História Your Sae(Jikook) - Capítulo 1


Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Jikook, Jimin!bottom, Jungkook!top, Tritão
Visualizações 32
Palavras 1.800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Esporte, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou reescrevendo YS eeeeeee, sei que muitos não ligam mas eu achei certo fazer isso... Então, boa leitura ^^

Capítulo 1 - Chapter one


Praia Lanikai Beach 

Kailua, Havaí 


    Surfar é, sem sombra de duvidas, o melhor esporte do mundo. Era prazeroso deslizar sobre a água salgada e cristalina, se sentir um rei, mantendo o equilíbrio e a concentração em impressionar todos que me viam. Mas era apenas um hobbie, uma distração, nunca levei para o lado profissional. Mas eu era bom, alguns torneios municipais que aconteciam eu sempre era a atração, eu era chamado de "o rei das ondas". Eu não era o unico bom, meus amigos—todos—surfavam muito também, e eu devo todo o agradecimento do mundo a eles pois eles me ensinaram a surfar. 


    Seokjin e Yoongi eram os mais velhos e os que mais cuidam de mim. Yoongi não levava essa parada de surfar muito a sério, passava a maior parte do tempo dormindo ou apenas infurnado dentro de casa. Já Seokjin era um verdadeiro surfistas, era tão organizado quando se trata do esporte e eu costumava dizer que ele é como uma omma pra mim, perfeito aos olhos de qualquer um. Carinhoso, bonito, atencioso, cozinha super bem e conta as melhores piadas. Tinha Namjoon e Hoseok, os garotos do meio. Apesar de não parecer logo de cara, ambos também eram responsáveis, principalmente Namjoon, que tinha um rostinho fofo mas as vezes repreendia qualquer que fosse o errado. Hoseok era um garoto feliz, tinha um sorriso contagiante e trasmitia alegria a todos que o rodiavam, uma segunda omma e que não desgrudava de mim. E por ultimo—e não menos importante—Taehyung. Era o mais novo de todos nós e o mais "carente", Taehyung era frágil, pois nunca teve o prazer de conhecer seus pais, que o abandonaram logo quando nasceu. Os Kim deixaram ele com meus pais e desde então ele cresceu comigo, era como um irmão. 


    Meus pais eram os melhores do mundo, mas infelizmente tiveram que viajar para fora do pais para conseguir emprego e levaram com eles minha irmã mais. Park Chaeyoung era a ruivinha mais fofa do mundo, eu tinha ciúmes dela quando ainda eramos unidos—eles se foram quando eu completei a maior idade, a exatamente três anos atrás—, nunca deixei a ruiva namorar e muito menos trazer colegas em casa. 


    E lá estava eu, jogado na cama espaçosa da minha casa feita só de madeira, tentando achar uma solução para cessar meu tédio, mesmo sabendo que o que eu realmente deveria fazer era ligar para meus amigos e chamá-los para um round sem quedas no mar agitado. O teto parecia um bom partido, fazia varias poses para ele enquanto me esfregava nos cobertores que me faziam suar de tanto calor que fazia. Um pulo foi o bastante para mim ir até o meu celular e enquanto discava o número de Jin, observava a praia pouco movimentada da pequena sacadinha que havia ali. 


—está tudo bem, Chim? —a voz suava preocupada, pois as ultimas semanas, todas as vezes que eu ligava para ele era pra dizer que estava passando mal. 


—sim, é só o tédio atacando Hyung. —ri baixo, contemplando o horizonte ser banhado pela água infinita. 


—ah, mas isso não é problema pro Anpanman aqui. —o loiro soltou aquela risada exageirada que fazia qualquer um chorar de rir. —me espera no quiosque do Hyunsik, levo a galera. 


—Jin, você é um anjo. —falei antes de desligar a chamada e descer sem pelo menos por uma camisa por cima da bermuda vermelha e curta que eu usava. Peguei minha prancha branca, escrito em letras pretas bem no canto os nomes dos meus pais e da minha irmã—Leehi, Minjae e Chaeyoung—.


    Na pequena caminhada até o quiosque do Hyunsik, fui parado pelas Jiminíacas, as garotas que tinha um crush em mim e não saiam do meu pé por nada. Criei compromissos para me livrar logo das meninas e quando cheguei no quiosque perto de um clube aquático os garotos já me esperavam. 


—Garotas. —murmurei sem graça. —bom dia Hyungs, bom dia TaeTae. 


—bom dia, Chim. —todos falaram juntos em um coral que me fez rir. 


—Hyunsik! —andei até o balcão e baguncei os fios do garoto alguns anos mais velho que eu. Hyunsik era um homem bonito—bonito não, lindo—, era dono daquele quiosque desde que seu pai se foi junto de sua mãe em um acidente de carro. O garoto—também Park—tinha um sonho de se tornar ator e aos poucos isso ia se realizando. 


—Quer algo para beber, Jimin? 


—Leu meus desejos, hyung. —ri. —uma cerveja, por favor. 


—Logo de manhã, Jimin? —Hoseok perguntou e eu concordei. —Ok, então eu também quero. 


    No final todos sairam com uma cerveja na mão, só Taehyung que preferiu apenas um energético. Rumamos para a areia enquanto nos preparavamos para as rodadas do dia, já juntando uns grupinhos de espectadores prontos para nos filmar e postar em alguma rede social e nos marcar. Era normal isso acontecer. 


    O mar estava agitado, as ondas viam uma atrás da outra e com uma força incomum. Era um clima perfeito para me achar o mais profissional para as pessoas que me assistiam. Eu estava pronto para encarar uma onda que vinha em minha direção, estava deitado sobre a prancha e batia os braços na água antes de me levantar e me equilibrar sobre o objeto largo e sobre a pressão da água abaixo dos meus pés. Pulei, mergulhei no ar, rodei a prancha em baixo de mim, abracei a mesma no ar, dei mortais e foi tão rápido o ato de pisar em falso na superfície molhada, acabei me desequilibrando e cai da prancha. 


