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História You're Are All That I Need - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Eu demorei mas eu tô aqui gente :') surgiram alguns problemas aí mas eu finalmente voltei. Fiz o cap com carinho e com todo meu esforço, deve ter alguns erros mas pretendo mandar pra betagem em breve.

Clima de chuva e frio na história pq aqui tá do mesmo jeito (rsrs) então aproveitem bastante pq não sei quando sai o próximo.

Boa leitura!!! — 💜💜

Capítulo 2 - 1. Cafeteria


Foi naquela tarde de domingo que Jeon saiu para apreciar um pouco mais da cidade em que mora. Seul era linda, e não há ninguém que poderia tirar tais pensamentos do moreno paraplégico.

Era bom poder sentir aquela brisa fresquinha que bagunçava cada fio de seus cabelos escuros feito carvão deixando-os totalmente desarrumados. As árvores balançavam em total sintonia, enquanto as pessoas que se abrigavam embaixo delas aproveitavam um pouco mais das sombras que as plantas formavam. 

Jeon se pegou sorrindo.

Passando pela ponte que interligava os dois lados do enorme Rio Han, o moreno parou para observar a imensidão daquele ponto turístico muito bem reconhecido por todos. As águas se moviam criando pequenas ondas, barulhos calmos e relaxantes, ao que se colidia com o chão sólido. Os turistas que ali estavam pararam por um momento, apenas para observar a beleza natural daquele lugar.

Seu trajeto até a nova cafeteria em que ouviu falar era relativamente grande, e ao que atravessava a construção Jeongguk não deixou de notar que a instalaram equipamentos de monitoramento para evitar o suicídio. O moreno não conseguiu evitar que memórias antigas suas viessem em sua mente. Cenas de quando tentou pular da ponte, mas, fora interrompido por uma mulher que por pura conhecidencia — ou não — era psicóloga.

Após o ocorrido sua família decidiu pagar para si consultas com tal psicologa, mesmo que ele não tivesse mesmo um problema mais grave.

Desde que perdeu o movimento de suas pernas, sua vida de alguma forma perdeu o sentido. Seus pais o abandonaram, seus amigos que diziam o amar tanto sumiram sem mais nem menos, além de que o mesmo passou a ser tratado com indiferença, como se fosse um erro para a humanidade. Sua paraplegia é quase vista como algo sobrenatural e impossível de acontecer, as pessoas parecem não se importar em olhar para ele no momento e ao menos disfarçarem um pouco a cara de nojo,pena ou preconceito.

Não se deixou abalar pelas lembranças antigas e continuo seu percurso até a mais nova cafeteria da cidade. A alguns dias atrás um de seus amigos havia comentando sobre a cafeteria e o quão bom e delicioso as coisas de lá eram. O moreno então não perdeu tempo, e assim que se livrou de provas e atividades da faculdade não tardou a querer ir no local.

Ao chegar em frente parou um pouco para gravar em sua memória a fachada do estabelecimento. Era simples, mas típico de uma verdadeira cafeteria, com a decoração simples e aconchegante. Pela vitrine era possível ver um pouco de lá de dentro, e assim como a decoração simples do lado de fora o lado de dentro acompanhava.

Entrou dentro e logo tratou de escolher uma mesa para ficar. Optou por uma que ficava afastada das demais, até porquê o moreno não gosta de chamar a atenção, mesmo que a cafeteria estivesse vazia.

Pegou o cardápio sob a mesa e o leu atentamente, prestando atenção em cada guloseima que o cardápio mostrava. Quando finalmente decidiu qual escolher chamou um dos atendentes.

— Boa tarde, o que deseja? — Pergunta.

— Um chá gelado e um bolo de morango por favor, para comer agora.

— Anotado — Sorri. O moreno por outro lado apenas deu um pequeno sorriso e observou o mesmo partir para trás do balcão.

