História You're my everything !Jihan! - Capítulo 30


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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Chan "Dino", Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Seungcheol "S.Coups", Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Jeonghan, Jihan, Jisoo, Joshua
Visualizações 99
Palavras 1.750
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OIIIIIIII
Quase 100 favs, obrigada aaaaaa❤ amo vocês
Eu atrasei um pouquinho, mas foi só um pouquinho💕
Eu passei um bom tempo sem celular e sem pc, e teve tudo isso da copa também, por isso atrasei alguns dias
Enfim, espero que não me matem pelo capítulo de hoje, pelo amor de Mingyu Kim
E só mais uma coisa
SÓ VEM DIA 16
Enfim, espero que gostem e boa leitura ❤

Capítulo 30 - Perigo


Fanfic / Fanfiction You're my everything !Jihan! - Capítulo 30 - Perigo

— Isso é sério? — Seokmin perguntou ao ver o rosto de Jihoon se aproximando cada vez mais do seu. — Você não quer me beijar. — o Lee mais baixo se afastou, com o cenho franzido.

— Como você sabe? — Dokyeom riu.

— Eu conheço você bem o suficiente pra saber disso. E eu conheço o Wonwoo também, ele disse que ia me ajudar a encontrar alguém. — fez uma careta. — Eu já tenho alguém. Mas ele não pode saber tão cedo, ele conhece a pessoa e com certeza falaria pra ela antes de mim.

— Sério? Quem é? — sorriu. Sua criança estava apaixonadinha, que lindo.

— Você conhece o Jeonghan, certo? — Jihoon assentiu. — É um amigo bem próximo dele.

— Espera… — mordeu o lábio inferior e olhou para um canto qualquer, como se estivesse tentando se lembrar de algo. — Que amigo próximo? Soonyoung ou Seungcheol?

— Hm… — Dokyeom estava receoso em falar a resposta, mas sabia que o outro era confiável. Também estava surpreso, não fazia a mínima ideia que Jihoon sabia quem eram os amigos mais próximos de Jeonghan. — Seungcheol.

— EU SABIA! — gritou, fazendo Seokmin quase cair da cama susto. — Vocês andavam juntos demais! Você não imagina quantas vezes eu os vi passeando a sós pelas ruas de Seul.

— Você está tão feliz que me dá até medo. — riu, fazendo o mais baixo revirar os olhos e lhe dar um tapa na cabeça.

— E por que você ainda não disse que gosta dele pra ele?

— Bom… Eu acho que acabei de assumir pra mim mesmo. Já estava bem claro, todos falavam isso, mas restava aceitar. — Jihoon apertou as bochechas do mais alto.

— Meu diabinho está apaixonado!

— Você pode ser bem idiota às vezes. — foi a vez de Seokmin revirar os olhos, tirando as mãos do outro de seu rosto.

— Chega mais, vou te dar umas dicas pra conseguir conquistar ele. — piscou um olho para o mais novo, que riu e se aproximou.

◈ ━━━━━━━━ ● ━━━━━━━━ ◈

7:47am

Jeonghan foi acordado com a luz radiante do sol batendo em seu rosto. Claro, havia esquecido de fechar as cortinas antes de dormir, de novo. Levantou-se da cama com muita luta, indo em direção a varanda e fechando as cortinas, deixando o quarto já silencioso completamente escuro. Não tinha mais sono, só estava preso àquela cama por conta da preguiça que de vez em sempre tomava conta de seu corpo. Virou o rosto para o lado e viu que Jisoo dormia tranquilamente, e como um ótimo namorado, não pôde deixar de sair rolando por cima do mais novo até sair da cama.

— Ai, Jeonghan… O que foi? — o americano perguntou sonolento, abrindo os olhos com dificuldade.

— Nada, só queria sair da cama. — riu. Joshua abriu os olhos completamente só para poder ver a falta de vergonha estampada na face do outro.

