História You're my angel - Capítulo 14


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Palavras 3.260
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


qualquer erro vocês me desculpem mas eu tO LOUCA
SÉRIO EU TO MUITO LOUCA
EU TO ATUALIZANDO DEPOIS DE 8 DIAS
EU TO PIRANDOAAAAAAA

segue o capítulo feito com amor

Capítulo 14 - Enfeite Natalino


Fanfic / Fanfiction You're my angel - Capítulo 14 - Enfeite Natalino

Nós somos um conjunto das quatro estações:

às vezes, estamos frios, tristes,

seja chuva ou seja neve sobre nós,

a esperança está tão no fundo que parece não existir.

Mas o inverno sempre passa.

 

- JeongHan? – a senhora Choi chamou coma voz consideravelmente baixa conforme entrava no quarto, vendo que o filho estava deitado na cama, de baixo de cobertas e com o celular em mãos – Podemos conversar um pouco? – quando uma mãe fala isso, é porque não é coisa boa.

O loiro concordou com a cabeça enquanto se sentava na cama, tirando as cobertas e dando espaço para a mãe se sentar na cama. A mulher parecia um tanto quanto nervosa, mas logo estendeu uma foto para o garoto. A foto de um carro vermelho com a frente amassada, especificamente.

- O que é isso? – perguntou confuso enquanto tentava prestar atenção em alguma coisa em especial na foto, porém, nada.

- Reconhece esse carro? – sua voz saiu baixa, mas ainda assim era possível ouvir seu tom esperançoso.

- Eu deveria? – um suspiro derrotado saiu da Choi.

- Você sabe que faz tempo que converso com várias pessoas para tentar descobrir de onde você veio. Um policial achou um registro de um acidente que aconteceu uns quatro dias antes de você ser encontrado. – agora o garoto entendia toda a esperança na voz dela.

- Isso foi o suficiente para você crer que eu me lembraria de algo? – perguntou encarando a foto, mas ao notar que poderia ter sido grosseiro, encarou sua mãe e pediu desculpas.

- Bom, foram vários fatores, na verdade. Eu conversei com uma pessoa, e ela disse que as suas linhas poderiam ter relação com a forma que fez você quase morrer, o seu cérebro pode ter feito alguma associação e isso foi a única coisa que marcou. – recuperou o tom esperançoso, fazendo JeongHan encarar a foto do carro por mais alguns instantes.

- E o que um carro tem haver com as linhas? – tornou a escarar a mãe, que sorria orgulhosa de sua própria teoria que estava a instantes de descobrir se era verdadeira ou não.

- Teve um casamento nesse dia, nesse carro estava um casal que foram padrinhos do casamento. Como era casamento, o carro estava enfeitado com tiras coloridas brancas e vermelhas.

– Eles estavam voltando da festa de casamento, de madrugada, bêbados, e acabaram batendo o carro em um lugar consideravelmente próximo de onde você foi encontrado.

– Você sempre diz que as linhas que vê estão ligando uma pessoa à sua alma gêmea, então as tiras vermelhas de casamento presas no carro que te bateu podem ter marcado sua cabeça, e por isso você enxerga essas linhas.

– Eles não lembravam da festa no hospital, muito menos do acidente, então não se lembravam no que bateram, como não havia outro automóvel destruído nos arredores, pode ter batido em você. – ela estava realmente esperançosa, em sua cabeça tudo fazia sentido e finalmente poderia entender o que aconteceu com seu filho, mas a única coisa que viu quando terminou de falar, foi uma expressão triste com um sorriso melancólico.

- Eu realmente devo lhe parabenizar por uma teoria tão bem elaborada como essa, mas me responda uma coisa. O casal foi encontrado aonde? – encostou as costas na parede enquanto falava.

- No carro, por que? – perguntou com a sobrancelha arqueada.

- Ah. – soltou uma baixa risada, mas a tristeza era clara – A sua teoria é incrivelmente boa, sem contar na quantidade de coincidências, mas creio eu que elas realmente não passem de coincidências. – a Choi ficou inconformada, afinal, como ela poderia estar errada? Ela procurou por tanto tempo, como poderia errar?

– Primeiro vamos olhar a data. Se foi questão de dias antes e eu estava tão ferido, não é provável que uma criança sobreviva tanto tempo com tamanhos machucados, principalmente internos.

