História Linked - Imagine Jisung - Stray Kids - Capítulo 6


Escrita por: e staychxs

Postado
Categorias Stray Kids
Personagens Han Ji-sung, Personagens Originais
Tags Jisung, Stray Kids, Você
Visualizações 296
Palavras 3.254
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Five - A End


Dói muito termos de ficar longe de alguém que queremos bem perto. É um vazio que cresce no coração e só o amor alimenta e é capaz de trazer paz ao coração que vai morrendo de saudade.

Não há um segundo em que não pense em você, não há um momento em que não espere seu regresso. Preciso do sabor do seu beijo e do calor do seu abraço. Nada do que atualmente nos afasta consegue apagar de mim este desejo de ter você aqui.

 

SETE ANOS DEPOIS, COREIA DO SUL, DAEGU.

 

00/00/00... Hoje era meu aniversario de 22 anos, lembro como se fosse ontem que tive meu aniversario de 18 e a festa de debutante, essa foi a ultima vez que eu falei com Jisung, nós nunca nos falávamos diariamente, raramente conversávamos, ele era um menino ocupado, assim como eu, no dia da minha festa ele havia me ligado exatamente as 00:00 e me dado os parabéns, conversamos uns dois minutos e depois ele teve que desligar.

Depois daquele dia nunca tive noticias dele, eu tinha o contato da mãe dele, mas ela raramente falava comigo também, minha mãe dizia para mim que ele estava bem e que não havia me esquecido, eu acreditava nisso, afinal a ultima vez que conversamos ele disse “até hoje você não sai da minha cabeça”.

Ah, aquela frase, me perseguiu por longos anos, ele nem ao menos disse quando voltava da Malásia, apenas disse que logo iriamos nos ver –já se passou quatro anos e ate agora nunca ao menos ouvi sua voz–

Às vezes me pego lendo as cartas que o mesmo escrevia para mim, me trás uma felicidade, e ao mesmo tempo fico triste por me lembrar dos nossos momentos juntos.

 

. . .

 

Esse ano eu me formava em administração, depois de longos quatro anos cursando finalmente vou ter meu diploma em mãos.

Não só cursei administração por meus pais, como por mim também, um dos meus sonhos é levar em frente à empresa que meus pais construíram, e foi através dela que hoje tenho tudo que quero.

Para minha sorte, tive JeongIn, cursando o mesma coisa que eu nesses quatro anos, por mais que ele não estivesse na mesma sala que eu e fosse ficar um a mais.

Chan e Sana faziam faculdade de medicina juntos, ambos tinham o sonho de serem médicos, eles ficariam dois anos a mais que eu na faculdade, mas para falar a verdade, esses dois anos passam voando.

Pelo o que eu fiquei sabendo pela senhora Han. Jisung fazia faculdade de advocacia e faltava apenas um ano para o mesmo acabar.

Fiquei ate um pouco impressionada, nunca pensei que Jisung iria querer ser advogado algum dia.

Arrependo-me muito de não ter notado Jisung antes, talvez tivéssemos passado mais tempo juntos, com mais coisas para conhecer um do outro, eu nem se quer perguntei o que o mesmo sonhava em ser, ou seus planos para o futuro.

Jisung era um menino cativante, com certeza um espelho de pessoa, mas ele se foi, e antes mesmo de eu expressar meus sentimentos de forma correta.

Talvez ele tivesse uma namorada, ou estaria amando alguém como um dia disse que me amou senhora Han disse-me uma vez que Jisung nunca foi bom com meninas, e que ate hoje não é.

Fiquei um pouco aliviada, mas ao mesmo tempo triste por ele, tadinho.

 

. . .

 

Já era uma da tarde, eu aproveitava meu aniversario em minha casa fazendo maratona de series enquanto me entupia de comida.

Amigos de Seul e aqui mesmo de Daegu me mandavam mensagens de aniversario, agradecia a cada um deles e voltava a atenção para a televisão.

Somi, minha colega de quarto havia saído há pouco tempo, o que me deixou aliviada, teria o dormitório para mim.

