História Yuma's hot lessons - Capítulo 4


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Kou Mukami, Yuma Mukami
Visualizações 171
Palavras 4.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Lição número três: Dominar é saber conduzir seu par


Aquela noite estava quente como o inferno. Não importava que estivesse vestindo apenas uma cueca boxer e o ventilador ligado no máximo a poucos metros de distância. Yuma continuava com muito calor.

— Hm… Isso parece legal. — Akemi falou enquanto tomava nota em seu caderno.

O Mukami conteve uma careta. Quando achava que a menina havia chegado no limite do absurdo, ela o surpreendia com outro pedido patético. A solicitação da vez era assistir a um vídeo porno. No começo o vampiro se recusou, tentou lhe explicar que pornografia não tinha nenhuma relação com a realidade, mas Inoue era teimosa. Ele sabia que se não a ajudasse, ela mesma se aventuraria pela internet e sabe-se Deus o que acabaria assistindo ou o vírus que pegaria no notebook.

Então lá estavam eles, sentados na cama relaxados, assistindo ao vídeo. Se não fosse pela loira gemendo enlouquecida na tela, talvez até parecessem um casal. Na verdade, Yuma não tinha muita certeza do que estava acontecendo no filme, não conseguia descolar seus olhos da morena a seu lado. Estava vestindo uma blusa larga sem sutiã e cada vez que ela ria de algo que aparecia na tela, seus seios balançavam de uma maneira gostosa por baixo do tecido.

— Você acha que eu conseguiria fazer isso? — Ela perguntou, mas o vampiro não ouviu, agora analisava minuciosamente as pernas da garota. O shorts de pano largo e leve deixavam as coxas perigosamente vulneráveis. A peça era tão folgada que talvez não precisasse sequer tirá-la para ter acesso a intimidade de Akemi, bastaria puxar um pouco para o lado...

Caralho, talvez não fosse o quarto que estivesse o deixando quente e sim a desmiolada.

— Yuma? — Ela insistiu em chamar sua atenção, balançando os braços de maneira irritante.

O vampiro piscou demoradamente, como se recobra-se a consciência e se voltou para ela:

— O que foi, piranha?

— Você estava olhando para as minhas pernas? — Havia um pouco de diversão em seu tom.

O Mukami foi pego desprevenido pela pergunta e corou, por alguns segundo ficou sem resposta. Akemi soltou uma risada gostosa e os seios balançaram dentro da blusa. Aquilo apenas deixou o garoto mais agitado.

— E se eu estiver, qual o problema? — Tentou se defender. — Você está na minha cama, assistindo a um porno no meu notebook, vestida desse jeito. Você esperava que eu estivesse olhando o que?

— O porno, onde tem uma mulher pelada, ao invés de ficar encarando uma vestida. — A morena retrucou rápida, deixando o Mukami mais uma vez sem resposta.

Maldita espertinha.

— Está bem, foda-se. — O vampiro bradou, disfarçando o constrangimento com uma falsa raiva. — Você queria me perguntar alguma coisa ou só estava enchendo o saco?

Akemi precisou conter outra risadinha, apesar de estar adorando ver o garoto todo agitado e envergonhado, era melhor parar antes que ele inventasse algum castigo. Não que os castigos de Yuma não fossem malditamente deliciosos… Mas não queria abusar da sorte.

— Você acha que eu consigo fazer isso? — Apontou para o notebook.

Na tela havia uma atriz loira completamente nua, sentada sobre o rosto de outro ator, também nu, que a chupava. A câmera deu um zoom na intimidade da mulher recebendo linguadas, exibindo um piercing de strass brilhante em seu monte de vênus.

O vampiro fez uma careta, ainda não conseguia entender por que Akemi queria tanto assistir algo tão artificial.

— Isso o que? Sentar na minha cara e receber um oral? — Ele perguntou indiferente. — Não é nenhum malabarismo, podemos fazer agora.

Yuma pausou o vídeo rapidamente e já foi se deitando na cama com seu pênis estava rígido dentro da cueca. O garoto estava excitado já fazia algum tempo, ansiava por acabar com aquela baboseira filmezinho para poder foder Akemi deliciosamente. Mas foi impedido de continuar, a menina agarrou-lhe o braço constrangida.

