História Forever Yours - Capítulo 15


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags 2jae, Chanbaek, Jikook, Jimin!bottom, Kaisoo, Kookmin, Markson, Mpreg, Namjin, Passivamin, Top!jungkook, Vhope, Yssminmin
Visualizações 2.414
Palavras 4.975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Yo, dengos <3

Sei que demorei (HORRORES, inclusive, pqp) porém eu tinha feito att dupla, então meio que pagou um pouquinho (ou não, né rs) mas enfim, espero que me perdoem, eu fui postar esse cap dia vinte e sete, mas o perdi, sou azarada assim mesmo </3

⚠ Cap contém lemon, um péssimo, inclusive, porém era o que tinha pra hoje ⚠ Corram, nenês ✨

Boa leitura! ❤🌈

Capítulo 15 - Eu senti tanto a sua falta...


Fanfic / Fanfiction Forever Yours - Capítulo 15 - Eu senti tanto a sua falta...

Eram quase onze horas da noite quando todos na enorme casa dos Parkʼs se puseram a dormir, já que no dia seguinte teriam trabalho e Jiyong e Rosé, escola. Jimin praticamente implorou para Yoona e Yugyeom dormirem ali àquela noite, já que todos iriam também se acomodar ali, pelo simples fato de não quererem distância. Jeongguk ligou brevemente para Hyerin, para lhe informar que não voltaria com Jiyong àquele dia para casa. A resposta de sua mulher foi apenas um grunhido e uma respiração pesada, e logo em seguida a ligação se finalizou. Jeongguk sequer ligou, e apenas deu de ombros.

A separação dos quartos foi ideia de Taehyung, Jin e Yoona. A casa era imensamente grande, mesmo que não fosse uma mansão, mas Yoongi e Yang Mi ficariam em um quarto, Yoona e Yugyeom em outro, Taehyung e Hoseok em um, Jin e Namjoon em outro, Jeongguk e Jimin em um, enquanto Rosé, Jiyong e Lisa em outro, este ao lado de Jin e Taehyung, para caso de algum acordar no meio da noite ou precisar de algo. Ambos já estariam no quarto ao lado e não haveria problema.

Jiyong realmente não estranhou quanto a Jeongguk e Jimin dormirem em um quarto à sós, na verdade, o menininho ficou impressionantemente feliz em saber que ambos ficariam juntos. Segundo o pequeno coelhinho, Jeongguk e Jimin lhe transmitiam algo que sua cabecinha inocente não conseguia captar, mas ambos lhe pareciam o certo para ele, mesmo que ele não soubesse ainda que fosse no quesito sentimental. Para Jiyong e seu coraçãozinho infantil, ambos apenas pareciam ser algo certo para ele, mesmo que não soubesse o quê, exatamente. Sendo que, na verdade, ambos se completavam de uma maneira que ele não poderia saber, já que era pequeno demais para tal.

De qualquer modo, Jeongguk quase cantou aleluia ao ouvir a separação de seu quarto, mesmo que soubesse que, de qualquer maneira, ele cairia junto de Jimin: se Taehyung ousasse separá-los, ele iria atazaná-lo muito, e de qualquer forma, ele iria ficar no mesmo quarto que Jimin. O pequeno alaranjado apenas sorriu tímido e assentiu, brincando com os dedinhos gordinhos, enquanto um cínico Jeon sorria malicioso, ao que Taehyung começou a gargalhar e Hoseok soltar piadinhas maliciosas sobre aquilo, juntamente de um Yugyeom sorridente. Yoongi, às dez da noite, já dormia no sofá ao lado, pois Lisa drenara todas suas energias ao longo do dia e mesmo que tivesse tirado um cochilo a tarde, agora já fazia bico, toda sonolenta.

Jiyong bocejava levemente e coçava os olhinhos com as mãozinhas gordinhas quando Jeongguk o pegou nos braços, sentindo o primogênito descansar a cabecinha em seu ombro e fechar os olhinhos, respirando serenamente. Jimin sorriu, bobo, e acariciou os cabelos negros do filho, enquanto o mesmo gemia baixinho, em concordância. Rosé dormia serenamente no colo de um Hoseok também sonolento, por isso todos imediatamente rumaram escada acima e foram separar suas roupas para tomarem banho.