Nós fizemos um acordo, no final de semana eu iria deixar o dormitório so para ela, e no dia do meu aniversario –que era hoje – ela iria o deixar só para mim.

O tempo passava rápido, com tudo o que eu gostava, filmes e comida.

Por sorte hoje era feriado e não tinha aula, muito menos coreanos fazendo barulho por toda a faculdade.

Estava estranhando o fato de minha mãe ainda não ter me ligado, ela era uma das primeiras a me ligar, mas dessa vez, ela estava demorando.

 

. . .

 

Já se passava das cinco da tarde, eu aguardava ansiosa por uma mensagem ou uma ligação de minha mãe.

Depois de tanto tempo ansiando por ver a foto de minha mãe na frente da tela do celular e logo após ouvir sua voz, finalmente minha mãe me liga.

Pego o celular em um piscar de olhos e o atendo...

 

LIGAÇÃO:

 

-alô? – chamei – mamãe? É a senhora?

- alô? – a mesma responde, pude ouvir um riso do outro lado da linha e ri junto. – S.N, minha filha, parabéns meu amor.

- obrigada mamãe, não estaria nesse mundo se não fosse pela senhora, obrigada mesmo – rimos. – a senhora estava me deixando preocupada, porque não ligou antes?

- estava preparando sua surpresa minha filha, eu e seu pai vamos te dar um grande presente – ri, ouvi minha mãe falando com outra pessoa do outro lado da linha e apenas ignorei, era a voz de uma mulher.

- e qual seria a surpresa? – perguntei ansiosa.

- você vai saber assim que voltar para Seul – ela diz e ouço seu riso abafado. – agora tenho que desligar S.N, sua surpresa não esta pronta ainda, eu te amo filha, fica bem tá?

- certo mamãe, eu te amo, diga ao papai que eu vou trabalhar duro na reta final da faculdade – disse assim por fim fazendo com que minha mãe desligasse.

 

LIGAÇÃO OFF

 

Passei o resto da tarde respondendo mensagens e relaxando, amanhã já teria aula e eu não queria ir cansada pra lá.

 

. . .

 

Ouço a porta se abrindo e abro os olhos lentamente vendo Somi entrar por ela, a mesma olhava para mim com um sorriso no rosto.

- te acordei? – ela pergunta. Assinto com a cabeça.

- que horas são? – pergunto pegando o celular e vejo que era onze e meia da noite. – ainda não deu meia noite, é meu aniversario. – disse virando para o outro lado e voltando a dormir.

 

__DIA SEGUINTE__

 

Eu corria contra o tempo para chegar à sala de aula no momento certo, eu sabia que não devia ter dormido muito tarde, sabia.

- hey Noona – ouvi o grito de JeongIn e parei no mesmo lugar o vendo correr ate mim. – parabéns Noona – ele diz me abraçando e me tirando do chão.

- obrigada meu amorzinho – digo o abraçando de volta. Vi que o sinal havia batido e arregalei os olhos – tenho que correr, TCHAU – corri e gritei a distancia.

Assim que cheguei a minha sala vi que todos já estavam lá, o professor olhou para mim e apenas deu permissão para que eu me sentasse, assim prosseguindo sua aula.

 

. . .

 

O professor dizia sobre nossa formatura que seria daqui a algum tempo.

Ele dizia sobre a nossa festa, sobre os custos e tudo mais.

Eu ouvia tudo atentamente, para não perder nenhum detalhe.

As meninas diziam como iria ser seus vestidos enquanto os meninos diziam apenas nas bebidas e etc.

Eu so pensava em como meus pais ficariam felizes comigo.

Poderei administrar a empresa da minha família, e talvez um dia, criar meus filhos, para administrar minha empresa.

 

__MESES DEPOIS__

 

Hoje era minha formatura, depois de meses terei minha mãe e meu pai ao meu lado de novo, vi eles pela ultima vez nas férias do ano passado, e tê-los-ei na minha frente novamente.