— Não, não. — Falou e então mordeu os lábios, envergonhada em continuar. Não queria admitir mas estava excitada assistindo aquilo, só de pensar em esfregar sua intimidade na língua de Yuma em uma posição tão… suja. Já a fazia sentir algo formigar entre as pernas. Porém, não era aquilo que ela desejava saber se era capaz de fazer. — Você sabe… Eu queria, hm… Dominar você. — Desviou o olhar achando que aquele era um pedido bobo e o garoto zombaria dela.

Yuma riu e por algum motivo que não entendia muito bem, teve uma louca vontade de agarrar Akemi e dar-lhe um beijo. Adorava aquele conflito de inocência e perversão na menina.

— Parece que temos um tema para a aula de hoje então. — Ele se ajeitou melhor na cama, apoiando as costas na cabeceira. Estava sinceramente empolgado com o que sairia daquela lição. — Primeira coisa que você precisa saber é que dominância não tem nada a ver com quem está por cima. — Deu suas clássicas batidinhas contra a coxa. — Venha cá, eu vou te explicar como faz. — Falou naquele tom manso e convidativo.

O coração de Inoue disparou. Como o vampiro conseguia ser tão sexy? Aquela cena poderia se repetir dez vezes e ainda assim, em todas as dez ela sentiria a calcinha umedecer. 

Colocou uma perna de cada lado da cintura do garoto e sentou-se no cole dele, naquela posição sua intimidade estava vulnerável a qualquer movimento do amante. Inclusive, não precisara sequer se mexer para constatar como o membro de Yuma estava rígido por baixo da boxer. 

— Porno excita tanto assim os homens? Você já está bem duro. — Ela observou.

Ele tirou o óculos do rosto dela e deixou na cômoda. 

— Em geral homens gostam bastante de pornografia. — O Mukami ignorou a provocação, preferia se aproveitar de Akemi naquela posição tão vulnerável do que discutir. Sua palma percorreu o corpo da menina de forma suave. Ela fechou os olhos em expectativa, apreciando o toque que entrava por baixo da blusa. — Mas dessa vez quem me deixou assim foi você, piranha. Eu não sei como, mas você me deixa com muito tesão. — Ele mexeu o quadril embaixo da morena, roçando seu pênis no sexo dela, o tecido de suas roupas era tão fino que quase parecia não haver nada entre eles. Se fosse com um pouco mais de força, talvez até sentisse a umidade de Inoue molhando o pano.

A garota gemeu baixinho e ele fez o movimento mais uma vez. O pênis latejava e ele almejava sentir todo o calor e aperto do interior de Akemi o envolvendo. Agarrou a cintura dela e foi incentivando que seguisse os movimentos, esfregando sua buceta por toda a extensão do mastro.

Suspirou alto quando ela se esfregou nele com vontade. A piranha realmente aprenderá como rebolar de maneira deliciosa, o corpo indo e voltando, gemendo como uma cadela. Agarrou os cabelos de Inoue e os puxou, forçando-a arquear as costas para trás de maneira que os seios se empinaram na frente do rosto do Mukami. O tecido estava marcado por um par de tentadores bicos enrijecidos, Yuma mordiscou dolorosamente um dos mamilos por cima da blusa e encarou Akemi com um sorriso lascivo.

— Não sabia que vídeos pornos deixavam piranhas tão excitadas, veja só como seus peitinhos estão tensos. — Falou em vingança.

Ela sorriu travessa. Gostava das provocações. Gostava dos pequenos castigos e vinganças que Yuma lhe aplicava.

— Foi você que me deixou a… — Não conseguiu terminar a frase, o vampiro abocanhou seu seio com vontade e um gemido escapou do fundo da garganta.

O garoto começou a sugá-la por cima da blusa, dando tortuosas mordidas e chupões fortes no limite entre a dor e o prazer, para compensar o tecido entre sua boca e a pele. Mesmo assim, Akemi ia a loucura. Ela jogou a cabeça para trás em deleite. Nesse ponto já não lembrava mais qual era o objetivo daquela aula, apenas deixava que Yuma a guiasse pelos caminhos do prazer, ditando o ritmo que deveria roçar contra seu pênis, enquanto seus mamilos eram castigados pela inebriante boca do vampiro.

