céu ficam as pessoas que são realmente puras, e de bom coração. O inferno é recebido as almas sujas, e que só fizeram mal aos outros enquanto estavam vivos - às vezes, quando essas almas têm um nível muito elevado de maldade, eles automaticamente viram demônios, somente esperando para cumprir ordens. E tem também o purgatório, lugar onde são presas as almas de qualquer ser sobrenatural que morra - seja ele bom ou nao.


Nesses três planos é bem fácil para pessoas com  entrar. Esses três planos são separados por “véus”, cada um com uma espessura mais grossa - mais difícil de entrar. O céu é o lugar mais fácil de entrar - deveria ser o mais difícil, mas parece que ninguém se importa muito com a segurança de lá, já que estão preocupados fazendo outras coisas -, logo depois vem o Purgatório, lá é preciso ter muita proteção para não deixar nenhuma brecha que possa resultar em um ser voltando a vida, e o mais difícil de entrar é o inferno, já que seu rei era um tanto medroso, e vivia morrendo de medo que seu pai conseguisse entrar lá e acabasse com sua brincadeirinha.


Como nossa essência é bem leve, é fácil de entrar em qualquer um desses lugares, porque para nós, e como se fosse realmente um véu. Já para os outros - como humanos, por exemplo - era difícil passar porque tinham que achar sua parte astral primeiro, então ou demoravam dias para virar um espírito, ou simplesmente faziam portais. Como para a gente era mais fácil, demorou um segundo para entrarmos no lugar.  


O ambiente parecia uma mata, mas bem suja e suas árvores na já estavam sem vida. Aquele lugar era horrível!, eu havia ido até lá umas duas vezes, e nunca mais queria voltar lá. O cheiro era como enxofre, e se ouvia gritos a todo segundo. A cada dois passos que se dava, ou achávamos uma arma - na maioria das vezes eram lâminas bem afiadas - ou uma poça de sangue ao lado de algum membro de alguma pessoa. Sem contar que aquilo tudo é uma zona. Não tem ordem, ninguém manda então é totalmente insuportável.


- Não vamos achar nada aqui. - afirmei parando de andar.


- Continue a procurar, Yoongi. - falou. - Nós não vamos achar nada se pensarmos negativo igual você.


- Eu sou realista, é diferente. - retruquei.


Continuamos a procurar por mais algumas horas até que eu desisti. Procuramos por todos os lugares possíveis, e não os achamos. Eles não estavam ali!


- Levanta dai, Yoongi. - Hobi pediu ao me ver sentado no chão. Só sairia dali se fosse pra voltar pra casa. - Suga, a gente precisa achar eles.


- Eu ainda acho que eles estão na Terra. - repeti o que havia dito a um tempo atrás. - Jimin e TaeHyung vão achar eles.


- Okay. - concordou se aproximando de mim. - E o que a gente faz até lá?


- Podemos fazer várias coisas… - Falei me levantando e aproximando de si, encarando seu rosto de forma maliciosa. Ah, como eu sentia saudade de si.


- Yoongi, se por um acaso muito impossível eu voltasse a conversar com você por livre e espontânea vontade, não seria no meio do purgatório. - ele disse.


- Se o problema é esse… - segurei sua mão nos levando até Seoul novamente. - Eu gosto daqui. - afirmei olhando o jardim que observei a Sr.Lee cuidar durante o tempo enquanto fiquei em sua casa.


- Essa casa ainda existe?! - falou  em volta sorrindo. Eu gostava tanto de seu sorriso, e saber que ele ainda conseguia sorrir em minha presença me fazia feliz. Mostrava que, talvez, se eu insistir nele, eu poderia ter outra chance. Mas de repente sumiu. - Porque me trouxe aqui? Precisamos fazer outras coisas, Yoongi. Estamos ocupados.