Eu me encontrava radiante, meu vestido, minha maquiagem cabelo, tudo estava uma obra-prima de Somi, sem contar que a menina estava muito linda também, por ordem dos meus pais, tive que mandar fazer meu vestido, eles arqueariam com todo o custo.

Ainda era quatro da tarde, a festa seria as 6:00 e acabaria as 12:00, meus pais iriam chegar aqui, la pelas cinco da tarde, mas prometeram que iriam chegar antes das seis.

Recebi uma ligação de meu pai e atendi na hora.

 

LIGAÇÃO ON:

 

- S.N, minha querida? – disse meu pai.

- sim, pai, sou eu.

- eu e sua mãe estamos em frente a estação do metro, acabamos de chegar, vamos passar em um restaurante primeiro e te encontramos no salão, esta tudo bem?

- tudo sim papai, fico feliz que vocês tenham vindo – ri – eu amo vocês – disse assim desligando o celular.

 

LIGAÇÃO OFF

 

- eram seus pais? – perguntou Somi.

- sim – respondi – tem certeza que estou bonita? – disse pela milésima vez aquela tarde e Somi revirou os olhos.

- já disse mil vezes que sim S.N, para de ser tão insegura, vem vamos tirar uma foto – disse me puxando para perto – tiramos diversas fotos e depois pedi para que a mesma tirasse uma só minha e assim ela fez.

As meninas da nossa sala bateram na porta para nos chamar e assim saímos de lá pegando o taxi e indo para o salão ao chegar lá, vi meus pais e corri para abraça-los.

- S.N – disse ambos.

- pai, mãe – disse chorando, meu pai levanta minha cabeça e limpa minhas lagrimas com todo o cuidado para que não estragasse a maquiagem.

- minha filha está tão linda – disse papai sorrindo para mim – voce esta ficando cada dia mais parecida com sua mãe, sabia?

- sim – respondi.

- como foi todos esses anos estudando em? – perguntou minha mãe andando comigo e com meu pai ate nossa mesa reservada.

- foi ótimo, aprendi coisas bem legais, e acho que estou pronta para administrar as empresas de vocês – sorri.

- sobre isso S.N – disse meu pai – seu presente – ele olhou para minha mãe.

- fala logo, esta me deixando nervosa – ela disse rindo.

-assim que você voltar para Seul, você vai se tornar vice-presidente da empresa, sendo assim meu braço direito, sua mãe ainda vai continuar a me ajudar como secretaria.

- serio? – sorri – isso é demais!

- calma, ainda não terminamos – ele riu – nós compramos uma casa pra você, que fica ao condomínio _____, oito quadras depois da empresa, não é tão longe nem tão perto, mas da para você ir e voltar do trabalho sem se preocupar.

- eu já disse que amo vocês? – perguntei – porque eu amo – dei um abraço em ambos.

 

. . .

 

Depois de ter pegado meu diploma, curti mais um pouco na festa e assim que deu meia noite me despedi dos meus amigos que havia feito lá.

Despedi-me também de Chan e Sana, principalmente de JeongIn, coitadinho, ficaria aqui mais um ano sem sua Noona.

Deu um aperto no coração ter que deixar essa faculdade, passei poucas e boas aqui, foram cada emoções.

Mas agradeço por tudo que consegui desde esses quatro anos, fico feliz com tudo, realmente com tudo mesmo.

 

. . .

 

DOIS DIAS DEPOIS, COREIA DO SUL, SEUL.

 

Havia chegado de Daegu ontem anoite, estava exausta, porém já havia descansado um pouco, por ordem de meu pai, não fui para a empresa, a apenas fiquei em casa arrumando minhas coisas, para ser mais exata, recolhendo as coisas que havia ficado quando fui para Daegu, hoje iria conhecer minha nova casa, e estava ansiosa para vê-la.

Com a ajuda da minha mãe, arrumei minhas coisas rápido, passamos umas duas horas arrumando tudo devidamente, se eu tivesse feito tudo sozinha iria demorar no máximo umas quatro horas, como dia o ditado, um é forte, mas dois são mais fortes ainda.

