História Young secret - Capítulo 1


Escrita por: e Sweet_Nammie

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Escolar, Fluffy, Gay, Histórias Originais, Lemon, Lgbt, Romance, Yaoi
Visualizações 67
Palavras 1.855
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Minha amiga e eu, as maiores fujoshis desse site, trouxemos essa nova fanficzinha! (não nos perguntem a inspiração disso, pq manokkkkkkk)

boa leitura, eh nois

Capítulo 1 - Questionamentos


- Gustavo, diga para nós como eu cheguei neste resultado! - exclamou Cristina Ramos, minha professora de matemática.


- O-o quê? - falei tirando rapidamente os fones de ouvidos enquanto escondia os meus "rabiscos" por de baixo da carteira.


Eu estava com o volume no máximo enquanto desenhava os famosos mangás/animes que tanto adoro, ou seja, distraído demais para processar qualquer explicação que foi dita durante nestes longos minutos. Eu estava completamente fora da realidade!

Prestes a abrir a boca para dar uma resposta incerta, o nerd da minha turma fez isso por mim. O que foi um alívio. Bom, eu não posso lá ter esse direito de chamar ele de "nerd" afinal, eu também sou outro... quero dizer, nem tanto. Apenas sou dedicado no que faço e me esforço ao máximo naquilo.

Mas cá estou eu, sentado em uma carteira totalmente afastada de todas as outras da sala, enquanto faço rascunhos, a fim do tédio ir embora. Normalmente eu estaria junto de meus amigos, porém, desde que entrei para o ensino médio tudo mudou. Nos colocaram cada um em uma turma e nunca mais caímos na mesma, o intervalo é a única chance em que posso dar-lhes um "Oi" e depois me encontrar com a minha namorada. Dentro da sala de aula eu meio que fico só na minha, contudo eu levava uma boa vida, admito. Eu tenho até uma namorada! As vezes eu penso que ela poderia estar com uma pessoa melhor do que a mim. Larissa é linda, inteligente, carismática; todas as qualidades dignas para pertencer a alguém melhor.

Nós namoramos já faz 1 ano, mas mesmo juntos por todo esse tempo, eu sinto que não somos lá esse casal que compartilham uma grande íntimidade e tudo mais... eu queria, entretanto ainda nem me expresso tão bem com ela e tenho vários motivos que me levam a achar que não mereço seu amor e compaixão. Como por exemplo, ela é quem toma a maioria das atitudes em nossa relação. Sério, como ela continua comigo?

Ligando minha mente de volta à escola, (que claro, é o que mais deveria me interessar neste momento) eu tirei minhas ultimas dúvidas sobre a matéria antes que o sinal do intervalo toque. No momento em que tocou, esperei minha sala e o corredor da frente esvaziar para não ser pisoteado por ninguém.


E assim que pus meus pés para fora, minha namorada já estava me esperarando com aquele sorrisinho de sempre, pronta para selar nossos lábios num toque bem rápido e singelo. Andamos lado a lado até meus amigos, Larissa pegou em minha mão, mas a soltei de imediato para cumprimenta-los... feito isso, fomos ao nosso lugarzinho do intervalo, onde nos sentamos e ficamos com  a companhia um do outro.

Mas só que tudo tem um mas... bom, ultimamente um garoto tem me desviado muita a atenção. E-eu não sei o motivo do qual ele agrada os meus olhos, o que sei é que gosto de observá-lo... mas enfim... argh! O que estou dizendo? Eu sei que não sou gay! Eu namoro uma garota.


A Larissa repentinamente começou a puxar assunto entre nós, virei o meu rosto para ela no mesmo instante e a compreendi por alguns segundos; logo meus olhos desviando e encarando fixamente o garoto bonito, espontâneo, sorridente e com ascendência japonesa que tanto prende minha concentração. Ouvi dizer que seu nome é Kaio, está no 2° ano do ensino médio.


