História YoungNow - Capítulo 14


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance Adolescente
Visualizações 5
Palavras 1.865
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


SiSfantasy
eu mesma...

Capítulo 14 - Capítulo 14


#Pedro- Mano                            /        # Rapariga- olá Leo, está a chover aí?

Leo- Fala                                  /       Leo- Meu, eu sou teu vizinho. Porquê que és tão chata, vai há

Pedro- acabei de ter um dejavan      /        merda!

                                                                       / / /

#Leo- olá lindona

Gostosa- é o namorado que está a responder, o que queres da Yara?

Leo- eu quero falar com ela meu, se fosse contigo, eu mandava mensagem para ti seu burro

                                                                         / / /

#Flor- vai te foder Leonardo, não quero mais falar contigo. Tchau

Leo- tchau

Flor- é assim então?

Foi muito bom. Eu e a Bárbara fartamo-nos de rir, com todas as mensagens e bonus que o Leo dava ás pessoas. Saimos do quarto ainda rir mas ele já não está lá, por isso voltamos para a sala, ele está agarrado á Alexandra e aBába entrega-lhe o móvel.

Bárbara- porquê que não esparaste por nós?

Leo- demoraram para caralho!

Bárbara- toma

Ela entrega e volta para ao pé de mim. A noite passa, fazendo jogos assustadores ou simplesmente um verdade ou consequência.

-verdade ou consequência Bela?

Pergunta-me a Liliana.

-verdade

-é verdade que já tiveste 12 namorados?

-sim

-uau, és das minhas, tive 17 namorados, continua assim e podes ultrapassar-me.

Gaba-se a Carminho.

-Agora és a tu a fazer a quem quiseres

Faço a quem? Faço a quem? Só conheço 2 pessoas aqui, 3 na verdade mas a Pipa não tenho lá muita confiança.

-Bába verdade ou consequência?

-consequência, óbvio

-então, a fácil é beijares alguma rapariga, a media é ficares durante 5 minutos no escuro e a díficil é dormires sozinha esta noite no teu quarto

-tu és tramada

-eu não vou beijar nenhuma gaja, não sou lésbica

-então vai para o escuro

A Bábá pensando nessa hipotese, levanta-se e beija a Joana sem ela estar á espera, depois volta a sentar-se ao meu lado. O Jogo continua.

-Leo verdade ou consequência?

Pergunta-lhe a Carolina.

-consequência

-a fácil é beijares alguém, a media é beijares alguem e a díficil é beijares alguem

-então, concluíndo, queres que beije alguem?!

-não vês, que ela quer é que tu lhe beijes

Responde o Armindo, fazendo-a ficar envergonhada e com sorrisinhos estúpidos. O Leo levanta-se e beija-a como queria tanto. E depois é que nem sequer volta para o seu lugar, fica ao pé dela, mesmo muito junto.

-Bela, verdade ou consequência?

Claro que tinha de fazer a mim. Já se estava á espera.

-verdade

-ui, é verdade que gostas de mim?

-não

-então sofres as consequências que é dormir no quarto da bábá comigo a noite toda

-é que nem penses

-é a vida minha querida

-então esta vai para ti Leo, verdade ou consequência?

-verdade

-é verdade que gostas de homens?

-quê? Não!

-então vais ter que sofrer a consequência que é tomar banho de água fria vestido

-agora?

-sim, agora

Alguns começam a levantar-se levando-o para a casa de banho de arrasto.

-fria como?

-o máximo de gelada

-isso é perigoso fazer isto a estas horas da noite, mas ele provocou

Diz o Gustavo uma verdade. Vão quase todos para a casa de banho e eu tambem vou para me sartificar, além de não conseguir ver nada, por estar escuro e por ter muitas pessoas á minha frente, mas consigo confirmar com o som da água, os suspiros abafados do Leo por estar gelada e os risos dos amigos.