— Vai tomar no cu. — mergulhou o rosto no travesseiro, fechando os olhos novamente.

— Também te amo. — pegou seu celular em cima do criado-mudo, se levantando da cama em seguida.

Bocejou, indo direto para o banheiro. Tomou um banho quente e nem tão rápido, escovando os dentes em seguida. Ao sair do banheiro, vestiu uma calça jeans e uma blusa preta de manga longa, calçou um tênis vermelho – que por sinal, chamava bastante atenção – e foi fazer o café da manhã. Fez à moda americana, já que estava com preguiça demais para fazer o café da manhã coreano, que era bem mais do que apenas um ovo frito com bacon e suco. Antes de sair, passou no quarto do namorado, se sentando ao lado dele na extensa cama de casal. Tentou acordá-lo de uma maneira gentil, começando por fazer cafuné em seus cabelos, deixando leves selares por todo seu rosto e o chamando baixinho.

— JISOO! — gritou próximo ao rosto do namorado, que se levantou em um pulo cama. A tentativa gentil não havia dado certo, então só lhe restou fazer aquilo.

— QUAL É O SEU PROBLEMA? — o americano também gritou.

— Eu estou há quase 15 minutos tentando te acordar!

— Me acorda gritando mais uma vez e quem não vai acordar nunca mais é você. — ameaçou, respirando fundo e se sentando na cama. — O que foi?

— Ah, eu só vim avisar que eu já estou de saída e que já fiz o café da manhã. — Joshua o encarou como se fosse estrangulá-lo.

— Você me acordou gritando pra isso? Ah, fala sério, era só deixar um bilhetinho da geladeira, como nos filmes. — bufou, fazendo o Yoon sorrir.

— Você sabe que eu te amo. — deixou um selar na testa do mais novo e saiu da cama, indo em direção a porta.

— Ei — Jeonghan parou de andar, se virando para o namorado. — Toma cuidado, 'tá? Presta atenção enquanto estiver na rua, você sabe como seu pai é.

— Pode deixar. — lançou um sorriso calmo ao outro, na tentativa de deixá-lo mais tranquilo, e enfim deixou o quarto.

Pegou as chaves de casa e a carteira, esperando na recepção do prédio até que o táxi que pedira chegasse. Quando saiu do apartamento, já era quase nove horas da manhã, e não demorou mais que 20 minutos para que o táxi parasse em frente ao edifício. Não iria revelar as imagens, já que bastava levar o celular com as fotos e com o vídeo para a polícia para que fizesse o boletim de ocorrência. Ao chegar na metade do caminho, começara a prestar atenção em um carro preto que já estava atrás do táxi há um bom tempo, mas deu de ombros assim que viu o veículo virar a esquina. Precisava relaxar, aquilo tudo era apenas paranóia. Apenas paranóia.

◈ ━━━━━━━━ ● ━━━━━━━━ ◈

9:31am

Doyun andou um quarteirão e logo virou a esquina novamente, com o carro em velocidade baixa, atrás do táxi em que Jeonghan estava. Desde que Seungcheol foi para o hospital, andava monitorando a vida do filho, e sabia que ele havia ido visitá-lo. E, para falar a verdade, o Yoon tinha saído feliz demais do hospital naquele dia. Aquilo era extremamente suspeito, já que a partir do momento em que fez o Choi parar no hospital, o garoto já estava contra si. E, ao ver que o táxi parara em frente à delegacia, não teve dúvidas: Seungcheol havia mudado de lado. Se é que ele algum dia já quis fazer parte do seu. Parou o carro próximo à delegacia, saindo do veículo e indo em direção ao lugar. Não havia ninguém na delegacia além de Jeonghan, apenas os funcionários, e aquilo faria o processo ser mais rápido. Doyoon ficou observando por uma pequena janela de vidro o que acontecia dentro do local, e pôde ver quando chamaram o Yoon para a sala do delegado. Assim que o garoto sumiu de sua vista, entrou na delegacia, na intenção de se aproximar nem que fosse um pouco da sala e escutar o que Jeonghan havia ido fazer ali.

