História Yours Forever - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags 2jae, Bottom!jimin, Chanbaek, Jikook, Jimin!bottom, Jungkook!top, Kookmin, Namjin, Passivamin, Top!jungkook, Vhope, Yssminmin
Visualizações 948
Palavras 3.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie, babys *0* ❤

O capítulo do reencontro está muito pertinho, é lá no cap seis/sete ❤

Boa leitura ❤

Capítulo 4 - Um Fio De Esperança


Fanfic / Fanfiction Yours Forever - Capítulo 4 - Um Fio De Esperança

Seria uma grande mentira dizer que Jimin dormiu àquela noite.

Virava-se a todo momento, e Yang Mi também não conseguia dormir tranquilamente. Não sabia se era por Lisa estar no meio de ambos, agarrada a Jimin enquanto puxava a blusa de Yang Mi, ou se era pela ansiedade de ver Yoongi novamente.

Não se lembrava da última vez que dormira com Jimin, se sentia estranha de o fazer depois de tanto tempo. E ainda mais com Lalisa entre ambos. Yang Mi nunca dormira com ela e certamente nunca sentira ela pegar sua roupa daquele jeito forte e possessivo, como se sentisse medo que ela se fosse. Por um milésimo de segundo, a loira sentiu-se culpada.

Nunca quisera ser uma mãe ausente, mas em contrapartida também nunca quisera ser mãe. Nunca culpou sua filha por ter existido, culpava sua má genética por negar que era mãe e não querer cuidar do seu bebê. Culpava ainda muito mais Yoongi por tê-la deixado naquelas condições, grávida, com o coração partido e sem saber para onde correr.

Ainda sentia-se magoada com ele, não podia negar. Que prova mais viva que a criança que agarrava fortemente sua blusa? Yoongi não sabia que Lisa existia e só saberia quando voltassem a Seul. Queria muito ver sua reação ao mesmo tempo em que não queria, Lalisa parecia em demasia consigo e sua mãe, mas ainda possuía algo dele nela: o sorriso. De dentes pequenos e bonitos.

Suspirou, sentindo a garganta fechar e os olhos arderem. Sua vida sempre fora fodida, sentia naquelas horas a falta de um mínimo gole de álcool. Queria esquecer tudo, e esquecia, mas só o fazia nas horas da madrugada quando bebia até cair. E de manhã, quando ainda estava de ressaca. Durante o dia, entretanto, tudo lhe lembrava ele.

Olhou pro lado e visualizou o corpinho do seu marido encolhido na cama, os fios alaranjados que ele pintara há alguns meses tão bem tratados que brilhavam. O narizinho do lado de fora e os olhinhos abertos, por onde transmitiam toda a angústia que sentia. Abraçava Lalisa, mas seus olhos se mantinham para fora da janela, exatamente no amontoado de estrelas no céu. Soltava ofegos de vez em quando e murmurava algumas coisas.

Yang Mi então percebeu que nunca tratou com carinho Jimin. Ali, o homem que cuidava da sua filha como se fosse dele próprio. Se sentia tão idiota, passara tantos anos ao seu lado e ela sequer quisera tratá-lo bem. Mas ela própria entendia, era uma mulher confusa e impulsiva. Entendia que deveria ser cuidada, e não cuidar de alguém. Entendia que era alguém difícil e respeitaria a vontade de qualquer pessoa que desistisse de si, pois ela desistiria.

Mordeu o lábio inferior quando sentiu certa dor em seu peito, virou-se levemente e puxou Jimin junto de Lisa para seus braços magros, envolvendo-os em seu frio característico, mas estranhamente caloroso. Jimin olhou-a assustado, mas antes que pudesse perguntar Yang Mi já fechava os olhos, negando-se a responder. E dormiu no mesmo instante.

Jimin, não muito diferente da esposa, pensava em como estaria seu Jiyong e seu Jeongguk. Ele não conseguiria dormir àquela noite, lágrimas de pura felicidade escorriam por seus olhinhos e manchavam o lençol da cama. Evitava soluçar, pois sua filha e sua esposa dormiam, mas não se impediu de extravasar sua felicidade com sorrisos gigantes. Mas algo o amedrontou quando lembrou-se do motivo de seu afastamento.

