História Youngblood. (Kiribaku) - Capítulo 2


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Tags Boku No Hero, Kiribaku, Tododeku
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Scrambled mind.


Fanfic / Fanfiction Youngblood. (Kiribaku) - Capítulo 2 - Scrambled mind.

Alguns anos se passaram desde o encontro dessas duas crianças tão especiais.

Como não conseguiriam sobreviver apenas com os restos da antiga casa de Katsuki Bakugo, eles acabaram sendo encontrados na rua por dois adultos que os encaminharam para um orfanato local e recém aberto.

Mesmo sendo recém aberto já havia uma grande quantidade de crianças, e isso não era de se ter orgulho.

Ainda desacostumados com a vida em um local daqueles, os dois finalmente foram adotados.

Juntos. Já que Ejirou criou um tipo de apego ao novo irmão e se fosse adotado sozinho iria ficar deprimido.

No fim os dois foram para uma simples casa de uma mãe solteira e uma criança diferente.

Os dois ainda não conheceram a criança que será o novo irmãozinho de ambos, e agora estão dentro de sua nova casa a espera de sua nova mãe chegar com seu novo irmão da escola.

A porta lentamente é aberta revelando aos dois sua mãe e uma criança pequena de cabelos cacheados e esverdeados, com algumas sardinhas em seu rosto.

A criança ainda desconhecida não despertara uma boa impressão para Katsuki mas já para Kirishima....

-Crianças esse é o irmão de vocês, Midorya Izuku.

E neste momento começou o grande desastre na vida das três crianças, agora já adolescentes prestes a terminar o ginásio.

Brigas constantes ocorriam e como se já não houvessem problemas demais a cabeça do jovem Midorya era ocupada por um novo amor juvenil e as maldades brutas que que seu irmão Bakugo fazia.

A cabeça do jovem Bakugo estava atordoada e traumatizada, e para manter sua pose forte ele agredia Midorya.

Kirishima era o único que aparentava estar bem, mesmo com o bullying pesado na escola e com suas dúvidas sexuais, ele sempre estava ali para apoiar os irmãos.

Irmãos esses que já brigavam em plena manhã nublada a caminho da escola.

-Grito inútil! Quer parar?! -Katsuki quase empurra Izuku na rua se não fosse Ejirou o segurando

-Bakugo! Se acalma! -foi até o cacheado que permanecia assustado com a atitude perigosa e arriscada do loiro- Izuku? Tudo bem? -abraçou o irmão menor

-Sim, não se preocupe.

Após um sermão bem dado de Ejirou os três acabam chegando atrasados no colégio e tendo que passar pela constrangedora cena de entrar na sala no meio de uma aula.

Mas, aquele dia em especial Bakugo não havia acordado bem, sua cabeça latejava o mandando ir contra a pedrinha de seu irmão.

Izuku já nem ligava pra o mesmo estava ocupado batendo um papo com seu amigo Todoroki Shoto.

Naquele dia claramente iria dar algo errado, aquele pensamento de ódio quanto ao seu irmão tão simpático e empático, era enorme.

Era visível o incômodo do loiro e como um bom admirador que era, Kirishima percebeu.

-Kacchan? -se aproximou do outro- Tudo bem? Parece ofegante.

-Sim! -tapou a boca após o berro rude que deixou sair 

-Nossa Kacchan! -Ejirou abaixou a cabeça 

-Desculpa! Eu não quis! -abraçou o mesmo que parecia abatido 

Aquele simples jesto fez o ruivo até se assustar assim saindo dos braços do mesmo.

-Bakugo? Tudo bem?

-Sim! Digo, não! Quer dizer....ah...-suspira tentando achar as palavras certas e então Kirishima percebe finalmente o erro

A mente do loiro estava completamente bagunçada, é como se ele estivesse prendendo algo.

Depois disso Katsuki saiu bufando.

A reação grossa e relutante do menino, fez o ruivo tentar parar de se preocupar em relação ao Katsuki, por ter visto que era só mais seu tratamento natural.

Agora sentando na escada ouvindo o diálogo entre Midorya e Todoroki, sua cabeça estava em outro lugar.

Tinha um pressentimento ruim em seu coração, e detestava achar que algo estava fora dos trilhos.

