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História Young Lady - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente!

Voltei com capítulo novo! <3

Quero agradecer a todos que leram e comentaram o primeiro capítulo. Fiquei super feliz com a recepção de vocês!
Essa fic é bem diferente do comum e está sendo um desafio (maravilhoso) escrevê-la!
Agradeço a confiança! <3

Boa leitura!

Capítulo 2 - Bad choice


As oito da noite, Sarah estava parada em frente ao hotel, a cabeça recostada no banco do carro, os olhos fechados. Pensava e repensava. Os últimos dias haviam sido estranhos. Não conseguia se manter concentrada no ateliê, falava o básico com seus colegas de trabalho e continuava a viver sua vida monótona com Alex, que havia surpreendentemente melhorado o astral muito antes do previsto. Pensava no que estava fazendo, no que estava prestes a fazer. Pensava na esposa... Negou com a cabeça, se censurando. Não subiria. Em que estava pensando quando seguira com aquilo?

Na noite em que Nicole lhe dera a “brilhante ideia”, Sarah fez todo o processo movida a álcool, se xingando mentalmente nos poucos momentos de lucidez. O quarto de hotel seria alugado pela garota, fora informada. Não precisaria anunciar a sua chegada, tudo o que teria que fazer era tocar a campainha do apartamento 1104 e ela estaria lá, a sua espera. Pensou em escrever um nome falso no cadastro mas logo desistiu, concluindo que seria inútil: era conhecida por meio país graças a estupenda ascensão da grife que compartilhava com suas sócias. No site havia um comunicado: a garota escolhida só teria a identidade de sua cliente revelada quando esta chegasse ao local.

Deu mais uma conferida no luxuoso prédio e ligou o carro, pronta para dar partida. Não demorou e o desligou. Estava curiosa demais para sair dali sem ao menos dar uma olhada na garota. Passou as mãos nervosamente pela lapela do blazer e respirou fundo, saindo do carro e trancando o veículo. Caminhou a passos largos em direção a entrada do hotel, pensando que era melhor acabar logo com aquilo.

Quando se viu parada em frente à porta do apartamento, sentiu que iria passar mal. Inspirou profundamente e se obrigou a se acalmar, lembrando que poderia deixar o local a qualquer momento. Já estava acostumada a manter a pose, seu ofício a obrigara a aprender. Assim que se sentiu pronta, tocou a campainha. Seu semblante logo se tornou seguro, um polegar elegantemente acomodado no bolso da fina calça social.

A porta se abriu, revelando a perfeição que era Piper Chapman. Sarah precisou se esforçar bastante para manter a expressão impassível, não estava preparada para o que viu; a loira era ainda mais bela pessoalmente. Quase sorriu ao notar, por um milésimo de segundo, a surpresa no rosto da garota, que se recuperou com uma rapidez impressionante.

“Boa noite!” – Piper a saudou em uma voz suave, indicando para que ela entrasse.

“Boa noite.” - Sarah entrou no quarto, fazendo uma rápida análise. Uma suíte presidencial. Aquilo explicava parte do valor do serviço. Mirou a cama King Size, o luxuoso sofá da pequena área de lazer, o barzinho com dois bancos altos... Havia até mesmo um balde com champanhe sobre ele. “Deus, o que estou fazendo?”, pensou, cruzando o quarto com confiança e se sentando de lado em um dos bancos (um salto elegantemente apoiado no chão enquanto o outro flutuava no ar, contribuindo para a postura intimidadora da mulher).

“E então, como você se chama?” – Piper Chapman se aproximou com uma graciosidade admirável, o olhar carregado de sensualidade.  Sarah estava nervosa, mas não deixava transparecer em sua expressão; mirava os intrigantes olhos azuis exibindo uma calma que não tinha.

“Vai continuar fingindo que não me conhece?” – Ela perguntou, estudando o vestido curto e elegante que a loira usava, um meio sorriso nos lábios. – “Está usando um de meus exclusivos.”

Piper espremeu os lábios em um sorriso constrangido e Sarah acabou rindo. O gesto mostrara a doçura por trás da pose de garota de programa.

“Merda.” – A loira praguejou, fechando os olhos. – “Eu tinha me esquecido”.

Sarah se inclinou para pegar duas cervejas no frigobar. As abriu e estendeu uma a Piper.

“Agora você me ofendeu.” – Disse, erguendo uma sobrancelha enquanto a admirava. Ela era linda... de uma delicadeza fascinante, claramente jovem mas ao mesmo tempo tão... mulher. – “Ficou ótimo em você, aliás.” – Inclinou a cabeça, observando seu corpo e a olhando nos olhos. Piper não desviou o olhar. Os olhos azuis revelavam a segurança de quem sabia o efeito que provocava.