   Estava um pouco escuro debaixo d'água, só alguns raios de sol iluminava alguns pontos. Mas poucos segundos após minha queda o mar foi iluminado por todas as partes atrás de um pouco específico que deslizava entre as partículas de H2O e aos poucos foi se apagando. Fiquei ali até minha mente explicar o que meus olhos viam ali, era algo inexplicável até o momento que a luz se apagou completamente revelando um garoto. 


   Um garoto? Garotos não tem caldas como as de um tritão. Mas aquele tinha, era incrível, assustador. Voltei a superfície e subi na prancha, perto dela estavam Taehyung e Seokjin, pareciam estar me procurando e sorriram ao me ver. 


—ficamos preocupados, Chim. Você tomou um tombo feio. —o mais novo me analisou, enquanto eu observava a água ainda tentando entender o que eu vi. —o que foi? Viu algo? 


—Eu... vi alguma coisa lá embaixo. Um garoto. —lancei um olhar aos dois loiros. —acho que foi um tritão... Ou eu tô ficando doido. 


—Acho que você bebeu demais, mas isso não importa, sua bateria foi perfeita. —Jin me sacudiu de leve, enquanto iamos em direção a área. 


    Sorri com o comentario normal de se ouvir, mas sem tirar a imagem do garoto da cabeça. Talvez seja efeito da bebida, pois fazia algumas semanas que não tomava tal coisa e os efeitos vinheram à tona. Afastei os pensamentos enquanto as pessoas formavam uma rodinha envolta de mim, e assim começou a punheta grupal entre as pessoas para me tacarem elogios e a todo momento alguns queriam apenas encostar em mim. 


    Consegui me livrar da galera toda e voltei pra casa sem pertubar meus amigos, não queria que eles me olhassem preocupado e perguntassem se eu tinha batido a cabeça em uma pedra. Tranquei a porta e subi para o meu quarto—após guardar a prancha—. Nem liguei se a bermuda molhada estava encharcando a casa por onde eu ia, nem se eu estava coberto por água salgada que fariam mal a minha pele se eu não lavasse-a. Apenas tirei o peso da pouco roula que eu usava e substitui por outras secas, sem ao menos me secar. Me deitei na cama e fitei o nada, pensando no que aconteceu a minutos atrás. E com tanto pensamento acabei dormindo. 


   

                              […]



    Quando acordei já estava de noite, falrava pouco para nove da noite e tudo estava um breu. Até no sonho aquele garoto que eu nem sabia se era um garoto me atormentou. Foi quando decidi fazer o certo e o óbvio, vesti um moletom azul, liguei a lanterna do meu celular e sai de casa, indo até as pedras na lateral da praia também escura. Lembrei de pegar algumas balinhas em formato de minhoca—mesmo ciente de que o "tritão" não seria sonso ao ponto de confudir minhocas de açúcar com minhocas de verdade—e sardinha enlatada, poderia ser um monstro. 


    Me abaixei perto da água e iluminei a mesma na tentativa falha de tentar achar algo. Taquei a primeira minhoca na água e num movimento rápido sem ao menos eu perceber a balinha sumiu, junto com o barulho suave da água que acabara de ser agitada. Tentei iluminar ou achar algo, mas nem isso eu consegui ver. Ao tacar mais uma, levantei o olhar para verificar se eu estava realmente sozinho e ao abaixar o olhar novamente eu gritei, tão alto que ecoou pela orla toda. 


—Quem é você? —analisei o rosto bonito do garoto. 


—Eu que te pergunto. Nem me conhece e está me dando comida. —o garoto fitou o pacote de minhoquinhas na minha mão. —me dá mais? Isso é bom. 

    Joguei todas as minhocas na água e observei o garoto comer uma por uma. E foi quanto ele ergueu quase toda a sua cauda que eu levei a mão até a boca para não gritar novamente. 


—Quem caralhos é você? 


—A pergunta não é "quem" e sim "o que". —o garoto de fios escuros e olhos azuis riu. —Eu sou um tritão, meu nome é Jeongguk.


—Tritões não existem desde a mitologia grega. Na verdade eles nunca existiram. —ri e quis me bater até acordar daquele sonho. 


—Está supondo que eu sou uma miragem? —ele perguntou e ao me olhar seus olhos ficaram pretos, tão pretos quanto o vantablack, da água pro vinho. 


—Seus olhos... Estão pretos. 


—Ah sim, isso é normal. —voltou sua atenção para as balinhas. —digamos que ele me alerta quando eu estiver em perigo. 


—Perigo? Que perigo? —perguntei confuso. 


—Você é o perigo, humanos são perigosos para os tritões. —uma brisa que antes era calma agora se intesificava. 


—Mas você não existe... 


—Existo sim. —ele gritou. —e você não me disse seu nome. 


—Jimin. —o vento e as ondas estavam tão fortes e altos que eu não o ouvia mais. 


—Eu tenho que ir, meu pai está me chamando. —e então ele sumiu, mergulhou sem fazer barulho algum e como num passe de mágica o vento forte sumiu, dando lugar a um silêncio barulhento e um mar de confusão me atingir. O que acabou de acontecer? 


    Pensativo e intrigado com aquilo, voltei para minha casa com aquilo tomando conta de mim, ri fraco enquanto colocava uma rouba mais quente e me deitava no colchão macio. Com os pensamentos a mil e o sub cociente sobrecarrecado, eu dormir. 


Notas Finais


Bye bye~


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