História Your name - Fillie - Capítulo 3


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Categorias Kimi no Na wa, Stranger Things
Tags Fillie
Visualizações 81
Palavras 1.232
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente! Queria agradecer aos fav e comentários no prologue, e as visualizações também
Eu também amo muito esse filme e decidi adaptar para fillie, talvez seja um pouco difícil pelo fato da história real do filme se passar no Japão, e ainda tem aqueles negócios ilha e bla bla bla
Mais vou dar o meu melhor!

Capítulo 3 - Finn?!


Acordo com o celular vibrando, estendo o braço pra desligal, mas acabo caindo da cama.

    

    -Merda

    -Levanta! Vai se trasar pra escola!

  

    Escuto à voz de um homem....perai, um homem? ! Levanto assustada, será que alguém invadiu minha casa?! Ou pode ser apenas meu pai que decidiu passar aqui...Não, não, ele nunca passa aqui! Uma pontada de desespero me invade.

   

    -Vai logo! Você precisa ir à escola, e é a sua vez de fazer a comida antes de sair. 


   Um homem com roupa de trabalho adentra o quarto, recuo para o canto da parede dando um grito de susto.


    -Oque foi Finn? Parece que viu um fantasma!.-O homem a minha frente da risada e sai.-Tchau! Vou trabalhar!.-Ouço a porta se bater, ele já devia ter saído. 


    -Finn? .-Sussurro para mim mesma ouvir, caminho lentamente ao um banheiro que a dentro do quarto.

  -AAAAH! 


    Salto pra trás ao me analisar no espelho, meus cabelos estão pequenos e cacheados, e eu estou mas branca que o normal. Me aproximo mais do espelho, perai? Eu tenho sardas?! Não, não, essa não sou eu! Perai, essa?... Abaixo meu olhar na direção, daquela...daquela coisa...Perai?!Da minha coisa!, não não, não pode ser, levanto minha mão devagar e toco naquela coisa.


   -AAAAAAH! .-Grito ao senti - lo.

   -QUE NOJO, QUE NOJO!.-Digo retirando minha mão do lugar e indo direto lava - lá. 

  -Isso não sou eu....-Digo passando as mãos em meu rosto, ou no rosto dele, não sei bem.

  -Isso é um sonho, um sonho, um sonho. -Sussurro para mim mesma.

  -Mas que sonho mas real...Merda!.-Digo corando. -Preciso fazer xixi..

    



    Saio de casa já, arrumada, ou melhor arrumado, coloquei uma roupa que pareceu ser o uniforme da escola,e esses cabelos,são super difíceis de arrumar, mas são tão macios, e muito bonitos. As ruas estavam cheias de gente, não parecia nem um pouco com a cidade que moro, caminho observando tudo com brilhos nos olhos,prédios e mais prédios,várias lojas e restaurantes, sem perceber esbarrei em algumas pessoas. 

    Só então percebi que já estava perdida, não faço a menor idéia onde vim parar


    -Moça, você sabe onde estamos?.-Pergunto pra primeira pessoa que apareceu em mim frente. A moça me olha com um olhar engraçado e ao mesmo tempo confuso.

    -Em Nova York, aonde mais?.-A mulher sai, dando risada da minha cara. 

   -Em Nova York? .-Repito para mim mesma.-EM NOVA YORK! .-Dou pulos de alegria, mas percebo que algumas pessoas me olharam estranho, paro e me recomponho.  

    



    -Esta dizendo que se perdeu vindo pra escola?!.-Um garoto que diz se chamar Noah, ri da minha cara. Olho confuso para o mesmo.

   -Sempre achei você meio doido, mas não desse jeito! .- Um outro que se chama Gaten, também ri da minha cara, acho que eles são amigos dele, dele que eu diga, sou eu.

    -Sim, havia muitas pessoas na rua, como não se perder!.-Os dois a minha frente se olham confusos, mas não dizem nada. Me assusto quando ouço um sinal tocar. Os meninos se levantam, faço o mesmo e os sigo.

     Eu meio que não entendi muita coisa nas aulas dele, são bem diferentes das minhas, digamos que, mais difíceis talvez. 

   

    -Ei, já estou com fome, vamos naquela cafeteria aqui perto.- Noah diz.

   -Você disse café?! .-Digo saltando encima do mais baixo a minha frente, em falar nisso, acabo de perceber que eu sou bem alto que eles, sorrio com esse pensamento. 

    -Sim, café, cara você tá bem?.-Gaten diz, colocando suas mãos em meu ombro.

