História Youre my Destiny - Jungkook - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin)
Tags Bangtan, Bangtan Boys (BTS), Colégio, Destino, Drama, Escola, Família, Jeon, Jungkook, Triste
Visualizações 4
Palavras 1.200
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ー Olaaa 💜

Capítulo 2 - Capítulo Dois; Tudo é pago


ー Bom dia, filha! Levante-se hoje será um novo dia! - meu pai entrou no quarto todo alegre abrindo às cortinas. Fecho meus olhos com força por conta da claridade.

 

- Isso tudo ainda parece um sonho. - digo ainda de olhos fechado, tudo estava acontecendo, não era sonho.

 

- Se arrume logo, vamos à procura de escola pra você. - saiu e fechou a porta.

 

Pera! O que?! Escola?

 

Levantei aos pulos e fui até a cozinha a procura de meu pai.

 

- Paiii!!!!! - ele estava arrumando a xícara de café na mesa, paro por um momento pra analisar a cena.

 

Uma velha lembrança invadiu minha mente, eu era muito nova, mas eu me lembro, quando era eu mamãe e papai juntos, unidos e felizes... 

 

- Milly? - disperso das minhas lembranças.

 

- Desculpa... - limpo meus olhos que começavam a lagrimejar. - E o que temos pra hoje, querido pai? - Me sento toda alegre no banco.

 

- Pesquisei no Google ontem à noite café da manhã famoso por aqui, e encontrei panquecas! - disse alegre o mostrando o prato com umas 6 panquecas feitas pelo mais velho.

 

Sorrio

 

- Isso é perfeito! - eu amava panquecas, mas raramente comíamos.

 

Depois do café e fui tomar um banho e me arrumei, saímos em busca a escola mais perto, encontramos uma que davam uns 20 minutos de caminhada, mas não havia colegial, então fomos mais a diante.

 

- Com licença? - meu pai pedia informações. - Qual o colégio mais próximo daqui? - a moça o olhou de cima a baixo e depois me olhou, conserteza estava julgando nossas vestes simples.

 

- A um dois quarteirão a frente vire à esquerda, tem uma lá, a única. - Deu um sorriso de deboche. - Porém paga!

 

- Pagar? - meu pai disse. Nem condições temos, agora pra escola?

 

Voltamos pra roda até à escola a qual a mulher indicou, mas como vai ser isso? Não vão suporta viver em uma sala com só riquinhos e eu lá de bicão.

 

- Filha, não se preocupe, tudo vai ficar bem. - me abraça.

 

- Eu acredito em você. - sorrio

 

- Olá, o que posso lhe ajudar? - Uma moça jovem nos atendia na recepção do colégio.

 

- Oi, você ainda tem vagas? - o colégio era enorme, nem se dava pra calcular o tamanho.

 

- Claro senhor! É pra sua neta?

 

Que neta?!!!

 

- Na verdade... ela é minha filha. - como pode ter errado tão feio? Meu pai não é tão velho assim!

 

- Oh meu Deus, me perdoe... - a moça se curvou em forma de desculpas.

 

- Tudo bem... - meu pai baixo um pouco a cabeça antes de dizer. - Então, ela está no último colegial, e não queria que ela a perdesse...

 

- Claro, claro, temos vagas sim... - a moça correu pra dentro da sala e voltou com umas folhas na mão. - Aqui está algumas regras e instruções de materiais e o pagamento. - nos entregou.

 

- Nos se mudamos a pouco tempo, poderíamos adiantar um pouco o pagamento? - a mulher foi dizer algo, mas logo se recusou.

 

- Está bem, mas não se pode passar de um mês senhor. 

 

- Não irá passar, moça! 

 

- As aulas começam Terça, mocinha! - ela sorriu - O senhor pode comparecer amanhã às  14h? Para assinar as papeladas de compromisso?

 

- Claro, estarei aqui.

 

- Está bem, até logo então. - acenamos e depois fomos embora.

 

Peguei a folha pra ler as regras e tinha regras, havia tanta coisa... 

 

- Pai... e o uniforme? - digo ainda com os olhos na folha.

 

- Podemos fazer um imprestimo no banco só até eu consegui uma boa grana com o trabalho. - Eu ia o impedir de continuar, mas ele me cortou. - Nem adianta discorda, você ainda é de menor, eu ainda continuo responsável por você!

 

- Okay! Ta bom... eu nem ia falar nada. - sorrio 

 

- Não né, eu já te conheço haha. - sorrimos 

 

Já eram quase 16h da tarde, depois que fomos até o colégio não saímos mais, pelo menos eu, meu pai foi a procura de um emprego por aqui, eu insisti de ir, mas ele se recusou.

 

Estava com tédio de tanto olhar pra a cor branca do papel de parede do teto do meu quarto. Resolvo fazer algo de diferente e explorar mais o lugar.

 

Com apenas meu pijama de short e regata desse pro primeiro andar do prédio, havi várias divisões, e umas delas era a sala de jogos. Entro no elevador.

 

- Meu Deus! Porque tanto números? - olho bem pra ver qual era meu andar mesmo, era o sétimo, aperto no botão número um pra descermos.

 

Não havia tanta gente aquela hora, então eu nem ligava por minha roupa, ando pelos corredores até a sala de jogos, todo prédio tinha, esse não podia ser diferente.

 

- Olha a belezinha aqui! - sorrio ao encontrar um porta com desenhos de grafite. Entro.

 

Uau! Era bem maior do que imaginei.

 

- Desculpa? Quem é você? - Um garoto veio andando até mim.

 

- Me chamo Milly, muito prazer. - estendo a mão. 

 

- Me chamo Park Jimin, seja bem vinda! - sorriu, aí que fofo.

 

- Você não deve estar inscrita aqui, né? - perguntou. 

 

- Me mudei faz uns dias... - na verdade cheguei ontem, mas não queria estar muito na cara assim.

 

- Gostaria de fazer parte do nosso clube de jogos? 

 

- E vocês aceitam uma garota? - Era boa se informa, vai se eles estejam só de brincadeira comigo.

 

- E porque não? - me levou até uma mesa ao lado da janela. - Aqui temos uma formulário de games, pra cada jogo deste salão a um preço...

 

- Oi? Preço?! - olhei espantada, porque tudo aqui tem que ter preço aaaa.

 

- Mas se quiser pode pegar depois, sem problemas...

 

- Aff... desculpa. - sai correndo daquela sala, porque tinha que ser tudo assim? Credo.

 

Corro pro elevador mais próximo, não sabia exatamente que horas meu pai voltava então teria que estar antes dele.

 

Quando vou pra entra me trombo com alguém que estava vindo do outro corredor, caímos no chão.

 

- Aí droga! - era um garoto - Qual é a sua!? - me leva to depressa e estendo a mão pra ele, ele da um tapa e se levanta sozinho. - Aish, sai do meu caminho. - da um empurrão em mim que me fez cair novamente pro chão. Ele se vira e entra para o elevador, levanto correndo indo até o mesmo, os elevadores são demorados, não iria ficar ali parada pra esperar descer não.

 

De cabeça baixa pro outro canto, me viro pra ele e me curvo de novo pedindo desculpas.

 

- Pare okay! Eu não me importo! - engulo seco. Credo, esse é metido.

 

Cheguei até porta do meu quarto e entro. Hoje foi um dia muito cheio. Talvez amanhã seja melhor.

 

Tomei um banho e depois fui para meu quarto, havia ainda um mala com uns livros meus, retirei todos e os arrumei na estante. 

 

Dei a última olhada antes de correr e deitar na cama.


Notas Finais


ー 💜


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...