História Your Name - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Drama, Fluffy, Jin, Namjin, Namjoon, Romance, Universo Alternativo
Visualizações 97
Palavras 1.312
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drabble, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Me desculpem pela a demora, mas é que o tempo não está dando para que eu escreva com tanta frequência, sinto muitoooo gente!! Mas é que conciliar escola e curso e enem não é nada fácil, fico tão perdida e tão cansada que às vezes nem sei o que pensar .-.
Vou tentar postar com mais frequência e me desculpe se eu demorar novamente :(

Boa leitura ❤

Capítulo 2 - Capítulo dois




Isso é um sonho, porque se isso não tem como ser real, não mesmo. Afinal, quem sou eu? Digo, esse cara que estou no corpo dele, ele estuda na mesma escola que eu, o que me deixa um pouco aliviado, pois eu não iria conseguir saber onde ele estuda, afinal aqui em Tóquio existem vários colégios espalhados pela cidade e eu não sou adivinho para saber das coisas.

Peguei a carteira que estava no bolso de trás da calça e fiquei olhando para ver se conseguia saber mais sobre essa pessoa. Olhei a carteira de identidade, o garoto era mais velho que eu um ano, tem 17 anos, seu nome “Kim Seokjin”, nascido em Ilsan, Coreia do Sul. Então ele é coreano? Ele deve ter se mudado quando era criança para cá.

“Pode parecer estranho, mas eu quero saber mais sobre esse Kim Seokjin ou como a mãe dele o chama Jin”


***


O caminho da casa até a escola é longe, eu não acredito que esse Namjoon mora na puta que pariu, nunca andei tanto na minha vida.

Acabei chegando no segundo horário, mas o porteiro quando me viu apenas sorriu e me deixou entrar, o que de fato me fez estranhar. “Parece que esse Namjoon, é bastante amigo do carinha da portaria” penso, enquanto vou para sala, por sorte a sala era a mesma que eu estudava 2-B, o que facilitou e muito minha vida, quando chego na sala, todos começam a me olhar como se eu fosse de outro planeta. Bem, talvez seja o fato por a minha pessoa estar atrasadíssima. Deixando claro aqui, a culpa não é minha por causa disso, okay?

Olhei para a carteira onde o “eu verdadeiro” sentava e o vi me olhando com os olhos levemente arregalados, como se não acreditasse nisso. Eu também estava perplexo com isso, não sabia como reagir, até que num momento, a professora entra dentro da sala de aula e me manda sentar.

“Tá, onde é que ‘eu’ sento?” fico olhando ao redor, até que vejo Jin(?) apontando para a carteira da frente, franzi o cenho, porém não contestei e fui até o meu novo lugar. Sentei-me e olhei para o meu rosto, vejo que ele escrevia algo num pedaço de papel, até que amassa-o e o acerta bem na minha testa, fuzilo-o com o olhar, porém ele dá de ombros como se não se importasse com o que fez. Pego o papel e abro e vejo uma caligrafia diferente da minha, era tão perfeita que eu fiquei em dúvida se a professora acreditar que “eu” teria copiado aquilo.

Li cuidadosamente o que estava escrito, vendo se a professora não estava vendo, afinal, se ela visse com certeza me mandaria ler para turma inteira ou pegaria e jogaria fora.

‘Você é o tal, Jin? Olha eu não sei o que aconteceu, mas eu preciso falar com você no intervalo, ok?’

Pego uma caneta preta e escrevo;

‘Sou e você deve ser o Namjoon, não é mesmo? Também preciso falar com você’

E assim amasso o papel e jogo-o na cabeça dele, fazendo soltar um muxoxo, ri e endireitei minha postura e comecei a prestar atenção na aula.


[...] A área da base, ou seja, a área de um polígono que compõe sua base.. Namjoon, está prestando atenção? — a professora chamou minha atenção pela milésima vez.

– Sim senhora, pode continuar a explicar — disse contendo um bocejo, olho para trás e vejo Namjoon revirando os olhos, até que escreve algo no papel e joga em minha cabeça, pego-o.

‘Preste atenção na aula, idiota! Tenho uma imagem a zelar’

Revirei os olhos.

