História Your Genetics - Capítulo 5


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Categorias Naruto
Personagens Baki, Chiyo, Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hidan, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Kankuro, Karura, Matsuri, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Rock Lee, Sakura Haruno, Shikadai Nara, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Drama, Gaaino, Gravidez, Hentai, Inseminação Artificial, Policial, Romance, Shikatema, Tragedia, Violencia
Visualizações 93
Palavras 1.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus queridos boa noite alguém ainda lê isso daqui?
Bom eu quero dizer que eu estou triste pela falta de comentários e confesso que isso me desanimou um pouco, mas como eu tenho um carinho muito grande pela história e tenho grandes planos para a mesma eu vou continuar postando.
Agradeço desde já aos leitores fantasminhas :3
E ainda mais aqueles que comentam seja lá qual for o comentário... Obrigado!

Sem mais delongas...
Boa Leitura! ~*

Capítulo 5 - Capítulo V: Bad News (Part I)


Fanfic / Fanfiction Your Genetics - Capítulo 5 - Capítulo V: Bad News (Part I)

“Passe um tempo longe e verás que a distância mostrará sem cerimônia o quanto você é incompleto sem o amor de sua família!”


 

Thiago Limano


 


 

Your Genetics
Capítulo V
Temari Sabakku


 

    Se anteriormente a chuva caia de forma leve e fina agora ela era torrencial transformando assim a bela e movimentada cidade de Tóquio em um congestionamento sem fim.

 

— Não tem como ir mais rápido? — questionou a loira ao motorista.

— Sinto muito senhora — desculpou-se o taxista fitando-a pelo retrovisor do veículo — Mas parece que houve um acidente logo a frente e temos que esperar até que a estrada seja novamente liberada.

— Mas que droga — resmungou a loira frustrada — Eu estou com pressa.

— Não temos alternativa senhora — repetiu o homem — Ou a senhora espera ou vai correndo na chuva.

 

    A loira olhou para fora através do vidro embaçado a chuva ainda caia incessavelmente os noticiários mostravam a todo instante aquela notícia perturbadora de seu irmão. Seu coração estava apertado e presa ali naquele carro parecia que até o ar estava lhe sendo cortado.

    Seus olhos esmeraldas fixavam repetidas vezes o relógio em seu pulso estava ansiosa e aflita, pois aquele voo que havia conseguido era o último, não podia perdê-lo.


 

— Sinto muito senhor, mas eu não posso ficar aqui esperando — disse a loira pagando-o — Eu vou a pé mesmo.

— Certo — concordou o homem impassível — Boa Sorte!

— Obrigado! — agradeceu a loira saindo às pressas.


 

    O caminho até o aeroporto era longo, mas que outra alternativa ela teria?

    A cidade estava parada devido a chuva e por incrível que pareça correr era mais rápido do que carro naquele momento.

Passos frenéticos, arritmia cardíaca de acordo com que se aproximava de seu destino. Suas roupas estavam agora encharcadas e o frio começava a se fazer presente por todo o seu corpo. Abraçou a si mesma na intenção de aquecer-se, enquanto esperava sua vez na fila do check in.

Aquele definitivamente não era o seu dia, pois devido a chuva havia um grande risco de seu voo ser cancelado. Caminhou até o banheiro feminino trocando-se, afinal teria que esperar seja qual fosse o veredito.

Tomou um chá quente precisava aquecer-se e sentou-se fitando atentamente os voos. Os minutos foram passando até que a má notícia mais uma vez a atingiu. Seu voo havia de fato sido cancelado devido ao mal tempo.


 

— Mas que droga — resmungou a loira frustrada.

 

    

As horas foram passando não havia outra alternativa nenhum voo sairia enquanto a chuva não cessasse, caminhou pelo aeroporto não aguentava mais ficar sentada esperando visitou algumas lojas, livrarias, precisava espairecer. Até que por fim horas depois seu voo foi anunciado. Era um voo complicado e cheio de escalas, mas era o único que tinha o seu destino em uma dessas escalas.

Adentrou ao avião e procurou seu lugar guardando a mala em seu respectivo lugar. Olhou para fora as nuvens ainda pareciam carregadas o que poderia ser ruim. A voz da aeromoça soou calmamente dando as instruções até que por fim o avião decolou.

A viagem fora deveras desconfortável, afinal a ansiedade e aflição não lhe permitiam nem mesmo apreciar a bela paisagem que tinha da pequena janela do avião.