“Obrigada.” – Ela respondeu, sustentando seu olhar enquanto se aproximava ainda mais. Agora estava a no máximo dois palmos dela.  Levou a garrafa de cerveja a boca e a colocou no balcão, ao lado de Sarah. – “Você é do tipo que contrata acompanhantes para conversar?” – Lhe lançou um sorriso provocante que fez todo o seu corpo aquecer.

“Eu não sou do tipo que contrata acompanhantes.” – Sarah respondeu em uma voz segura, dando um gole em sua cerveja e a pousando ao lado da outra.

“Oh, é claro!” – Piper sorriu, voltando a olhá-la nos olhos. – “Nenhuma de vocês é.” – Ergueu uma sobrancelha, se aproximando ainda mais dela e apoiando uma mão em seu ombro. – “E então, vai fazer alguma coisa ou vai ficar só olhando?” – Perguntou em um sussurro.

Os lábios de Sarah se entreabriram, ela reagia quase por instinto. A garota tinha um sex appeal que faria até mesmo o mais fiel dos indivíduos se perder. Em um gesto automático, tocou o queixo da loira, o erguendo um pouquinho.

“Você é atrevida.” – Falou em seus lábios, a encarando. Sentiu a loira estremecer um pouco, e novamente, se recuperar em um passe de mágica.

“O que você esperava?” – Piper provocou, os lábios agora tão perigosamente próximos que era possível sentir seu hálito fresco. – “Que eu fosse alguma espécie de anjo?”

Sarah sorriu com sua audácia.

“Parece um.” – Sussurrou, aprofundando os dedos nos cabelos de sua nuca e a puxando para um beijo intenso.  Sentiu a mão da loira descer de seu ombro, passando sobre sua blusa social fechada e deslizando por baixo do blazer enquanto correspondia ao beijo com vontade. Suas línguas se encaixavam de uma forma gostosa, quente... Sarah apertou sua cintura com a mão livre, a puxando mais para perto e parando o beijo com uma mordida em seu lábio inferior. Olhou em seus olhos, escuros de desejo, sentindo o corpo macio que parecia se encaixar perfeitamente em suas mãos. Pensou em como ela devia estar por baixo daquele vestido, em como seria tocar sua pele nua... E pensou em Alex.

“Eu preciso ir.” – Disse, suspirando.

“O que?” - Piper perguntou, ofegante. Parecia assustada com a repentina revelação.

Sarah se afastou, se recompondo enquanto ajeitava seu blazer.

“Preciso ir embora.” – Disse, sem a olhar. – “Aproveite a estadia. Foi um prazer te conhecer, Chapman.”

E então saiu, deixando uma Piper com a mente tão confusa quanto a sua própria estava.

 

No segundo em que a esposa colocou os pés dentro de casa, Alex soube que havia algo muito errado. Sarah estava estranhamente quieta e embora estivesse agindo de forma diferente nos últimos dias, algo ali estava acentuado. Dez anos de casamento podiam ensinar muitas coisas sobre um ser humano, e quando ela a observou colocar o celular e as chaves sobre a mesa de centro e se sentar no sofá em um suspiro, percebeu que a coisa era séria.

“Alex, precisamos conversar.” – Ela disse, passando as mãos pelos cabelos em um gesto nervoso.

Alex sentiu seu coração bater mais forte; reconhecia que não vinha sendo a melhor esposa para Sarah e fora alertada inúmeras vezes por sua amiga (e colega de profissão) Maritza de que deveria se atentar mais ao relacionamento. Durante aqueles dez anos, não tinha o que reclamar da esposa. Quando comentava isso em conversas informais na empresa que dirigia, era agraciada com risos e desdém: ninguém de fato acreditava, mas era a mais pura verdade. Sarah era amorosa, cuidadosa e muito atenta na relação. Sabia reconhecer as suas variações de humor e lidava muito bem com elas, sempre a ajudando e acalmando (Maritza sempre brincava dizendo que a mulher deveria ser beatificada por aguentar tanto). É claro que as vezes discutiam, a final de contas, que casal não tem problemas? Mas Sarah conduzia as discussões com maestria e sempre resolviam os problemas no mesmo dia, a despeito das explosões de Alex. Vinha sendo especialmente cuidadosa com relação a sua infertilidade, e Alex até mesmo se sentia mal por reconhecer que as vezes se deixava explodir por saber, de forma até inconsciente, que podia contar com sua força.

Por isso, ao vê-la claramente nervosa e séria de uma forma que não costumava ser, a morena se sentiu aterrorizada. Se aproximou, se sentando ao lado dela no sofá.

“Amor, o que houve?” – Perguntou, preocupada, notando que ela não a olhava os olhos. – “Sarah?"

A mulher levou as mãos ao rosto.

“Eu fiz algo... errado.” – Ela disse, finalmente a olhando nos olhos. Alex não gostou do que viu.