Yang Mi, Taehyung e Jimin foram banhar os filhos, o último citado temeroso sobre o pequeno não querer sua ajuda, mas bastou um sorriso de coelho largo e logo Jimin já estava a limpar seu corpinho sujinho pelas horas à fio de brincadeiras. Logo após, os secaram e com a ajuda de Hoseok, Jeongguk e Yoongi, os colocaram na cama, o segundo citado enchendo o rostinho do filho de beijos e frisando os “eu te amo”. Jiyong apenas sorriu afetuosamente, e fechou os lindos olhinhos, e logo as três crianças dormiam serenamente. Os seis rumaram para fora do quarto.

— A única coisa que eu peço nesse momento é: por favor, gemam baixo. — Taehyung pediu, os lindos olhos estreitos fitando-os de maneira risonha. Hoseok passou os braços ao redor da cintura do esposo e beijou seus cabelos loiros, fazendo-o sorrir quadrado, de uma maneira imensamente bonita. Jimin corou e evitou olhá-lo nos olhos e fitou o chão, enquanto tentava se fundir a Jeongguk de tanta vergonha. O Jeon apenas soltou um sorriso largo e deu de ombros. — Não querem acordar a casa inteira, querem?

— T-Taehhyung... — Jimin sussurrou, coradíssimo, e Taehyung gargalhou baixinho enquanto Yang Mi ria da maneira de como o alaranjado pousava as palmas pequeninas nas bochechinhas salientes. — N-Nós não...

— Não, claro que não, porque meu amigo é o ser mais inocente do mundo e que não fica com uma puta ereção quando te olha. Meu caro mochi, você é realmente inocente. — Declarou, indo em direção ao alaranjado e o enchendo de beijinhos molhados. Jimin corou. — Agora vamos dormir porque eu não quero ser voyeur. — Yoongi soltou uma risada e Hoseok entrelaçou sua mão ao do esposo saltitante. — Usem camisinha!

— Taehyung! — Jimin declarou, mais vermelho que um tomate, as bochechas ferventes, mas bastou os dois casais se trancarem em seus quartos e imediatamente Jeongguk puxou Jimin para o de ambos, trancando a porta e fazendo o pequeno Park se encolher instantaneamente. O maior riu.

— Eu vou tomar banho. Poderia ajeitar a cama, enquanto isso? — Indagou, totalmente calmo e manso. Jimin, todo encolhidinho e brincando de maneira nervosa com as mangas de sua camisa, assentiu, mordendo o lábio inferior e ainda de cabeça baixa indo em direção a cama, arrumando os lençóis enquanto Jeongguk pegava as roupas que Yugyeom lhe emprestara das malas de viagem que estavam ali, e ia em direção ao banheiro. Jimin engoliu em seco quando o mesmo se trancou lá.

Era bem notável a evidente tentativa de Jeongguk, mas não era como se Jimin também não quisesse. Céus, queria e muito ser dele novamente, mas o medo estava bem presente daquela vez, era até pior de quando era virgem. Na verdade, o medo não estava em si, na dor que sentiria e nem nada do tipo: era mais vergonha do que tudo, afinal, ele tivera um filho. Jimin sempre fora um menino magrinho, mesmo que tivesse carne nos lugares certos, mas era alguém com a barriga lisinha: aos seus olhos, hoje em dia, ele estava gordo. Junto da altura que ganhara em cinco anos vieram os quilinhos a mais, e Jimin não se sentia bem com eles. Na verdade, ele se sentia péssimo.

Seus olhos queimaram e sua garganta fechou, mas ele se recusou a derramar lágrimas de desespero. Seu amado o queria, mas ele estava feio demais para se sentir bem com aquilo. Não sabia o que Jeongguk acharia de si e isso o deixava em profundo desespero, pois Hyerin deveria ser uma mulher muito bonita e de corpo perfeito: e ele era só um baixinho e gordo. Jeongguk não o acharia bonito.

— Anjo? Você está bem? — A voz grave do Jeon o arrepiou completamente e ele assentiu, frenético, enquanto terminava de arrumar a cama e ia, trêmulo, em direção ao banheiro, com suas roupas já postas por si antes, nas mãos gordinhas. Jeongguk franziu o cenho, confuso, mas bastou Jimin fechar a porta fortemente que o mesmo apenas ergueu as sobrancelhas, sem saber o que fazer. Por fim, apenas vestiu-se devidamente e deitou-se na cama, fechando os olhos levemente pesados pelo cansaço, com o pensamento de que esperaria Jimin sair para conversarem sobre a estranha atitude do pequeno.

