História Your defects - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Got7 Mpreg, Menção Markson, Mpreg
Visualizações 247
Palavras 3.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores. ♥
Demorei dessa vez né?
Não estava (e ainda nem estou) com muito tempo para revisar os capítulos :/
Vou deixar para falar mais coisas nas notas finais, então leiam lá por favor. ♥
Boa leitura. ♥

Capítulo 12 - Twelve


— Onde você quer ir primeiro? — eu perguntei para meu filho, nós estávamos com as mãos entrelaçadas enquanto Eunjin estava em meu colo.

Yejun parecia fascinado com o parque, todos os brinquedos chamavam sua atenção, e a de Eunjin também, pois ela olhava com os olhinhos levemente arregalados para todo o parque.

— Naquele ali, mamãe. — ele apontou com um dedo indicador para uma montanha-russa e seu outro dedo permanecia em sua boca.

Como o brinquedo não era tão perigoso nem possuía muitas curvas, eu deixei Yejun ir sem mim, já que eu não poderia entrar com Eunjin.

Levei ele até a fila do brinquedo, e como não havia muitas pessoas - somente alguns pais com seus filhos aparentemente com a mesma idade de Yejun -, logo após me sentando numa espécie de quiosque que havia perto do brinquedo.

Não demorou muito para que meu filho se sentasse num dos "trens" da montanha-russa, ao lado de uma garotinha que também estava sozinha. Vi ela sorrir para ele, o fazendo corar e retribuir o sorriso envergonhado, em seguida apareceu um dos monitores e colocou o cinto de segurança em ambos.

Antes do brinquedo começar a funcionar, Yejun acenou para mim e sorriu contente, me fazendo retribuir.

Meu olhar de Yejun foi desviado para minha outra filha, que começou a mexer em meu cabelo, fazendo um carinho gostoso. Coloquei ela sentada sobre a mesa, dando mais liberdade para que Eunjin fizesse mais cafuné em mim.

Ouvi um barulho vir do local onde Yejun estava, significando que a montanha-russa começaria a andar. Olhei novamente para meu filho, vendo que ele não aparentava estar com medo.

Quando finalmente o brinquedo começou a funcionar, eu só sorria igual bobo vendo Yejun gargalhar daquele jeito.

Voltei minha atenção para Eunjin, ela parecia fascinada com o lugar e observava atenta cada família que estava ali e também os vários brinquedos cheios de luzes espalhados pelo parque.

Fiqueu tão entretido conversando com minha filha que nem notei quando a montanha-russa parou de funcionar, só percebi isso quando Yejun apareceu ao meu lado todo saltitante e feliz.

— Mamãe, foi muito legal! Eu quero voltar aqui de novo, mas eu quero vir agora com você e o papai. — ele dizia animado e ofegante, por anteriormente ter vindo correndo até mim. — E Eunjin também... — comentou baixo, me fazendo sorrir fraco. Ele se acalmou e se sentou no banco que estava do meu lado. — Como ela está? Ela vai precisar voltar para o hospital, mamãe? — pegou na mão levemente gordinha da irmã, fazendo um carinho ali.

— Não meu amor, ela está muito bem, não vai precisar mais voltar para o hospital. — respondi levantando minha filha, apoiando seus pézinhos em minhas coxas e a enchendo de beijos pelo rosto.

Eunjin começou a rir, e pude ouvir a gargalhada gostosa de Yejun também.

— Mamãe, a risada dela é engraçada. — ele comentou.

— Yejun, e aquela garotinha que estava contigo na montanha-russa? — questionei sugestivo, parando com os beijos em Eunjin e a deixando novamente deitada em meu colo.

— É uma coleguinha, mamãe. — corou desviando o olhar. — O nome dela é Jihyo. Ela é bonita, né mãe?

— Ela é sim. — respondi sorrindo da timidez de meu filho. Ao contrário de Bummie, eu não achava ruim ou ficava com ciúmes se Yejun arrumasse uma namoradinha, afinal eu sei que isso ainda vai demorar muito para acontecer.

— Jihyo estuda na minha escola, é um ano mais velha que eu. — Yejun comentou apaixonado apoiando seus cotovelos na mesa.

Deus, eu não acredito que estava vendo aquilo, a primeira paixão de Yejun.