- filha, olha o que eu achei – diz minha mãe descendo as escadas com um álbum de fotos em mãos, as que provavelmente eu teria guardado no fundo do guarda-roupa e não as encontrava a um bom tempo.

Peguei o álbum na mão e vi fotos minhas de pequena, sorri, não as via há tanto tempo, há anos atrás pensei tê-lo perdido.

Fechei o álbum e caminhei ate a caixa onde havia minhas coisas para a mudança com aintenção de poder vê-lo mais tarde.

Vi que uma foto havia caído e abaixei-me para pegá-la.

Assim que virei à foto para mim, senti uma pontada no coração, era uma das fotos mais raras que já vi.

Eu e Jisung, nós estávamos na escola, isso foi dias antes de eu beija-lo e de descobrir que o mesmo iria se mudar.

Lembro-me como se fosse ontem quando o “obriguei” a tirar a foto, ele litava para não tirar, mas eu apenas insistia, queria alguma coisa que lembrasse ele.

Passei anos olhando para essa foto, ate que pensei que havia a perdido, mas cá esta ela novamente, em minhas mãos, deixando a tristeza percorrer meu coração, e pela milésima vez rolar lagrimas pelos meus olhos pensando em Jisung.

- ainda pensa nele não é mesmo? – pergunta minha mãe, tirando-me de meus pensamentos.

Concordei com a cabeça e sequei as poucas gotas d’água que havia a baixo de meus olhos.

- por mais que pareça idiotice – suspirei guardando o álbum – sim, ainda sinto algo por ele.

- isso é normal filha, talvez voce vá o esquecer algum dia, mas não perda as esperanças, ok? – ela disse me abraçando de lado, sorri e assenti com a cabeça.

 

. . .

 

Assim que acabamos de guardar todos os moveis e coloca-los no caminhão, subo para o segundo andar onde tomo um longo banho e visto roupas quentes, já que hoje fazia frio.

Saio do banheiro e caminho ate a cozinha vendo lá minha mãe e meu pai preparando o jantar.

Os mesmo me olham e sorriem.

- chegou na hora certa, o jantar já esta servido – diz mamãe.

Sento na cadeira e mamãe coloca a comida no meu prato.

Conversava com meus pais enquanto não terminava a comida para ir para minha nova casa.

Assim que termino de jantar, me despeço de meus pais e saio de casa entrando no meu carro o ligando, assim que viro a rua, vejo pelo retrovisor do carro que o portão da minha casa havia sido aberto e que minha mãe havia me chamado, talvez eu tenha esquecido algo, mas não vou voltar agora.

Apenas ignorei e continuei meu caminho ate minha nova casa, minha mãe havia me ligado umas duas vezes já, não atendi, estava dentro do carro e também queria apenas relaxar.

Viro a rua pronta para parar em frente a minha casa quando vejo alguém atravessando me fazendo frear o carro rapidamente, com que meu corpo fosse jogado para frente, e se eu não estivesse com cinto, iria bater de cara com o vidro.

Levantei a cabeça rapidamente e vi um menino parado em frente ao carro, ele olhava sem nenhuma reação.

Tirei o cinto e abri a porta do carro bruscamente saindo raivosa de dentro do mesmo batendo propositalmente a porta com força fazendo o menino dar um leve pulo de susto.

- ei garoto, posso saber o porquê voce estava andando na frente do meu carro, eu poderia ter te atropelado, o que voce tem na cabeça? – disse em um tom alto, mas ainda assim mantendo a calma para não voar no individuo.

- você está na minha cabeça, sempre esteve – diz me fazendo ir para trás assustada, de onde esse estranho me conhece?

- você esta zoando da minha cara é isso? – perguntei cruzando os braços – não sei quem você é, mas me deixa em paz, sai da frente da minha casa agora. – disse dando as costas para ir em direção ao meu carro.

Sinto meu braço ser puxado fazendo com que meu corpo ficasse centímetros de distância do desconhecido.

Tento me soltar, mas, o mesmo tira sua mascara me fazendo ficar confusa, esse rosto me é familiar.