‘Certo, mas preste atenção em vez de ficar mandando bolinhas de papel para mim’

Jogo-a de novo, ele lê, até que bufa e me manda o dedo do meio, rio baixinho e volto a prestar atenção na aula ou melhor tentando, afinal, ninguém merece aula de matemática, para mim a mulher tá falando grego!


O sinal do intervalo bateu e dei graças a Deus por isso, não aguentava mais olhar para a cara daquela mulher. Sai rapidamente da sala e olhei para trás, vi que estava sendo seguido, suspirei e fui até o terraço, onde poderíamos ter uma conversa mais agradável e sem que ninguém nos atrapalhe. Logo, Namjoon parou ao meu lado e eu olhei.

“Nossa sou bonito mesmo” penso comigo mesmo.

– Cara, sei que você é bonito e tal, mas dá para parar de ficar me secando? — disse, ato que fez meu rosto esquentar e desviar o olhar.

– Então… — ele começou, porém acabou não terminando a frase.

– Isso é estranho, digo, o fato de estarmos no corpo um do outro, você não acha isso? — pergunto, ele assentiu com a cabeça e me olhou.

“Meu senhor, que olhar é esse?”

– Foi cómico, mas como isso aconteceu? É cientificamente impossível e não podemos viver desse jeito  para sempre — fala, Namjoon tinha razão, não poderíamos.

– Mas o que podemos fazer? Se falarmos para alguém, vão nos mandar para uma clínica psiquiátrica.

O mais novo faz uma careta e suspira.

– Sinceramente, não sei.

– Também não.

Ficamos em silêncio, olhei para a imagem de Tóquio, aqueles prédios que pareciam alcançar o céu, o barulho constante do trânsito, essa era a vida corrida do Japão, as pessoas se preocupam de mais em trabalhar e ganhar dinheiro, tanto que esquecem a vida, digo, esquecem de viver dia após dia, não passeiam no parque ou saem com seus parentes, estão tão ocupados com suas vidas sociais e os status. É uma coisa fútil, pelo menos para mim, nunca me importei muito com isso, penso em mais viver o dia a dia, do que me preocupar com o futuro, afinal, um passo de cada vez, vivo o presente para depois viver o futuro.

Estava divagando em meus pensamentos, até que uma mão balança em frente ao meu rosto, me fazendo despertar do meu momento.

– Hum? Você disse algo? — pergunto, Namjoon bufa e começa a passar a mão no cabelo, sinal de que esta nervoso.

– Estava lhe perguntando, como vamos viver a vida um do outro? Não sei como agir como você — diz.

– Digo o mesmo, esqueci de falar, mas eu não gostei muito de como sua mãe lhe trata — vejo-o olhar a paisagem da cidade.

– Estou acostumado quanto a isso — fala baixo.

– Mas não deveria, não pode se rebaixar dessa forma, prometo que enquanto eu continuar em seu corpo, darei um jeito nisso.

– O que você vai fazer? — pergunta nervoso.

– Nada demais, só vou ensinar a ela que não se deve tratar um filho dessa maneira — falo determinante.

Kim me olha e vejo um sorriso aparecer, como se agradecesse, apenas sorri de volta e continuei a olhar para ele por algum tempo, o que o fez desviar o olhar e abaixar a cabeça.

“Alguém aqui é tímido”

– Estava aqui pensando, nunca nos falamos antes, então vamos mudar isso. Sou Kim Seokjin — me curvei.

– Sou Kim Namjoon — curvou-se também, enquanto olhava atentamente para ele.

– Então você é o número um do ranking?

– Sou — sorriu tímido.

– Vai ser difícil eu conversar com você e pensar que estou conversando comigo mesmo — coloquei a mão no queixo, ele riu abertamente.

– Confuso, mas faz sentido — ficamos em silêncio por um tempo, até que ele se pronunciou. – Você acha que algum dia voltaremos para nossos corpos?

Aquilo também me fez refletir por um momento, será que voltaríamos? Mas se voltássemos o que aconteceria?

– Eu não sei, mas enquanto ficarmos na vida um do outro, vamos fazer de tudo para que ninguém desconfie, certo?

– Tudo bem, vamos voltar, já deve ter tocado o sinal — assenti e fomos para dentro, fechando a porta que levava para cima, para que ninguém possa desconfiar.

Chegamos na sala e nos sentamos em nossos devidos lugares, suspirei.

“Por quanto tempo durará isso?”

 



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