— Piranha, você se entrega tão fácil pra mim. — Ele a encarou, vendo como já estava vermelha e ofegante. — É gostoso pra caralho te dominar. — Mordeu os lábios. Aquilo não era nem de longe o suficiente, seu pênis parecia que rasgaria a boxer a qualquer momento. — Eu quero te sentir mais. — Em um movimento rápido, ergueu o quadril, forçando seu pau contra a buceta de Akemi, como se pudesse rasgar as poucas roupas que os separavam e invadi-la.

Eles gemeram juntos. O vampiro precisava parar antes que perdesse o controle daquela lição e acabasse fodendo a menina.

— Você quer me dominar, piranha? Então você tem que saber como deixar seu parceiro louco. — Começou a mover a cintura simulando fortes estocadas na garota e ela, completamente resignada, quicava e suspirava sobre seu membro coberto após cada impacto. Os seios a acompanhando para cima e para baixo em um movimento obsceno. — Dominar antes de mais nada é saber conduzir teu par. Você tem que comandar a foda até levar os dois a um maldito orgasmo. — Foi aos poucos diminuindo o ritmo, por mais que todo o seu instinto e corpo estivessem gritando para fazê-la dele naquele exato momento, agora era a vez de Akemi mostrar se havia entendi a mensagem e ele estava sinceramente ansioso em ver o que sua desmiolada pervertida faria. — Fale obscenidade, ordene sacanagem e nunca perca o controle da situação, até mesmo quando quiser dar a satisfação do outro te dominar. — Estava ofegante. — Sua vez. — Sorriu.

Inoue uniu as sobrancelhas em dúvida. O coração ainda estava acelerado pelo esforço físico e mesmo sem perceber, o quadril seguiu discretamente roçando no colo de Yuma.

— Eu...? Dominar?

O vampiro confirmou com a cabeça e ela não soube o que responder. Um misto de vergonha em falar suas fantasias e temor de não conseguir atingir as expectativas de Yuma a tomaram. Era muito mais fácil quando ela se entregava, hora ou outra o provocando nas pequenas brechas que ele deixava, agora dominar um cara tão sexual e experiente? Teve medo de não conseguir lhe dar prazer.

Yuma percebeu a relutância da morena. No final das contas, ela ainda era apenas uma menina e não uma mulher experiente, precisava de um empurrãozinho.

— Por que você ficou tensa? — Ele falou manso e a puxou para um beijo lento, um completo oposto ao frenesi que se encontravam até poucos minutos atrás. A língua explorando com calma a boca de Akemi, acalmando as batidas agitadas do coração dela. — Comece me dizendo o que você quer que eu faça. Me fale um desejo teu. — Ele desceu a boca para a clavícula, distribuindo chupões leves que causavam arrepios por todo o corpo.

Akemi fechou os olhos e respirou fundo tentando juntar coragem. Enlaçou os dedos no coque bagunçado de Yuma, acariciando seus cabelos enquanto o vampiro lambia seu pescoço.

— Mas e se eu disser algo que não seja tão bom? Que você não queira fazer?

O Mukami lhe lançou um meio sorriso.

— Não precisa ter receio, tudo que você faz é gostoso como o inferno.

Ele segurou a barra da camiseta da morena e começou a puxá-la para cima, a garota ergueu os braços para ajudá-lo a tirar a peça. Yuma admirou os belos seios empinados, incapaz de disfarçar um olhar faminto em cima de Akemi, devorando mentalmente cada centímetro da garota. Aquilo deixou Inoue excitada e ela roçou mais uma vez sua intimidade no pênis rígido do vampiro, arrancando um gemido que dizia claramente que ele faria qualquer coisa para estar dentro dela.

— Deita. — A morena ordenou, agora um pouco mais confiante. Havia um fetiche ainda fresco em sua cabeça.

Sem pensar duas vezes, Yuma deixou o corpo escorregar pela cama, ficando deitado com a barriga para cima. 

— Eu quero que você me chupe. — Nem mesmo Akemi acreditava no que havia acabado de dizer, estava quase se arrependendo quando o Yuma interveio.

— Com prazer. — Sorriu malicioso, passando a língua de forma vulgar nos lábios, salivando. Sonhava com aquela buceta desde que a ultima vez que transaram, quando assistiu atentamente a morena se masturbando. Para ele realmente seria um prazer chupar aqueles suculentos lábios.