Jinwoo. Seu pai provavelmente não sabia que voltariam para seu país natal, na verdade ninguém deveria saber. Yang Mi era o tipo de pessoa que se mudava e não dizia a ninguém, só o fazia por acaso. Temia que seu pai não o deixasse voltar, pois ele sabia que, o significado de “voltar a Coréia do Sul”, é igual a “Verei Jeongguk novamente”. E Jinwoo nunca deixaria isso acontecer.

Sentiu seu coração apertar fortemente e agarrou-se a Lisa. Desesperava-o o fato de seu pai saber sobre aquilo e impedi-lo de voltar. Jimin sonhou por cinco anos aquele momento, o momento que voltaria para seu lar e para os braços do único homem que amou carnalmente algum dia. Mas acima de tudo, voltar e ver o filho que ele fora obrigado a deixar para trás.

Ah, Jimin queria tanto olhar seu rostinho. Queria saber se ele ainda era parecido consigo, queria saber se seus olhinhos ainda continuavam pequeninos, sua boquinha pequena e suas bochechas grandes. Queria simplesmente saber se estava bem.

Queria rever Yoona, queria rever Yugyeom, queria voltar a ser feliz. Queria que Chanyeol fosse consigo e reencontrasse Baekhyun, queria que Yang Mi e Yoongi fossem felizes, queria sair daquela bolha horrível de tristeza e sorrir verdadeiramente. Queria ser um jovem de vinte e um anos e não um amargurado infeliz.

Jimin olhou para o lado e visualizou sua filha e sua mulher, ambas tão parecidas fisicamente que chegava a ser irônico.

Queria saber se era tão parecido com seu filho quanto elas duas.

— Eu acho que finalmente serei feliz... — Sussurrou, sorrindo bobo, lágrimas caindo de seus olhos livremente. — Por favor.

Era a única coisa de diferente que pedia todas as santas noites, baixinho, em seu próprio mundinho; ele desejava voltar a ser feliz, e sabia que só o faria o lado deles dois.

— Por favor... Eu não quero mais sofrer.

 

 

 

Jeongguk costumava acordar com Jiyong distribuindo beijinhos por todo seu rosto. Seu filho costumava babar muito quando o fazia, mas ria muito e aquilo compensava seu rosto completamente babado. Ele amava todas as manhãs em que era acordado pelo filho.

— Appa! — O garotinho riu livremente quando o pai o puxou para seus braços. — Appa, não!

Jeongguk mais do que rapidamente trocou as posições e puxou a camisa do pijama do menino, expondo a barriguinha branquinha e livre de imperfeições, e começou a fazer cócegas.

— Appa... — Resmungou Jiyong, o rostinho vermelho e com leves lágrimas no canto dos olhos. Jeongguk sorriu e salientou os dentinhos de coelho, fazendo o filho imitá-lo imediatamente. — Omma sempre diz que nós temos o mesmo sorriso.

— Claro, você é a minha cópia, meu amor. — Jeongguk levantou-se e pegou o garoto molinho nos braços. — Vem, vamos te arrumar pra você ir comendo enquanto eu me arrumo.

Jiyong soltou um choramingo manhoso e escondeu o rosto no pescoço de Jeongguk, que sorriu livremente e afagou os cabelos negros do filho dengoso.

Jeongguk abriu a porta do quarto e já marchou para o banheiro, visualizando sua mulher arrumando a roupa do filho delicadamente na cama do mesmo. Hyerin não o viu passar e Jeongguk agradeceu internamente por isso, assim passou logo para o banheiro do garotinho e evitou beijos desnecessários.

Encheu a banheira de Jiyong com sais próprios para crianças e colocou alguns brinquedos, e enquanto ensaboava a cabeleira cheia e negra, Jiyong brincava com um patinho enquanto fazia um biquinho, muito fofo na opinião de Jeongguk.

Minutos depois, já devidamente arrumados, alimentados e prontos para ir, Jeongguk colocou em seu carro alguma música infantil para Jiyong cantar enquanto enfrentava o transito àquela manhã, que não fora tão ruim quanto o dia anterior. Após um longo beijo de despedida e vários “eu te amo”, Jeongguk dirigiu para a empresa o mais lentamente possível.

Às vezes, bem pouquíssimas vezes mesmo, Jeongguk gostava da calmaria. Ele quase não a aceitava, pois desde que Jiyong entrara em sua vida, basicamente vinte e quatro horas por dia dela se baseavam em ver seu filho rir, falar, contar sobre sua vida, de alguma maneira mantê-lo informado de que ele estava lá. De que ele não fora uma parte que Jimin levara embora por cinco longos anos, ele gostava de saber que seu filho estava ali com ele, porque pelo menos não estaria sozinho.

