História You're worst than nicotine - Capítulo 17


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Categorias Benedict Cumberbatch, Martin Freeman, Sherlock
Personagens Mycroft Holmes, Sherlock Holmes
Tags Hot, Sherlock Holmes
Visualizações 34
Palavras 1.256
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 17 - I need you


- Eu só quero ficar sozinha um pouco. - eu gritei para minha mãe mas ela parecia não escutar.

- Vocês só tiveram uma briguinha, nada demais. - ela dizia colocando um chá na minha frente.

- Ele me expulsou de casa. - eu disse irônica. 

- Qual foi o motivo da briga? - ela disse sentando do meu lado e me acolhendo em seus braços. 

- Peguei uma pasta do Mycroft. - eu disse e obviamente ela não entendeu. - Dormi com ele para conseguir.

- Corin! - ela disse desapontada.

- Eu não estava com Sherlock ainda. A gente só tinha dormido junto uma vez. - eu disse tentando segurar as lágrimas. 

- Já faz dias que ele saiu e não voltou mais. - ela disse e eu a olhei preocupada. - Ele deve estar bem, mas acho que deve procura-lo.

- John? Ligo pra ele? - ela fez que sim. - Eu acho que sei onde ele está.

Disse pegando meu casaco e meu celular, já fazia um mês desde o casamento de John e desde nossa briga. Liguei para John quando eu já estava dentro do táxi, ele disse que iria primeiro que eu deveria esperar, mas eu chegaria lá primeiro.

Cheguei naquela casa abandonada que servia de abrigo para usuários de drogas, já estive lá várias vezes com Sherlock. Subi as escadas e entrei num quarto cheio de pessoas, mas nenhum rosto me parecia familiar, ah não ser pelo garoto que é vizinho de John.

- Eu te conheço ruiva. - ele disse meio morgado.

- Eu te conheço, vizinho de John Watson, certo? - eu disse me agachando do lado dele. - Posso te levar para casa? Sua mãe deve estará preocupada.

- Ela não vai gostar de me ver assim. - ele estava certo. - Mas é preciso ir.

- Tem razão. - eu disse o ajudando a se levantar, mas senti alguém me olhando por trás. 

- Corin? O que faz aqui? - Sherlock estava parecendo um mendigo. 

- Eu vim te procurar. - me virei para ele. - Vamos para casa.

- Por que eu iria para casa com você?

- Porque eu sou a única a vir te procurar em um mês. - fui convincente o suficiente para ele, ele se levantou sem minha ajuda e me abraçou. - Seu idiota.

- Eu também senti sua falta, mas eu estou sóbrio. - ele disse me afastando. 

- Não está não, vamos ver a Molly. - ele fez que não. - Você vai sim.

- Sherlock? - Watson apareceu logo em seguida. 

- Pode descer com ele por favor? - eu disse apontando para o vizinho dele. 

Ele desceu e eu encarei Sherlock, eu estava tão brava com ele mas ao mesmo tempo me sentia culpada. Saímos por uma porta que ele arrancou e fomos brigando até o carro.

- Sherlock isso não é um disfarce. - eu disse o acompanhando.

- NÃO AGORA. - ele disse quando chegamos perto do carro.

- Mary? Oi. - eu disse e ela acenou e sorriu. - Sherlock tem que fazer xixi num pote.

- Eu não vou ver a Molly. - Sherlock disse entrando no carro.

- Um mês, só levou um mês pra tudo ir por água abaixo. - eu dizia repetidamente. - Podia ter me falado, podia ter me pedido ajuda.

- Como eu iria pedir ajuda a mulher que dormiu com meu irmão. - ele disse e eu consegui dar um tapa na cara dele. - Desculpe.

- Eu não vou fazer mais nada por você também. - eu disse e ele me olhou cabisbaixo.

- Me desculpe meu bem. - apelido carinhoso não vai me fazer voltar. 

