História YUTA x Dedi - Capítulo 20


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 20 - A UTOPIA DE UMA FELICIDADE SEM PREOCUPAÇÕES


Kotarou acordou realmente cansado, ele dormiu cerca de uma hora na noite anterior. Ele estava preocupado em manter o segredo o máximo que pudesse, portanto tentava aparentar estar super bem, usava dois quilos de maquiagem e tomava sorvete de cafeína. (NA.: Por que sorvete é a melhor coisa do mundo, A MELHOR).

Ele também fingia estar prestando atenção na aula, e até tentou fazer as atividades que o professor passava, mas ele percebeu que ai seria fingimento demais, já que ninguém respondia aquela porcaria.

Por outro lado, Dedi ainda estava preocupado com kotarou, ele queria saber pra onde aquele menino ia toda a noite. Será que ele tem um namorado? Ou pior, uma namorada!! Se fosse o caso, ele estaria sendo amante de Kota que estaria traindo a namorada dele!! Mas depois o elfinho se acalma, formular teorias malucas durante a aula de física era inútil.

Após mais algumas horas de "movimento em duas e três dimensões", somar vetores e calcular tangentes, Dedi e Kota estavam exaustos de estudar. Eles decidem matar as aulas seguintes no telhado do prédio de biologia, que tinha um jardim suspenso e dava pra deitar na graminha.

Kota ficou contando pra Dedi mais sobre YUTA, e suas táticas dissimuladas para enganar mentes fracas e despreparadas contra mentiras ardis e quase convincentes, além disso falou que Dedi estava muito seduzido, e que era burrice se apaixonar. O elfo disse que seus sentimentos eram puros e bonitos, como nuvens rosas e amarelinhas num céu azul bebe.

Kotarou começou a perceber como aquela conversa frívola não chegaria a lugar algum então disse que ia comprar uns refrigerantes de maçã verde, e que Dedi poderia esperar despreocupadamente seu retorno breve. Na verdade, o gatinho estava de saco cheio de tudo aquilo, ele só queria desabafar seus sentimentos hostis contra YUTA, mas Dedi ficava defendendo aquele gato boiolinha! Ele estava puto porque NINGUÉM podia ouvir seus desabafos, então foi desestressar matando alguém, e adiantando um sacrifício para o maldito kuroneko.

Sem se preocupar em ser descoberto, e um tando descuidadamente, kota entra no banheiro das meninas, onde duas garotas falavam sobre seus devaneios e ilusões pessoais sobre garotos que elas queriam namorar, mas obviamente elas não conseguiram. As meninas tentam empurrar Kotarou, mas ele permanece imóvel.

Elas começam a reclamar e ameaçar a contar para a coordenação, mas vendo que o loirinho não se mexe, elas mesmas decidem sair. Porém, a porta do banheiro se fecha repentinamente fazendo um estrondo, que convenientemente só se ouve pelo lado de dentro do banheiro, afinal, para isso que serve a magia.

As meninas se assustam, e se assustam mais ainda quando olham para o rosto transtornado de Kotarou que estava marcado por horríveis olheiras roxas e intumescidas, realçando seu olhar vazio, e no azul profundo de seus olhos as as infortunas garotas podiam enchergar o futuro próximo, onde duas próprias mortes seriam consumadas.

Nesse instante as luzes enfraquecem, e tudo que resta e uma penumbra de iluminação precária. Kotarou ainda imóvel lança mão de um livreto cuja capa era feita de pele caucasiana e um tanto enrugada de um rosto intacto, de onde podia se ler na "testa" do livro: TIAF e debaixo da sigla o número: 666. Ele abre as páginas mofadas, e as meninas se afastam até a porta trêmulas de medo, impotentes quanto a qualquer ação da figura maligna que há menos de um minuto havia tido uma aparência jovial e bela.

Com conjuros invoca uma quarta presença, na verdade ele não invoca de fato, o espírito demoníaco já o acompanhava, o gato apenas torna evidente sua aura devastadora. Aura esta, que quando se manifesta quebra todos os objetos frágeis, incluindo as lâmpadas que acabam estilhaçadas, e a própria pele das meninas, que resseca e racha. Elas gritam em vão por ajuda, desesperadas e incapazes de revidar devido ao medo.

Finalmente a profunda escuridão é diluída em parte pela tênue luz esverdeada duma chama que queima riscando no chão um círculo e dentro dele um pentagrama que tende diretamente ao profundo abismo infernal, de onde se sente o cheiro ardido de enxofre queimando.


Os gritos de horror se multiplicam quando a presença que era apenas sentida se materializa se tornando um demônio de pele avermelhada e em putrefação, expondo músculos e ossos. Kotarou se quer podia ser visto, ele nesses instante havia descido ao abismo preparar pessoalmente a recepção das almas que em breve pertenceriam a conta de YUTA kuroneko. No momento que seus pés chegam ao fundo do árido solo do submundo, a criatura tem permissão de esfacelar suas vítimas.

~~ENQUANTO ISSO

Dedi relaxava tranquilo aguardando seu amiguinho voltar. Kotarou era um bom menino, mas segundo ele, Kota estava muito insistente em separa-lo de seu verdadeiro amor. Não se passa um minuto da saída de seu colega, e o elfo sente um cheiro familiar, era meio ardido, como se fosse ácido... "talvez enxofre" concluí o elfinho naturalmente. Nesse instante YUTA aparece ao lado de Dedi o surpreendendo:

― Oi filhote... -YUTA diz baixinho e simpático.

O menor não contém seu sentimento e abraça o negro gato como se não existisse amanhã. Ele balbucia qualquer coisa, mas estava tão emocionado que as palavras não saíam. YUTA pega Dedi no colo afagando seus cabelos e dando um demorado beijo na sua testa, enquanto o menor cora dizendo:

― Eu... eu senti tanta saudade...

― Me perdoe, eu estive um pouco ocupado... Meu tempo está acabando, então não posso ficar com você ainda...

― A-aonde você esteve?! - Dedi pergunta decepcionado e claramente triste.

― Ah... - YUTA da uma risadinha- Você vai pra lá em breve...

― Nós vamos ficar juntos?

― Você sabe que sim... eu morreria sem você meu amor...

― M-mesmo YUTA-san? - O coração do elfo palpita.

― Claro que sim

YUTA da um belo sorriso, e o sol atrás dele, ofusca qualquer outra visão que Dedi possa ter. O elfo só vê YUTA e nada mais. Seus olhos cheios de luz, seu coraçãozinho apertado, e o sentimento de nostalgia fazem com que Dedi se apaixone novamente, e ele chega a dizer:

― Eu morreria por você YUTA...

― Eu sei meu amor...

Dito isto, o gato some se dissolvendo no ar, deixando Dedi com uma indescritível felicidade e suspirando. Kotarou chega logo em seguida e entrega para Dedi uma garrafa de refrigerante de morango com laranja. Ele estranha a feição de Dedi e diz um pouco confuso:

― Da pra sentir... que alguma coisa não está certa no clima...

De fato, o dia durou duas horas a mais para terminar, e durante a noite o céu estava avermelhado, apesar que o detalhe celeste foi notado apenas por Kotarou, pelo Diretor Levi, e por outro bruxo que estava a caminho da cidade de Sheik Wollks.









Notas Finais


PERSONAGEM NOVOOOOOOO CHEGANDOOOOOOOOOOOOO...


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