Jeongguk não era alguém que chorava, mas não se privava se quisesse. Ele apenas não sentia vontade de chorar por algo bobo, a última vez que ele chorara fora em um dia em que a rinite de Jiyong atacara e ele temera pela vida de seu anjinho. E isso faziam-se três anos.

Ele não chorava com facilidade, só o fazia quando realmente não aguentava. Igual quando vira Jimin dar a luz.

Ele ainda não conseguia acreditar em como alguém tão pequeno, com seu corpo ainda não desenvolvido, formara uma criança em seu ventre não preparado e colocara para fora de seu corpo uma criança de quatro quilos. Não fora à toa que ele perdera muito sangue e possuía muitas marcas, Jeongguk simplesmente não acreditava como ele havia sobrevivido.

JaeYoung mesmo dissera que fora um milagre o bebê e Jimin terem sobrevivido, pois mesmo que homens pudessem engravidar, terem filhos normalmente e até produzirem leite eram coisas raras. Jimin era apenas um adolescente. Seu corpo não se desenvolvera, ele era extremamente miúdo para passar por uma gravidez e um parto normal, e ainda mais de um bebê que nem fora Jiyong.

Jeongguk suspirou de orgulho pelos dois lados. Primeiro, por seu amado ter suportado tanto, mesmo que possuísse tão pouco. Por ter tido a força de vontade e a coragem de fazer o filho de ambos nascer, mesmo que seu corpo dissesse que sairia extremamente ferido caso tentasse. E segundo por seu filho, por ter sido saudável e não tê-lo deixado, antes mesmo de nascer.

“— Ah, meu amor... — Jeongguk beijou a bochecha cheinha do recém-nascido em seus braços, fazendo o bebê bocejar preguiçosamente e coçar os olhinhos com os punhos fechadinhos e gordinhos. — Obrigado. Por existir, por ser minha esperança e por ser o meu futuro.

Pois Jimin havia ido, e levado metade de todos naquela casa quando se foi.”

E ele nunca se esqueceria.

Do fatídico dia que sua felicidade fora embora, e só restara migalhas do que ele lembrava, junto da pequena bolinha de esperança deles dois: Park Jeon Jiyong.

Sua única felicidade naquele mundo.

 

 

 

Jimin suspirou exageradamente alto quando Chanyeol abraçou-o apertado e espremeu seus cabelos entre seus dedos longos e grandes, e uma MinJi chorosa ao seu lado, os olhos brilhando de uma alegria incontida: felicidade. Uma palavra que mais ninguém ali entendia ou sentia.

— Ah, meu filho. — Jimin olhou bem fundo nos olhos parecidos com os seus e sorriu, com um biquinho choroso nos lábios carnudos. — Você vai voltar... — Sussurrou, em seu ouvido, como um segredo a ser protegido. Jimin assentiu e abraçou-a apertado.

Yang Mi não sabia de seu passado; quando se casaram, nenhum dos dois haviam falado do passado de ambos um para o outro. Respeitavam suas vontades e não queriam apagar o passado, a única coisa boa em suas vidas. A de Jimin, Jeon. E a de Yang Mi, Yoongi.

Chanyeol sorriu largo, mas Jimin visualizou ali um sentimento de tristeza. Sandara abraçou o orelhudo alto e o mesmo pareceu perceber que a noiva estava ali, pois no segundo seguinte beijou-a docemente de olhos fechados.

Jimin sentia-se impotente quando algo assim acontecia. Queria muito levar seu irmão, mas não o faria pois seria pior. Jinwoo poderia ir atrás de si com o pretexto de Chanyeol ter ido, e uma coisa que o pequeno Park não queria era seu pai atrapalhando seus sonhos. Não novamente.

Ele não era mais um adolescente de dezesseis anos que possuía medo da vida, cheio de cicatrizes pelo corpo que, sinceramente, nem se comparavam com as do coração. Ele já era um homem formado, de vinte e um anos e dono de seu próprio nariz.

Jimin, então, constatou que ele era livre apenas ali.

— Eu irei impedi-lo, meu filho. — Lisa abraçou a avó apertado, os olhinhos cheios de lágrimas e com um biquinho bonitinho em seus lábios finos. — Eu prometo. Não deixaremos seu pai atrapalhar sua vida novamente.

