História You're mine - Capítulo 12


Escrita por:

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Personagens Originais
Visualizações 185
Palavras 1.675
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Só digo uma coisa: VCS NÃO ESTAVAM ESPERANDO POR ISSO!!!
#PAS KKKKK 💞💞💞💞💞💞💞
Espero que curtam esse breve momento de paz!!!!!

Capítulo 12 - 12


Fanfic / Fanfiction You're mine - Capítulo 12 - 12

Pov. Percy


Eu furei o sinal vermelho, na verdade eu nem vi a droga do semáforo! Tudo que eu queria era dirigir até a casa daquele loiro desgraçado, apontar o dedo na cara dele e dizer que ele não tinha o direito de seguir a vida cheia de amiguinhos e sem mim!!! Jason Grace ainda vai me matar, mas eu não posso mais fazer isso, não consigo mais viver sem ele.

Há meses eu tento lutar contra esse sentimento e todas as sensações que ele me causa, mas eu não tenho mais forças para negar. Quando eu estava no bar uma garota se aproximou de mim, provavelmente já me conhecia por conta das inúmeras visitas, mas eu a dispensei e pedi que dessa vez fosse um garoto.

Nós fomos para um dos quartos e o rapaz fez tudo que eu pedi, mas no final eu não consegui fodê-lo. A imagem de Jason não saia da minha cabeça! O cheiro não era o mesmo, a pele não era a mesma, nem a aparência e nem nada! Eu simplesmente não consegui.

Sai do bar completamente embriagado e não sei como não bati antes. Fui até a casa do Nico na tentativa de desabafar e fugir dos meus próprios medos, mas tudo girava e o rosto de Jason sorrindo para Léo e Matt era como um pesadelo constante na minha mente, por isso resolvi enfrentá-lo sozinho.

Com os sentidos retardados eu furei o sinal vermelho achando que daria tempo passar e graças a Deus não machuquei ninguém além de mim mesmo.

Will me atendeu assim que soube que era eu na ambulância, avisou Nico, meus pais e Jason. Eu preciso tanto vê-lo...

Três toques surdos na porta chamam a minha atenção e eu sinto um tremor percorrer meu corpo, alguma coisa revira no meu estômago e eu espero meu loirinho entrar.

– Oi, com licença. – Ele fala tímido e entra fechando a porta atrás de si.

Meus olhos não conseguem focar em mais nada quando ele está por perto.

– Jason. – Falo o nome dele e apenas isso me traz uma paz imensa.

Era péssimo estar ao lado dele, vê-lo todos os dias, assisti-lo sorrir para outras pessoas enquanto eu não podia tocá-lo ou tratá-lo com intimidade.

– Você está bem, Percy? – O loiro pergunta sentando-se na pontinha da cama, ficando ao meu lado.

– Melhor agora. – digo e as bochechas dele coram fazendo ele desviar o olhar. – Desculpe, eu não quis constrangê-lo, mas é realmente ótimo ver você, falar com você...

– Percy, chega! E-eu acho que você precisa descansar e organizar os pensamentos. – Ele morde o lábio me olhando minimamente. – Nico disse que você ia até a minha casa ontem. Por quê?

Ainda estou olhando pra boquinha dele. Os lábios finos, desenhados e marcados me deixam hipnotizado. Até a cicatriz no lábio superior é fofa.

– Como conseguiu a cicatriz? – Pergunto alheio a pergunta dele.

– Que? – ele pergunta de cenho franzido. – Que tipo de pergunta é essa?

– Apenas uma curiosidade.

– Eu cai enquanto tentava voar vestido de super-man. – Explicou envergonhado.

Rio com a expressão fofa que ele faz.

– Percy, você não me respondeu. – Seus olhos azuis sustentam meu olhar e eu percebo que ele não vai desistir.

– Bem... Eu estava muito bêbado, mas também estava muito frustrado. Noite passada fui até o Dionísios bar e solicitei um acompanhante.

– Ah Deus, eu não quero saber das suas aventuras sexuais, Percy! Me poupe! – Ele diz aborrecido e enciumado. O que me faz rir baixinho e ele me olhar de “cara feia”.

– Ei, me deixe terminar. Eu quero falar tudo pra você, não quero esconder nada ou mentir... Só quero ser sincero.

– Desculpe, pode continuar.

– Era um garoto. Fomos para o quarto e eu bebi ainda mais, quando ele me tocou eu achei que fosse ser bom, mas eu não senti nada. Simplesmente não consegui! Eu não transei com mais ninguém, Jason, não gozei, não curti... Nada! Absolutamente nada, além do prazer do uísque. Eu só pensava em você, em como você estava me desprezando e sorrindo para os outros.

– Desprezando? – Ele pergunta num grito.

– Sim! Eu achei que você fosse correr atrás de mim, achei que você fosse me implorar para ficar com você ou apenas para fodê-lo, mas você não fez nada disso! Eu surtei com todo esse gelo.

– Como Frank fez?

– Sim, como Frank fez. – Assumo.

Jason suspira e passa as mãos pelo cabelo que está mais crescido que o antigo corte militar, em seguida ele apoia o rosto nas mãos e me olha por entre as brechas dos dedos.

– Eu não sei o que faço com você, juro. – Ele confessa meio desapontado.

– Fica comigo!

– Pra você me descartar na primeira oportunidade? Não, obrigado!

Sento na cama fazendo algumas caretas pelas dores espalhadas pelo corpo e seguro a mão de Jason.

