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História Yui s Old Sister... - Capítulo 1


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Capítulo 1 - What the heck?



 

Mais uma vez eu estava andando pelos vazios corredores da mansão Sakamaki. Olhava em torno, as mesas com abajures posicionados para dar luz ao corredor, o carpete vermelho vinho no chão, bordado com detalhes que esbanjavam riqueza, e poder.

Já estava “presa” aqui a cerca de 8 meses, os Tsukinamis ainda estavam atrás do meu sangue, ou seja, os Sakamakis e Mukamis estavam por aí, fazendo algo.

Pra ser sincera, eu queria sair daqui, de verdade, mas me achariam em menos de dois dias, sentiriam o cheiro do meu sangue. Eu infelizmente estava condenada a servir de alimento para 10, talvez 13, vampiros, já que a pouco tempo foi descoberta a existência de um filho perdido de Karlheinz Sakamaki, pai dos seis irmãos e chefe dos Mukamis. 
 

Eu estava me dirigindo ao meu quarto, talvez lá eu tivesse um pouco de descanso mental, tudo isso, esse assunto de Tsukinamis, noiva de sacrifício, mais um Sakamaki, estava me dando uma pressão mental danada. Você não sabe o que pode acontecer amanhã, você pode acabar morta, sequestrada novamente, ou então, alguém pode se ferir gravemente...

Ai, ai!

 

Essa vida não está fácil pra ninguém... Se ao menos tivesse algo de interessante para se fazer aqui além de alimentar 10 vampiros com o meu sangue, eu faria, mas não à absolutamente nada!

Eu tinha finalmente chego ao meu quarto, fecho a porta e começo a observar o comodo que eu irei passar grande parte do meu dia.

Começo a percorrer os meus olhos pelo enorme quarto cor-de-rosa, passei os olhos pelo guarda-roupas, a cama e em seguida...

 

— Oh! Isso ainda está aqui? — Falo ao ver, em cima da penteadeira, um porta-retrato, com a foto de minha família, completa.

 

Me aproximei do pequeno objeto e o peguei em minhas mãos, admirei ele por uns instantes, nele continha a única foto de minha família completa, eu, meu pai, minha mãe e minha irmã mais velha... Aish, como eu queria ter notícias sobre ela e minha mãe, as duas desapareceram a anos, desde então eu não tenho certeza se elas estão mesmo vivas... Mas eu tenho fé que estão!

 

Pena que não tenho mais tanta fé de que vou reencontra-las...

 

— Oe, Chichinashi! O que está fazendo?! — Ayato entrou no meu quarto, surpreendentemente ele usou a porta.

 

— Oh, A-ayato-kun! E-eu estava vendo uma foto de minha família! — Direciono meu olhar ao ruivo de olhos verdes a minha frente. Ele estava com uma cara não muito boa, como sempre.

 

— Que foto é essa?! — Ele pegou o porta-retrato da minha mão, e começou a encara-lo. — Quem é essa? — Ele apontou justamente para a minha irmã.

 

— É minha irmã mais velha, Akira. — Falei o nome de minha irmã e ele abriu um sorrisinho de canto.

 

— Akira, é? — Concordei — Ela não se prece muito com você.

 

— É, ela puxou mais as características de nosso pai. — Falei e ele me devolveu o objeto, em seguida deu o fora do cômodo. Mas dei de ombros.

 

Observei a foto por mais um tempo e posicionei de volta em cima de penteadeira.

 

(...)

 

Já tinham se passado duas horas que eu estava deitada na cama, o sono não vinha...

 

— Mas o que é isso? — Falo ao ouvir um barulho que vinha do jardim. Fui até minha varanda e olhei para baixo.

 

Era Subaru e Yuma, ambos estavam no jardim, em cantos diferentes, óbvio, Subaru regava as flores e Yuma cuidava de sua horta.

 

— Ei, pode pegar a tesoura pra mim?! — Subaru falou, afinal, Yuma estava mais perto.