“O que aconteceu, Sarah?” – Perguntou, suas mãos agora tremiam.

Sarah respirou fundo. Pensava no porquê, em nome de Deus, havia feito aquilo.

“Eu contratei uma acompanhante. Hoje.” – Ela disse, de uma vez, percebendo que não havia outra forma de falar. – “Saí com ela.”

Alex sentiu seu estômago afundar. Não conseguia acreditar no que tinha acabado de ouvir.

“Você o que?” – Ela perguntou, o cenho franzido em uma expressão confusa, procurando assimilar a informação. – “Transou com uma prostituta?” – Se levantou, a encarando. – “Que porra está falando, Sarah?”

Sarah se recostou no sofá, fechando os olhos.

“Não transei com ela, apenas a beijei.” – Ela balançou a cabeça. – “Eu... me perdoe, eu não sei no que estava pensando quando fiz isso.”

Alex a olhou com sarcasmo.

“Ah, você precisa mesmo que eu te diga no que estava pensando?” – Riu, amargurada. – “Por que fez isso, Sarah? Por que fez isso?”

Sarah não sabia o que dizer. Pela primeira vez na vida, estava sem palavras. Nem ela própria acreditava no que havia feito, a única coisa que sabia era que não poderia deixar de ser sincera com Alex. Tinham uma relação de confiança e transparência e ela tinha consciência de que havia quebrado isso.

“Amor, eu sinto muito, de verdade.” – Ela disse, a olhando nos olhos. – “Eu não sei dizer o motivo, realmente não sei... eu... me sugeriram e eu aceitei.” – Ela suspirou, os olhos brilhavam com lágrimas que ela tentava segurar, fato que deixou Alex ainda mais enraivecida.

A morena ficou em silêncio por um tempo. Sentia ódio, tristeza, ciúmes... tudo ao mesmo tempo.

“Me conte tudo.” – Disse em uma voz dura, caminhando em direção ao bar e se servindo de uma boa dose de Whisky. – “Eu quero saber de tudo, Sarah.”

Sarah então contou sobre a conversa com Nicky, não esconderia nada dela. Havia feito uma péssima escolha e precisava arcar com as consequências.

“Eu vou matar aquela ruiva infeliz!” – Alex gritou, furiosa.

Eu aceitei, Alex. Eu.” – Sarah disse, a olhando nos olhos. Tinha a impressão de que Alex voaria nela a qualquer momento. – “Sou adulta, tenho discernimento e logo, tenho a culpa.”

Alex fechou os olhos. Andava de um lado para o outro sobre o tapete, como se daquela forma conseguisse pensar melhor.

“Você gostou?” – Perguntou em uma voz contida.

“O que?” – Sarah franziu o cenho, surpresa com a pergunta.

“VOCÊ GOSTOU, PORRA?” – Alex berrou, e ela teve que se segurar para não rir. Já se sentia não nervosa que seu cérebro estava mixando suas reações.

“Alex, eu não posso mentir para você.” – Ela disse, temendo que o copo fosse arremessado contra ela tamanha a fúria no rosto da morena.

“Me mostre.” – Ela apontou para o celular sobre a mesa. – “Quero vê-la.”

“Alex...”

“ME MOSTRE! – Berrou, fazendo Sarah suspirar. A noite seria longa.

Sarah pegou o celular e acessou o site, pesquisando por Piper Chapman. Abriu o perfil e estendeu o celular a esposa, que pegou o aparelho com cuidado excessivo a fim de não encostar nela. Sarah sentiu o coração apertar com aquele gesto, mas não poderia culpá-la.

Alex analisou a foto. A loira era bonita, muito bonita. Sentiu ainda mais raiva ao notar a face angelical que a maldita tinha... Como uma prostituta podia ter uma face daquelas? Baixou os olhos para a idade da garota e quase explodiu com o que viu.

“VINTE E DOIS ANOS, SARAH?” – Virou a tela para ela. – “É SÉRIO? PORRA, VOCÊ É INACREDITÁVEL!” – Jogou o celular sobre a mesa, se sentou no chão e finalmente chorou. Se sentia fraca fazendo aquilo, sentia ódio de si mesma por deixar-se desabar na frente dela, mas não pôde evitar.

Sarah, por sua vez, se sentia péssima. Queria abraçá-la, tomá-la em seus braços como sempre fazia a fim de lhe transmitir algum conforto, fazê-la se sentir melhor. Mas é claro, sabia que não podia... dessa vez, ela havia causado a dor. Ela. Arrependida era pouco para descrever como se sentia.

“Al...” – Ela disse em uma voz suave, passando as mãos pelos cabelos. – “Eu errei e estou me sentindo um lixo por isso, de verdade. Eu sei que nada do que eu disser aqui vai fazer você se sentir melhor, mas eu quero que saiba...” – Tomou ar, buscando apartar a dor. – “Eu quero que saiba que eu nunca mais vou fazer isso. Nunca mais. Eu juro.” – Disse, sincera.