Chegamos no hospital com o carro cheio, subimos e logo Molly olhou para Sherlock com ódio, ele nem se importava mais, me sentei em uma cadeira e fiquei de costas para ele. Ouvi um tapa estalado e logo me virei.

- Podia ter pedido ajuda para alguns de seus amigos! - ela disse para Sherlock.

- Ainda bem que não está usando um anel, isso teria doído como o tapa que a Corin me deu. - ele disse e eu olhei minha mão e eu usava um anel velho. 

- Podemos ir para casa? - eu disse já impaciente, ela disse que sim então eu saí o mais rápido possível.

Chegamos no 221B e logo vi o carro da polícia e o carro de Mycroft, John deve tê-lo chamado. Subimos as escadas e Sherlock já estava reclamando, Mycroft estava na porta da frente.

- Corin, então também foi atrás de meu imprudente irmão. - ele disse me puxando para um abraço que eu desviei.

- Não enche. - eu disse enquanto Sherlock se deitada na poltrona, era estranho ver um homem de quase 1,80 de altura caber deitado naquela poltrona. - Quer água?

- Aceito. Cafuné também seria uma boa. - ele disse me olhando e eu dei um sorriso de lado. 

Fui na cozinha pegar um copo d'água e todo o fã clube dele estava lá procurando drogas, resolvi colocá-los para fora.

- Presta atenção aqui. - eu disse e todos se viraram para mim. - Se eu souber que algum de vocês falou sobre esse dia para alguém, eu corto a pálpebra de vocês para poderem assistir seu próprio assassinato. - logo todos eles saíram correndo. - Sua água. - eu disse entregando o copo para Sherlock que bebeu tudo em um gole. - Vai tomar banho. 

- Tem espaço para mais uma se quiser. - ele disse quando se levantou.

- Isso foi muito imprudente, deixar que todos vissem seu vício. - Mycroft disse indo atrás dele, mas foi parado por um golpe de Sherlock.

- Não brigue comigo quando eu estou chapado irmão. - ele disse ainda o segurando.

- Mycroft vai embora. - eu disse tentando puxar Sherlock. - Sem falar nada.

Ele saiu e finalmente pudemos descansar, mas logo a porta do quarto se abriu revelando Janine. Me subiu um ódio que eu nunca tinha sentido antes.

- Ouvi gritos, Mike estava aí?

- Mycroft estava. - eu disse arrogante. 

- Janine pode ir embora. - Sherlock disse me puxando para dentro do banheiro. 

- Mas nem fizemos nada. - ela disse surpresa.

- E nem vamos. - ele disse ainda tentando me puxar. - Já tenho alguém.

Ele disse e fechou a porta, olhei para ele com ódio.

- Eu posso explicar. - não deu tempo e eu logo fui para cima dele segurando a gola da camisa. - Não vamos utilizar de força bruta meu bem, você já pode se acalmar. - dei um sorriso amarelo e soltei a gola dele. - Ela faz parte do plano para pegar Magnussen.

- Você é um cretino sem coração. - eu disse segurando novamente sua gola. - Mas eu gosto de você mesmo assim.

Ele entrou no chuveiro e eu peguei aquilo que ele chamava de roupa e joguei no lixo, talvez ele tenha reclamado mas eu ignorei completamente. Acabei entrando no banho de roupa e tudo quando ele me puxou para dentro do chuveiro. Senti suas mãos me apalpando e seus lábios quentes, aquele gosto de Sherlock era tão bom. Ele tirou minha roupa toda numa rapidez e logo estávamos transando de novo, como nos velhos tempos. Eu nem me importei se tinha gente em casa ou não, eu precisava daquilo, precisava de Sherlock comigo. Logo ele se derramou nas minhas coxas e ficamos nos beijando, esperando que aquele momento nunca acabasse. 

Resolvemos sair e encarar a vida de verdade, coloquei uma blusa dele e minha calça jeans preta, ele colocou o terno de sempre com um camisa roxa muito sexy. Saímos do quarto e John estava conversando com Janine na sala. 





Notas Finais




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