— Mas sem namoro por enquanto, ouviu? Quero só ver quando seu pai ficar sabendo disso, você sabe como ele é. — disse, o fazendo murmurar um "Eu sei" desanimado.

[...]

Depois de ficar mais um tempo apenas conversando, nós decidimos ir em outros brinquedos. Yejun teve que ir sozinho em alguns, pois eu não podia entrar com Eunjin. No carrinho de bate-bate eu pude entrar junto com meus filhos, indo Eunjin em meu colo e Yejun ao meu lado, dirigindo o pequeno carro.

Foi bem divertido, tenho certeza que Yejun gostou e sem dúvidas ele se aproximou mais um pouco da irmã. Ainda havia algumas coisas que ele se recusava a fazer, por exemplo dividir o algodão-doce e alguns outros doces com Eunjin, mas não estavam tão afastados como antes.

Enquanto andamos mais pelo parque, acabamos encontrando mais vezes Jihyo, e dessa vez ela estava acompanhada de seus pais. O sorriso da garota era encantador, ela parecia ser pura e doce, dou razões a Yejun de se "apaixonar" por ela. Sempre que se viam, Jihyo sorria doce acenando para Yejun, que sorria também, completamente envergonhado, e ela ainda ria quando ele corava.

Quando anunciei que teríamos de voltar para casa Yejun fez birra e quase chorou. Eu também não queria ir embora, mas já eram quase seis horas da tarde e logo anoiteceria.

Deixei Eunjin ir atrás com o irmão, a colocando em seu assento especial. Como o caminho era longo, Yejun pediu para pegar seu tablet para jogar e ver desenhos e eu concordei. Às vezes ele mostrava algum desenho ou música para Eunjin, ela adorava e ficava o imitando, batendo palmas e sorrindo.

Eu, como a mamãe mais apaixonada pelos seus filhos que existe, sorria com a cena e quase chorava.

— Hey you~ ipsul wie Chu, everyday with you! Aqui minha bias, Eunjin! — ele comentou apontando para seu tablet, onde provavelemnte aparecia sua integrante do Apink preferida. — A Eunji é minha bias porque tem o nome quase igual ao seu e é muito fofinha. — disse sem tirar os olhos do MV, e eu quase sofri um ataque de fofura ali mesmo.

Yejun conversando e se aproximando mais da irmã me deixava tão feliz.

Após mais alguns segundos prestando atenção no que a tela do aparelho mostrava, Eunjin provavelmente se cansou e tentou pegar o tablet das mãos de Yejun, o fazendo puxar o aparelho.

— Solta, isso não é seu! — gritou emburrado, fazendo força para não deixar a irmã pegar seu tablet. — Aigoo, que menina chata! Solta. — ele conseguiu fazer com que Eunjin tirasse as mãos do tablet, porém com isso ela começou a chorar alto.

Até então eu observava tudo pelo retrovisor do carro, mas decidi estacionar para resolver aquela briga.

Desci do automóvel, abrindo a porta traseira do lado de Yejun e pegando o tablet.

— Chega de briga vocês dois. Isso não é jeito de falar com sua irmã, Yejun. Peça desculpas para ela agora. — disse sério fitando meu filho e enfatizando a última palavra.

— Pedir desculpas pra quê? Ela não sabe nem o que é isso ainda. — revirou os olhos.

— Isso não é motivo para ser mal educado com ela. Pede desculpas agora, se não você fica sem isso aqui. — balancei o tablet em sua frente.

Ele pareceu não se importar muito com meu ato e desviou seu olhar do meu, demorando a pedir desculpas.

— Desculpa. — ele bufou, revirando os olhos de novo e sem olhar na irmã. — Tá bom assim? — ele perguntou com desedenho.

— Você poderia ter sido menos grosso e ter olhado nos olhos dela, né? Mas tá bom, agora eu tenho que dar um jeito de acalmar ela. — respondi devolvendo seu tablet e fechando a porta, abrindo a semelhante do lado oposto, onde minha filha estava. — Meu amor, o que você tem? É por causa do seu irmão? — eu tentava acalmar ela enquanto tirava seu cinto de segurança e a pegava em meu colo.