Alex passou as mãos pelo rosto, afastando as lágrimas. A olhou com verdadeira tristeza e se sentiu mais triste ainda ao ver a sinceridade e a dor no olhar da esposa. Aquilo não era do feitio de Sarah, ela sabia, mas isso não fazia com que doesse menos.

A morena assentiu, se levantando.

“Sarah, eu só preciso de um tempo, ok?” – Disse, com uma calma que surpreendeu igualmente as duas. – “Eu vou tomar um banho e descansar um pouco... amanhã conversamos sobre isso.”

“Tudo bem.” – Sarah disse em um voz triste, se deitando no sofá. Respeitaria o espaço dela, era o mínimo que poderia fazer.

 

Os dias seguintes foram diferentes de todos os outros para Alex. Ela acordava mais cedo, tomava café com Sarah e partia para a empresa, mas raramente conseguia se concentrar no trabalho. As duas conversaram muito depois da confissão da mulher. Alex a enchia de perguntas sempre que se lembrava de algo que quisesse saber e Sarah respondia a todas elas, com toda a sua sinceridade e paciência. O clima entre elas estava aos poucos melhorando, ainda que a morena não permitisse que ela a tocasse: não se sentia pronta para isso. Apesar de saber que Sarah não havia ido até o fim com a garota, sentia que precisava de mais tempo, ainda que desejasse a mulher. Sentia falta de ser amada por ela, da forma gentil e habilidosa com a qual ela a tocava. As tinha privado disso por tanto tempo e agora nem mesmo conseguia pensar em um motivo, só sabia que sentia falta... muita falta dela. Por isso, não foi fácil manter suas convicções quando naquela noite, a mulher se aproximou dela a abraçando por trás enquanto ela cortava alguns legumes.

“Por quanto tempo mais vai me castigar?” – Sarah sussurrou em seu ouvido, a fazendo sentir um calafrio percorrer por todo o seu corpo. – “Estou morrendo de saudade...” – Disse, deslizando as mãos por seu ventre.

Alex sorriu, reunindo todas as suas forças para afastar a mão da mulher dali.

“Por quanto tempo eu quiser.” – Disse, se virando de frente para ela. – “Você não está merecendo.” – Ergueu uma sobrancelha, sorrindo ao ver o desejo nos olhos da outra.

“Então pelo menos se vista.” – Sarah sussurrou, admirando o corpo da morena que vestia apenas calcinha e camiseta. – “Você é linda demais...” – A olhou nos olhos, as mãos apoiadas em sua cintura. Alex se sentia derreter com aquele olhar... sempre fora daquele jeito, desde que dormiram juntas pela primeira vez. Já havia dormido com outras mulheres antes, mas Sarah tinha algo a mais. Se pegou fitando seus lábios... podia sentir a respiração da mulher mais pesada, pensou em beijá-la mas então se afastou, a fazendo suspirar.

“Estou na minha casa, posso ficar até nua se eu quiser.” – Ela disse, a provocando enquanto alinhava algumas panelas.

Sarah sorriu, mordendo a parte interna do lábio enquanto a observava trabalhar. Se recostou no balcão e ficou a admirando... Alex era um verdadeiro espetáculo, sabia como ser sensual e ela já não aguentava mais não poder tocá-la como queria.

“Se ficar nua...” – Disse em uma voz sensual. – “Eu te garanto que você para com essa greve.”

Alex a olhou de soslaio, erguendo as sobrancelhas com diversão.

“Vai sonhando.”

 

Naquela noite, depois de mais de uma semana do ocorrido, elas voltaram a dormir na mesma cama. Entre brincadeiras e provocações, Alex continuou não permitindo que ela a tocasse. Sentia que precisava de algo... sentia que precisava fazer algo para superar tudo aquilo de uma vez. As vezes se pegava olhando o perfil da garota no site, procurando identificar o que exatamente atraíra a sua mulher. Por que escolhera ela, e não outra? O que Piper Chapman tinha de tão especial para que fizesse Sarah não só gostar, mas admitir ter gostado de seu beijo? Ela não era do tipo que se interessava por garotas novas... nenhuma das duas era. Suspirou, acariciando os cabelos da mulher, que agora dormia profundamente ao seu lado. Ela a amava tanto... e então uma ideia que vinha flutuando em sua mente de forma quase inconsciente tomou forma. Pensou por alguns minutos, enquanto observava a respiração regular da esposa... não tinha jeito, teria que fazer aquilo. Teria que dar uma olhada em Piper Chapman.

Respirou fundo e fez seu cadastro no site. Esperava resolver aquilo de uma vez por todas.


Notas Finais


Se possível comentem sobre o que estão achando! <3

Até a próxima!


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