Não era como se Jeongguk não o quisesse, Deus, o queria mais que tudo. Mas entendia que ele não estava confortável com aquilo, só queria conversar com ele sobre o assunto para saber se o seu medo bobo era pelo seu corpo que, pelo que Jeongguk observou — enquanto Jimin se abaixava para pegar algum brinquedo no chão —, estava perfeito. Suas nádegas estavam maiores que antes, suas coxas mais roliças e suas curvas mais pecaminosas. Jeongguk quase babou, se não fosse por Hoseok o chamando e o tirando de seu torpor. Ao seu ver, ele apenas ficara mais gostoso.

Entretanto, Jimin poderia não pensar assim. Na verdade, ele já sabia sobre o histórico favorável de insegurança em seu menino, quando estava grávido, qualquer recusa que, para Jeongguk, era apenas por seu bem-estar, acarretava em um Jimin chorão, dizendo que ele não mais o queria. Por fim, Jeongguk tinha que acabar o que começava, pois senão Jimin poderia ter a audácia de dizer que o mesmo estava feio e que Jeongguk o desprezava. Caso algo assim acontecesse, Jeongguk não mediria esforços em fazê-lo perceber que, seu corpo era o único que o prendia. O deixaria sem andar, se fosse preciso.

— Kookie-ah? — Ouviu um sussurro, totalmente tímido, e logo um Jimin nervoso e coradinho apareceu em seu campo de visão. Vestia uma calça de moletom e um moletom cinza, que ficara incrivelmente enorme no corpo pequeno, mas Jimin parecia incrivelmente confortável e era isso que importava. Jeongguk sorriu contido e deu tapinhas ao seu lado na cama, sendo imediatamente agraciado com um Jimin de olhos brilhantes e de pezinhos encolhidos ao seu lado. Jeongguk respirou fundo e quase gemeu com o cheiro que emanava da pele do Park, ele estava tão cheiroso... Jeongguk pediu mentalmente para não se descontrolar e atacar aquele menino. — V-Vamos dormir? E-Estou exausto.

Jeongguk mordeu o lábio inferior e já se preparava para abrir a boca, quando um dedinho miúdo e gordinho tocou sua bochecha e uma boca carnuda se chocou contra a sua, em um beijo curto, mas intenso. Jeongguk ofegou quando a língua atrevida de Jimin se encontrou com a sua.

— A-Amanhã, Gukkie, eu... R-Realmente estou c-cansado. — E fez um bico, pidão, os olhos brilhantes e cheios de significados. Jeongguk imediatamente derreteu-se e assentiu instantaneamente, fazendo Jimin sorrir de um jeito maravilhoso e virar-se para apagar o abajur, fazendo Jeongguk colar seu corpo ao dele e cheirar seus cabelos cheirosos e macios. O mais novo colocou as mãozinhas pequenas nas mãos grandes que descansavam em sua barriga e sorriu, contido, sentindo-se inteiramente abrigado em um calor tão aconchegante e familiar, não aquele frio que já se tornara comum em sua vida antes. Ele finalmente estava no lugar certo.

— Eu te amo. — Jeongguk sussurrou, rouco, e fez o coração de Jimin bater impressionantemente rápido e intenso. O moreno sorriu.

— E-Eu também t-te amo. Muito. — Sussurrou, fazendo o Jeon pressioná-los de um jeito bom e maravilhoso, e logo, ambos fecharam levemente as pálpebras doloridas e pesadas, respirando serenamente e logo em seguida adormecendo.

Abraçados, e pressionados. Totalmente pressionados.

[...]

Jeongguk acordou duas horas depois.

O Jeon sentia uma ardência enorme em suas partes baixas, ele sentia brevemente uma ereção, mas seu falo parecia ter vida própria e pulsava, ao redor de algo quente e aconchegante, algo que lhe incitava e apertava... Imediatamente, Jeongguk abriu os olhos desfocados, e ofegou alto ao se ver atrás de Jimin, do jeitinho que ambos haviam ido dormir, mas com seu quadril bem mais pressionado nas nádegas do mais baixo, que parecia tremer em seus braços, a respiração pesada. O mais velho gemeu, baixinho, e não resistiu a vontade de se empurrar em meio as nádegas grandes, interessado. Seu membro vazou mais pré-gozo e Jeongguk ofegou quando uma mão pequena e trêmula foi em direção a sua nuca, puxando sua cabeça em direção ao seu pescoço, ao que ele gemeu baixinho em seu ouvido. Jimin gemeu, arfante.