– Os machucados internos até fazem sentido, por conta do impacto com o automóvel, mas quem colocou o meu corpo no meio do nada? Eles não haviam apagado dentro do carro? E também, um impacto contra uma criança não poderia ter ocasionado dois desmaios.

– E por fim o que uma criança de oito anos estaria fazendo sozinha em um lugar tão perigoso à essa hora da noite? – quando finalmente parou de falar, encarou sua mãe novamente, e viu que esta já chorava de forma quieta – Mãe! Por que está chorando? – rapidamente desencostou da parede e segurou as mãos da mãe, que sorriu dolorosamente.

- Eu estou a tanto tempo tentando te ajudar, filho. Desde quando comecei a cuidar de você naquele hospital, todo dia indo cuidar de suas faixas mesmo que você estivesse apagado. Adotei você de tanto que me apeguei, sempre dei o meu melhor para te ajudar, e quando eu penso finalmente ter conseguido, eu vejo que apenas me iludi com uma história.

Culpa. Isso foi o que acertou a cara de JeongHan com força assim que a mulher o abraçou apertado e começou a chorar de verdade, com soluços e resmungos.

É claro que com aquele barulho não demorou muito para que SeungCheol aparecesse no quarto, preocupado assim que viu o irmão consolar a Choi que chorava, e esta apenas disse ser nada e que o filho não precisava se preocupar.

SeungCheol não precisava se preocupar, agora JeongHan, precisava se preocupar com a linha que queria se amarrar em seu mindinho, mas nunca conseguia porque o loiro se odiava demais àquela altura do campeonato.

Precisaria de outro milagre para ter uma linha em seu mindinho, da mesma forma que sua vida era considerada um milagre.

 

~ εïз ~

 

Yoon1004: Josh

Yoon1004: Hong

Yoon1004: Jisoo

Yoon1004: HONG JISOO

Yoon1004: eu não acredito que vou ser obrigado a fazer isso

Yoon1004: Raposinha

JoshFox: Eu tava me trocando, calma menino

JoshFox: O que foi?

Yoon1004: Ah agora o bonito aparece né?

JoshFox: para de reclamar do meu atraso e desembucha.

Yoon1004: ih grosso

Yoon1004: Eu só queria saber se você vai na festa da virada.

JoshFox: olha, inicialmente eu não iria, mas depois da conversa na cafeteria, acho que vou sim

JoshFox: Mas por que?

Yoon1004: ah ridículo, só porque eu não ia e pretendia te chamar pra vir em casa fazer nada olhando pros fogos.

JoshFox: e porque não fazer nada olhando pros fogos da casa do SeungKwan com os meninos?

Yoon1004: ...

Yoon1004: Nossa eu te odeio.

JoshFox: Ah que coisa linda para se dizer no natal, Yoon JeongHan.

Yoon1004: aH fIcA qUiEtO

JoshFox: fIcA qUiEtO vOcÊ

Yoon1004: Se me baixar o santo e eu decidir ir nessa festa, você vai ter que me aguentar reclamando o tempo todo.

JoshFox: Eu aguento os seus socos, o que vai ser você enchendo o meu saco igual todo dia? ;)

Yoon1004: Eu definitivamente te odeio.

JoshFox: total de novidade = 0

- Filho, está pronto? – a mulher perguntou da sala enquanto arrumava a estrela no topo da árvore de natal e arrumava algumas bolinhas cintilantes que corriam o risco de cair da decoração.

- Ah, sim, me distrai com o celular. – saiu do quarto e foi direto para sala, e viu sua mãe sorrir quando o viu vestido com o terno grosso que ela havia separado – Eu preciso mesmo usar isso? Digo, nós só vamos na missa de natal. – se sentia sufocado com aquela gravata que a Choi o fez usar, mas esta deu um tapa em sua mão quando ele ameaçou afrouxar o nó.

- Por isso mesmo! Todos vão arrumados nas missas de natal, pois costumam ir visitar parentes ao fim delas. – explicava sorridente antes de ver SeungCheol sair da cozinha.

- Mas nós não vamos pra casa de ninguém depois da missa, mãe. – reclamou como uma criança birrenta, sendo ignorado pela mulher que fora arrumar a gravata torta do Choi.