Akemi estremeceu com o gesto, sua intimidade já úmida e quente piscou. Retirou o shorts e a calcinha sem pensar muito, já estava acostumando a ficar nua na frente do vampiro. Colocou uma joelho de cada lado do rosto de Yuma, seu coração acelerado entre a excitação e o constrangimento daquela posição. Desceu o quadril até sentir o primeiro contato com a língua molhada do vampiro. 

— Yuma. — Chamou pelo amante tomada em prazer.

O Mukami nunca ouvira alguém dizer seu nome de forma tão inebriante, tão sedutora, tão lasciva. Lambeu-lhe toda a extensão do sexo e tomou o clitoris inchado na boca, dando uma atenção especial em mordisca-lo. 

— Caralho, Yuma. — Ela gemeu mais uma vez. Sentia tanto prazer que não conseguia manter a posição, as pernas estavam ficando bambas. — Isso é tão gostoso.

O líquido da garota escapou pelo canto de seus lábios , estava muito molhada. Ela tremia na boca dele. Invadiu-a com a língua, buscando mais daquele delicioso mel, indo fundo dentro de sua intimidade, simulando estocadas.

— Você lambe tão gostoso, Yuma. — Ela começou a rebolar sobre o rosto do vampiro, sentindo as pontinhas da barba roçando sua pele sensível. — Me fode com a tua lingua. Me faz gozar na tua boca.

Yuma. Yuma. Yuma. O vampiro estava perdendo a sanidade em ouvir Akemi falando obscenidades durante o sexo. Maldita, ela estava o copiando, tentando dominá-lo da maneira como ele a dominava e estava dando certo. Seu pênis estava tão duro que chegava a doer.

Sem nenhum aviso, penetrou-a com dois dedos de uma só vez, lasceando a buceta apertada de Inoue, enquanto virava o rosto e afundava os caninos em sua coxa.

Ela gritou de dor. Gritou de prazer. Gritou por que precisava dele.

O garoto tomou alguns poucos goles enquanto metia os dedos com vontade naquela buceta. Achou que a fome por sangue o distrairia e seria maior que seu desejo por Akemi, mas errou. Mesmo que bebesse daquele líquido vermelho delicioso, a necessidade em estar dentro dela pulsava entre as pernas com urgência. Não conseguia pensar em outra coisa.

Olhou para a morena, aquela visão magnífica de baixo, vendo os seios dela e o rosto em expressão de completo êxtase.

— Caralho, eu não aguento mais. Eu preciso te foder, Akemi. — Aquilo não era um pedido. — Agora.

Até queria que ela continuasse no comando, gostava de quando ela o fazia. Mas o Mukami estava fora de si. Ouvi-la gemer seu nome daquele jeito havia lhe tirado o restante do autocontrole. Precisava possuir Akemi, tomar aquele corpinho apertado para si e leva-la até um delicioso orgasmo.

Mas Inoue não estava disposta a ceder ainda.

Ela não resistiu quando ele a puxou pela cintura, a direcionando até seu quadril, mas ao chegar lá, fez questão dela mesma puxar a boxer, revelando seu membro duro e com o topo avermelhado, inchado. Akemi queria provocá-lo mais, sentir aquele estranho prazer de dominar as reações do outro. Segurou o pênis com a mão, passando os dedos por toda extensão enquanto encarava atentamente as reações de Yuma.

O vampiro entendeu o que ela estava fazendo. Respirou fundo, muito fundo. Suspirou. Tentou afastar os pensamentos. Poderia acabar com aquela brincadeira agora mesmo, mas se esforçou em manter o controle, Akemi precisava aprender como dominar. Ele tinha abraçado de vez aquela ideia absurda de professor de sacanagem. Inferno. Maldita provocadora.

— Está tão duro, Yuma. — Ela falou em um gemido lânguido e arrastado.

Curvou o corpo até que o rosto estivesse próximo do pênis. Então, colocou a língua para fora e de maneira bastante gráfica, lambeu demoradamente a cabeça do membro.

O Mukami arfou e mordeu os lábios com tanta força, que sentiu o gosto do próprio sangue. Um pouco de pré-gozo escapou e antes que pudesse se recompor, a garota beijou seu pênis caprichosa, sugando o líquido. Uivou de prazer. Aquilo era mais do que ele podia aguentar, quase chegou a um orgasmo ali mesmo. Tentou evitar imaginar seu sêmen fluindo contra a boca da morena e ela o engolindo. Inferno. Gemeu alto, mais alto do que normalmente um homem gemeria. Segurar um orgasmo doía para caralho.