Pegou seu celular que até então estava em sua calça jeans e o ligou para ver as últimas mensagens que havia recebido. Essas que eram dos seus amigos. Respondeu todos e por fim depositou o sob a mesa enquanto seu olhar vagava por todo o lugar novamente. Algo que não havia notado na hora que chegou era os quadros que haviam espalhados, eram de formato pequeno e não passavam de desenhos de bolos, doces, bebidas entre outros. Mas Jungkook não deixou de se interessar pelas pinturas, afinal, é amante de artes, tanto que algumas das obras que tem em sua casa foram feitas por si próprio.

Os quadros eram realmente bonitos, os tons usados eram claros e o moreno deduziu que eles fossem feitos especialmente para a cafeteria. Sorriu.

Depositado em seu colo estava um livro que a minutos atrás estava na biblioteca da cidade. o Jeon não escondia de ninguém que uma das maiores paixões suas são livros de qualquer gênero. Abriu na primeira página e começou a ler o conteúdo.

Não muito longe dali um certo moreno de cabelos bagunçados saia da empresa de onde trabalha para finalmente poder  descansar do dia cansativo que tivera. Ao entrar dentro do carro se lembrou de que Baekhyun e Chanyeol haviam o chamado para irem a nova cafeteria que ambos abriram juntos. Então rapidamente mudou de destino.

Durante o caminho cantou algumas das músicas na qual passavam no rádio do carro. Sua voz grossa e rouca ecoava por todo o veículo e caso houvesse uma pessoa ali ela provavelmente estaria hipnotizada pela voz do homen. Não é atoa que Kim Taehyung além de lindo, compõe e modela muito bem.

Estacionou seu carro em frente à cafeteria dos amigos, e antes de sair checou para ter certeza de que estava disfarçado o bastante para que os ARMYs não o reconhecece. Ao sair de dentro de seu carro o vento frio fora o primeiro a aparecer para bagunçar mais ainda seus fios desalinhados. Mas isso não foi impedimento para que ficasse feio, afinal, não havia algo que realmente ficasse feio no Kim.

Observou a fachada do lugar e não tardou a entrar ali dentro. Sorriu retangular deixando a mostra seus dentes meio esbotados ao ver a decoração interna do lugar. Saiu exatamente da forma que eles esperavam. A decoração totalmente simples porém chamativa e bem organizada, cores pastéis e objetos decorativos espalhados por prateleiras e outras coisas.

A cafeteria até então não estava muito cheia, até porque estavam apenas começando.

— Tae! — Baek fala ao ver o amigo parado ali.

— Oi Baek — Sorri novamente.

— Eaí, gostou? — Pergunta se referindo a sua cafeteria.

— Ficou perfeito. Tenho certeza de que logo logo muita gente vai vir aqui.

— Obrigado — Sorri.

— E onde tá o Chany?

— Provavelmente deve estar na cozinha — Fala ao que observava uma pessoa entrar dentro do estabelecimento e ir rumo ao balcão — Bem, o dever me chama. Fique a vontade.

— Pode deixar — Ao ver o amigo ir em passos rápidos para atrás do balcão, Taehyung caminha até uma das mesas dali. Optou por uma que ficava mais afastada da entrada, para evitar que fosse reconhecido.

Pegou seu celular e abriu no aplicativo de mensagens, vendo que haviam mensagens apenas de amigos de trabalho e da "babá" de seu cachorro Yeontan. Sorriu ao abrir o chat e ver que a mulher havia enviado para si uma foto de seu animal dormindo no sofá de seu apartamento. Yeontan apesar de pequeno conseguia ser como uma criança. Quando queria, conseguia se tornar um verdadeiro furacão, mordendo, rasgando, subindo e pegando em qualquer coisa que havia pela pela frente. Era quase impossível fazê-lo parar.

Desligou seu celular e varreu seu olhar pelo lugar novamente, para depois olhar o cardápio e fazer seu pedido. Porém, o que chamou sua atenção fora uma risada baixa, perto de si. Olhou para todos os lados vendo que do outro lado da cafeteria um garoto lia um livro enquanto tinha um pequeno sorriso nos lábios.

