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História Young Wings - ( Seungmin, Stray Kids(skz) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, olá!!!!

Estou trazendo uma nova história, faz tempo que eu vinha pensando em fazer ela, e então criei vergonha na cara e estou escrevendo ela kkkkkk

Eu não pretendo fazer uma história longa, bom ela sera um pouquinho triste, não vou falar mais nada pq senão perde a graça Kkkkk

Boa leitura!!!!!!!!

Capítulo 1 - Tired Soul


Fanfic / Fanfiction Young Wings - ( Seungmin, Stray Kids(skz) - Capítulo 1 - Tired Soul

Ver aquela pilha de livros sobre direitos em sua mesa a deixava mais exausta, Hanna só queria viver sua vida da forma que planejou assim que graduou-se na escola, e não queira uma vida moldada por seus pais, mas não podia simplesmente dizer "não" para eles. A garota era apenas um fantoche para seus pais, os mesmos sempre tiveram vontade de ser advogados, mas não conseguiram realizar esse sonho, assim sobrando para a menina quem tem uma imensa vontade de cursar arte. 


— Você não está estudando, esta parada olhando para o nada! — sua mãe estava parada na porta a olhando de braços cruzados. — É assim que pretende se preparar para a faculdade Hanna? 


A menina respirou fundo abrindo os livros e fingindo ler o que tinha nele, mas sua mãe pegou o livro de sua mão o fechando com força fazendo Hanna se assustar. 


— O que é isso agora? Eu estou estudando. — falou olhando para suas próprias mãos, não queria ter que olhar sua mãe. 


— Está óbvio que não está lendo nada, saia do seu quarto e vai comer. 


A mulher saiu do quarto da filha indo para a cozinha, e Hanna foi tomar um banho para tentar relaxar um pouco, sentia saudades de quando não tinha que se preocupar com isso, quando era apenas uma adolescente vivendo sua vida achando que tudo daria certo. 


Terminou seu banho e vestiu uma roupa confortável, e saiu do quarto descendo as escadas, assim vendo seus pais comendo, com um suspiro foi se servir também. 


— Estudando direito filha? — seu pai perguntou sem tirar os olhos do jornal. 


— Estou sim... — era óbvio que não estava, e nem queria ter que estudar. — Pai... eu tenho mesmo que fazer essa faculdade? — perguntou com medo sabendo da bronca que levaria. 


— Você ainda pergunta? — dessa vez foi a sua mãe que falou com ódio na voz. — É sua obrigação fazer essa faculdade, é o seu sonho agora.


Sua mãe e pai a olhavam como se tudo isso fosse entrar na cabaça da garota, e iria a fazer desistir de tentar fugir da sua futura profissão de advogada. 


Mas a única expressão que viram da filha foi um olhar triste e de desespero, logo deixando as lágrimas silenciosas caírem de seus olhos, ela estava cansada de todas as formas possíveis. Mas tratou de ser forte se levantando rapidamente, e limpando o rosto. 


— Não é minha obrigação! E nem o meu sonho! — a menina gritou para seus pais que a olharam surpresa. — Eu não quero mais fazer o que não gosto, nunca serei uma coisa que vocês querem que eu seja, não sou uma boneca que vocês podem controlar! 


Hanna levou as mãos até o rosto tentando limpar as lágrimas que desciam descontroladas, ela não esperava que seus pais fossem simplismente enteder, mais ela queria por tudo para fora, mesmo que isso a faça se arrepender depois.


— Sua ingrata! Estamos fazendo o máximo para fazer seu futuro ser perfeito! — o pai de Hanna, Carl, pegou o braço da filha com força. — Você irá fazer isso sem reclamar! 


— Isso mesmo, porque não realizámos nosso sonho por sua causa! Maldita hora em que fui engravidar de você sua peste! —  Lili deu um tapa no rosto da sua filha. — Para seu quarto agora! 


Hanna apenas a olhou com ódio, se soltou de seu pai e correu para fora de casa, não se importava com o que fosse acontecer quando chegasse em casa, apenas tinha que fugir dali por pelo menos minutos. 


Ela foi até uma pracinha onde tinha várias flores, olhar esse lugar a fazia se sentir bem, gostava de lugares calmos e simples, sua alma era velha, não gostava de festas, não gostava de nada desse tipo, apenas a tranquilidade de lugares simples como esse que estava agora. 


Ela também não conseguia nem sair por causa de seus pais, eles não a deixava sair de casa, sempre mantendo ela sentada em frente livros e mais livros. Mas agora que ela achou uma brecha para sair, estava apenas aproveitando para sentir o dia, afinal estava gostando muito da brisa que batia contra seu rosto, assim fazendo as lágrimas secarem. Ela não queria mais chorar, porque também odiava isso, se sentia fraca, ela era do tipo de pessoa que gosta de esta com tudo sobre controle, mas agora tudo tinha saído de suas mãos, o que a deixava ainda mais assutada. 


Ela se levantou caminhando novamente para casa, iria tentar controlar tudo, nem que isso demore ela iria dar um jeito, Hanna queria sua vida de volta. 


Quando abriu a porta de casa, percebeu que não tinha ninguém, ela foi para seu quarto sem fazer barulho, mas quando colocou a mão na maçaneta da porta de seu quarto, o porta de seus pais abriram, revelando Carl. 


— Onde estava sua irresponsável? 


— P-pai, eu fui apenas para a praça, lá tinha umas flores bonitas... Então apenas fiquei olhando elas. — engoliu em seco vendo seu pai se aproximar. — Eu sinto muito mesmo... Eu não sei o que deu em mim, juro não fazer mais. 


Seu coração disparou vendo seu pai levantar a mão em sua direção, Hanna fechou os olhos sentido a mão de seu pai em sua cabeça. 


— Certo, espero que isso não acontece novamente ouviu bem? — sua filha confirmou com a cabeça, mas não foi o suficiente, ele puxou os cabelos dela. — É claro que você não vai me ouvir! 


— Eu irei me comportar! — ela colocou as mãos na de seu pai, tentando fazer ele lhe soltar. — Por favor... Esta doendo. 


— É para machucar mesmo, ainda estou sendo legal com você sua vadia! — ele deu um tapa em Hanna, a dor de sua filha era sua alegria, Carl era um monstro, merecia algo pior que a morte, não só por bater em sua filha, e sim por passar a mão em todo o corpo da jovem, mas sempre se segurando para não fazer algo a mais. — Amanhã você vai começar sua faculdade entre agora no quarto! 


Abriu a porta do quarto jogando Hanna dentro dele, fechando a porta logo em seguida, Hanna se encolheu no chão deixando as lágrimas sairem, se permitindo ser fraca, como a mesma se chamava, mas não tinha culpa, assim como as flores não escolhem onde nascem, ela também não escolheu essa família. 


Notas Finais


Bem ruim esse capítulo né, poreem era para vocês conhecerem um pouco dela, como eu disse vocês vão saber mais o decorrer da história.

Me desculpem por qualquer erro, e até o próximo capítuloo!!!!


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