Ao perceber suas pernas já o levavam passeando pela escola a procura de Bakugo.

Esbarrando em várias pessoas, finalmente chegou ao banheiro dos professores, o local preferido de Katsuki.

Abriu a porta vendo o mesmo com todas as portas fechadas e alguns barulhos vindos de dentro de uma.

Decidiu esperar até quem estivesse dentro sair, já que era possível que fosse seu irmão.

Mas no fim só uma velha professora se fez presente.

-O que faz aqui seu garoto pervertido! Vamos, ande, saia daqui! -e assim saiu

Já no desespero por não achar o loiro, alguns garotos e garotas acabam batendo em suas costas o fazendo ir de cara ao chão mas não ferir nada por usar sua individualidade.

-Machucou? -ouviu uma garota de voz fina questionar

-Não. -o ruivo murmurou desativando sua individualidade

-Que pena da próxima eu faço mais forte hahaha! -agora o grupo de alunos ria e caçoava do garoto ainda no chão

-Saiam daí! Ou eu mato vocês! -o grupinho sai correndo e Katsuki se abaixa na frente do irmão-Idiota não vê que eles estavam fazendo bullying com você?!

-Você estava me espionando?! -levantou olhando Bakugo provocante

-Sim! Digo, não! Eu só... é.....-Kirishima riu da atitude confusa do garoto que formou algumas pequenas explosões em sua mão- Kacchan, não! Ei? Kacchan?! Onde vai?! -o loiro parecia um pouco desnorteado mas continuava andando confiante em uma direção

Então assim que seus olhos miraram Izuku, foi impossível conter sua mente, já que a única informação que passava pela mesma era: Ódio, orgulho, acabar com seu irmão inútil.

Quando estava prestes a dar seu ataque sentiu algo extremamente gelado prender suas pernas.

Todoroki o olhava de canto desconfiado.

-Vamos Izuku. -o Shoto segurou o pulso do menino e saiu correndo para o andar de cima que seria o terraço.

Em uma atitude de pânico da parte do loiro, começou a se contoncer e puxar suas pernas, quase gritando em tamanha ansiedade.

-Kacchan? -Katsuki olhou o irmão, parecia pedir ajuda- O que houve?

-Shoto!!!! -gritou pelo menino que terminava de subir as escadas com o esverdeado

-Calma! Calma! Vou te tirar daí, mas respira.

Com muito esforço finalmente Ejirou consegue tirar Bakugo do gelo grudado em seus pés.

Mas o garoto esquentadinho nem parou para respirar.

Ao invés disso, saiu correndo para o andar de cima.

Bom, iria fazer isso se não fosse agarrando por Kirishima.

-Se controla!!! -prendeu o loiro aguentando algumas explosões em seus braços rígidos- Arruma seus pensamentos Baku, por favor!

Após alguns minutos os dois já haviam se atrasado para a última aula pois continuavam ali tentando manter a calma.

A cabeça de Katsuki latejava já Ejirou estava um pouco ferido pelas explosões.

E quando finalmente Bakugo conseguiu se acalmar, acabou deixando finas lágrimas caírem mais logo serem limpas.

-Certo. Melhorou? -escutou o outro murmurar assentindo- Vamos já perdemos quase toda a aula.

-Sim. -olhou finalmente para o ruivo vendo o braço do mesmo com marcas roxas e alguns arranhões, cheios de fuligem, aquilo certamente iria infeccionar- Seus braços.

-Em casa a mamãe cuida disso. -sorriu- Shoto e Deku ainda não voltaram lá de cima. Será que aconteceu algo? 

-Eu não sei....por favor esquece de tudo que aconteceu aqui tá? -Ejirou sem entender apenas aceitou

-Mas por que? -percebeu que não devia ter feito tal pergunta já que o loiro se virou pra si com um olhar furioso- Certo, certo, não tá mais aqui quem falou.

Aquele realmente havia sido um dia estranho, em uma situação estranha e improvável mas nada que os dois já não haviam se acostumado, sempre que estão com a mente bagunçada coisas improváveis ocorrem...

E como se o mundo que os mesmos vivem já não fosse improvável o suficiente, a vida dos dois iria passar de todos os limites prováveis possíveis.




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