— Obrigado, omma. — Jimin riu fraquinho quando ouviu sua voz chorosa e falha, mas nem por isso impediu de as lágrimas caírem. — Eu amo a senhora.

— Nós também te amamos, irmãozinho. — Jaebum riu, abraçando-o rapidamente, os olhos estreitos com uma fina camada de lágrimas. Jaebum nunca chorava e quando o fazia era extremamente preocupante, pois o homem aparentava extremamente frieza e seriedade quase sempre.

Jimin riu e beijou seu rosto com delicadeza.

— Eu vou encontrá-los, omma, eu prometo. E só voltarei para cá com meu filho nos braços, e finalmente, com a pessoa que eu amo. Com a pessoa que eu nunca deixei de amar.

Jimin era uma pessoa extremamente sensível, e só de lembrar do último dia que ambos se viram, seu rostinho já se avermelhava pela imensa vontade de chorar. Yang Mi representava tudo aquilo como uma simples despedida de familiares apegados, mas nem fazia ideia de que aquilo era de alegria pelo que encontrariam pela frente, não do que deixariam para trás.

Jimin almejava apenas suas duas preciosidades. Que brutalmente foram arrancadas de si, simplesmente por puro preconceito.

MinJi sorriu docemente e tirou uma mecha de cabelo alaranjado de seu rostinho gordinho e bonito.

— Eu sei, meu amor. Você casou-se por negócios, não por amor... Mas existe prova mais viva do que um filho? Você teve um filho com o Jeon, meu filho, então seja feliz ao lado deles.

Jimin chorara muito naqueles cinco anos... Mas àquele dia, suas lágrimas foram de alegria.

A mais pura e sincera que já se pôde existir.

[...]

— Como você pôde, Park Jimin?! Você vai me deixar, aqui?!

Jimin sabia que a pior parte seria deixar as pessoas que mais importavam para si, mas quando esta se tratava de Kim Seokjin, as coisas dificultavam.

Agora, naquele instante, o grávido já formava um bico gigante e lágrimas já desciam por seu rosto esculpido.

— Ah, hyung! Acalme-se! Vai fazer mal pra bebê!

— Ótimo! Assim a culpa vai ser sua e você será obrigado a ficar aqui comigo! — Choramingou, soluçando, os olhos vermelhos olhando Jimin como se fosse a última vez. O coraçãozinho inocente e bondoso do alaranjado se partiu, pois era culpa sua por aquilo.

— Jinnie-hyung... — Sussurrou, puxando-o para um abraço que fez Jin soluçar fortemente. — Ah, hyung, não precisa chorar assim.

— Claro que precisa, pabo! Ai, Minnie, como é que você vai me ensinar a cuidar da Jisoo?! E quem vai ser o padrinho da minha filha?! Eu vou ligar agora pro Namjoon e mandar ele comprar duas passagens pra Seul!

— Jin-hyung! — Jin fez bico e agarrou-se a ele fortemente. — Não faça seu marido ter tanto trabalho porque eu simplesmente vou voltar pro lugar onde nasci.

— Nós nascemos lá também, problema resolvido!

Lisa entrou na sala e olhou o tio choroso, e mais do que depressa a menininha escalou o sofá e agarrou-se ao pai e ao grávido choroso.

— Seu pai é um ser mal, Lisa. Ele quer me deixar!

— Não seja tão dramático, hyung! — Jimin já se acalmava um pouco, mas Jin ainda continuava a derramar lágrimas sentidas e grossas. — Eu venho visitá-lo!

— E eu estou dizendo que a gente vai pra lá também!

— Ebaa! — Lisa pulou no sofá e Jimin olhou-a repreendedor. — O senhô vai também, tio Jinnie?! Assim eu não vou ficá sozinha! — E fez um biquinho, fazendo Jin sorrir maléfico para um Jimin encolhido em seus braços.

— E nem mais um pio. Deixa eu pegar meu celular, é hoje que eu me mudo dessa cidade. — Discou alguns números e passou alguns segundos com o celular no ouvido e logo depois sorriu manhosamente. — Amooorr...

E Jimin riu gostosamente quando Jin saiu saltitante da cozinha.

— Eu sempre ganho o que quero, lembre-se disso, Park Jimin.

E não foi à toa que horas depois, todos eles estavam embarcando no avião, com destino à Seul, Coréia do Sul.