– Eu demorei pra entender, eu lutei contra isso tudo que você causa em mim, mas eu não consigo mais, Jason. Não dá! Eu preciso de você. – Falo sincero segurando a mão dele e olhando no azul elétrico do seus olhos. – Eu estou apaixonado por você. Era você desde o início, eu menti por medo, por puro medo de sofrer e ser humilhado outra vez, mas depois de quase morrer eu percebi que não posso continuar vivendo assim, não quero mais alimentar esse rancor e essa dor no meu peito. – Confesso. – Jay, me dá outra chance?

Algumas lágrimas escorriam dos olhos de Jason e molhavam o rosto afilado e belo dele. Desejei com todas as forças que não fossem lágrimas de raiva ou tristeza porque tudo que eu não queria era magoá-lo mais uma vez.

Fechei os olhos e senti o mesmo líquido escorrer dos meus olhos. As imagens de Annabeth vieram a minha mente e eu me lembrei da última vez que me senti tão vulnerável.

– Me conte o que aconteceu. – Jason fala e eu o encaro confuso. – Digo, no passado. O que o fez se fechar tanto pro amor?

Aquilo era tudo que eu não queria contar, mas já estou fodido mesmo. E, pensando bem, Jason merece saber a verdade.

– Eu namorei uma garota na adolescência. A primeira pessoa por quem eu me apaixonei. Ela era linda e inteligente, atraía a atenção de todos e de repente ela também estava apaixonada por mim. Foram os doze meses mais felizes da minha vida até aquele momento, mas tudo acabou quando ela me disse que estava gostando de outra pessoa e não suportava mais o meu sexo “água com açúcar” e o meu romantismo barato. Eu tinha dezessete anos e desde então mudei totalmente. Eu decidi que o amor é ruim e que eu poderia conseguir tudo com dinheiro e influência.

Jason me olhava chocado. Uma lágrima solitária caiu e ele a varreu rapidamente com os dedos ainda me encarando surpreso.

– E eu? O que eu realmente significo?

– Você não me ouviu? Há cinco minutos eu disse que estou apaixonado por você, isso não mudou, Jason. Eu quero ficar com você eapenas com você! Por acaso você já me esqueceu? É isso? Não sente mais nada por mim? – Questiono inquieto.

– É que aconteceram algumas coisas. Léo veio morar comigo e bem, ele me beijou recentemente. Eu ainda não entendi o porque, mas parece que ele nutri alguma esperança. – Ele responde confuso.

– Léo? O seu tal amigo de infância, meu funcionário?

– Ele mesmo. E também tem o Matt...

– O que? – Ralho irritado. – Esse também?

– Matt se declarou para mim e me “atacou” no sofá da casa dele.

– Como assim “atacou”? Não me diga que vocês...? – Pergunto de olhos arregalados.

– NÃO! Claro que não! Foi apenas um beijo e eu já estava meio bêbado também, então não tive como pará-lo. – Ele explica nervoso.

– Bêbado? Jason!

– Ei, não brigue comigo, você não tem esse direito já que está hospitalizado depois de um acidente causado pela sua embriaguez! – Ele se defende e eu me calo, afinal ele tem razão.

– Desculpe.

– Me desculpe também, eu não deveria ter gritado. Mas, foi exatamente isso que aconteceu. Eu me resolvo com Léo, no fim acho que ele só queria me ajudar a esquecer você, com Matt talvez seja mais complicado já que ele se declarou e tudo.

Suspiro irritado e sinto meu pulmão doer. Todo o meu corpo parece que foi atropelado por um caminhão! Por sorte não quebrei nada, mas tive uma luxação na perna.

– Não se esforce tanto, podemos conversar depois. Você precisa descansar. – Ele fica de pé e eu me desespero.

– Jason, não! Por favor, não vai embora. Ou, pelo menos, não sem antes me responder. Você ainda sente algo por mim?

– Sinto. – É tudo que ele diz.

– Então fique comigo, por favor! Seja meu, Jason Grace. – Me inclino na cama ignorando as dores e estendo a mão para ele.

O loiro hesita e olha pra mim desconfiado. Vê-lo com medo de mim partia o meu coração. Tudo que eu mais quero é que ele confie em mim e me aceite de uma vez por todas.

– Se você brincar comigo, Percy Jackson, eu juro por todos os deuses que te mato! – Ele ameaça com o seu melhor tom de raiva e segura minha mão.

Puxo ele com força fazendo sentar-se na cama outra vez, levo uma mão até o rosto lindo dele e acaricio.

– Eu não estou brincando, meu loirinho. – digo e o vejo sorrir pequeno.

Com a mão na nuca dele puxo seu rosto de encontro ao meu e o beijo. DEUS DO CÉU, QUE SENSAÇÃO BOA! Nenhuma outra boca se comparava a dele. O cheiro, o gosto, o toque... Tudo era único! Jason Grace é a minha ruína.

– Eu fiquei tão preocupado quando Willligou... – ele disse ao se afastar. – Nunca pensei que pudesse sentir tanto medo por alguém. Perdi meus pais num acidente como esse e saber que você também tinha batido o carro me fez surtar. Não faz mais isso, Percy.

– Shiii... Tá tudo bem agora, meu amor. Você está aqui comigo e eu estou vivo. Você não vai se livrar de mim tão fácil, Jason Grace. Eu te amo, loirinho.

– Também amo você, seu idiota! – Ele confessa e eu rio.

Jason me obrigou a deixá-lo ir alegando que meus pais queria me ver também. Com isso tive que desistir e deixá-lo sair do quarto. 


Notas Finais


INDICAÇÃO:
Meus amores to amando essa história e queria compartilhar com vocês. É Yaoi e o universo é PJO, a escrita e os personagens são apaixonantes!!!

https://www.spiritfanfiction.com/historia/inesperado-amor-13834015


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...