— Droga, meu bem. — Jeongguk imediatamente virou o mais baixo em seus braços. Jimin possuía as bochechas vermelhas e os olhos brilhantes em desejo, cheios de luxúria. Se pôs no meio das pernas abertas e sua ereção pulsante se chocou com a do mais baixo, que imediatamente quis fechar as pernas, mas foi impedido pelas mãos grandes do Jeon que escancararam suas coxas cobertas. Jimin mordeu o lábio inferior fortemente ao sentir seu íntimo ser tão fortemente pressionado ao do mais alto, que puxou as palmas pequenas do rosto que se escondia e chocou seus lábios, beijando-os sensualmente e ouvindo Jimin ofegar, buscando contato. — Céus, Jimin...

— Gukkie... — Jimin separou-se do beijo, em busca de ar, e o mais velho apenas se empenhou em tentar tirar a calça do alaranjado que, sem forças, apenas o deixou livrá-lo da peça. Jeongguk a jogou para longe e abaixou-se na altura do membro acordado, abrindo as coxas grossas e fazendo Jimin gemer, acariciando os cabelos negros. Jeongguk passou a língua pelos lábios secos, os olhos esfomeados quase engolindo a visão do membro coberto e preso pela boxer, mas bastou um murmúrio dolorido e o mesmo fitou o rostinho corado, atento. — E-Eu não acho u-uma boa ideia, K-Kookie, e-eu... N-Não faço isso há cinco a-anos, ahn, eu... E-Eu não t-tô preparado. — E suas bochechas ficaram mais coradas, se possível. Jeongguk estalou a língua no céu da boca e foi em direção ao elástico da cueca, fazendo menção de abaixá-la e fazendo Jimin gemer contido. — Jeongguk-ah... E-Eu não q-quero transar agora, p-por favor.

— Então só me deixa te chupar, meu bem, juro que sou cuidadoso, eu só quero te lamber inteiro, beijar cada pedacinho seu, até fazer você gozar em si mesmo, de pernas bambas. — Jimin sentiu lágrimas se acumularem no canto de seus olhos e apenas assentiu, excitado demais para negar qualquer coisa. Jeongguk respirou pesado, e depositou um beijo molhado na glande coberta pela cueca e levemente molhada, e Jimin apenas abriu mais as pernas e depositou seus pequenos pezinhos nos ombros largos do moreno, que agarrou a boxer e a puxou para fora de seu corpo, deixando o membro duro e melado do mais baixo saltar para fora.

Jeongguk sorriu malicioso, jogando a cueca longe e vendo brevemente a entrada rosinha e apertada — do jeitinho que ele lembrava — se contrair dolorosamente em volta de nada. O maior sentiu-se salivar apenas com a imagem do membro rosado, molhado e pulsante, das bolas inchadinhas, tão perfeitinho e bonito... Jeongguk não mediu esforços quando acolheu o membro inteiro em sua boca quente, chupando-o com força e exigindo cada vez mais dele, fazendo a boca de Jimin se abrir em um grito mudo quando o mesmo mordeu os dedinhos pequenos para não gritar desesperado e acordar todo mundo.

Suas pernas perderam a força e o mesmo as deixou cair nos ombros largos, aberto, sentindo os dedos longos de Jeongguk marcarem suas coxas roliças e sua boca abrigar seu pênis inteiramente, chupando-o com afinco, passando a língua incansavelmente por todo seu comprimento e contornando sua glande, chupando-o com a fome de um homem desesperado e deixando-o em espasmos.

Jimin não aguentou tanta pressão, faziam cinco anos que ele não tinha estímulos daquela maneira, seu quadril se elevou em direção a boca levada e gemeu alto, abrindo-se de maneira suja para Jeongguk, que gemeu ainda com a boca em seu comprimento, enviando vibrações por todo seu corpo arrepiado e o fazendo sucumbir. O pequeno Park fez um arco com as costas, e sentiu seus mamilos enrijecerem, mas estava tão malditamente trêmulo que sequer conseguiu mover as mãos em direção aos botõezinhos rosados e acariciá-los por debaixo do moletom que ainda vestia, pois Jeongguk achou aquela hora perfeita para abandonar seu falo e chupar seus testículos, indo imediatamente mais para baixo e, sem qualquer tipo de cerimônia, enfiar a língua molhada na cavidade quente. Jimin imediatamente se derreteu e gemeu baixinho, sentindo seus olhos lacrimejarem pela vontade enorme de se entregar para Jeongguk, afinal, o prazer era maior que ele.