- Nós vamos visitar a vovó, Hannie. – SeungCheol explicou antes de resmungar “você vai me matar com essa gravata”.

- Vovó? Eu nem sabia que tinha avó. – o irmão desviou o olhar, mas sua mãe olhou e sorriu.

- A vovó morreu, anjinho, nós vamos visitar ela no cemitério. – constrangido pelo comentário, encarou o chão e ficou brincando com os dedos até ouvir o tintilar das chaves – Vamos? Eu quero achar um lugar para sentar na missa, sabem que estou ficando velha.

- Mamãe, a senhora está virando um fóssil já. – SeungCheol fez o comentário rindo antes de receber um tapa em seu braço – Eu estava brincando!

- Acho bom mesmo.

 

O natal era a época em que a cidade ficava mais bela aos olhos de JeongHan. Nessa época, todos nas ruas pareciam ficar felizes com o espírito natalino, sem contar as diversas luzes espalhadas por todas as casas e lojas.

As praças ganhavam, além dos enfeites vermelhos e dourados nas árvores, uma fina camada branca da neve que caia sutilmente do céu e criava aquele belo tapete branco.

Mas uma coisa também precisava ser destacada, o interior das igrejas. Presépios eram montados, cada um com uma manjedoura e um posicionamento diferente para as peças que representavam os protagonistas de toda a história, e todos sempre muito bem feitos e com belos detalhes.

As decorações eram mais discretas tirando o presépio, mas isso não tirava a beleza dos anjos dourados e tiras vermelhas que cercavam o altar, junto com outros pequeninos detalhes espalhados ao longo da igreja que JeongHan se encontrava.

A missa fora mais demorada, como já era de se esperar. As costas do Yoon estralavam a cada movimento que ele fazia, e foi quando ele tirou os olhos do padre que celebrava a missa com o entusiasmo natalino, que conseguiu avistar fios ruivos nos bancos próximos ao altar, e aparentemente seu olhar queimava, pois em questão de segundos, Jisoo virou para trás e sorriu para JeongHan, acenando discretamente para o loiro.

Um sorriso mínimo brotou nos lábios do anjo, não esperava que a raposa havia mensagem falando que estava se arrumando e era para ir à igreja, e justo na mesma igreja que ele.

Manteve aquele sorrisinho mínimo em seus lábios até o final da missa, e assim que anunciada o fim, todos começaram a se levantar para sair, e JeongHan segurou o ombro de sua mãe antes que esta se levantasse.

- Nós vamos ver a vovó agora? – perguntou consideravelmente baixo.

- Eu iria buscar as rosas primeiro, por que? – estranhou a pergunta do filho, que sorriu fraco em seguida.

- Eu posso ficar aqui na igreja enquanto você busca as rosas? – novamente estranhou a pergunta do filho.

- Poder pode, mas por que quer ficar aqui? – discretamente JeongHan apontou para Jisoo, que permanecia sentado no banco – Eu tinha visto ele ali, apenas não tinha certeza se era ele. Mas tudo bem, daqui a pouco eu volto. – deixou um selar na testa do loiro antes de sair com SeungCheol.

Joshua tinha a cabeça abaixada e os olhos fechados, sequer notou que os passos de JeongHan estavam cada vez mais próximos de si, tanto que assim que abriu os olhos, levantou e saiu pela porta lateral.

Ele realmente não tinha visto JeongHan.

O loiro continuava com o pequeno sorriso em seus lábios, seguiu o ruivo até para-lo na escadaria principal, este que se assustou quando sentiu alguém segurar em seus pulsos.

- Achou que iria embora sem te cumprimentar? – o sorriso de JeongHan estava mais aberto, o que contagiou o ruivo.

- JeongHan! – abraçou o loiro por um breve momento antes de terminar de descer as escadas – Eu não sabia que você vinha para a igreja. – tornou a encarar o amigo.

- Eu costumo vir com minha mãe, e como ela quase sempre está trabalhando no hospital, eu acabo não vindo muito. – explicou enquanto repartia sua atenção entre encarar o americano e os floquinhos de neve que caiam ao redor.