Seus fios de cabelos pretos feito carvão estavam desalinhados graças a ventania lá fora. Sua pele era leitosa livre de qualquer pelinho ou imperfeições, enquanto seus lábios eram vermelhos, inchados e atrativos. Naquele momento aquilo não passou de uma miragem para Taehyung, mas ao piscar seus olhos novamente viu que era mesmo uma pessoa ali. Não era sua mente brincando consigo.

Ao perceber que olhava para o garoto feito um bobo, se arrumou sobre a cadeira e passou ambas suas mãos pelo rosto, em uma tentativa falha de fingir que nada havia acontecido. Mas a verdade era que estava hipnotizado pela beleza daquele garoto.

— Não vai pedir nada Tae? — Chanyeol pergunta ao se aproximar do amigo e ver que esse nem se quer havia tocado no cardápio ainda. Taehyung se assusta e sobressalta sobre a cadeira macia.

— A-a-ah, então eu... tava conversando com a Soomi, sobre o Yeontan.

— Entendi. Em falar nele nunca mais vi aquele pestinha.

— Qualquer dia desses pode ir lá em casa. Você e o Baek.

— Combinado. Mas eaí, não sabe o que vai escolher ainda né?

— Traga 'pra min o melhor que vocês tiverem, Park — Desafia o amigo.

— Pode deixar Sr. Kim Taehyung — Sorri.

E novamente Taehyung deixou com que seus olhos fosse de encontro ao outro, e foi naquele momento que o Kim percebeu que o mesmo era paraplégico.

— Oh... — Murmura para si mesmo, sem desviar o olhar do garoto.

Não que realmente houvesse algum problema em o mesmo ser paraplégico e ter de usar cadeiras de rodas. Por outro lado. Taehyung nunca foi de ter preconceito por ninguém, seja essa pessoa, surda, muda, cega, paraplégica ou qualquer outra coisa.

Jeongguk que até então tinha a atenção voltada ao livro que lia, sentiu o olhar de alguem queimar sobre si. Varreu seu olhar pelos quatro cantos da cafeteira e conseguiu encontrar do outro lado um homen que olhava para si com maior atenção. Ao perceber que o Jeon retribuia seu olhar, tratou de desviar o mesmo para qualquer outro canto que não fosse aquele.

Jeongguk suspirou. Estava cada vez mais difícil frequentar locais públicos.

— Aqui es–

— Tem como embalar para que eu possa levar? Tive um contratempo e terei que voltar logo 'pra casa.

— Claro. Só um minuto.

Enquanto o cadeirante esperava por seu pedido, não deixou de reparar que o homen que antes lê encarava mechia em seu aparelho telefone. Porém, não o impediu para que algumas vezes desviasse seu olhar do aparelho para encontrar as orbes escuras do Jeon lê observando. Jungkook sentiu seus olhos arderem ao ver o homen olhar para sua cadeira de rodas e depois desviar o olhar. Por que as pessoas tinham que ser assim?

Não queria se sentir vulnerável. Não queria derramar suas lágrimas por causa desse tipo de pessoa. Mas era mais forte que si, era quase um desafio se conter.

— Aqui est– 'ta tudo bem? — Pergunta ao ver o cliente com os olhos meio avermelhados, sendo acompanhado pelo nariz e as bochechas coradas.

— S-sim — Fala ao que pegava a quantia de dinheiro correspondente ao que valia seus pedidos — Aqui — Entrega as notas de loiro.

— Obrigado, volte sempre — Sorri. Jungkook apenas concorda com a cabeça e trata de logo pegar a sacola personalizada com a logo da cafeteria em mãos, e seguir caminho a sua casa.

Durante o caminho fora surpreendido por pequenas gotículas de chuva, que aos poucos se tornavam grossas, assim como as lágrimas do moreno que ao chegar em casa foi para seu quarto apenas para desabar no travesseiro macio da cama.

Doía. A dor era profunda como se realmente houvesse facas e objetos pontudos capaz de deixar em si marcas que em breve virariam cicatrizes. Porquê tinha que ser assim? Porque as pessoas não conseguiam enchergar em si um garoto normal enves de uma aberração?