— Você tem um gosto tão bom, meu amor… — Jimin gemeu alto, manhoso, e apenas sentiu quando as mãos grandes de Jeongguk separaram suas nádegas e circulou sua entrada pulsante com a língua, sentindo o alaranjado tremer inteirinho em seus braços, totalmente mole na cama. O mais velho sorriu, e penetrou sua língua calmamente, um dedo curioso se juntando e acariciando-o com delicadeza. Jimin parecia desesperado em seus braços, suas pernas trêmulas se moviam incomodadas, sua respiração estava desregular e lágrimas já desciam pelo rostinho corado, molhando-o completamente. Jeongguk riu rouco e fechou os olhos, apreciando do gosto de seu menino e sentindo seu membro pulsar clamando por atenção.

Céus, Jimin era tão saboroso e sensível... Já vertia-se em lágrimas de prazer apenas com aqueles estímulos, ele era incrivelmente sensível quando namoravam e parecia ainda mais, depois de anos sem qualquer tipo de contato assim. Jeongguk queria muito se enterrar em seu interior quente e apertado, mas se controlava por sua decisão de não querer nada, ele apenas estava lhe dando prazer... Mas, céus, ele o queria tanto…!

— Jimin-ah... — Murmurou, a voz completamente rouca e crua, quase parecendo não humana. Jimin soltou um gemido particularmente alto e sacudiu os quadris, ao Jeongguk soltou um choramingo e lambeu os lábios, desejoso. — Por favor... E-Eu te q-quero.

Jimin fitou por debaixo da franja molhada e de cor desbotada o olhar desesperado de Jeongguk, e a dolorida ereção evidente por debaixo do moletom. Seu peitoral largo parecia incrivelmente apetitoso e seus gominhos lhe incitavam, afinal, Jeongguk dormira sem camisa, e sua respiração desregular junto do suor acumulado lhe deixou, estranhamente, com o corpo pegando fogo. Jimin sentiu sua entrada pedir por ele e choramingou, assentindo.

Jeongguk piscou, desacreditado, mas ao ver Jimin tentando tirar o moletom já empapado de suor, pareceu se recompor e não foi dois segundos para ajudá-lo, seus olhos queimando pela visão de sua barriguinha lisinha e seus mamilos enrijecidos e rosados, que logo foram tomados pela boca incansável do mais velho. Jeongguk os chupou com toda a gula que se existia em seu ser e Jimin apenas gemeu, rouco, alto e sofrido.

— E-Eu queria muito te chupar, m-mas eu só q-quero v-você dentro de mim. — Gaguejou, totalmente a mercê em seus braços. Jeongguk gemeu, ainda com o biquinho entre os lábios e sentindo sua ereção se chocar contra a bunda de Jimin, e o menor rebolou levemente em busca de contato, e essa foi a deixa para Jeongguk tirar sua calça e sua cueca em uma rapidez impressionante, acarretando em um gemido alto de um Jimin trêmulo ao ver o tamanho de sua excitação: ele parecia ainda maior, e Jimin agradecia aos céus por seu corpo estar mais preparado para aquilo do que antes. — J-Jeonggukkie, c-camisinha... — Jimin ofegou, e os olhos de Jeongguk arregalaram-se, rapidamente ficando pálido de repente.

— Porra, me diz que nesse quarto tem camisinha, por favor. — Jimin encolheu-se, assistindo com os olhos em chamas quando Jeongguk levantou-se e procurou por todo o quarto uma mísera camisinha, as nádegas durinhas ao bel prazer do menor. O mesmo gemeu contido e acariciou o pau pulsante, corado e envergonhado, mas não o suficiente para deixar-se doendo daquele jeito. Jeongguk parecia desesperado, o membro pesado e enrijecido um pouco abaixo do umbigo, molhado e rosado, e ele ainda parecia em desespero: e a droga da camisinha? — Caralho, não me diz que eu vou ter que ir pedir camisinha ao Hoseok, Jimin... — Implorou, fitando o alaranjado de pernas abertas, que agora masturbava-se com afinco, dois dedinhos circulando sua entrada. Jeongguk grunhiu alto e foi em direção ao Park, se o mesmo não tivesse negado com a cabeça, com um gemido falho no fundo da garganta. Jeongguk quase chorou. — E-Eu tiro antes de gozar.

