História Yugioh! Scary Duel - Capítulo 3


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Categorias Yu-Gi-Oh!
Tags Evil Hero
Visualizações 1
Palavras 1.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - A Seita. ( A1 )


Fanfic / Fanfiction Yugioh! Scary Duel - Capítulo 3 - A Seita. ( A1 )

A Seita, um grupo ancestral de séculos atrás, formado pelas pessoas ricas e influentes do mundo de todas as épocas, focada principalmente em dominar o mundo através da magia negra, usando rituais proibidos para a invocação de demônios e seres terríveis, para obterem seus poderes e controlar eles para seus fins perversos, por todo o tempo, ela é somente um conto de fadas e lendas, agindo nas sombras da sociedade, controlando a história para seus próprios interesses, mas o destino e algo imprevisível, até mesmo para os mais experientes, algo pode dar errado, e para eles, esse erro pode custar caro, criando o maior inimigo que poderiam ter, cheio de ódio e rancor por acabar com sua vida e de quem amava.

Num imenso prédio no meio da cidade, vários homens e mulheres andavam de um lado para o outro apressados, no topo dele, um homem usando um terno branco estava sentado numa espécie de trono, a sala era imensa, com várias coisas para rituais, dois homens entraram e fizeram uma reverência, ele girou o trono, se revelando um senhor grisalho, mas com um porte físico robusto, o rosto endurecido e com algumas marcas de cortes.

- Senhor, perdemos a garota. – Ele ficou em silêncio, brincando com o vinho da taça, o homem engoliu em seco. – E também achamos que ela está com o erro... – O senhor estourou a taça entre os dedos, mas não saiu uma gota de sangue, os homem baixaram a cabeça.

- ??? : Preparem a cidade, avisem para todos ficarem a postos, eles viram até nos. – Falando isso ele sorriu.

No raiar do dia, Helena acordava deitada numa cama de solteiro, ao pé da janela, Justin olhava pela persiana, o outro jovem não estava na pequena sala.

- Wing : Acordou amiga! – Ela falou animada, sentada no colchão próximo aos pés dela, que se sentou na cama de susto.

- Helena : Onde eu estou? – Ela falou afobada, Justin nem ligou.

- Wing : Calma, estamos bem, no casebre do tal Marcus.

- Helena : Marcus?

- Marcus : Sim sou eu. – O rapaz de cabelo castanho e olhos azuis falou ao entrar pela porta.

- Justin : Estava esperando atrás da porta era? Pra entrar assim na hora certa da fala dela. – Marcus não deu bola pro comentário, colocando duas sacolas plásticas em cima da pequena mesa a frente da cama.

- Marcus : Vamos lanchar e então seguir pro nosso destino.

- Helena : Vocês vão me levar pra outro lugar? Vou ver meu pai? – Ela falou esperançosa.

- Justin : Quem dera que fosse. – Ele reclamou puxando um pacote de pães de uma sacola.

- Marcus : Ainda não é seguro para você, até resolvemos o problema, o mais seguro pra você e sua família e está conosco.

- Helena : Eu queria não ter essa maldição, me odeio por isso.

- Justin : Pois você devia aproveitar o lado bom dela, vai por mim, conselho de especialista. – Ele se jogou numa cadeira comendo um pão, Marcus o olhou o repreendendo.

- Helena : Se sentir presenças de demônios e legal pra você, eu passo seu idiota. – Ela falou claramente chateada.

- Wing : Foi assim que encontrou a gente.

- Helena : Mais ou menos, demônios tem uma carga negativa completa, mas vocês não tem isso, ainda tem uma parte humana, por isso não pensei duas vezes em buscar vocês, que podia confiar em vocês. – Wing e Justin se entreolharam e caíram na risada.

- Justin : Nos?! Confiáveis?! Qual é, não ajudamos ninguém nem pra atravessar a rua, roubamos doces de crianças e derrubamos antenas de TV, somos malvados garota boba. – Ele sorria, todos o olhavam calados e sérios. – Sem graça.

- Marcus : Vamos logo comer, temos que por o pé na estrada.

- Wing : Onde seria esse lugar que estamos indo?

- Marcus : Eu sei onde é, não se preocupe. – Depois disso, comeram rapidamente, e em pouco tempo, já estavam se preparando para saírem, Wing emprestou um vestido vermelho pra Helena usar, após se trocar, Marcus os levou a um estacionamento subterrâneo até um caminhão fechado, dento eles colocaram as motos para não chamarem a atenção, No momento pra sair, Justin e Wing decidiram ir atrás enquanto Helena e Marcus iriam na frente, exatamente as oito da manhã, saíram da cidade de Los Angeles, em direção ao deserto.

- Helena : Como um humano pode ficar assim? – Ela falou por fim após horas de silêncio.

- Marcus : A cerca de um ano, Justin e Wing foram vítimas de uma fatalidade, eles estavam no lugar errado, na hora errada, a Seita estava fazendo um de seus rituais próximo do apartamento que eles estavam, e ao invés deles receberem os poderes que invocaram, acabou sendo o pobre casal desavisado, pagando um preço alto e não tinham culpa de nada, desde então, vivem pelo país, somente pra curtir e não se preocupam com mais nada, somente com o desejo de vingança pela Seita. – Helena ficou em silêncio pensativa.

- Helena : Só isso que você descobriu com sua investigação?

- Marcus : Nossa, investigações levam tempo, principalmente com algo assim, que é incomum para as pessoas comuns.

- Helena : Porque então você está fazendo isso?

- Marcus : Ordens do meu chefe, ele quer a ajuda de Justin e Wing, pra ele, eles podem usar suas habilidades sobre humanas pra ajudar a todos.

- Helena : Não sei se eles vão querer isso. – Dentro do caminhão, Justin estava encostado num dos lados, enquanto Wing estava do lado oposto.

- Wing : Então, confia nessa cara? Já pensou que ele pode fazer parte da Seita e está nos levando a uma emboscada? – Ela falou brincando com uma bola de fogo azul.

- Justin : Não tem importância, o que eu quero é chegar até eles, se for uma emboscada ou não, não faz diferença. – Ele falou frio.

- Wing : Enquanto a garota, aquela habilidade dela, não vejo utilidade pra eles.

- Justin : Fora encontrar qualquer demônio onde quiserem? Sem falar que nem ela possa saber o que mais pode fazer.

- Wing : Tem razão, parece que estamos caminhando a uma conclusão, depois de tanto tempo.

- Justin : Fico feliz que você tenha me perdoado pelo que aconteceu, mas nunca perdoarei eles. – Ela se arrastou até o lado dele.

- Wing : Você já pagou o preço pelo que fez, agora faltam eles, e assim vivermos de boa! – Ela se esticou empurrando as pernas de Justin. – Seguindo a estrada pelo deserto adentro, com uma vez ou outra cruzando com outro veículo, após cinco horas de viagem, finalmente o caminhão parou, eles se olham e levantam, o portão traseiro foi levantado por Marcus, o deixando saírem, ao olhar em volta, Justin da um longo suspiro seguido por um sorriso.

 - Justin : Estou em casa! – Ele falou olhando o grande letreiro brilhante que tinha escrito “ Welcome to Las Vegas! “.



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