— Kook? — Era dona Yang Mi. A avó de Jeongguk que abrigou o neto em casa quando os pais tiveram a coragem de o abandonar e sumir no mundo.

Ao ver a situação em que o neto se encontrava a idosa caminha até a cama box de casal e se senta ao lado do moreno. Seu travesseiro estava encharcado pelas lágrimas salgadas que insistiam em cair.

— Porque vovó? Porque as pessoas têm tanto preconceito assim? — Yang Mi não disse nada. Envolveu seus braços em volta do corpo do mais novo e o abraçou forte, dando o apoio carinho e amor que sempre dera ao outro.

Deixou com que o mesmo chorasse e soluçase em seu ombro, até adormecer com as marcas das lágrimas sob as bochechas. Enquanto seu nariz  estava vermelhinho feito um pequeno moranguinho.

Arrumou o menor na cama de uma forma que o garoto ficasse confortável. Estava frio então pegou uma coberta quente e tratou de embrulhar o neto, para por último deixar um beijo sobre sua testa.



Já era de manhã e Jeongguk se arrumava para mais um dia na faculdade.

No dia anterior depois de voltar da cafeteria chorou horrores. E ao acordar já era de noite, sua cabeça latejava de dor e sua avó trouxe no quarto um remédio para dor de cabeça e sopa. Não saiu do quarto pelo resto da noite. Adormeceu pensando no homen que aparentemente tinha preconceito de si, o homen da cafeteria.

Tomou um banho rápido e com um pouco de esforço e tempo, vestiu sua roupa. Ao decorrer dos anos, o de orbes escuras aprendeu a executar atividades cotidianais sozinho, algumas das vezes é acompanhado pela tia ou avó, que morrem de medo do mesmo sofrer um acidente enquanto completa qualquer uma dessas atividades.

— Bom dia família — Jungkook cumprimenta sorridente ao chegar na cozinha.

— Pra quem tava chorando o dilúvio enteiro ontem você tá bem ein primo?

— Jisoo! — Sora, a mãe de Jisoo e Jisung reclama.

Jungkook não respondeu nada referente a pergunta da prima. Havia tomado uma decisão, bastava saber se iria mesmo consegui cumprir com todas essas decisões tomadas na noite anterior.

— Fiz torta de frutas vermelhas. Seu favorito — Yang Mi diz e o moreno sorri.

— Obrigado.

Todos tomaram o café da manhã juntos.  Jisung e Jisoo sentados lado a lado, Yang Mi e Daehyung sentados cada um em uma ponta da mesa, e Jungkook e sua tia nas cadeiras em frente aos primos.

Quando o moreno terminou de comer, pegou sua mochila e foi em direção ao campus da Universidade, que ficava a alguns metros dali. Na metade do caminho, enquanto passava por uma rua que já naquela hora estava um pouco mais movimentada, encontrou um de seus melhores amigos. Esse que carregava um livro entre os braços apertando-os contra o peito coberto pelo moletom bege com detalhes em vermelho e azul.

— Oi Minnie.

— Oi Kook — Cumprimenta o amigo e juntos começam a caminhar em direção a universidade.

— Foi na cafeteria que te falei? — Pergunta o outro.

— Fui sim. E bem que você tinha razão, o bolo de lá é ótimo! — Sorri ao se lembrar do dia anterior. Mas as poucos esse sorriso foi sumindo, dando espaço para uma feição séria e um Jungkook concentrado em seus pensamentos.

— Kook? — Passa uma de suas mãos sob o rosto do amigo, as balançando freneticamente para chamar a sua atenção — O que aconteceu cara? Do nada você parou.

— N-não foi nada — Respira fundo antes de prestar atenção na pergunta do amigo, novamente.

— Certeza?

— Absoluta. Agora vamos, tenho certeza que a diretora Sooyoung não vai querer que a gente chegue atrasado.

— Então é melhor apressar os passos... ou a velocidade — O amigo brinca, vendo Jeongguk sorrir pequeno. Sabia que aquele tipo de brincadeira vinda de si não encomodaria o cadeirante.