— V-Você também disse i-isso antes, e olhe h-hoje... — E deu um gritinho, sentindo o membro pulsar fortemente em sua mão, e não resistiu a vontade de se empalar nos próprios dedos, sendo observado por um Jeongguk de queixo caído. Jimin tremeu-se inteiramente. — Aawn, e-eu vou g-gozar.

— J-Jimin... — O citado gemeu mais alto, e foi fundo com os dedos, sentindo pela primeira vez em anos aquela sensação que tanto amava: a de ser invadido. De olhos fechados e super sensível, sentiu com prazer quando algo grosso e molhado e quente tocou sua entrada e seus dedos, e logo sentiu quase que bruscamente seus dedinhos serem tirados de sua entradinha um pouco mais relaxada, e Jimin fechou as pernas pelo quase orgasmo que teve, soltando um gritinho que foi abafado pelos lábios molhados de Jeongguk, que beijou-o com a face banhada em desespero. — Foda-se a camisinha, eu tiro antes de gozar. Abre as pernas, meu amor, porque eu vou te foder inteirinho. — E Jimin as abriu, sem pestanejar, sua mente estava nublada pela necessidade carnal: ele precisava de Jeongguk, e rápido.

O que o prazer não fazia...

O Jeon assistiu, totalmente apaixonado, como seu membro foi engolido pela cavidade anal do pequeno homem, que agora parecia sem ar, dando lufadas profundas e os olhinhos arregalados. Jeongguk quase gozou quando foi deliciosamente espremido, mas não aguentou quando viu o membro, rosado e molhado do mais baixo pulsar com força, e logo em seguida, sentir seu abdômen molhado pelo gozo do mais novo, que desfaleceu abaixo de si e tremeu intensamente, a entrada sensível espremendo o membro do outro dentro de si. Jeongguk gemeu rouco ao sentir o aperto ao redor de seu membro, e com apenas duas estocadas, sentiu seu orgasmo chegando e se formando, mas este não pensara com clareza quando enfiou-se totalmente, indo até o fundo dentro do pequeno que, sensível, sentiu com extremo desejo algo quente inundando seu interior fervente: Jeongguk havia gozado dentro de si. Sem a camisinha.

Jimin rejeitou o pensamento e o pôs lá no fundo de sua mente, afinal, seu corpo estava extremamente exausto e não sabia se sequer conseguiria andar pela manhã, considerando que agora sua entrada ardia como o inferno. Jeongguk, acima de si, possuía os olhos fechados e um sorriso de alívio, sua expressão com certeza ficara mais relaxada e suas bochechas coradas pelo calor do momento ainda estavam lá, não mais que Jimin, que agora parecia um moranginho de tão vermelho. Seus cabelos laranjas se colavam a testa suada, seus olhos brilhantes e bonitos, sua boca vermelhinha e inchada, seu corpo desprovido de roupas e tão bonito. Jeongguk desejou beijar cada pedacinho de pele, agora com mais calma e não tão afoito, mas estava completamente cansado. Seu corpo apenas queria dormir.

Sorriu apaixonado para o mais baixo que, com os olhos brilhantes e um sorriso tímido, apenas entrelaçou suas mãos e o fez se inclinar, beijando seus lábios delicadamente e sentindo o corpo tremer quando Jeongguk pôs-se a sair do interior apertado. Ambos gemeram em uníssono.

Eu senti tanto a sua falta... — Jeongguk murmurou, os lábios colados aos do mais baixo. Jimin soltou um suspiro pesado e brincou com seus cabelos negros, o corpo inteiramente mole. Jeongguk pegou o lençol e se pôs a limpar o gozo que escorria livremente da entrada violada, e Jimin apenas deixou a cabeça cair no travesseiro e respirou fundo.

— Eu também senti a sua falta, meu amor. Muita. Pensei q-que não te encontraria de n-novo. — Sussurrou, sentindo Jeongguk se colocar ao seu lado e abraçá-lo apertado, agora sem espremer o membro em suas nádegas. Jimin lentamente fechou os olhos e, depois de um tempo, não viu mais nada, apenas um sussurrar de um “bons sonhos, amor, eu te amo”, e, logo em seguida, ele definitivamente apagou.