Espera aí, o que? Meu Deus, ele percebeu que eu estava a encará-lo! Fiquei tão perdido nos meus pensamentos que nem me dei conta que estava olhando-o por tempo de mais, TEMPO DEMAIS PARA ELE OLHAR JUSTO PARA MIM COM TODAS ESSAS PESSOAS EM VOLTA! E o pior, eu ainda continuei olhando sem parar quando ele já havia percebido... que vergonha.


Eh? N-Ã-O P-O-D-E S-E-R


Não, não, não, não... Kaio está vindo para cá! Ele deve ter achado que eu estava debochando de si e que eu quero comprar briga. 


Eu quero morrer


- Oi Larissa! - cumprimentou-la tocando na mão e dando uma leve batida com os punhos fechados.  - Você poderia me fazer o favor de avisar o professor que eu não entrarei na aula dele, porque não estou me sentindo bem? Me sentirei pior em lugar abafado e fechado...


- Ah, claro! Melhoras. - exibiu um sorriso curto e gentil.


- Obrigado. Então esse é o seu namorado?


Fudeu.


Um olhar cheio de confiança e um belo sorriso floresceram em seus lábios ao olhar na minha direção. Batimentos cardíacos despertaram disparadamente em meu peito.


- Sim, esse é o Gustavo. - deitou sua cabeça em meu ombro após terminar a frase.


- Oh, muito prazer Gustavo! Meu nome é Kaio. - estendeu a sua mão para mim.


- D-digo o mesmo, muito prazer... - apertei fraco sua mão e meio receoso, enquanto fitava o chão com o rosto totalmente quente como chamas. Agora ele deve me achar um idiota... incluindo a parte em que gaguejei e quase engoli as palavras.


Kaio deu meia volta e olhou novamente para mim depois de ter se afastado um pouco. Eu não sei como interpretar aquele contato visual...


- Eu não sabia que ele era da sua sala... - falei com propósito de quebrar o gelo entre a gente, mas logo após a minha fala, o sinal para retornamos de volta para nossas respectivas salas tocou.


- Ahaha, estudamos juntos desde o 9° ano do fundamental! - obtive uma resposta assim que o barulho parou.


- Entendi. - soltei um riso curto.


Não querendo levar um sermão da inspetora, Larissa e eu nos colocamos à caminho das nossas salas.


Tendo meus estudos como foco novamente, eu me concentrei... ok, quem eu quero enganar? O rosto do Kaio invadiu meus pensamentos e decidiu permanecer lá. Passando-se 45 minutos e indagado ainda com aquele rosto na minha cabeça, pedi permissão e sai para tomar água.                                           Quando me virei do bebedouro avistei Kaio sentado num banquinho do pátio. Ele balançou um de seus braços para cima como gesto de "vem aqui", o meu coração de imediato deu um pulo e eu fiquei meio paralisado pensando se vou ou não... Até que decidi ir.

Meu olhar abaixou-se para o chão, no mesmo tempo em que subi um pouco meu óculos. E automaticamente, coloquei minhas mãos nos bolsos do meu moletom e caminhei até ele com passos pequenos e tímidos.


- E aí Gustavo, tudo bem? - arrastou-se um pouco para o lado, acho que é para eu me sentar.


- Tudo sim... e você? Já está melhor?


Eu ao menos nem consigo falar olhando em seus olhos. Estou tão tenso, pareço até um tipo de robô que tem as falas todas programadas. Ainda mais essas minhas expressões faciais que não mudam com tanta facilidade. Mas o que eu ainda não entendo é essas coisas que eu sinto na presença dele, isso é normal? Céus! Eu pareço até uma menininha desse jeito.


- Que bom. Err... eu estou bem, não estou com nenhum enjoo ou algo do tipo. Só falei aquilo porque não estava a fim de participar da aula do professor Sebastião. - ele inclinou um pouco sua cabeça para trás e deu um curto suspiro. - Mas é bem capaz de eu realmente me sentir enjoado assistindo aquela aula...


- Ah, certo... que bom. - um riso fraco naturalmente saiu de dentro da minha boca.