- Tem noção que essa pode ser nossa última guerra, não tem? - Falei apoiando minhas mãos em seu pescoço. - Temos que aproveitar as pequenas pausas que podemos dar, e sair de tudo isso. Mesmo que seja por minutos apenas. - dusar encarando-o. O castanho apenas suspirou, deixando um mínimo sorriso aparecer em seu rosto.


- É golpe baixo me trazer aqui, YoonGi. - tentou disfarçar sua empolgação enquanto ainda olhava a casa.


- Eu sei. - falei trazendo seu olhar para mim.


Seus olhos encaravam cada parte de meu rosto, parando em meus olhos e me encarando profundo. Um arrepio subiu em minha espinha ao sentir suas mãos irem para minha cintura. Antigamente, momentos como esse eram simples, mas a hora era tão importante que eu nem sei definir como me sentia feliz em tê-lo ali comigo.


- Yoongi!, vejo que voltou e trouxe um amigo com você. - ouço a voz doce da dona da casa bem atrás de nós.


- Oi, Omma. - cumprimentei a mais velha, enquanto tirava minhas mãos de Hoseok e me virava para si. - Esse é…


- Jung Hoseok. - completou. - Eu me lembraria desse rostinho angelical mesmo se passasse cem anos.


- Olá, Sr.Lee. Não achei que estivesse morando aqui mesmo depois de tanto tempo. - O mais novo disse enquanto olhava para a mulher.


- Eu gosto desse lugar, e não é como se eu tivesse outra casa para ir. - ela disse cabisbaixa. A mais velha sentia falta dos filhos, e queria ao menos poder conhecer seus netos, mas não os via por um bom tempo.


- Sinto muito pelos seus filhos. - Hoseok disse em um tom simpático. - Sinto que eles se arrependeram de conhecessem a mulher maravilhosa que a senhora é.


- Sabe, Hoseok, você é idêntico ao Yoongi. - continuou. - É puxa-saco do mesmo jeito. - falou tirando risadas de nós dois. - Mas não se preocupem, eu acho sempre bom ter alguém mostrando que se importa com meus sentimentos. - sorriu doce.


Depois de conversarmos um pouco, ali na varanda mesmo, a senhora pediu para nós dois ficarmos um pouco consigo para o almoço. Ela gostava da companhia,  e é como eu disse; temos que aproveitar as pequenas pausas que podemos dar, e sair de tudo isso


JungKook Point of view


Eu já estava em pé naquele grande salão a alguns minutos apenas, mas era como se passass passassem horas. Namjoon já tinha saído de uma porta e ido para outras durante o tempo que estávamos lá, então eu vi que tinham mais outras cinco portas vermelhas, contando sete no total.


Eu já estava cansado de ficar lá sem fazer absolutamente nada naquele lugar quando finalmente tomei coragem para puxar assunto com a garota (que era, na verdade, um demônio) que estava me vigiando.  


- Olá. - falei chamando sua atenção. A morena se virou para mim, e encarou-me esperando que eu falasse o que queria - O que tem atrás daquelas portas? - perguntei.


- Por que você quer saber? - indagou me olhando sério.


- Eu provavelmente irei ficar aqui por mais um tempo, então gostaria de saber o que é tudo isso aqui, pelo menos. - respondi no mesmo tom.


- Não sei se devo te dizer. - falou baixo para si mesma.


- Eu só quero saber mais sobre o lugar onde estou… - disse insistindo.


- Você está no inferno, é simples. - falou calma. - Aqui é o lugar onde as almas são enviadas para sofrerem.


- E aquelas portas… - incentivei sua continuação.


- Que menino insistente… - suspirou, mas logo começou a contar. - São sete portas, certo? - afirmei. Eu já tinha contado quantas portas eram, e até isso me deixou curioso. - Cada porta habita um pecado capital.


“Quando os humanos morrem, eles são designados a uma dessas portas, para o pecado que eles mais usufruíram; gula, luxúria, avareza, ira, soberba, preguiça, inveja. Ou às vezes nem chega até a Torre do Círculo Infernal. Que é aqui. - explicou.