Àquela noite, Jimin sonhou com um futuro. Um verdadeiro futuro ao lado de Jeongguk e de Jiyong.

 

 

 

Jeongguk acordou com um pequeno peso em cima de si. Mesmo que não se sentisse desconfortável, foi impossível não acordar quando uma boca delicada e carnuda se chocou contra a sua, em um selinho inocente. Jeongguk abriu os olhos, com um pouco de dificuldade, e os focou em um Jimin de lindos olhinhos pequenos e brilhantes: ele estava lindo. Imediatamente, retribuiu ao seu sorriso com o melhor que podia pela manhã.

— Acorda, vai se atrasar. — Sussurrou, encolhendo-se no corpo quentinho e sentindo uma mão intrusa agarrar-lhe uma nádega com possessão. Jimin fez careta e um bico. — Tira a mão daí, Jeongguk, tá d-doendo.

— Me desculpe, meu bem, mas a sua bunda é muito grande para passar despercebida, é impossível não querer apertá-la. Mas está dolorido? Quer que eu pegue um remédio? — E seus olhos imediatamente se tornaram preocupados. Jimin respirou fundo e corou.

Céus, ele nunca realmente achou que aquela noite que deveria ter sido inocente tivesse acabado daquele jeito: e ainda não se diziam quase que como adolescentes à flor da pele. Jimin não duvidava nenhum pouco de que, dali em diante, Jeongguk estaria a agarrá-lo em qualquer lugar onde estivessem a sós, mas não era como se ele se opusesse. Acataria qualquer desejo que ele tivesse, apenas porque estava tão necessitado dele quanto ele de si.

— N-Não, mas é melhor você ir t-tomar banho. — Jeongguk não pareceu satisfeito. — E-Eu tomo quando levantar.

— E vai levantar agora? — Jimin negou. — Jimin-ah... Eu sei que está doendo. Merda, eu deveria ter te preparado mais. — E seus olhos imediatamente mostraram o mais puro arrependimento. Jimin quase sentiu seus olhos se encherem de lágrimas, porque ao seu ver, ele estava arrependido de ter dormindo consigo. Mas Jeongguk viu aquele brilho de lágrimas, completamente conhecidos. — Antes que pense qualquer coisa, eu só estou arrependido de ter te feito passar dor! Anjo, me perdoa, eu juro que—

— Só vai tomar banho, Kookie-ah. — Jimin sorriu, tímido, fazendo Jeongguk crispar os lábios e fitá-lo preocupado. — Okay, eu tomo banho com você, mas só porque quero me despedir do nosso filho antes de irem. — E seus olhos brilharam, quase como se ele quisesse chorar. Jimin sentiu Jeongguk abraçá-lo, protegendo-o em seus braços fortes. — V-Vamos, não quero que se atrase.

— Venha, irei banhá-lo. Deve estar doendo e não quero que ande agora, vou limpá-lo, sei que tem… coisas escorrendo de você. — Jimin sentiu as bochechas corarem e Jeongguk sorriu bobo. — Tão bonito...

— Jeongguk... — Resmungou, batendo levemente em seu peito, emburrado. Jeongguk riu e, sem dificuldade alguma, o levantou em seus braços, indo em direção ao banheiro. Jimin corou por saber que Jeongguk via seu corpo nu a luz do dia. — N-Não o-olha.

— O quê? — Jimin abaixou o olhar e fitou algum ponto específico, enquanto Jeongguk o colocava em pé a sua frente. — Seu corpo? — Indagou, perplexo. Jimin mordeu a parte inferior de sua bochecha.

— S-Sim...

— Meu bem, você sabe que eu já vi tudo que tem aí há cinco anos atrás e de madrugada, não é? — O alaranjado assentiu, receoso. Jeongguk suspirou e beijou sua testa gentilmente. — Você é lindo, não precisa se sentir assim.

— Claro, diz isso pras minhas gorduras. — E o baixinho fez bico, emburrado. Jeongguk fez careta e negou. — Jeonggukie, não precisa mentir, eu sei que ganhei alguns quilos a mais. Talvez vários. — O mais velho bufou, e puxou-o em direção a seu corpo, prendendo-o na cintura. Jimin ofegou e o fitou pelo espelho.

— Você não ficou gordo, ficou mais gostoso. Olha essa bunda, meu Deus. — E Jimin corou, mas soltou um sorriso bonito e tímido, de olhinhos pequenos e belos. Jeongguk sorriu.