— Porra, Akemi. — Sua voz estava rouca e ofegante. — Se você fizer isso de novo eu vou gozar na tua boca. — A menina lhe lançou um sorriso safado. — Por Deus! — Bradou fechando os olhos. — Fazer essa cara de cadela também não está me ajudando!

Inoue não conseguiu conter a risada e Yuma corou. Era tão divertido e gostoso provocar o vampiro, e o melhor de tudo, sentia aquela pontadinha de orgulho por ter conseguido dominá-lo. Jogou o corpo por cima do dele, fazendo questão de roçar suas intimidades no processo, para alcançar a cômoda e pegar uma camisinha.

— Isso, ria enquanto você pode. — Ele falou, voltando a abrir os olhos. — Seu tempo de dominadora acabou! Eu vou te foder como você merece, sua putinha.

Os grandes lábios da garota se contraíram com aquela ameaça, desejosa de que se concretizasse. Ela se ajeitou por cima do corpo do garoto, ficando completamente sobre ele e o beijou, ainda sorrindo.

— Que piranha abusada. — Yuma riu, pegando o pacote da mão da morena e gentilmente a empurrando um pouco para o lado. — Você nem tem mais medo das minha ameaças. — Começou a vestir a camisinha.

— Como você mesmo disse, tudo que você faz é gostoso como o inferno. Inclusive as suas ameaças.

Ela passou os braços em torno do pescoço do Mukami e mordeu seu lábios inferior, puxando de forma sensual.

— Você ainda vai acabar comigo, Akemi. — Ele falou com a voz rouca.

Mas a hora da aula havia acabado, ele tinha urgência em toma-la. Yuma se ajoelhou na cama e puxou a garota. Agarrou-a pelas coxas, se posicionando entre suas pernas.

— Agora coloque essas pernas ao redor da minha cintura. — Ordenou.

Ela obedeceu e ele a apoiou na parede, parcialmente sentada na cabeceira da cama, para ter mais equilíbrio. Posicionou o pênis na entrada da garota, forçando a cabeça nos lábios apertados, mas sem propriamente penetrá-la.

— Você molhada e inchada, o jeito mais delicioso para se fuder. — Sussurrou.

Akemi gemeu e tentou puxar o vampiro para dentro de si com as pernas, mas ele se manteve firme. Yuma agarrou os cabelos da morena, e olhou fundo nos olhos dela.

— É minha vez piranha e nós vamos foder no meu ritmo. — Sorriu desafiador.

Ele foi forçando lentamente o membro para dentro da garota, sentindo centímetro por centímetro ser agarrado por aquela gruta quente. Akemi continuava malditamente apertada, mas estava tão melada que o seu pau deslizava. Aquele era o jeito que ele gostava de começar uma boa foda, com calma, se deliciando com cada movimento antes de perder a sanidade em um ritmo frenético de estocadas.

Começou um vai e vem lento, apenas com o princípio de seu pênis, torturando a ela e si mesmo, ouvindo o barulho obsceno da buceta molhada de Akemi. Ela estava de olhos fechados, a respiração alta enquanto movia o quadril para melhor recebê-lo, as pernas ainda persistentes o puxando.

— Yuma… — Ela gemeu. — Eu quero.

— O que você quer?

— Eu quero você dentro de mim. — Ela entreabriu os olhos, suspirando. — Eu preciso de você. Por favor.

Tão obediente, tão submissa. Como ele poderia negar algo para uma mulher tão linda?

O Mukami deu uma estocada mais forte, enfiando até o fim o restante de seu membro e Inoue gritou em satisfação. Tomou a garota em um beijo quente enquanto o quadril começou a castigá-la, dando profundas estocadas ritmadas.

A morena gemia entre seus lábios enquanto arranhava suas costas com as unhas. Ficaria marcado por mais uma semana, mas não se importava, aquele era um preço pequeno a se pagar pelo prazer que a desmiolada lhe causava.

Seu interior foi se apertando enquanto os gemidos foram ficando mais altos. Ele já sabia o que estava prestes a acontecer.

— Yuma, eu vou gozar. — Não ficou surpreso com o anúncio de Akemi.

— Rápido assim? Parece que a minha piraha estava necessitada. — Zombou, mas estava grato aos céus, ele mesmo não iria aguentar muito mais tempo.