- Como assim “Torre”? - indaguei


- Aqui onde estamos, é a último andar da Torre infernal. Aqui é o centro de todo esse lugar, a grande Fortaleza. O lugar onde guardamos os pecados capitais.


- E pra onde vão quando vem pra cá? - perguntei de novo.


- Existem alguns lugares fora dessa torre onde podem ser deixados. - disse depois de um suspiro entediado. Nem precisei pedir de novo e ela já estava dizendo quais eram os lugares. - Lá fora existe um deserto, chamamos de “Deserto dos desalmados”. Lá é o lugar onde são levadas as almas dos humanos que fizeram pactos com demônios ou almas que tentaram e “conseguiram” sair do Círculo Infernal. Lá eles são simplesmente abandonados e são fadados a viver sozinhos até o fim da eternidade.


“ Dentro desse deserto estão espalhados cinco rios. Essas águas caminham por todo o deserto, atraindo essas almas perdidas para dentro deles. Você já deve ter ouvido falar dos rios Aqueronte, Cócito, Flegetonte, Lete, e Estige.


O Aqueronte é o Rio da Dor. Ele passa por volta de todo o Deserto dos desalmados. Nao tem como sair ou entrar no deserto sem passar por ele. Logo após sua morte ou sua fuga, a alma é levada pelo Barqueiro (Caronte), com o barco eles passavam pelo Rio Aqueronte deixando lá todos os seus sonhos, desejos e deveres que não foram realizados em vida. Ou quando os pecadores fogem de suas portas, eles acham que Caronte pode levá-los para fora daqui, mas encontram algo pior.


O Cócito, é o rio das lamentações, ele é feito das infelicidades e lamentações dos mortos, dizem que os seres que entram nesse rio, perdem a vontade de viver.


O Flegetonte mantém as almas cruéis “vivas” para que suportem mais tormentos nos Deserto dos Desalmados, se você beber um pouco daquele fogo, vai ser curado, mas continuará com a fome, a sede e a dor.

O Lete é o Rio do Esquecimento. Aqueles que bebem de sua água ou, até mesmo, tocam na sua água experimentam o completo esquecimento; perdem a memória, e esquecem sua própria identidade, levando a uma torturante e infinita loucura.


Estige é o Rio da Invulnerabilidade. Uma promessa feito a partir do Estige é o voto mais sagrado que pode ser feito. Nem mesmo os deuses podem quebrar uma promessa pelo Estige. Quem se banha no Estige se torna invulnerável.”


- Esse é o único jeito de uma alma humana ter paz aqui dentro, porém esse rio é muito difícil de ser achado. E mesmo quando achado, os humanos acabam por serem instigados a ir de encontro aos outros rios amaldiçoados. - Ela terminou assim que Namjoon saiu da última porta.


Eu fiquei bem assustado, admito. Mas não pretendo voltar aqui tão cedo mesmo.


O mais velho votou até o grande círculo no meio da sala e pediu para mim ficar ao lado dele, dizendo que já estávamos indo embora.


- Você achou alguma coisa? - perguntei para o loiro ao meu lado.


- Você está vendo JinYoung ao meu lado, JungKook? - perguntou irônico.


- Eu te odeio! - Me segurei para não xingá-lo ao perceber que ele já estava querendo arrumar briga comigo.


- Não se preocupe, o sentimento é recíproco. - disse sorrindo falso.


[...]


- Vocês acharam alguma coisa? - ouvi Mark perguntar assim que a visão ao meu lado começou a desembaçar, porém, não voltou a ficar clara, e o céu já estava escuro.


- Já está de noite? - falei surpreso.


- Uma hora no inferno, dez horas na Terra. - Falou o bruxo.


- Ah, vocês chegaram. - ouvi SeokJin falar nervoso enquanto saia de trás das árvores. - Vocês demoraram doze horas. - falou.


- Você não precisava ficar preocupado. - Namjoon disse saindo do símbolo que estava no chão e indo até o mais velho.