Só entendi o que Eunjin tinha quando ela levou um de seus brinquedinhos a boca, mordendo o mesmo; ela estava com fome.

Eu reconhecia seu choro também, assim como aconteceu com Yejun. Eu sabia exatamente pelo seu choro o que ela estava sentindo, se estava com dor, com fome ou outra coisa.

Pedi para Yejun me dar a mamadeira da irmã, que estava na bolsa dela. Ele não olhou para mim, apenas me entregou a mamadeira com o leite concentrado em seu jogo.

Me sentei no banco do carro e dei a mamadeira para Eunjin, que bebia todo o leite com gosto.

Quando terminou, Eunjin ficou mais alguns minutos acordada porém logo adormeceu em meus braços, e assim que notei isso a coloquei em seu assento e tratei de chegar em casa logo, pois já era noite e Bummie devia estar preocupado.

[...]

Para minha surpresa, quando nós chegamos Jaebum não estava em casa ainda. Fiquei preocupado, já passavam das oito da noite, JB nunca saía esse horário, e se saía, ele sempre avisava.

Tentei não pensar muito nisso e fui arrumar as crianças. Sem acordá-la, deixei minha filha em seu berço, Eunjin ainda dormia tranquilamente. Depois, fui ajudar Yejun a tomar banho, para logo em seguidar me banhar também.

Enquanto Yejun tentava dançar algumas músicas na TV de uma forma fofa e ao mesmo tempo desajeitada, eu fui preparar o jantar. Fiz guisado coreano e ramén, as duas comidas preferidas de meu marido. Haviam dias que eu não cozinhava daquela forma e especialmente hoje eu estava "inspirado" para cozinhar.

Senti um par de braços conhecidos por minha abraçarem minha cintura, e seu rosto ser colocado na curvatura de meu pescoço.

— Im Jaebum, que susto! — dei um pequeno pulo o fazendo rir. Bummie havia chegado ali sem fazer barulho e eu nem notei sua presença.

Quando eu ia me virar para pegar um dos ingredientes para colocar no guisado Jaebum me virou um tanto que bruscamente para si, fazendo nossos rostos ficarem a milímetros de distância.

Sorri, roçando meus lábios nos seus.

— Senti sua falta, sunshine. — ele sorriu.

Retribui o sorriso, colando nossos lábios em seguida. O beijo começou lento, apenas um contato singelo entre nossas bocas. Aprofundei o beijo enlaçando meus braços em sua nuca, enquanto sua mão estava posicionada em minha cintura.

Nos nós separamos quando o ar fez falta, mais deixamos nossas testas coladas enquanto tentávamos recuperar nosso fôlego.

— Onde você estava? Você chegou tarde, Bummie. — comentei assim que nós nos separamos e ele me soltou, voltando a cozinhar.

— Eu... Estava no trabalho. — respondeu se sentando na bancada da cozinha e sorrindo meio forçado.

— Hum... — murmurei desconfiado.

Mesmo não acreditando muito naquilo - pois era impossível Jaebum estar trabalhando até aquele horário, a empresa não ficava aberta até aquela hora -, eu deixei isso passar e tentei esquecer isso, afinal eu confio muito em meu marido.

— Mas mudando de assunto, o que você tá fazendo aí, huh? — ele se levantou e veio até onde eu estava, abrindo um dos recipientes onde havia o guisado.

— Sua comida preferida. — sorri. — Fazia tempo que eu não fazia algo para te agradar. — abaixei meu olhar, envergonhado.

— Hey, só de ver você sorrindo todos os dias eu fico feliz. — Jaebum me elogiou erguendo meu rosto para encará-lo. — Eu amo seu sorriso. — eu sorri mais ainda, adoro quando falam do meu sorriso.

Aproximei mais uma vez nossos rostos, inciando um beijo mais uma vez. JB pediu passagem com a língua e eu cedi, aprofundando assim o ósculo.

Ele desceu suas mãos para minhas coxas, deixando um aperto forte ali e me fazendo soltar um gemido entre o beijo. Bummie me prensou conta o balcão da cozinha, e eu esbarrei em algumas coisas que estavam lá.

Eu não queria continuar mais com aquele contato, então levei minha mão até os ombros de Jaebum, tentando o afastar, mas parece que ele não notou isso, pois ainda continuava apertando minhas coxas e me apertando contra o balcão, deixando com que nossos corpos ficassem colados.

