História Your Decision - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Alice In Chains
Personagens Jerry Cantrell, Mike Inez, Personagens Originais, Sean Kinney, William DuVall
Tags Alice In Chains, Amizade, Grunge, Romance
Visualizações 15
Palavras 1.048
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E chegou o dia da partida do Tom!

Capítulo 15 - Viagem, aeroportos e filhos


Fanfic / Fanfiction Your Decision - Capítulo 15 - Viagem, aeroportos e filhos

- Eu não consigo parar de chorar – falo abrindo a porta para Sean. Ele me olha em um misto de diversão e compaixão.

-Ele só vai ficar fora por poucos dias – fala me abraçando, mas no fundo eu seu que ele me acha uma desesperada.

-Eu sei – falo com mais lágrimas escorrendo pelo meu rosto – vão ser cinco dias longe.

-Você não me disse que ele visita a avó na Flórida – confirmo sem tirar a cabeça do peito dele – então, é a mesma coisa.

-Não é a mesma coisa. Ele vai viajar sozinho, pela primeira vez. – falo chorando mais – meu menino não precisa mais de mim – falo sentida.

-Mas em compensação eu preciso – ele fala puxando meu rosto para cima e me beijando leve.

Desde que começamos a namorar oficialmente para o Tom, Sean havia se transformado no meu maior suporte e no maior fã de Tom, depois de mim. Os dois agora ficavam pelo porão fazendo o barulho deles na bateria. E mesmo que eu ficasse feliz pela aproximação deles,  a apresentação na Califórnia não saia da minha cabeça.

Eu sabia que depois desses dias fora não demoraria para Tom começar a querer andar com as próprias pernas. Ray já morava sozinho e os gêmeos já estavam preparando Mel para seguir o mesmo caminho, e eu sabia que ano que vem, assim que Tom formasse da escola ele faria o mesmo.

Sempre havia sido nós dois, eu nunca havia ficado sozinha, sai da casa dos meus pais para morar com Samuel e quando ele se foi, Tom já era uma criança que enchia a casa. E agora com ele já quase um adulto eu estava em pânico.

-Mãe – ele fala descendo as escadas – para de chorar. Eu volto em cinco dias – ele fala rindo me tirando dos braços de Sean e abraçando.

-Você só vai entender quando tiver seus filhos – falo para ele.

-Eu vou ficar bem, vou me comportar.

-Você está falando isso só para me acalmar. Eu sei bem como vocês vão aprontar nessa viagem. Não nasci ontem – falo o prendendo nos meus braços.

-Já esta quase na hora de sairmos – Sean fala tentando mudar o assunto e aliviar para meu filho. O que eu falei sobre eles agora serem parceiros também.

-Posso te impedir de ir? – falo abraçando meu menino.

-Não pode Dona Bia – Tom fala me dando um beijo na testa – vou pegar minhas coisas.

E sobe as escadas correndo.

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Seguimos para o aeroporto e lá estavam Jerry e Mel, Matt e Sophie, os meninos e Kevin. Nos juntamos aos outros e dava gosto de ver os quatro animados. Eu não conseguia prestar atenção em anda além da felicidade de Tom.

-Você está melhor agora? – fala Sean enquanto me abraça por trás, passando os braços pela minha cintura.

-Estou, ele está tão feliz né? – falo sem desgrudar os olhos do meu filho.

-Muito!

-Ainda dá um pouquinho de medo.

-Acho que você sempre vai ter medo – ele me dá um beijo no topo da cabeça – acho que minha mãe ainda tem medo quando eu saio para a estrada.

E com o comentário dele eu caio na real que mais cedo ou mais tarde, ele também vai cair na estrada e me sobe um frio na espinha.

-Não fala assim, não quero lembrar que você também vai me deixar uma hora dessas.

-Não pensa nisso agora, só aproveita o passo que seu filho está dando.

E foi isso que eu fiz, conversei com as mães dos meninos, repassei todas as minhas recomendações para o Tom e admirei seu sorriso gigante e o brilho dos olhos dele por realizara um sonho.

Quando chamaram o voo, meu coração apertou novamente, mas segurei as lágrimas pelo menos por agora, o abracei forte e o deixei partir.

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No fim da tarde estávamos em casa esperando a ligação de Tom avisando que estava no hotel, eu já estava mais tranquila e assistia  a um dos filmes antigos deitada no peito de Sean no sofá.

Quando Tom era pequeno eu torcia pelo dia que ele fosse independente e eu pudesse voltar a ser eu sem ter uma criança dependendo de mim o tempo todo, e agora que esse momento chegou, eu só queria voltar um pouquinho para quando ele era dependente de mim.

-Você quer ter mais filhos? – Sean me pergunta me tirando dos meus pensamentos.

-Não sei nunca me vi sendo mãe de mais ninguém – falo – você quer ter filhos?

-Nunca pensei em filhos para falar a verdade, acho a responsabilidade grande demais e eu sou meio egoísta – ele fala rindo –não sei como seria dividir a minha mulher com um filho, sabe como? Você não ser só minha mais.

-Mas você me divide com o Tom e está se saindo bem.

-Mas o Tom não é uma criança, e ele já está aqui desde a primeira noite que dormi com você. Se você pensar bem ele que divide a mãe comigo e não o contrário – ele fala rindo – E eu não consigo te imaginar não sendo mãe dele.

-Faz sentido. Quando ele era pequeno e o pai dele ainda era vivo, realmente não sobrava muito tempo para sermos um casal. Nossa atenção era toda dele. Até quando Samuel descobriu a doença, Tom era o foco sempre.

-Disso que estou falando. Mas se um dia você engravidar de mim, não vou negar meu filhote  – ele fala me beijando e passando a mão pela minha barriga.

-Tá querendo filho comigo é?

-Estou querendo mesmo é praticar fazer filho com você.

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Tom ligou todos os dias, cheio de energia, enviou fotos do show, das pessoas que conheceu, dos locais que visitou. E eu estava morrendo de orgulho dele. Depois do primeiro dia, eu procurei focar na experiência que ele estava vivendo e me divertir com suas ligações e fotos.

Sem contar que Sean resolveu que era um bom momento para ficar grudado em mim. O que era facilitado pelas férias do meu trabalho e seu trabalho flexível no estúdio. Resultado: passamos os cinco dias em casa, conversando, namorando e comendo mais porcaria que já comi em toda a minha vida.

 E se eu tinha alguma dúvida sobre estar apaixonada por ele, essa dúvida não existia mais. Em poucos meses ele conseguiu me conquistar como há tempos ninguém conseguiu.


Notas Finais


Quem tá na torcida para um filhote de Sean e Bia?
Deixa ai nos comentários quem você acha que seria o mais babão, eu acho que seria o Sean.


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