- Faz sentido. – não conteve o sorriso ao ver em como o loiro se distraia facilmente com os floquinhos de neve – Mas enfim, veio apenas me cumprimentar? – perguntou tentando não parecer rude, vendo o coreano desviar o olhar brevemente.

- Eu queria conversar um pouco também, mas se você tiver que ir embora tudo bem. – respondeu achando que o americano queria ir embora logo.

- Não entenda errado, eu apenas perguntei porque vi que estava com sua mãe e seu irmão. – tentou se explicar enquanto arrumava o cachecol vermelho em seu pescoço.

- Ah sim, mas não se preocupe com isso. – não sabiam como continuar aquela conversa, então começaram a andar. A frente da igreja tinha um enorme jardim, então poderiam andar bastante por ali.

- Você costuma visitar algum parente no natal? – o Hong perguntou assim que passaram ao lado de camélias congeladas.

- Sempre ficamos em casa, mas esse ano vamos visitar a vovó, e você? – fitou o ruivo que sorriu fraco.

- Bom, eu costumo passar apenas com o Hansol, já que Jun tem tios que moram aqui. – parou de andar e encarou uma rosa branca. Era estranho ver rosas brancas, ainda mais nessa época do ano, então logo Joshua estava tirando uma foto da raridade com seu celular – Você vai viajar então? Para ver a sua avó.

- A vovó morreu, e eu não sei qual cemitério que ela está. – o ruivo o encarou assustado, como se tivesse tocado em um assunto que não devia – Oh, não se preocupe, eu nunca a conheci.

Ficaram mais um tempo ali, apenas encarando a estranha rosa branca, até que JeongHan teve a curiosidade atiçada e tocou a rosa e começou a rir em seguida.

- Jisoo! Essa rosa é de plástico! – o garoto ficou inconformado com a fala, mas assim que a tocou, ficou indignado por não ter notado isso antes de tirar as fotos.

- Eu sou um ótimo fotógrafo, e isso é o que importa. – disse enquanto cruzava aos braços.

- Ah é? Me mostre então esse seus “dons fotógrafos”. – Joshua viu aquilo como um desafio, e como ambos eram duas crianças juntas, topou o desafio.

- Essa roupa está te aquecendo? – perguntou subitamente, fazendo o Yoon suspeitar.

- Está consideravelmente, por que? – respondeu receosamente, vendo o americano sorrir em seguida.

- Ótimo, então deixe o fotógrafo trabalhar. Sente-se ali. – apontou para um espaço entre as camélias congeladas.

- Está brincando com a minha cara? – ao ter o olhar do americano sobre si, viu que agora que topou a ideia não tinha como fugir.

Resmungou até conseguir se sentar e se conformar que teria a bunda congelada naquele frio. O americano falou a posição que era para o loiro ficar, demorou um tempo, mas logo conseguiu, e Jisoo sorriu alegre antes de pegar a rosa de plástico e entregar para o coreano, que segurou conforme foi indicado.

- Alias, JeongHan, parabéns. – disse enquanto procurava o ângulo desejado, tento o olhar de dúvida caindo sobre si.

- Josh, meu aniversário foi em outubro. – respondeu ainda com receio de que o amigo tivesse pirado com o espírito natalino.

- Não estou te dando parabéns por isso. – soltou uma baixa risada – Estou te dando parabéns por ter sobrevivido a mais um dia, já que é quase meia noite. Todos os dias podem parecer difíceis, eu sei, mas você já parou pra pensar que já sobreviveu a todos os seus piores dias? Já parou pra pensar que passou por todos aqueles dias que você falava “de hoje eu não passo”?

– Você merecia esse parabéns todos os dias, tanto por isso, mas também por ser essa pessoa incrível que você é. Independentemente dos problemas que têm acontecido na sua vida os das coisas ruins que tem passado pela sua cabeça, você sempre ajuda aqueles que estão ao seu redor com um sorriso iluminado, você merece parabéns. – dizia enquanto quase se deitava no chão, ainda procurando um ângulo para tirar a foto.

– Você é forte, JeongHan. Você é forte e esforçado, mesmo que ninguém reconheça isso, eu reconheço, e você também deve reconhecer essas pequenas coisas que você faz a cada dia e que provam que você não é essa pessoa desnecessária que você tanto fantasia ser. – finalmente conseguiu o reflexo do poste que havia nos fundos, dando o efeito tão desejado na foto – Olhe para longe, não olhe para a câmera.