Aumentou a velocidade. Gemeu junto com ela, queria entrar no mesmo ritmo, na mesma sintonia, chegar ao ápice com ela, gozar enquanto seu pau era apertado pelos espasmos do orgasmo dela. Caralho. Agarrou-a pela cintura, fodendo selvagem.

Olhou para o rosto de sua garota, corada, o olhando fundo nos olhos, sem nenhum pudor. Completamente entregue. O coração acelerou de uma maneira inesperada e eles gozaram juntos.

 

Estavam completamente ofegantes, aproveitando ainda das últimas ondas de prazer do orgasmo. Yuma ainda segurava Akemi enquanto o corpo da menina amolecia entre seus braços.

— Ridículo. — Ela falou e ele uniu as sobrancelhas sem entender. — Você zombou que eu ia gozar rápido, mas você também gozou.

Eles riram juntos.

— Você é muito bobinha, leva a sério tudo o que eu falo.

Se separaram, cada um caindo de um lado da cama. O ventilador ligado resfriando seus corpos suados. Estavam para entrar naquele silêncio constrangedor pós-coito e Akemi já se preparava para buscar por suas roupas, quando Yuma a interrompeu:

— Quer assistir um filme? — Perguntou meio relutante. Não sabia por que estava fazendo aquela oferta, só não queria vê-la correr para fora do quarto de novo e passar outra semana agindo como se nada tivesse acontecido, até aparecer repentinamente com alguma ideia pervertida absurda.

Gostava daquela relação de sexo, mas também não queria ser tratado como um vibrador humano.

— Outro porno? — Inoue questionou duvidosa. — Calma, a gente acabou de transar.

— Não, sua idiota. Um filme de verdade, desses com roteiro, que ganham o Oscar e tal.

— Ah… — Foi tudo que ela conseguiu dizer, estava surpresa. — Hmm... — Não tinha mais nada para fazer, estava cansada e bom... As coisas com Yuma iam bem, havia um clima de agradável entre eles. — Acho que tudo bem.



 

*********

 

— Então você já contou para Kou que está se tornando uma piranha experiente?

Akemi estava deitada sobre o peito do vampiro enquanto assistiam ao filme, era estranho e reconfortante tê-la tão perto de maneira não sexual.

— Hmm… Na verdade não. — Não conseguia ver sua face, mas seu tom parecia relutante.

— Sério? — Yuma perguntou surpreso. — Eu pensei que seria a primeira coisa que você faria depois que perdeu a virgindade.

Akemi mexeu no cabelo meio tensa. Aquela questão era algo que vinha a assombrando nas últimas três semanas, desde que se entregará para o garoto pela primeira vez. Queria conversar com alguém sobre aquilo, mas quando tentou pensar em alguma pessoa, percebeu que havia se afastado de todos por aquela “oportunidade” de estar com Kou. Deixará a família, as amigas do fã clube e praticamente qualquer conhecido que tivesse para poder morar na mansão.

— Eu meio que só tenho uma chance sabe… — Confessou. — Se ele me rejeitar mesmo depois de tudo isso, então quer dizer que eu realmente não sou digna para ele…— Fez uma pausa. — Quer dizer que eu fiz todos esses sacrifícios para nada...

— Cale a boca, piranha. — O Mukami a repreendeu. — Nunca mais repita algo assim, tá me entendendo? Nunca mais. — Advertiu. — Você é digna de quem você quiser. Não é um cara como Kou que pode determinar isso. — Ele a pegou pelos ombros, girando para que ela ficasse de frente para ele e foi só então que viu os olhos avermelhados da garota.

— Mas e se ele não me quiser?

Algo dentro de Yuma se remexeu e ele apertou a morena nos braços. Achava que depois de três transas já conhecesse todo o corpo da menina, mas estava errado, aquela era a primeira vez que sentia o coração dela bater.

— Ele vai, piranha. Eu prometo que vai. — Sussurrou no ouvido dela, a apertando com mais força. — Agora engula esse choro, não fique triste por algo tão estúpido.

Akemi suspirou e aconchegou a cabeça no peito de Yuma. Estava confusa, não tinha mais certeza se abandonar tudo para ter uma chance com Kou havia sido uma boa ideia, Mas já era tarde para voltar atrás, ela tinha ido muito longe, faria de tudo para completar seu sonho e o sacrifício não ter sido em vão!