- você realmente esqueceu-se de mim S.N? – perguntou. Raciocinei por um tempo, olhei para o pescoço do menino e vi um cachecol, idêntico ao que eu dei para Jisung.

Jisung...

- J-jisung? – gaguejei ainda não acreditando.

O menino a minha frente abriu a boca para falar algo, mas meu celular toca o impedindo de falar.

Me solto de seus braços e pego o celular do bolso do casaco. Vejo que era minha mãe e o atendo.

 

LIGAÇÃO ON:

 

- S.N? – diz minha mãe. – eu tentei te ligar três vezes, mas você não atendeu, precisava te contar – ela suspirou e continuou – assim que você saiu de casa, recebi uma ligação de senhora Han, dizendo que o filho dela estaria aqui em Seul hoje à noite e queria seu endereço, te liguei para ver se você já havia se encontrado com ele, mas, você não em atendia.

- sim mamãe – respondo olhando para o menino que se encontrava parado em minha frente, ele me olhava sem piscar, me causando um arrepio. – eu já me encontrei com ele – disse desligando o telefone.

Deixei o mesmo escorregar por minhas mãos ate cair no chão, assim que ouvi o barulho do impacto no chão deixei uma lagrima rolar por meu rosto.

Sem pensar duas vezes abracei Jisung com força e chorei em seu peito.

O mesmo retribuiu o abraço e acaricia meu cabelo.

- eu senti tanta sua falta – disse ele – me desculpe por ter perdido contato, eu não queria, mas foi preciso. – sua voz estava falha.

- eu senti tanto medo de nunca te ver – dizia tentando me acalmar – eu sonhei tantas vezes com você, pensei tantas vezes em você – Jisung, meu levantou pelos ombros me fazendo o olhar.

- é tão bom ver que minha S.N não mudou – ele ri. – voce ainda continua bruta, mas chora por qualquer coisinha – ele diz me fazendo chorar mais.

- seu babaca – bato em seu ombro – porque me deixou por tanto tempo? – perguntei abaixando minha cabeça.

- eu voltei S.N – ele levanta minha cabeça –e eu não vou sair do seu lado nunca mais, esta bem, nunca.

- me promete? – perguntei.

- prometo, assim como prometi a sete anos que voltaria, e voltei.

Ficamos um tempo se encarando. Jisung deslizou suas mãos de meus ombros para minha cintura e me puxou lentamente.

Ele olhava nos meus olhos como se pedisse permissão para fazer tal coisa.

Ficamos com os rostos próximos e ainda nos olhávamos, previ que Jisung não daria a iniciativa, e me tomei por o homem do clima.

Puxei a nuca de Jisung e colei nossos lábios deixando o maior assustado, ele rapidamente tirou suas mãos da minha cintura deixando-as ao lado de seu corpo.

Ri contra o beijo e apenas fechei meus olhos apreciando.

Aos poucos senti Jisung me abraçando novamente.

Depois de um tempo, me separo do mesmo e o encaro.

O mesmo abaixa sua cabeça e se distancia.

- não acredito que esta com vergonha de mim depois de todo esse tempo? – brinco. – para com isso – ri e bato em seu braço.

-eu não mudei S.N.

- mudou sim – o olhei – esta sem óculos, seu rosto esta mais claro e mais bonito, esta mais alto, mais musculoso – sorri – esta perfeito.

- o-obrigada – riu.

- vamos passar muito tempo ainda juntos, não vamos? – perguntei passando minhas mãos pelo cachecol que rodeava seu pescoço.

- vamos, vamos passar o resto da vida juntos. – ele riu.

- é bom que você tenha voltado pra mim. – fiz biquinho.

- porque, já estava desistindo e indo ficar com outro? – ele arqueou a sobrancelha.

- não – rodeei seu pescoço com meus braços –nunca vai existir algum capaz de te substituir – o olhei. – voce é único no meu coração, na minha mente, e mesmo estando quilômetros de distancia, eu vou te amar ate o ultimo momento...

 

Fim


Notas Finais


próxima vai ser de qual membro?

amo vcs! <3


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