- Mas não ache que eu faça isso sempre, ein! - Kaio deu um grande sorriso brincalhão.


- Claro, claro. - falei no mesmo tom que ele, pela primeira vez acho que estou conseguindo causar uma boa impressão.


- Oh... sua boca está toda ressecada e vermelha. - seu dedo indicador foi levado e tocado delicadamente no meu lábio inferior. Que gesto foi esse?


Senti um rubor bem avermelhado nascer com vigor nas maçãs do meu rosto, o som de bombeamento do meu coração parecia aumentar a cada minuto que eu passasse ao seu lado.


- Ahh, eh... - palavras claras e frases com sentido não saíam de jeito nenhum. Elas estavam todas emboscadas dentro de mim. Parecia até que eu acabei de criar um novo idioma.  - B-bem, é que eu tenho o costume de morder os lábios quando fico nervoso. É-é só um tic nervoso meu, só isso...


- Entendo, você estava mordendo seus lábios agora pouco... quer dizer que está nervoso aqui comigo? - um sorrisinho de canto apareceu. Seu tom de voz foi calmo e sem emoção, não sei ao certo se ele está falando sério ou não...


Fiquei quieto. Tenho a sensação de que vou deixar a situação mais constrangedora do que está agora se eu falar mais alguma coisa. Droga! por que eu fui falar aquilo?


- Você é muito interessante. - tocou o meu ombro amigavelmente. - Vamos conversar mais vezes, tá? Mas agora você deve voltar para a sua sala, eu não quero atrapalhar seus estudos ou fazê-lo levar um sermão de qualquer professor.


- Está bem, até mais Kaio!


Ele sorrio e acenou 1 uma vez com a cabeça. Pelo menos consegui dar tchau de forma adequada e normal, o que aliviou um pouco a situação.

Embora... não quer dizer que quando eu sair da escola e chegar em casa, não vou ficar me culpando pelas palavras impulsivas que eu dei e outras que poderia ter usado no lugar.


Voltei para sala e graças a Deus não ganhei nenhuma reclamação. Depois dessa aula, tive mais 2 e finalmente deu a hora de eu me libertar dessa prisão, vulgo meu colégio.


Quando o último sinal bateu todos saíram aliviados e eu me apressei para despedir-me de minha namorada, já que seu pai sempre a espera com o carro estacionado na hora exata.


Nos abraçamos e ela saiu apressadamente depois de me dar um selinho.


- Boh


uma mão leve é pousada em meu ombro, no mesmo tempo em que um susurro rouco perante à minha orelha é proferido.

Ergui um pouco os ombros pelo mini susto que eu tive, quando me virei para ver quem era, era "ele".


- K-kaio...!


- Acertou! Vamos em bora juntos.


Vamos Gustavo, respire fundo e dê uma resposta normal como qualquer outra pessoa normal faria no seu lugar.


- Ok.


Curta demais, Gustavo!

Agora que me lembrei. Kaio sempre foi embora por esse caminho também. É normal qualquer dia desses ele me chamar para irmos juntos; o que muda é que vamos estar lado a lado, enquanto antes, sempre íamos cada um por outro lado da rua.

Tudo isso está sendo tão repentino, eu não imaginava que tantas coisas poderiam acontecer em somente um dia. Tentei relaxar um pouco e ser eu mesmo, até que dei-me conta do quanto foi divertido conversar com Kaio! Ele é super legal e por incrível que pareça, temos várias coisas em comum. Estou tão feliz!


- Aqui já é a minha casa. 


parou em frente uma casa que sempre passo à caminho. E poxa... mas já? Parece que a sua ótima presença fez o caminho encurtar.


- É... bem, até ma/


- Não quer entrar e tomar uma água? Não tem ninguém em casa agora.

...


Notas Finais


o que será que vai rolar? ( ͡° ͜ʖ ͡°)
veremos isso no próximo capítulo!

obrigada por ler até aqui. 💖


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