Momentos depois voltamos todos para a sala com o Leo enrolado a uma toalha e passam para outro jogo com cartas desta vez, mas fico só a ver.

Já são 4 da manhã e estou com vontade de ir á casa de banho, mas a que está mais perto da sala, está ocupada por alguém, por isso tenho que ir á do fundo e tenho medo. Até aguentava, mas já estou nisto á 2 horas e não faz bem a ninguém, preciso de ir rápidamente. Levanto-me, vou para o corredor e enfrento a escuridão. Vou aos apopões até chegar á casa de banho, encosto a porta, baixo as calças e faço como um Alivio mas de forma rápido para voltar á sala, mas então quando estou a lavar as mãos, ouço a porta a fechar e á chave. Penso que seja uma brincadeira de mau gosto, por isso começo a tentar abrir a porta, mas está trancada.

-está aí alguém? A sério isto não mete piada! Abram a porta! Abram!

Não ouço nada, só os risos da sala. Ninguém me vai ouvir, o que quer dizer que vou ficar aqui trancada até alguem aparecer ou então a noite toda. Sento me no chão e protego-me com as mãos durante algusn minutos,quando ouço a voz do Leo do lado de fora.

-o quê que estão a fazer? Quem é que está aqui dentro? Vão embora, seus otários

Não consigo ouvir os outros, ouço a porta a ser destrancada, levanto-me logo e quando a porta se abre sou apontada com uma luz forte para a cara.

-há és tu!

-podes baixar isso

Ele baixa a luz para o chão.

-foste tu quem me trancou aqui não foste?

-para que saibas, fui eu que te salvei, mas se vês com essas merdas, nem devia te ter salvado

Ele vira costas e eu penso rápido.

-desculpa! E obrigada

Ele volta a virar-se para mim.

-o quê que disseste? Ouvi bem?

-ouviste e não vou repetir

-devia ter gravado

Diz a rir-se e fazendo me tambem rir. Ele vira costas para voltar para a sala e eu viro para o quarto da Bárbara.

-onde vais?

-preciso de ir buscar o meu telemóvel

-queres luz?

-era bom

-então vais ter que pedir a outro

-que simpático

Entro dentro do quarto e ele entra a seguir a mim apontando a luz enquanto procure o telemóvel na mala.

-seus otários! Abram a porta agora!

Grita o Leo a abater com força na porta. Eu pego levanto-me já com o meu móvel na mão.

-o quê que se passa Leo? Ficaste preso?

-foi os filhos da puta do Pauleta e do José que nos trancaram aqui

-com quem é que estás?

-com a Bela

-o quê que estavam a fazer aí dentro sozinhos?

-nada que te entresse Carolina, agora vão buscar esses palhaços!

Responde o Leo friamente. Tentam abrir a porta mas está mesmo trancada.

-já estão aqui, mas não conseguimos abrir

- o quê que queres dizer com isso?

-que a fechadura estragou-se, vão ter que ficar aí trancados a noite toda

-foda-se, amanhã quando sair daqui vou matar esses cabrões de merda, caralho!

-não queres pô mais nenhum palavrão nessa frase?

Provoco-o eu, mas ele está mesmo chateado e eu estou pavorada.

-não era isso que querias Leozinho? Então aguenta. Até amanhã

O silêncio do outro lado da porta instala-se e aqui dentro tambem. Não sei onde raios está o Leo mas tambem não quero saber. Sinto me a tremer e cheia de frio, os meus lábios estão em pedra e os meus dentes não param de bater uns nos outros. A luz é apontada para mim, ele levanta-se e senta-se ao meu lado, pondo a mão no meu braço descoberto.

-estás gelada

-estou cheia de frio

-a Bárbara deve ter se esquecido de desligar o ar condicionado, tal como a luz. Os teus lábios estão roxos que eu sei lá

Ele senta-se atrás de mim, deito-me sobre ele, pondo a cabeça no seu peito, as suas pernas estão em cada lado e a manta está por cima de nós dois.