— Jaebum... — interrompi o beijo. Ele desceu seus beijos pela extensão do meu pescoço, e automaticamente eu ergui o pescoço. Foi automático, até porque eu não queria mais aquilo. — Eu tenho que terminar... Aah... O-O jantar. — sem querer eu acabei gemendo pelo contato de sua língua quente com a pele de meu corpo.

— Humm... Tá bom. — resmungou e se separou, não antes de deixar mais um selar em meus lábios. — Mas já que você tá fazendo a comida que eu mais gosto hoje, eu também vou te dar uma coisa que você gosta muito depois do jantar. — sussurrou perto da minha orelha, deixando uma mordida no lóbulo e um tapa em minha bunda.

Eu me arrepiei todinho. Sabia muito bem o que aquela "surpresinha" significava.

Não vou negar, eu até senti falta de transar com marido como antes, já que agora nem tínhamos tempo. Mas eu ainda não estou preparado, e tenho meus motivos.

[...]

Antes mesmo de terminar o jantar Eunjin acordou. Pedi para que Jaebum fosse lá e ficasse com ela, entretendo nossa pequena.

Deu certo, porque ela não chorava mais e às vezes eu até escutava risadas vindas de seu quarto. Até Yejun fora lá ficar com a irmã.

— Amor, ela começou a chorar do nada. — JB chegou na cozinha com Eunjin nos braços, a balançando. — O que eu faço?

Notei que ela mordia os dedinhos, então provavelmente estaria com fome.

— Me dá ela aqui. — estendi meus braços, a trazendo para meu colo. — Prepara a mamadeira dela enquanto eu vejo se ela não está suja. — assim que meu marido assentiu, eu segui até o quarto de minha filha.

— O que ela tem, mamãe? — Yejun me perguntou assim que eu cheguei no mesmo cômodo onde ele estava.

— Acho que ela com fome. — deitei Eunjin em sua cama, retirando sua roupinha e confirmando que ela estava mesmo precisando de um banho. — E está suja também. — Yejun fez uma careta. — Vou precisar da sua ajuda, filho. Pega a bolsa dela, por favor? Tá do lado do berço dela. — ele fez o que eu pedi, voltando a ficar do meu lado e observando tudo que eu fazia. — Agora eu vou te pedindo tudo que eu precisar e você vai procurar na bolsa para me entregar, tá bom? — Yejun assentiu.

Não demorou para que a fralda fosse trocada, fazendo com que seu choro diminuísse. Porém como ela ainda estava com fome, ia colocando tudo o que via pela boca. Yejun ficou encarregado de não deixá-la colocar nada na boca, me ajudando assim e me fazendo feliz ao mesmo tempo.

— Prontinho meu amor, já tá limpinha. — ergui ela, a deixando em pé na cama. — Agradece ao seu irmão foi ele quem te ajudou também. — ela sorriu olhando para Yejun, e nós entendemos aquilo como se ela realmente estivesse agradecendo.

— Aigoo, mãe. Vamos logo, ela está com fome e eu também. — Yejun reclamou corado.

[...]

Não tive muito tempo de jantar junto com Bummie e Yejun, pois tive que ajudar Eunjin a mamar e depois fazê-la dormir, o que demorou muito já que ela não estava com muito sono.

Com muito custo, ela adormeceu e aí sim eu pude comer. Meu filho estava fazendo seu dever de casa com Jaebum o ajudando, e assim eu comi sozinho na mesa.

Quando acabei, lavei toda a louça e arrumei a cozinha.

— Mamãe, eu já vou dormir. — ouvi Yejun chegar perto de mim e me pedir colo.

— Boa noite meu amor, a mamãe te ama muito. — peguei ele, deixando um beijo em sua bochecha, recebendo o mesmo ato em resposta.

— Eu também. — ele me abraçou. Baguncei seus cabelos e o deixei no chão, voltando minha atenção para a louça novamente.

[...]

Eu estava exausto. Tinha sido um dia proveitoso, porém cansativo.

Estranhei a presença de Bummie enquanto estava na cozinha, ele sempre aparecia quando terminava de ajudar nosso filho nas lições de casa.