 

— Pegue você mesmo! — O castanho respondeu e logo começou uma briga entre os dois.

 

 

É... Eu tinha esquecido como eles gostam de brigar.

 

 

Volto para dentro do quarto, já estava escuro, hora de ir para a escola, mas primeiro, o jantar.

 

 

Desço as enormes escadas da casa, ando até a sala de jantar, já encontrando todos ali, sento ao lado de Ayato e logo alguns familiares puseram a mesa, e começamos a comer.

 

Estava tudo normal, até Ayato resolver abrir a boca.

 

— Reiji, você por acaso sabia que a Chichinashi tinha uma irmã? E resolveu não nos falar? — O ruivo pergunta ao moreno, que levanta a cabeça na hora e olhou para Ayato.

 

— Ela tem? Eu não fui informado disso... Ela não representa uma ameaça, representa? — Foi a vez dele olhar para mim, todos olharam aliás.

 

— Não que eu saiba... — Falei, representar uma ameaça? Bem, Akira sempre foi esquentadinha,  mas não acho que ela represente uma ameaça à mim ou a os vampiros — Afinal, não nos vemos a anos. Ela e minha mãe desapareceram a sete anos, Reiji-san. — Falei, ninguém falou nada, todos voltaram a comer.

 

(...)

 

Eu tinha sido a última a terminar minha refeição, agora eu iria pra o meu banheiro, escovar os dentes, dar uma ajeitada na minha aparência e descer de volta, eu só tinha meia hora para descer de volta.

 

(...)

 

Estávamos todos na limusine, todos em silêncio.

 

Fiquei surpresa de Ayato ter abordado o assunto sobre minha irmã, e acho que todos estavam pensando sobre isso, já que tínhamos recém descoberto que meu pai era um caçador de vampiros, vai que ele tenha a treinado?

 

Mas isso é quase improvável, Akira não seria capaz de mar ninguém...

 

 

 

 

 

 

 

Ou seria?

 

Não! Óbvio que não!

 

 

— Oe! Chichinashi! Já estamos te chamando a uns cinco minutos! — Ayato me tira dos meus pensamentos.

 

— O-oh? A-ayato-kun... Gome'n, eu estava no mundo da lua. — Dei uma risadinha sem graça para quebrar o gelo.

 

— Disso já sabíamos... Mas voltando, você sabe se sua irmã chegou a ser treinada pelo seu pai? — Reiji perguntou e eu botei a mão no queixo.

 

— Bem, os dois eram bem próximos no período de nossa infância. Mas não acredito que Akira-san seja capaz de matar alguém! — Falei, agora que percebi que tinha falado o nome de minha irmã, se bem que Ayato contaria hora ou outra.

 

— Akira? Esse é o nome dela? — Reiji pergunta e eu acento — Akira Komori... — Ele sussurrou.

 

Logo paramos na frente da escola, todos foram descendo da limusine aos poucos, e indo para caminhos diferentes.

 

 

Eu estava andando pelos corredores da escola, mas acabei esbarrando com alguém, levanto meus olhos e eles param em uma garota, ela estava bem diferente da maioria das garotas daqui.

 

Ela tinha os olhos castanhos claros, quase cor de mel, e os seus cabelos eram escuros e com mechas de cor azul.

 

 

— Olha por onde anda loira! — Ela disse e voltou a seguir seu rumo. Eu não dei bola e voltei a seguir o meu...

 

 

(...)

 

Eu, Ayato, Laito e Kanato estávamos já na sala de aula, todos da classe ou estavam conversando, ou estavam ao redor dos meninos.

 

— Classe, sentem-se! — O professor entra e bota seus livros na mesa, agora teríamos aula de História... — Hoje teremos uma aluna nova, entre! — O que? Uma aluna nova?

 

A garota entra pela porta, era a mesma que eu tinha esbarrado no corredor!

 

— Olá meu nome é...

 

 

 

 

 

 

 

 

"Akira Komori"



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