E como esperado a cidade continuava a mesma pequena e extremamente quente.

O assunto por onde ela passasse era o mesmo os Sabakku.

Essa era apenas uma das desvantagens de se morar em uma cidade pequena todos ficavam sabendo das coisas muito rápido, mas convenhamos como não saber? Os noticiários não sabiam mostrar outra coisa e quando a loira se aproximou da delegacia fora sua vez de ser bombardeada de perguntas, afinal ela era da família.


 

— A senhora também é envolvida com drogas?

— O que houve lá?

— Senhora?

— Eu não... — ela disse mordendo o lábio confusa e aflita — Eu não tenho nada a dizer, por favor deixem-me passar — pediu a loira escondendo o rosto como podia.


 

    Caminhou para dentro da delegacia a passos apressados e até mesmo empurrando algumas pessoas e jornalistas, afinal ela era de longe um poço de delicadeza.


 

— Mas que droga — resmungou a loira adentrando a delegacia e ajeitando a roupa agora amassada.

— Sabakku no Temari? — questionou um homem de cabelos longos.

— A própria — disse a loira firme.

— Por favor me acompanhe — pediu o homem gentilmente começando a andar.

— Mitsashi, ela chegou — disse o moreno abrindo a porta para que ela entrasse.


 

    Temari ainda estava perdida nos acontecimentos, porém seus olhos esmeraldas acompanhavam atentamente cada movimento das pessoas ali presente. Adentrou a sala e sem nenhuma cerimônia sentou-se à frente da delegada. Como esperado a conversa durou horas e as notícias de longe foram as melhores, afinal não era apenas um irmão que estava com problemas, mas sim os dois. Um por assassinato e outro por tráfico.

    E tudo só piorou quando ela soube que os mesmo já foram transferidos para o presidio.

    A loira sequer teria chance de conversar com os mesmos já que lá visitas só eram permitidas após um mês de carceragem e tudo o que a loira podia fazer por hora era procurar um advogado.

    Saiu da delegacia pela portas dos fundos não queria passar por aqueles sanguessugas novamente. O beco que dava acesso a porta dos fundos era escuro e úmido, mas ela sequer sentia medo suas emoções estavam confusas e perdidas juntos a seus pensamentos conturbados.

    E quando deu por si estava parada em frente a casa que um dia já foi sua. As faixas de não ultrapassem da polícia não a impediram. Levou a mão ao trinco da porta e a empurrou a mesma estava aberta. Olhou ao redor e não encontrou ninguém além da extrema bagunça.

    Janelas, portas e móveis quebrados denunciavam o vandalismo que aquele lugar sofreu. As pessoas haviam se revoltado e quebrado tudo o que viram pela frente. Sangue em meio a sujeira e bagunça o barulho de algo se quebrando abaixo de seus pés chamou-lhe a atenção e quando o fitou seus olhos se encheram de lágrimas.

    Uma antiga foto da família a onde os rostos dos dois irmãos estavam rabiscados em sinal de repúdio e indignação alheia.


 

— O que houve com vocês? — questionou a loira em um sussurro, acariciando brevemente a foto.


 

    De fato a resposta não viria, mas essa era uma das perguntas que rondavam sua cabeça. Retirou a foto do quadro e a guardou no bolso, enquanto caminhava pela casa. Encostou no batente da porta da cozinha avistando as marcas dos corpos no chão quando uma voz se fez presente atrás de si.


 

— O que faz aqui?

— Eu — ela disse virando-se e fitando um homem de cabelos loiros e longos — Eu sou da família.

— Não tem permissão para estar aqui — ressaltou o homem aproximando-se.

— Eu só vim pegar umas coisas — disse a loira desconfortável.

— Este lugar já foi muito prejudicado senhora, precisamos dele para investigação.

— Eu não fiz nada — defendeu-se a loira.

— Por favor saia — pediu o loiro.

— Eu... — ela suspirou frustrada — Já estou saindo.


 

    Sem mais delongas caminhou para a saída de fato ele não a deixaria ficar então acomodou-se em um hotel da cidade pela manhã sairia em busca de um advogado.


 


 

• Escrita por: @CrowsUchiha


Notas Finais


Bom é isso meus amores, o capítulo é algo mais calmo por enquanto porque eu ainda estou planejando como fazer os capítulos e o que eu sei do próximo por enquanto é que ele é do Shikamaru rs.
E que em breve haverá uma passagem de tempo. Todavia peço calma a vocês a história valera a pena...
Eu prometo!


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