- Eu não fiquei. - respondeu. - Diferente dos outros, eu confio em você com o JungKook, Namjoon. Não deveria, mas…


- Okay. Chega desse assunto. - se afastou e olhou para o bruxo que estava encarando a cena como eu. Notei que seu pescoço não estava com hematomas, o que fez eu me sentir mais aliviado pelo bruxo estar bem. - Onde estão os outros?


- Ainda não vol…


- Voltamos! - vimos Hoseok e Yoongi aparecer de surpresa atrás de nós.


O mais velho dos dois carregava um sorriso em seu rosto, e sua alegria parecia contagiar o outro, que sorria ainda pequeno.


- Onde vocês estavam? - Jin perguntou voltando o olhar para os dois.


- Isso não importa agora. - Hoseok respondeu. - Onde está Jimin e TaeHyung? - Ele indagou.


Eu já tinha percebido que os dois não estavam ali, claro, mas decidi ignorar esse fato, assim meu ciúme cessaria, mas eu estava errado. Eu não conseguia controlar. Só de pensar que eles estavam juntos, e que Jimin poderia estar tirando TaeHyung de mim, me trazia um desconforto grande. Não que TaeHyung seja meu…


- Eles ainda não voltaram. - Mark falou.

- Mas faz mais de doze horas que nos saímos. - Hoseok falou com um tom meio preocupado. - Não demora mais de cinco horas para todas a Terra inteira a procura de algo.


- Será que aconteceu algo? - agora quem parecia estar preocupado era Yoongi.


Mas eles estavam bem, certo? Jimin e TaeHyung são fortes, e sabem lutar. Saberiam o que fazer se houvesse alguma ameaça. Mesmo sabendo dessas coisas, eu não conseguia deixar de estar nervoso e é bem preocupado, igual a todos ali.


- Mas Jimin sabe se proteger, e TaeHyung também. - Namjoon disse tentando nos acalmar.


Depois da fala do mais velho, um silêncio se instalou no lugar, todos estavam preocupados com os outros dois, e tentávamos pensar no que fazer. Nossos pensamentos foram interrompidos ao vermos uma pequena “explosão” no gramado a nossa frente. Depois da pouca fumaça branca sumir, me surpreendi ao ver somente um pedaço de papel no meio do que antes era fogo.


SeokJin foi o primeiro a ter alguma reação. O anjo foi até o pequeno pedaço de papel e o pegou no chão vendo o que era. - Parece que é pra você. - ele disse olhando para mim.


- Eu? - perguntei. Como aquilo podia ser pra mim?


- Sim. - respondeu. - Parece que é um bilhete. E é para você.


Mesmo um pouco apreensivo, mas ainda sim curioso, peguei o papel de sua mão vendo o que era aquilo de verdade.


Querido JungKook,


Eu mudei de ideia. Acho que seria melhor matar seu namorado primeiro. Mas não posso fazer isso sem você aqui, senão meu plano de te ver sofrendo não daria tão certo…

Então esse é o motivo de eu estar te chamando, Kookie.

Seu anjo está comigo, venha pegar ele.


- Yugyeom


.


Notas Finais


Eae? Gostaram? Comentem pvf. Vcs sumiram só a yuki tá comentando - eu amo vc pq vc comenta em todos os capítulos, se eu vejo aquele "um comentário" sei q é vc s2.

Gente, eu tô pensando em postar outra fic. "Mas vc nem terminou as suas duas, Lya, já vai começar outra? Sim!

Eu tô começando a shippar muito MinJoon - Eu shippo tudo mesmo, tô nem aí - preciso expressar meu amor pelo shipp postando uma fanfic.

Então... era só isso mesmo. Desculpem pelo capítulo meio morto - na vdd sse Cap foi só para o JK se separar do TH e ele ser capturado mesmo.

(Genteee eu ja postei a MinJoon.

https://spiritfanfics.com/historia/lua-azul-10921272

Vai la ler)


Até a próxima.


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