História Your Sugar Sits Untouched - Capítulo 7


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Ouat, Swan Queen
Visualizações 97
Palavras 1.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, FemmeSlash, Fluffy, Luta, Magia, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


If One Day Your Sugar Sits Untouched…
Will you have gone forever?

Capítulo 7 - If One Day Your Sugar Sits Untouched


Mas somente para elas. Para todo o resto do mundo o tempo simplesmente voara, o sol batia forte à janela daquele quarto. Elas não ouviram também as batidas fortes à porta, nada mais importava para as duas do que aquele momento, os corpos envolvidos, os corações em um reconhecimento sem igual.

A porta fora forçada pelo pé do Encantado, logo Branca e ele estavam ali e algumas outras pessoas logo atrás.

Ninguém entendeu muito bem o que aconteceu naquele momento.

A Rainha se assustou e conseguiu sumir dali em uma névoa negra, fazendo o corpo da princesa cair assustado na cama, não podia ser vista, não podia perde-la.

Era tarde de mais.

Emma estava olhando para seus pais, sem entender o que havia de fato acontecido. A caixinha havia sumido. O Cisne branco havia sumido.

A mulher, seu amor, havia sumido e tudo o que via nos olhos de seus pais, da dama de companhia que fora quem avisou que ela não abria a porta e dois guardas que lutariam com o que quer que fosse necessário para salvar a princesa, era ódio e surpresa. Choque.

Eles não esperavam que a Rainha voltasse.

Eles não esperavam ver a Pequena Princesa entrelaçada no corpo da Rainha Má, com ambas completamente nuas na cama, beijando-a apaixonadamente após recusar a companhia de tantos príncipes e cavalheiros que valiam realmente a pena.

–Eu tranquei a porta. Por que vocês fizeram isso? Por que vocês entraram assim? Porquê diabos eu não posso ter privacidade?

–Filha... – Disse Branca, meio abalada, mas menos que seu marido – Ela... O que vocês estavam fazendo?

–Eu ia contar, mamãe. Mas ela se foi. Vocês mandaram-na embora. Ela...

–O que ia nos contar, Emma? Por isso todo aquele discurso de não querer homem algum em sua vida? O que essa Bruxa fez com você?

–Não, papai... Espera! Bruxa? Ela é boa. E eu… Eu a amo! Eu... Eu quero me casar com ela!

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Emma acabara ficando em confinamento. Ela sempre tinha duas damas de companhia e quatro guardas consigo, até durante seus banhos os guardas ficavam próximos, como se pudessem evitar de a Rainha aparecer, como se eles fossem suficiente para lutar contra ela..

Ninguém se importava com a felicidade da garota, a Rainha era perigosa e implicava na destruição dos reinos e isso era tudo o que importava.

Seus olhos perderam o brilho e todas as noites tinha sonhos maravilhosos com a mulher, mas ao acordar lá estava a cruel verdade: o açúcar intocado.

Ouvira as histórias de sua mãe sobre Regina. Seria aquele seu nome? Seria ela uma Rainha? Se era, por que ela nunca mais aparecera? Afinal, era mais poderosa que todos que conhecia.

Regina ouvira o chamado da garota várias vezes, mas não pudera aparecer para ela, não queria complicar mais as coisas, não queria causar guerra e desconforto para todos, não mais. Sentia aquela necessidade de ser melhor, dessa vez.

Outro ano se passara, a festa fora ainda mais insuportável que a anterior agora que seus pais não suportavam a ideia de que Emma se apaixonara pela Rainha Má e tinha colocado em mente que só se casaria com ela.

Branca e Encantado até mesmo chamaram as princesas e outras mulheres dos outros reinos para que cortejassem Emma Swan. Ela olhou-as enojadas, sem entender como eles puderam fazer aquilo. Por mais que elas estivessem ali, sabiam que era só por estar, por ser uma ordem real.

A lourinha saiu dali, batendo o pé. Era a primeira vez que as pessoas viam uma má reação de Emma, uma desobediência, ela agindo sem os modos de uma princesa.

Todos ficaram embasbacados e seus pais correram atrás da loura, que já era uma mulher bem formada e não mais uma criança.

Emma corria escada acima, indo até seu quarto na esperança de ficar sozinha e poder chamar a Rainha, seu grande e verdadeiro amor.

Quando chegou ao andar de seu quarto arregalou os olhos com os guardas na porta, então olhou para trás e viu seus pais alcançando-a.

O ar lhe faltou por alguns segundos, desespero definia o que a princesa sentia. Suas pernas fraquejaram e ela acabou desabando no chão, caindo sentada sobre as próprias pernas e desabando no choro, completamente perdida, desorientada.

Branca ajoelhou-se ao seu lado, indo tocá-la com carinho, mas acabou tendo a mão afastada do corpo da filha com certa agressividade desconhecida até então.

–Sai! Não toque em mim! Eu odeio você. Eu odeio vocês dois. Eu odeio todos desse reino. Era isso o que vocês queriam? Minha eterna infelicidade enquanto vocês vivem seus “feliz para sempre” de novo e de novo não é? Pronto. Vocês conseguiram. Agora me deixem sozinha!

–Você nunca ficará sozinha, Emma. A Rainha Má...

–Ela não é má! Você é má, ele é mal! E a partir de agora, eu sou má!

Seus olhos, verdes, que outrora foram lindamente calmos e brilhantes, tomaram um tom azul acinzentado e sua mão fez a forma de concha, mirando nos guardas onde uma bola de fogo mágico fora lançada para eles que se assustaram e saíram dali.

–Emma! Você não é assim.

Disse o Príncipe, assustado e levemente nervoso com a situação, mas muito bem controlado. Emma levantou-se e assentiu, indo em direção à porta de seu quarto com passos pesados e raivosos, logo respondeu, parecia um dragão irado, cuspindo fogo, cuspindo raiva.

–Vocês tem razão. Eu não sou. Vocês me deixaram assim.

O estrondo da porta se fechando pôde ser ouvido por todo o castelo. Branca e Encantado se olharam e desceram correndo, precisavam de Rumplestiltskin para prender a menina lá, para evitar que ela se juntasse à Rainha.

Não demoraram a alcançar o Senhor das Trevas em sua prisão mágica sob o castelo.

–Estou tão honrado com a visita real hahaha.

–Você sabe por que viemos, não sabe?

–Calma, Encantado, que tal conversar sobre esses maravilhosos últimos anos?

–Se você aprisioná-la em seu quarto, se ela não tiver como deixar aquele lugar e a Regina não puder entrar lá nós o soltamos.

–Oh! Essa foi fácil, queridinha! Foi muito, muito fácil.

–Temos um acordo ou não?

–Hm, não estou falando com você, Encantado. Estou falando com ela.

–O que você quer, Rumple?

–Vocês nunca poderão me prender novamente se eu fizer com que a pequena princesa não possa deixar seus aposentos ou Regina entrar neles. Temos um acordo, queridinha?

–Temos um acordo.


Notas Finais


Para curtas, poemas de autoria própria, spoilers e informações sobre próximos capítulos e demais histórias: https://www.facebook.com/sapphofanfics/


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