História Your Sweet Side - Imagine Suga - Capítulo 47


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Heterossexualidade, Min Yoongi, Romance, Suga, Yoongi
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Palavras 968
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Amanhã posto mais <3

Capítulo 47 - Assumindo.


Volto para a mesa, avistando s/n irritada, com Yasmin acalmando-a ao seu lado.

- Calma, garota, não foi nada.

- Ela se declarou, não foi?

- Sim – Abro um sorriso irônico, rindo internamente da reação de s/n.

- Sabia!

- E eu aceitei e nós estamos namorando agora.

Ela imediatamente abre uma expressão surpresa, e depois confusa e triste.

- Brincadeira – Sorrio – Pare de ficar com ciúmes, eu nem sei o nome dela.

S/n suspira de alívio, e depois nota o quão estúpida estava sendo.

- Desculpe, vou parar – Ela abre um sorriso arrependido.

Termino de comer o meu lanche, e quando o sinal toca, nós juntamos nossas coisas e voltamos para a sala.

* *

YOONGI *OFF*

S/N *ON*

Fui para a casa de Yasmin ao invés de voltar para casa como sempre, deixando Yoongi sozinho. Ele foi compreensível, apesar de eu sentir pena.

Fomos direto para a sua cozinha, onde estava nos esperando uma refeição deliciosa feita pela ótima cozinheira que era a mãe de Yasmin.

Não é como se nós tivéssemos algum trabalho para fazer. Eu geralmente ia para a casa de Yasmin para fazer um monte de nada.

- A comida está deliciosa, Cat – Digo para a mãe dela, que assente como um agradecimento já que sua boca estava ocupada degustando da própria comida.

Após comermos, vamos para o banheiro de Yasmin, onde eu já tinha minha própria escova de dente.

- Então, Min... – Começo uma conversa após terminar a escovação – Quando você vai sair do armário para os seus pais?

Ela imediatamente cospe toda a pasta de dente na pia, surpresa.

-... Hoje – Era a minha vez de surpreender-me. Aquela resposta não me pareceu de última hora. Pelo contrário, parecia ter sido planejada fazia um tempo – Por isso eu te convidei para vir para cá. Quero que esteja comigo.

Fico calada, surpresa. Logo, assinto confiante de defendê-la caso algo acontecesse.

*

Olho Catharina assistindo algo na TV pela porta entreaberta do quarto de Yasmin, que estava se preparando psicologicamente. Eu não fazia ideia de como era se assumir para os próprios pais, mas sabia que era difícil.

Eu reconhecia que Yasmin estava se preparando para isso desde ano passado, quando eu a aceitei do jeito que ela é.

Espero algum sinal de Min para que eu pudesse abrir a porta. Logo, ela assente, ainda um pouco sem confiança.

- Vai dar tudo certo – Sussurro, antes de abrir a porta.

Caminhamos casualmente até o sofá onde a sua mãe estava sentada. Ela nota nossa presença, mas continua prestando atenção no que aparentava ser uma novela.

- O que foi, meninas? – Catharina indaga, sorrindo gentilmente.

- Oi, mãe... – Yasmin começa falando, fitando o nada como se estivesse relembrando um roteiro inteiro – Eu queria te fazer uma pergunta.

Logo, a sua mãe percebe que era algo mais sério, e faz questão de prestar atenção em sua filha.

- Sim, flor?

- O que você acha dessa coisa de homossexualidade e tal? – Yasmin indaga diretamente, ainda que parecesse tensa.

Catharina ergue as sobrancelhas, surpresa com a pergunta.

- Acho estranho e meio que frescura, mas respeito – Era essa a típica resposta de pessoas adultas e com mente fechada que nós duas esperávamos ouvir – Por quê? – Ela indaga, sem suspeitar de nada.

- Ah... E se você visse um casal gay na rua, o que você faria? – Yasmin ignora a pergunta da mãe, focando em suas próprias, ainda tomando cuidado para que ela não desconfiasse antes da hora.

- Hm... Acho que iria me afastar, provavelmente – Comecei a ficar tão tensa quanto Min – Mas responda-me, para quê essas perguntas?

- Mãe, hipoteticamente falando, e se eu fosse assim? – Noto que ela belisca as próprias coxas de nervosismo. Imediatamente, Catharina fica pasma e levanta-se do sofá.

- O QUÊ?! VOCÊ?! – Ela estava prestes a xingar.

- H-Hipoteticamen-

- Eu te deixaria de castigo e te procuraria um médico – Catharina tenta se acalmar, mas volta a ficar nervosa.

- Pare com isso! – Era a minha vez de levantar, com raiva – O que tem demais se ela for bissexual?!

- BISSEXUAL? MAS QUE PORRA É ESSA?!

- S-S/n... – Yasmin começa a lacrimejar, incapaz de se defender.

- Se você para de amar a sua própria filha pela sua orientação sexual, então você não deve se chamar de mãe – Esboço uma expressão séria, onde por trás eu estava fervendo.

- A culpa é dela por escolher ser assim! – Cat exclama, apontando para a filha como a condenando – O que foi que eu fiz de errado, Meu Deus?!

- Sua... Sua homofóbica escrota! – Solto essas palavras impulsivamente – Ela não escolheu ser assim, e ela não está errada! A única errada aqui é você por ser tão repugnante...

- Você me chamou de quê? Vou ligar para a sua mãe agora... – Ela ameaça pegar o celular, mas eu não ligo.

- Pode chamar. Pelo menos ela não é tão terrível quanto você – À esse ponto, Yasmin estava chocada e triste, e eu não sabia como confortá-la naquele momento – Você... – Começo a sentir o choro vindo, e tento segurá-lo – Você deveria amar a sua filha do jeito que ela é... – Inevitavelmente, as lágrimas começam a escorrer.

- S/n... – Catharina fica espantada, reduzindo sua expressão de raiva e substituindo-a para uma mais triste – N-Não é isso! Mas é inaceitável que a minha Yasmin seja tão... Problemática...

- Não me chame de sua... – Yasmin levanta a sua voz fraca repentinamente, surpreendendo nós duas – Fale para o papai que eu vou ficar na casa da s/n, e não sei quando vou voltar – Yasmin semicerra os olhos, levantando-se e sinalizando-me para sairmos.

Tudo deu errado. E agora eu não sabia como confortar Yasmin, mas faria o possível para deixá-la feliz.

Saímos pela porta que estava destrancada, e deixamos a casa dela, e uma expressão incrédula no rosto de Catharina.


Notas Finais




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