E no final, não estava assim tão sozinha... Pelo menos, de uma maneira meio estranha e torta, ela tinha Yuma... Seja lá o que eles fossem um para o outro.

— Obrigada, Yuma. — Respirou fundo, tentando afastar os pensamentos ruins e forçou um sorriso. Era hora de deixar aquilo de lado ou começaria a chorar — Você está me sufocando, seu bruto. — Brincou o empurrando, na tentativa de amenizar o clima tenso.

O vampiro sorriu de volta, mesmo sabendo que aqueles eram sorrisos falsos. Não iria forçar aquela conversa, ele mesmo não sabia como seguir, nunca precisará lidar com aquele tipo de sentimento antes.

— Agora que você parou com esse drama desnecessário, vamos voltar ao filme. — Fingiu estar bravo. — Me lembre de nunca mais perguntar sobre a sua vida, você não sabe dar respostas sucintas. — Ela riu e isso fez Yuma se sentir bem. Ele virou a menina de volta para a tela e a puxou de maneira que ficasse mais próxima dele. — Olha só, quase perdemos a melhor parte!

 

*******

 

Quando Yuma chegou ao quarto de Kou, o idol estava na frente do espelho com sua escova de cabelo, treinando algumas poses.

— Ei estúpido, que babaquice você está fazendo agora? — Falou brincalhão ao bater na porta.

O loiro fez uma careta.

— Nada que um troglodita como você entenderia.

Os dois garotos riram e Yuma se sentou na cama de Kou. Ainda não estava acreditando que faria isso mas, se não o fizesse sabia que Akemi ficaria arrasada e ele não queria ver a desmiolada com aqueles olhos vermelhos de novo. Ela podia ser burra, teimosa e irritante, mas era uma boa garota e não merecia aquele tipo de sofrimento.

— Terei uma sessão de fotos amanhã, qual pose você acha melhor? — Foi arrancado de seus devaneios pelo loiro. — Essa. — Ele piscou um olho e apontou para Yuma, um sorriso enorme e animado no rosto, com a escova de cabelo próxima da boca. — Ou algo mais sensual? — Trocou de posição rapidamente, agora ele olhava para o irmão com os olhos semi-cerrados, e um meio sorriso, a mão direita passando sobre os próprios cabelos.

Kou era bonito como um maldito anjo, não era atoa que Akemi era tão obcecada pelo rapaz.

— Nas duas você parece um viadianho. — O gigante zombou. — Mas a segunda com certeza vai abrir uma represa entre as pernas daquelas trouxas que você chama de fãs.

— Bem pensado, acho que irei pedir a opnião de Akemi-chan. — Ele bateu o dedo sobre a boca pensativo. — Será que ela já está dormindo? Você deve saber, já que ela estava no seu quarto, não é mesmo? — Sorriu malicioso.

Yuma suspirou, aquela era sua deixa.

— Por culpa sua eu estou tendo que aguentar aquela insuportável querendo se tornar “sexualmente experiente”. — Fez aspas com os dedos e falou com desdém. — Você só me causa problemas.

Kou riu.

— Eu imaginei que algo do tipo estivesse acontecendo, eu consigo ouvir vocês transando toda vez. — Reclamou revirando os olhos. — Como uma mulher consegue ser tão barulhenta e irritante?

— É, é… Daqui algumas semanas o treinamento dela acaba e ela irá falar com você. — Tentou fingir indiferença. — Você devia transar com ela pelo menos uma vez, a desmiolada está aprendendo bem…

— É mesmo? — Kou perguntou interessado. — Ela não faz o meu tipo mas é tão bobinho, eu até que gosto de maltratá-la.

— Tanto faz. — Cruzou os braços sobre o peito. — Mas seja gentil, ela está se esforçando pra caralho.

— Estou vendo uma pontadinha de sentimento de baixo dessa armadura de gigante malvado?

Yuma desviou o rosto e se esforçou em não corar. Não era burro, ele sabia muito bem que estava se apegado a desmiolada, mas jamais admitiria algo tão humilhante.

— Você quer ou não quer comer ela? — Retrucou raivoso. — Se você não quiser, foda-se. Mas pelo menos precisa conversar com ela sobre isso, é seu maldito dever como sei lá, cantorzinho popstar.

No fundo, ele torceu para que Kou escolhesse a segunda opção, mesmo sabendo que a primeira era a que faria Akemi feliz a curto prazo.