   -Eu tô Ótima! .-Digo dando meu melhor sorriso, os meninos me encararam sem entender. -Ah, quer dizer...-Pigarreio para minha voz sair mais masculina.-Eu tô ótimo. 

   O lugar é bem grande, sentamos em uma mesa perto da janela do local. Eu ainda não entendi porque chamam de cafeteria se, não vende só café. Um rapaz se aproxima nos entregando,papéis. 

    

    -Fiquem a vontade. -O homem diz simpático.

    -Eai, Oque vão pedir? .-Gaten diz. Direciono o olhar ao papel.

   -ISSO AQUI SÃO OS PREÇOS! ?.-Digo quase me levantando da cadeira. Os garotos a minha frente riam de mim. Mas se isso é só um sonho, não deveria me preocupar com isso, não é? Sorrio comigo mesmo.

   Peço vários coisas, exclusive café! Retiro o celular de meu bolso, que imagino ser dele e aproveito para tirar uma foto disso tudo. Os meninos me olham confusos.

   -É delicioso!.- Digo quando experimento o café, é realmente muito gostoso!

    

     Ouço o celular dele vibrar.


   "Você está atrasado pro trabalho!"


   -Meninos, eu preciso trabalhar...-Digo com um olhar confuso.

   -Ok, vai lá.-Os dois dizem se despedindo. Me levanto mais paro e me viro de volta.

   -Vocês sabem onde fica o meu...trabalho?

   -Tá falando sério? .-Gaten fala dando risada da minha cara, e agora percebi que sua risada é engraçada. 

   -É, eu tô...-Os dois se olham confusos, mas graças ao céus, eles deram de ombro e me levaram.




     -Toma vesti logo, você não viu minha mensagem?!.-Uma mulher passa e joga um avental em minha cara.

   -Ah, Oque? Sim eu vi....-Pego e o visto.


    O trabalho dele é bem cansativo, ele trabalha em um restaurante,me perdi completamente naquela lugar, pessoas me chamando o tempo todo. A noite já havia chegado, e o restaurante já estava praticamente vazio.

    -Ei, rapaz!.-Ouço um homem sentado à mesa me chamar.

   -Pois não? .-Digo me aproximando. 

  -Tem um palito no meu pedido!

  -Um palito?.-Digo fazendo um olhar confuso. Me aproximo do prato e analiso o tal palito, e percebo que daquele tipo não há aqui no restaurante. 

   -Não temos esse tipo de palito no restaurante senhor...

  -Oque disse? Está dizendo que eu mesmo coloquei isso no meu prato?.-O homem me olha com um olhar desafiador.

  -Na verdade...-Sou interrompido por um moça que também trabalha no local.

  -Tudo bem Finn, deixa comigo.-Ela sussurra em meu ouvido e se posiciona em meu lugar 

  -Algum problema senhor? 

  -Tem um palito em meu pedido!

  -Me desculpe pelo nosso acidente,como desculpa, não precisa pagar pelo seu pedido.-A moça diz com um sorriso no rosto, o homem assentiu e não disse mas nada.

     Finalmente não havia mais ninguém no lugar.

   -Me desculpe por aquilo..-Digo me aproximando da moça a minha frente, que tem cara de ser mais velha que Finn.

  -Tudo bem Finn, afinal não é a primeira vez que você faz aquilo!.-A moça diz com um sorriso, Então pelo jeito o "Finn" já se meteu em uma briga.

    -Mas, obrigada mesmo assim...-Direciono meu olhar para o crachá em seu avental. -Maya.-A moça arqueia a sobrancelha, mais da um sorriso simpático.

    -De nada! .- A moça diz por fim, antes de ir embora. Reparo que alguns rapazes que trabalham no local me olham com um perfeito "o" formado em suas bocas.




    Chego em casa, morrendo de tão cansada, o trabalho de Finn é realmente muito cansativo. Me dispo das roupas que usava e coloco uma camiseta e um shorts que deduzo ser de Finn. Me deito e por um momento me lembro da frase que encontrei em meu caderno, "Quem é você? ",Talvez isso não faça nenhum sentido, mas, será que poderia ter sido ele? - Me levanto e procuro uma caneta,uma missão bem difícil já que o quarto dele é uma bagunça. Me deito novamente, mas antes de dormir, escrevo meu nome em sua mão, que no momento me pertencia. Sorrio com aquilo, eu devo parecer uma doida querendo se comunicar por sonhos, mas, eu não poderia dormir com aquela duvida na cabeça minha cabeça. Finalmente consegui dormir.




Notas Finais


Obrigada, de novo


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