JeongHan não sabia o que falar, muito menos como reagir, apenas olhou para o lugar que o americano apontou.

Aquilo aconteceu muito de repente, o loiro não estava nem um pouco preparado para aquilo pois jamais imaginou que aquilo iria acontecer, podia dizer que estava até desnorteado após ouvir tais palavras.

Ao mesmo tempo que estava sentado no meio daquelas camélias olhando para um poste afastado, ele estava preso em sua mente tentando absorver tudo aquilo que Joshua disse. Como aquelas palavras haviam conseguido o consumir, como um vírus. Um vírus bom.

E foi quando JeongHan sorriu sem perceber que Joshua tirou a foto.

- Nossa eu sou um fotógrafo incrível, não sei porque não recebi um prêmio ainda. – o americano disse sorridente, tirando o loiro de sua linha de pensamentos – Pode se levantar, já tirei a foto. – comentou rindo ao ver que o Yoon ainda parecia perdido.

- Por que falou aquilo? – perguntou enquanto se levantava, sendo completamente ignorado pelo Hong que lhe estendeu o celular com a foto.

- Diga se eu sou um ótimo fotógrafo ou não. – a foto realmente havia ficado boa, Joshua havia conseguido pegar um ângulo que tivesse efeito da luz e um contraste especial em cima da rosa branca.

- Você é um ótimo fotógrafo. – disse reparando em cada detalhe da foto, mas o ruivo sabia exatamente o que aqueles olhos afiados estavam fazendo.

- “A foto estaria muito melhor se eu não estivesse nela”. Seus olhos estão procurando imperfeições por todos os lados apenas para ter argumentos contra si mesmo. – JeongHan o encarou assustado, será que o americano sabia ler mentes e o Yoon não sabia? – Eu falei que conheço tudo isso que passa na sua cabecinha loira. – falou com um sorriso fraco no rosto.

- Mas é porque—

- Não tente justificar se você está ciente que está errado. A foto só ficou boa porque você estava ali. Se você é importante até para uma simples foto, agora você consegue ter uma ideia de como é importante na vida das pessoas?

- Josh, a poucos segundos estávamos rindo de uma rosa de plástico, como viemos parar em você me dando sermão poucos minutos antes do dia vinte e cinco? – se olharam por breves instantes, antes que ambos rissem e Jisoo segurasse as mãos frias de JeongHan.

- Eu apenas não quero que você viva no mesmo caos psicológico que eu vivi. E saiba que acima de tudo, muitos amam você, por mais que você queira negar, você é amado. Nunca se esqueça disso. – o americano teve que subir levemente na ponta de seus pés para que conseguisse deixar um selar na testa do Yoon, e assim que o fez, os sinos começaram a bater.

- Feliz natal, anjo. – Joshua disse com um pequeno sorriso, antes que JeongHan o abraçasse apertado.

- Feliz natal, raposinha. – mantiveram aquele abraço até o fim das doze badaladas, quebraram o abraço mas não se afastaram por completo, mantendo as mãos atadas, se encararam por mais tempo, até que de longe fosse possível ouvir a Choi chamando pelo Yoon – Diga feliz natal para o Vernon e para o Jun se o ver.

- Pode deixar. Diga feliz natal para sua mãe e seu irmão por mim.

JeongHan se despediu e se afastou, e junto com ele, um enfeite vermelho, se misturando com todos os enfeites natalinos daquele estilo. Se o anjo fosse um pouco mais atento, poderia ter visto que agora ele estava até mesmo enfeitado para o natal.

 

 


Notas Finais


Era pra esse capítulo ter ficado maior, mas eu vou deixar a bomba para o próximo capítulo, amo vocês
Qualquer reclamação os comentários estão aqui em baixo, e parabéns se você entendeu a última frase, você já tem um spoiler do próximo capítulo c:
não prometo atualizar rápido novamente, da mesma forma que esses diálogos de ajuda foram importantes sim

* Se vc tem alguém que gosta muito, não esconda isso, diga para ela o quanto ela é importante e como ela está de parabéns por ter vencido mais um dia! Se ela está dormindo, deixe a mensagem para ela se alegrar assim que acordar c:


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