O idol ponderou um pouco.

— Acho que vou querer, não tenho nada a perder mesmo.

Claro que não tinha, Yuma também não quando aceitou ajudar Akemi. Suspirou. Bom no final das contas todos iriam conseguir o que queriam, ele se veria livre da desmiolada e ela transaria com Kou. Um final feliz para todos...

 


Notas Finais


É isso. Gostaram?

✱ Comentários da Yuu sobre o capítulo (leitura não obrigatória):
▪ Bom, antes de mais nada eu queria esclarecer que entre um capítulo e outro, rola por volta de uma semana dentro da fanfic. Por isso a Akemi e o Yuma já estão mais "amigáveis" nesse capítulo, deu tempo de eles processarem tudo que rolou no capítulo anterior e aceitarem o relacionamento deles.
▪ Mas aiai, o que dizer desse capítulo? Tem alguns pontos que eu acho "fortes" e outros que eu considero mais "fracos". Esse definitivamente não foi meu hentai favorito (ainda prefiro a lição número dois), porém eu gosto MUITO da mensagem final desse capítulo que é: ciúmes não é prova de amor. A mídia enfia muito na nossa cabeça que quem gosta sente ciúmes mas mana, ciúmes é um sentimento de posse, é objetificar o outro, é deixar de reconhecer o outro como um indivíduo. E quando o Yuma vai e pede pro Kou ficar com Akemi, por que ele sabe que ela vai ficar arrasada se isso não rolar, mesmo que isso signifique ela não ficar com ele... Cara, quase chorei escrevendo isso haha Isso é gostar de uma pessoa de verdade. E veja bem que eu usei a palavra "gostar", okay?
▪ Só pra deixar claro e ninguém me chamar de hipócrita no futuro (bom, se bem que eu sou no mínimo bastante contraditória) eu adoro ler uma boa cena de ciúmes e sempre escrevo umas hahahahaha Só na vida real que isso não é nadinha bacana.
▪ Esse hentai teve um tom mais "divertido e desajeitado" na minha opinião, eu não sei se isso quebra o ritmo do capítulo mas sei lá, eu tava muito na vibe de escrever algo um pouco mais "real" dessa vez. (apesar de ainda estar absurdamente longe da realidade)
▪ Ah, o que nos leva a um disclaimer IMPORTANTÍSSIMO que eu to para falar desde o capítulo anterior. Gente, isso é uma fanfic, uma romantização total. O que eu escrevo não tem QUASE NENHUMA relação com a realidade. É tipo foto de cardápio com aviso de "*Foto meramente ilustrativa" hahaha Não sei, minha amiga leu minha fanfic e achou importante eu dar esse toque, já que tem bastante menina nova lendo. Então fica o aviso.
▪ E não deu, adoro Yuma, melhor vampiro. Acabei fazendo outro capítulo focado nele, o que posso dizer? Ele é muito mais interessante que a Akemi, sorry.
▪ Sobre pornos: queria apenas deixar registrado que eu sou terminantemente contra qualquer coisa produzida pela industria porno e que não existe o dito "porno feminista".
▪ Quem achava que o Kou seria o vilão dessa história... Bom, ele não é haha O vilão da história é a própria loucura da Akemi que insisti em se manter nesse rolo. Mesmo nesse capítulo, quando ela mostra que tem consciencia do buraco em que se enfiou e que talvez não tenha sido uma boa ideia, ela se mantêm persistente, agora na desculpa de "se eu vim até aqui, eu vou até o fim". O Kou por sua vez, na minha humilde opinião, fez nadinha de errado. Eu sei que todo mundo deve estar com essa imagem de "Nossa, Kou é um monstro, ele disse que só transaria com ela se ela fosse experiente" e assim, na minha interpretação, o que ele quis dizer é que não queria ter a responsabilidade de tirar a virgindade de Akemi, já que isso é um momento importante na vida de qualquer pessoa (exatamente como Yuma falou no primeiro capítulo).
▪ Para fechar, alguns spoilers para deixar aquela ansiedade pelos próximos capítulos: Sim, vai ter sexo do Kou com a Akemi. Não, não vai ser como vocês estão esperando. Sim, vai ser um bom sexo (não vai ser abuso e nem triste e nem depressão com culpa).

Então por hoje é só. Espero que tenham gostado e até o próximo capítulo.


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