Todos ansiosos e felizes, mas Jimin...

Jimin com o coração na mão e com o pensamento a mil, de que tudo provavelmente daria certo, afinal... ele ainda possuía esperança.

 

 

 

Jeongguk não costumava ver Yoongi andando pela empresa, na verdade, o agora loiro sequer saía da sua sala. Yoongi não era que nem Hoseok, que insistia que deveria irritar alguém para manter seu dia feliz. Yoongi era alguém na dele que dificilmente atraía conversa.

Yoongi chegou na empresa, sempre atraindo olhares luxuriosos. Era um homem bonito, bastante rico, morava fora até então e um dos principais investidores da empresa. Jeongguk dava-se muito bem com o Min, considerando que era alguém considerado normal perto de Hoseok, a qual possuía um tipo de rivalidade, pois ambos eram totalmente diferentes, em todos os aspectos.

Enquanto Hoseok insistia em uma conversa, Yoongi desistia dela quando já não se mostrava interessado. Enquanto Hoseok sorria quase o tempo todo, Yoongi preferia mostrar sua face entediada e um olhar frio a qualquer pessoa. Yoongi era o gelo e Hoseok o fogo.

Taehyung as vezes aparecia na empresa para cumprimentar Jeongguk, já que Hyerin olhava-o atravessado e mesmo que não ligasse, não era a mesma coisa quando ela fazia o mesmo com Rosé. Taehyung era um omma bastante protetor e já brigara com bastante mães por estas desmerecerem sua filha.

De qualquer modo, toda ou todo omma era assim, Jeongguk não duvidava nenhum pouquinho de que Jimin também seria, pois mesmo grávido, quando seu pai dissera para o mesmo abortar, Jimin defendeu seu filho com unhas e dentes. Saiu de casa no meio da madrugada e enfrentou chuva e frio, mas não ficou na mesma casa daquele que quis matar seu filho. Desde então nunca mais se encontraram, claro até ele roubá-lo de si.

Enfim, Taehyung sempre dava uma passada na empresa, e quando isso acontecia, ele sempre falava normalmente com Yoongi. Hoseok, quase sempre, faltava enfartar de raiva e dizia para o esposo parar de falar com o mal-amado. Taehyung nunca deu ouvidos ao marido e continuou do mesmo jeito.

E agora, naquele instante, Jeongguk via Yoongi andando até sua sala, o semblante impassível e profissional. Hoseok, sentado na cadeira a frente, bufou irritado e fez uma carranca.

— Pode entrar. — Jeongguk falou alto o suficiente para o loiro ouvir e logo em seguida a porta foi aberta e Yoongi, lentamente, passou por ela. — O que houve, Min?

— Só queria deixá-lo a par dos eventos que provavelmente haverão pela nova investidora que irá chegar. Claro, isso se permitir.

— Óbvio que permitiria. É mais uma conquista, devemos brindar por isso. — Jeongguk sorriu levemente e Yoongi assentiu.

— Faremos uma festa aqui, na empresa, comemorando os vinte anos existentes dela em Seul, e aproveitaremos para fazê-lo também pela nova investidora, que, por sinal, é minha prima.

Hoseok fez uma cara indignada e Jeongguk sorriu, assentindo.

— Claro, claro. E só ela virá, hyung? — Yoongi de repente tirou a face calma e profissional e pôs uma fechada igual a do Jung sentado ao seu lado. Jeongguk imediatamente tornou-se interessado.

— Não, Jeon. Ela e o marido dela. — Falou, entre dentes, sorrindo sarcasticamente logo depois.

— Oh. — Jeongguk impressionou-se com o sorriso maldoso e não pôde deixar de pensar no porquê ele ficara daquele jeito ao citar o marido da prima. — E o qual o nome deles?

Hoseok apenas os observava, os olhos pequenos olhando de esguelha para o Min branquelo ao seu lado.

— A minha prima se chama Lee Yang Mi.

Jeongguk assentiu, dando total liberdade para ele continuar.

Yoongi de repente falou baixo e com um leve toque de ódio.

— E o marido dela... Park Jimin.

E foi como se todo o mundo de Jeongguk tivesse se destruído... Da pior forma possível.


Notas Finais


Espero que tenham gostado ❤

Se possuir qualquer erro, não hesitem em me falar *-*

Em breve tem fics novas >< ❤

Bjões amores e até a próxima att ❤


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