-estás mais quente?

-sim, desculpa ter te feito aquilo da água gelada

-aquilo foi uma consequência, tal como esta, porquê que me estás a pedir desculpa?

-porque podia ter te feito mal

-mas não fez, só me congelou o crânio

-mas já não estás frio

-porque tu me estás aquecer

Ponho me mais nos seus braços e sinto me muito bem, segura e confortável. Sem dar conta acabo por adormecer.

Acordo durante a noite e estamos os dois deitados, mas continuamos agarrados. Desta vez sinto calor, por isso tento me destapar um pouco, mas o seu braço esta por cima de mim.

-o que tens?

-tenho calor

Ele tira o seu braço por cima de mim e consigo me destapar um pouco, até que ouço o seu riso no meu ouvido.

-o que foi?

-é a primeira vez que dormo eu cochinha com uma gaja

- a sério?

-yep, pensava que isto era cena de contas, mas aqui estou eu

-pois

-e tu?

-eu o quê?

-é a tua primeira vez?

-sim e a primeira vez que dormo com um rapaz

-tu nunca dormiste ao pé de um rapaz?

Pergunta ele, admirado e sinto que levantou a cabeça.

-já, já dormi ao pé de rapazes

-ok

Desta vez a sua resposta foi seca e volta a deitar a cabeça.

-mas nunca assim, como estou agora contigo

-ainda bem

-ainda bem o quê?

-nada, dorme

Diz ele e puxa me mais para si. Acabo por adormecer novamente.

Acordo e tenho dois olhos em cima de mim, fazendo me levantar logo.

-o que foi?

-ficas gira a dormir

aí é?

-pelo menos ficas menos irritante

-digo te o mesmo

Já há luz no quarto, que é o sol que bate na janela e faz reflexo. Já consigo ver a beleza dele ao acordar, com os cabelos levantados, olhos enchados ainda mais bonitos e o seu corpo bem defenito a notar-se na camisola.

-que horas são?

-horas de sair daqui, estou cheio de fome

Levanto-me do chão, destapando-me do cobertor e ao virar-me para trás ele está novamente com os olhos no meu corpo.

-páras?!

Ele desvia o olhar e começa a bater na porta enquanto mando uma mensagem ao meu pai para me vir buscar. Momentos depois a porta abre-se tão facilmente.

-isto estava só trancado não estava?

Pergunta o Leo, á Bába, á Pipa, Sónia e Alice, que tambem estão de pijama e têm cara de quem acabou de acordar.

-na verdade é que teve só trancada a noite toda

-e porquê que mentiste?

-queriamos que voçês os dois ficassem a dormir juntos

Ele olha para mim e de novo para elas.

-porquê que queriam isso?

-porque estão sempre a discutir, uma noite sozinhos não fazia mal a ninguém

-como é correu a noite?

-bem

Ele contornas e vai para a cozinha, com 3 delas a segui-lo. Fico só com a Bába.

-aconteceu alguma coisa entre voçês?

-não, porquê que deveria acontecer?

-porque voçês até fazem um par fofo. Só dormiram?

-sim

-juntos ou cada um no seu canto?

-cada um no seu canto

Minto.

-pena! Bem vamos comer?

-sim, o meu pai vêm me buscar daqui a bucado

-já?!

-tem que ser

Vamos as 2 para a cozinha a conversar. Como cereais com leite com o Heder, a Bába e o Abdu nuns pufs que estão na varanda. Logo a seguir, visto me e o meu pai chega para me vir buscar. Despeço me e vou me embora. Esta festa foi assustadora, mas foi tão bom dormir junto ao Leo. Os seus braços fortes e longos aqueceram-me e adorei sentir a sua respiração no meu pescoço. Não! Será que estou a começar a gostar dele? Ou será que já gostava?


Notas Finais


(Continua...)


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