Fui até nosso quarto e ele não estava lá, mas eu decidi tomar um banho e depois me preocupar com isso.

Quando saí do banheiro - devidamente vestido com uma roupa confortável - encontrei JB deitado sobre nossa cama, digitando alguma coisa em seu notebook que estava sobre seu corpo e com seus óculos redondos, que o deixava mais lindo ainda.

Seus olhos encontraram os meus e ele sorriu, me fazendo retribuir o ato envergonhado pelo seu olhar estar em meu corpo, porém logo ele voltou a prestar atenção em seu notebook novamente.

— Bummie... Deixa seu trabalho de lado agora, vamos ficar juntos. — sugeri me deitando na cama ao seu lado. — Nós não tivemos tempo desde Eunjin nasceu. — comecei a fazer carinhos em seu peitoral coberto e o olhando manhoso.

— Verdade, sunshine. — ele sorriu fraco, colocando seu notebook em uma mesinha que havia ao lado da nossa cama. — Eu estava com saudades de ficar assim com você. — roubou um selinho de mim, subindo em cima de mim. — Falando nisso, eu tô devendo aquela surpresinha pra você, amor. — começou a distribuir beijos pelo meu pescoço e por todo meu rosto.

— Bummie, eu não sei se... — parei de falar ao senti-lo depositar uma mordida sobre minha clavícula, eu era sensível naquele local e Jaebum sabia disso. — Eu não sei se eu quero fazer isso agora. — completei com medo da sua resposta.

— Até o final da noite eu vou fazer você mudar de ideia. — continuou beijando minha pele, logo depois subindo para meus lábios.

— Amor, você não entendeu. — tentei o afastar empurrando seus ombros, porém ele era muito mais forte que eu. — Eu não quero, Jaebum. — confessei por fim.

— Por que não? — perguntou sem me olhar e continuando a selar minha pele.

— Porque eu não quero agora JB, entende isso, por favor. — pedi num tom de súplica, eu realmente não estava com clima para sexo muito menos queria mostrar meu corpo.

— Ah sunshine, não faz isso comigo amor. Vamos... Eu sei que você quer. — ele olhou em meus olhos, e mesmo sem concordar, Jaebum entendeu que eu acabei cedendo novamente aos seus desejos.

Antes de se levantar e retirar sua camisa ele me olhou sorrindo vitorioso. Jogou sua camisa num canto qualquer e se deitou sobre mim de novo, descendo seus dedos pela barra de minha camisa.

Eu estava quase soando de tanto desespero, eu não queria que meu marido visse meu corpo.

Enquanto ia levantando minha camisa aos poucos, Bummie ia alternando em beijar meu maxilar e boca, deixando também alguns beijos em meu pescoço. Quando ele estava quase retirando minha peça de roupa por completo eu o impedi, segurando sua mão com um tanto de força.

— Jaebum... Não me force a fazer isso com você, eu já disse que não vou. — disse sério e ele me olhou confuso. — Me solta agora, saí de cima de mim e me deixa dormir. Eu não vou transar com você hoje.

— Argh, eu odeio você. — ele saiu do quarto, fechando a porta com força e bufando frustrado.


Notas Finais


Pois é, e é a partir daqui que as tretas começam. 🙊

Youngjae é do lar, né gente? Ficou realmente parecendo uma dona de casa do jeito que eu escrevi ksksjskdk

Vocês gostam de Jikook? Eu escrevi uma two-shot com esse shipp. ♥
Gostei bastante de escrever a fic, dêem uma olhadinha lá, se puderem szsz
https://spiritfanfics.com/historia/do-you-love-me-9904495

Vocês perceberam que a Eunjin se alimenta na mamadeira, não é? Obviamente eu sei que os recém-nacidos de verdade não são assim, mas eu optei por colocar desse jeito porque quando tava pesquisando para escrever a fic, encontrei que não era obrigatório os bebês (numa fic MPreg) mamar no peito, e também eu particularmente acho "estranho" esse tipo de coisa.
E como é minha primeira fanfic com MPreg, prefiri não aprofundar muito nesse assunto.

Para vocês que já estão acostumadas (o) a ler MPreg, espero não ter decepcionado vocês. ♥:(

Até o próximo capítulo. ♥


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