Quando chegaram no campus foram muito bem recebidos por outros de seus amigos, esses que cursam áreas diferentes, mas quando podiam estavam sempre juntos e grudados.

Taemin e Jimin cursavam nutrição. Enquanto Youngjae e Yugyeom cursavam gastronomia e arquitetura junto a Jeongguk.

Quando tiveram de ir para suas respectivas salas Jungkook fora um dos primeiros a aparecer na sua, acompanhado de Yugyeom. Se sentando na primeira carteira da fileira que ficava ao lado de uma enorme janela, assim poderia aproveitar para ver um pouco do belo jardim que o campus tinha, sem que a professora vesse, é claro.

— Bom dia alunos — Cumprimenta a professora ao entrar na sala de aula acompanhado de alguns outros alunos  — Coloquem seus matériais sobre a mesa e vamos começar a nossa aula.



Quando a aula — finalmente — havia terminado Jungkook e Jimin se despediram dos amigos para depois seguirem juntos rumo a suas casas. O loiro fora o primeiro a chegar em sua residência e Jungkook continuou seu trajeto pela rua movimentada. Enquanto passava em frentea cafeteria que fora frequentada por si no dia anterior, acabou desviando seu olhar do chão para dentro do estabelecimento, que agora já estava um pouco mais cheio do que anteriormente. Mas, por pura conhecidencia  — ou não — seu olhar caiu para o homen de pele dourada que ontem também frequentava o local. Por alguns minutos se pegou observando o mesmo, ele era realmente alguém muito bonito.

Mas, talvez o universo ou seja lá o que, não gosta de si. E por esse motivo, o homem acabou olhando para si também. Quem visse, acharia a cena um verdadeiro clichê, mas naquele momento nada importava enquanto seus olhares estavam conectados. Mesmo de longe, Jungkook deduziu que o mesmo abrigava em seus olhos toda a galáxia e todas as estrelas existentes e por esse motivo seus olhos brilhavam feito dois vagalumes enquanto olhava para o moreno.

Jungkook desviou o olhar. Seja lá o que aconteceu naquele momento, teria de fingir que nunca havia conhecido o homen, afinal, não queria ser próximo de alguem com preconceito, mesmo que o mesmo provavelmente queira distância de si mesmo.

Voltou a seguir seu caminho.

Durante o trajeto se pegou pensando no mesmo. Não sabia se estava tirando conclusões precipitadas ao pensar que ele poderia ter preconceito ou qualquer outra coisa do tipo. Mas, o fato do mesmo olhar diretamente para as cadeiras de rodas de Jeongguk e depois para seus olhos, fez com que o moreno entendesse tudo sem precisar de uma única palavra. Mesmo que isso não significasse muito, para ele já era algo.

Taehyung por outro lado continuava petrificado no mesmo lugar. Com o olhar fixo na vitrine onde minutos atrás Jeongguk estava do outro lado dela. Não sabia como reagir. Seu corpo estava em um misto de sentimentos e completamente arrepiado. Sobressaltou graças ao susto quando sentiu uma mão em seu ombro. Sua mente e seu corpo voltaram para o mundo real naquele momento e imediatamente se virou na direção em que o dono da mão estava.

— Tudo bem Tae? Você tá estranho... — Baek fala.

— T-t-tudo bem sim. Eu... só me lembrei que tenho de levar Yeontan ao Pet Shop hoje.

— Bem, se você diz... — Sai do campo de visão do outro.

Taehyung apenas voltou a se sentar em sua cadeira mais afastada das demais e tratou de preencher sua mente com qualquer outra coisa.



Notas Finais


tô com vergonha de dizer que fui eu que escrevi issoKKKKKK.

Me sigam lá no Twitter (@Luslattiantk)  usem a #YatinTK e comentem sobre.

Essa é a pasta da fanfic no pinterest: https://pin.it/4gETT9r

Deixei disponível fotos que na minha imaginação é a Cafeteira do casal Chanbaek :)

Obrigado por ler e não desistam de min!


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