— Em que posso ajudar? — um dos funcionários perguntou.

— Bom, eu queria denunciar uma tentaviva de… — deu um soco no rosto do rapaz, tirando um pequeno pano do bolso e o pressionando contra o nariz do mesmo. Em poucos segundos, o funcionário já havia desmaiado. Doyun foi em direção à sala do delegado, mas ao chegar mais perto, viu que também tinha um policial na porta. — Com licença, parece que seu colega estava passando mal… ele acabou de desmaiar. — foi o bastante para o policial deixar a porta da sala e ir para onde o outro estava. Doyun encostou o rosto na porta, dava para escutar perfeitamente o que estavam conversando dentro da sala.

— Yoon Doyoon. — era a voz de Jeonghan.

— E o que ele é seu?

— Pai.

— Deixe-me adivinhar… Ele bate na sua mãe?

— Não mais, ela morreu em um acidente de carro há 15 anos. Mas ele batia, pelo que eu me lembre. Mas não é sobre isso que eu vim falar.

— Então?

— Olhe essas fotos… e esse vídeo também. Esse vídeo foi gravado quando ele tentou me matar. Se prestar atenção, vai quer que em um momento, ele pegou uma faca. Quem gravou foi um amigo meu, Doyoon tinha o trancado no quarto para que ele não conseguisse agir contra, mas dava para abrir uma brecha da porta e foi o suficiente. Este amigo também está no hospital… por conta dele. Ele disse algumas coisas que não o agradou muito e acabou sendo espancado também.

— Não chama o Doyun de pai?

— Não acho que ele mereça ser chamado assim. Um pai não costuma tentar matar um filho, não é? Nesse dia, eu quase morri, a minha sorte foi que um amigo meu na época chegou a tempo. Mas mesmo assim… eu fiquei um bom tempo no hospital, em estado de coma. Era no hospital central de Incheon, pode ver que lá tem os registros.

— Filho da mãe… — xingou baixo, saindo de perto da porta. — Isso não vai ficar assim. — Quando ia sair da delegacia, sentiu seu braço sendo puxado com força.

— Ele desmaiou porque estava passando mal? Não foi o que eu ouvi. — o policial de minutos antes disse.

— Me larga.

— Você vem comigo.

— Ah, é? — o que poucos sabiam, era que Doyun era faixa preta em taekwondo, e com apenas um golpe deixou o policial no chão. — Vocês deviam aprender algum tipo de luta. — riu, saindo do lugar em passos rápidos.

◈ ━━━━━━━━ ● ━━━━━━━━ ◈

Jeonghan deixou a delegacia cerca de uma hora e meia depois, com o endereço do apartamento de Doyun dado para o delegado e também com o nome do hospital aonde Seungcheol estava. Havia pedido para o táxi que o levara voltar pelo menos uma hora depois, então quando saiu, o carro já estava o esperando em frente à delegacia. Parecia que estava tudo bem, mas algo o deixava… angustiado. Não sabia o que, nem o porque, logo Doyoon iria para a cadeia e enfim ele e Seungcheol teriam paz. Mas algo o deixava angustiado. Cerca de 20 minutos depois chegaram em seu prédio, pagou o táxi e entrou no edifício. E, ao chegar no apartamento, descobriu o que tanto o angustiava. Arregalou os olhos, assustado. As mãos estavam trêmulas e não conseguia se mexer.

— Então você estava na delegacia, filho? — Doyoon perguntou, com um sorriso sarcástico no rosto. E aquela não era a pior parte. A pior parte era a arma que ele estava apontando para a cabeça de Jisoo.


Notas Finais


...
NÃO ME MATEM PQ SE ME MATAREM NINGUÉM VAI SABER O QUE VAI ACONTECER DEPOIS DISSO
:3
Foi isso
Até o próximo💜


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