— V-Vamos tomar b-banho, l-logo. — Jeongguk riu, ao que Jimin se escondeu entre seus braços, de tão encolhido e pequenino que ficou.

Ele era lindo, infinitamente. Apenas ele não percebia.

[...]

A hora de ir embora havia chego, mas com muito custo, Taehyung e Jiyong deixaram a casa dos Parkʼs. Ambos estavam tão apegados aos que moravam dentro da casa que foi muito difícil deixá-los partir, mas não era como se Jimin e Jin também não tivessem sofrido. Quase derramaram lágrimas, ali mesmo.

Omma... — Jiyong chamou, manhoso, e Jimin quase teve um infarto ali mesmo. Os olhinhos de seu bebê estavam cheios de lágrimas, seu biquinho estava trêmulo e suas bochechas coradas. Mais do que depressa, o arrancou dos braços do pai e o pôs nos seus próprios, para senti-lo mais de perto. — Promete que não vai demorar pra ir me ver? Vou ficar com saudades. — Murmurou, escondendo o rostinho no pescoço de Jimin. Taehyung fez um bico maior e não demorou para Seokjin derramar mais lágrimas, fazendo Namjoon quase se engasgar com o café que tomava e Hoseok deixar a bolsa de Rosé cair no chão.

Yoona, Jeongguk e Yang Mi apenas sorriam bobos; a cena era linda. Quase resolveram guardar aqueles dois em um potinho e protegê-los de todo o mundo.

— Claro que sim, meu amor. Omma com certeza vai te ver, vou ficar louco de saudades. Eu te amo. — Murmurou, sentindo Jiyong assentir e, ainda tristonho, ir para os braços de Jeongguk, que quis se aproximar de Jimin para roubar-lhe um beijo, mas não conseguiu porque as crianças estavam no recinto.

— Tchau, omma… Vou sentir saudades. — Jimin sentiu lágrimas em seus olhos, mas por pouco não as derramou, não queria assustar o seu menino.

Taehyung e Hoseok — depois de muitos abraços e despedidas — levaram Rosé e Jiyong para o carro e Namjoon levou Lisa para o andar de cima, ao que Yoona e Yugyeom seguiam os dois primeiros e Yoongi, Jin e Yang Mi iam para a cozinha. Jeongguk e Jimin ficaram sozinhos, e não foi sequer dois segundos e ambos já se atacavam em um beijo molhado, já cheio de saudades.

— Venho te ver hoje a tarde, quando buscar nosso filho da escola. Hyerin assinará os papéis, e iremos ao médico. — Murmurou, sentindo o alaranjado em seus braços tremer levemente. Jeongguk beijou sua testa.

— E se... Ela estiver grávida? O que faremos, Jeonggukie? — Murmurou, temeroso. Jeongguk suspirou.

— Eu ainda irei me separar dela, mesmo que nunca deixe esse bebê. Mas não tem como ela estar grávida, Jimin. Eu sei que faz mais de dois meses que dormimos juntos, pelas minhas contas. Se ela estiver grávida, com certeza, meu que não é. — Jimin suspirou e Jeongguk o beijou mais uma vez. — Confia em mim?

Jimin confiava. Mas sabia que se feriria.

— Claro que sim. Eu só não confio nela, Gukkie, mas é claro que confio em você. — Jeongguk sorriu satisfeito e Jimin o acompanhou, levemente.

— Eu te amo. Nos vemos no fim da tarde. — E o beijou, apalpando descaradamente uma nádega do alaranjado, que tremeu em seus braços e gemeu em sua boca. — Gostoso.

— V-Vai logo!

Jeongguk riu, atravessando a porta e deixando para trás um Jimin corado e encolhido, sorrindo bobo para o vento.

Sim, ele havia sentido sua falta.

De uma maneira que nem em mil anos ele poderia explicar. Jamais.


Notas Finais


Sejamos sinceros, JK é um puto, porém ainda o amamos. Só que, caro JK, não machuque o Chim e estaremos de bem, caso contrário, a morte lhe espera (?)


Tá tarde gente, desculpem, eu fico alterada assim mesmo Y.Y


Hoje é dia de atualização, AEEEE 🎉 Esperem por mais, porque hoje tem de monte (〜 ̄▽ ̄)〜


Bjões ícones, e até a próxima att ❤🌈


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