História Zane - Bughead - Capítulo 4


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Categorias Riverdale
Tags Riverdale
Visualizações 108
Palavras 843
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gnt
Eu só queria agradecer pelos favoritos e pelos os comentários que vcs estão dxando
Pq está me dando motivação de continuar
Então eh isso
Mais um cap novinho
Bjos 🖤

Capítulo 4 - Capítulo 2 - Parte I


Fanfic / Fanfiction Zane - Bughead - Capítulo 4 - Capítulo 2 - Parte I

"Foque nos olhos, Jughead!" - ordenava a si mesmo - "Não nos lábios sexy como o inferno! E nem fique tentando um vislumbre daquele bumbumzinho arredondado que viu ao que ela saia do Bar. E por Deus, ignore o cheiro que emana dela! Quer ficar de pau dura, diante de uma estranha? Mesmo que uma linda estranha, estonteante que lhe invoca imagens quentes a mente!"

Ele havia reparado naquele traseiro bem-feito assim que entrou no bar, toda segura de si, mesmo Não estando em seu ambiente natural. Porque isso era óbvio: ela não era da área. Tanto pela maneira como se vestia, com uma elegância ímpar, que as garotas do lugar não tinham, tanto também.. Bom. ele teria notado uma belezinha daquela pelas redondezas.

"Essa mulher não é para o seu bico!" -continuava a se advertir. - "Assim como Toni."

Ao que se aproximava de Betty, forçou-se a tirar o pensamento da outra. Não devia sequer lembrar o nome dela!

- Suas chaves!

estendeu a ela e percebeu que seus dedos ainda estavam trêmulos.

Pobrezinha! A boneca havia passado por um susto e tanto! Nem queria pensar no que poderia ter acontecido se ele não aparecesse... Não quisera alarmá-la, mas sabia que a região era perigosa e ela Havia corrido um grande risco.

-Obrigada. Deixe que eu reembolse você...

- Não, tudo bem -  Ele a interrompeu, ao que ela buscava a carteira na bolsa, com um gesto de mão.

- Por favor, eu faço questão.

-Eu também! - teimou, embora lhe sorrisse.

Ela pareceu sem jeito. Talvez pensando que ele era um belo pé rapado, e que aquele dinheiro iria lhe fazer falta. Otimo! Um perseguidor e um pé rapado!


"Parece que causou uma boa impressão mesmo, não, Jughead?" - se punia, contendo um meneio De cabeça.

Talvez sua aparência induzisse a tal conclusão. Para algumas pessoas, tatuagens e o jeito despojado de se vestir era como carregar uma placa de vagabundo desordeiro na testa. Bom, ele não se incomodava com isso. Estava tranquilo com o que era. Sabia quem era, suas convicções e Cada detalhe talhado em seu corpo tinha uma razão de ser. Assim, pouco importava a opinião dos outros. Mesmo que esse outro fosse uma coisinha deliciosa como aquela:

-Vou lhe acompanhar até seu carro.

Ok. Espero me lembrar onde ele está - ela pareceu tomar uma respiração profunda e ensaiar um passo, para ter certeza de que estava bem para voltar andar.

Jughead disfarçou um sorriso. Como era graciosa, mesmo  parecendo tão vertebrada quanto uma alga marítima! E obviamente pensou em como seria deixá-la mole daquela forma, em seus braços, sob seu corpo em uma cama.

Ele afundou as mãos nos bolsos, para que sua a ereção, que se insinuava, não ficasse tão visível e começou a segui-la. E com ela a um passo na sua frente, ele podia, nao só apreciar o bumbum perfeito, como também suas longas pernas torneadas. Inferno, que visão! Aquelas pernas em torno de sua cintura, enquanto se afundava nela...

"Comporte-se, rapaz!" - agora ralhava com seu amigo lá embaixo, que mais parecia um Adolescente virgem - "Sim, ela era de parar todo o trânsito da cidade de Nova lorque, mas ele sabia se controlar, não?"

Betty caminhava insegura e só se direcionou para o carro, quando acionou o alarme e as luzes do automóvel indicaram seu lugar.

Ela relanceou um olhar para ele, seguido de um sorriso tênue. Por muito pouco não o flagrara admirando seu traseiro.

-Não consigo imaginar como vocês se equilibram nessas coisas - Disse, para tentar disfarçar, caso ela tivesse visto seu olhar, apontando seus sapatos, que só serviam para deixar suas pernas ainda mais torneadas.

- Fala dos saltos? - riu suavemente - costumo dizer que nasci com eles! Se não pareço muito elegante com eles agora, é porque minhas pernas estão tão firmes como gelatina!

Jughead riu baixinho. Além de linda e sexy, ela tinha bom humor.

"Tenho de me casar com ela!" - brincou consigo.

- Não se preocupe. Ainda está graciosa-galanteou.

Betty lhe sorriu encabulada

-Aqui estamos! - ela parava ao lado de um belo Corvette.

Jughead deixou escapar um agudo assovio.

- É um carro e tanto!

- É uma herança de família. Pertenceu a minha avó. Quando ela decidiu parar de dirigir, com seus oitenta e poucos anos, ela o deu para mim. Ela sabia que eu era apaixonada por ele em segredo!

- Foi restaurado?  - Jughead perguntava, rodeando o carro, examinando com muito interesse.

- Sim, com peças originais. - Ela acrescentou, com orgulho.

-Bom -  Ele apreciava.

- Entende de carros?

Jughead curvou a cabeça para um lado, sorrindo enigmático

-Pode se dizer que sim.

"Que o silêncio maldito não se instale novamente!"-Betty implorava aos céus. Sentia os olhos gulosos lhe examinado o corpo, embora ele educadamente tentasse disfarçar e isso a deixava a beira de estremecer de antecipação. E antecipação por algo que não aconteceria.

E se ficassem novamente em silêncio, temia por pular no pescoço dele, como uma faminta por sexo. Ela quase riu de si mesma.


Notas Finais


Mais tarde eu volto com a continuação
Bjos 🖤


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