História Zane - Bughead - Capítulo 5


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Categorias Riverdale
Tags Riverdale
Visualizações 124
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii gnt
Eu ia postar antes, mas aí minha internet me trolou e não conseguia nem abrir o site
Mil desculpas
E obg dnv pelos comentários e favoritos
Boa leitura e bjos 🖤

Capítulo 5 - Capítulo 2 - Parte II


Fanfic / Fanfiction Zane - Bughead - Capítulo 5 - Capítulo 2 - Parte II

"Elizabeth Cooper! Você é uma piada! Uma bela de uma coisinha frustrada!" - pensou.

Ela não estava tanto tempo assim sem sexo para parecer desesperada daquela forma! Não que tivesse tido nada muito satisfatório, mas... O caso era que aquele homem aguçava seu apetite.

Diferente de qualquer outro homem com o qual tivera contato. Não que fosse rude, mas tinha um jeito quase primitivo, sedutoramente macho, que despertava nela uma necessidade que ela nem sabia que tinha. Parecia saber levar uma mulher. Bom de foda, como diria sua amiga Polly.

Agora, assim de perto, podia constatar como ele era grande. Ela não era baixa, e com seus saltos de quase dez centímetros de altura, ela devia lhe alcançar a ponta do nariz.

Ele agora vestia o pesado casaco de moletom, mas não disfarçava seu corpo largo. Ao qual ela não conheceria, pois estava se encaminhando para a despedida e muito provavelmente nunca mais o Veria em sua vida. Seus rumos eram completamente diferentes e seria muito improvável que se Encontrassem novamente. Tal pensamento lhe causou desapontamento.

Jughead alisou o capô bem encerado do Corvette, sentindo-a muito quieta. Mas sentia também que o examinava. Que ela não prosseguisse com tal escrutínio, pois ele podia cometer uma loucura, como lançar seus braços a volta daquele belo corpo curvilíneo e a beijar com voracidade. Porra, nunca Antes uma mulher o balançou, atraiu, assim de cara. E isso tinha de acontecer com outra madame da Sociedade! Até parecia que ele gostava de sofrer. Masoquista!

- Bom, acho que é isso-ela dizia baixinho, quando parou diante dela.

Inferno, por que ela tinha de ser tão linda? Mesmo agora que parecia um pouco sem jeito. Seu rosto era fino e comprido. Sobrancelhas altas e curvas, um nariz afilado e uma boca! Bom Deus, que boca! Feita para o pecado! Uma forma perfeita de coração e com seus dentes grandes e brancos que teimavam em aparecer por entre eles, lhe conferindo um ar docemente vulnerável.

Ele limpou a garganta antes de falar. Caso contrário, a rouquidão nela o denunciaria:

-Acho que sim.

-Bom, mais uma vez obrigada, Jughead.

Amava a forma como ela dizia seu nome. O que não daria para tê-la o sussurrando em seu ouvido, enquanto seus corpos se enroscavam suados e quentes de prazer!

Ele nem tentou falar dessa vez. Dispôs-se apenas a fitá-la, enquanto ela abria o carro e jogava sua bolsa lá dentro.

Então ela se voltou e como ele havia dado um passo à frente, para lhe segurar a porta agora estavam muito próximos. Tanto que sentia em seu pescoço, a respiração um pouco acelerada dela.

Sabia que a afetava, tanto quanto ela a ele. E isso só deixava as coisas ainda mais complicadas de
serem ignoradas.

Betty nunca fora mulher de cometer loucuras, aventuras de uma única noite, mas como gostaria de ter essa coragem naquele momento! Coragem de propor aquele desconhecido que fazia seu sangue correr mais rápido em suas veias, que a fazia ter plena ciência de que era uma mulher com necessidades carnais, como uma fêmea no cio, que a tomasse, nem que por uma noite! E agora que ele estava ali, a um palmo de distancia, essa necessidade quase gritava em seu corpo. O cheiro dele era másculo, num misto de loção pós-barba e... Ela não sabia distinguir que cheiro mais emanava dele, se de sua pele, mas era tão... Tão... Homem!

Jughead sentia a hesitação dela.

"Que ela entre de uma vez nesse maldito carro e parta, antes que eu faça algo do que sei que posso me arrepender... Propor a ela que venha até minha casa e a foder a noite toda!"-pensou.

Então ela pousou uma mão em seu ombro e veio lhe depositar um beijo no rosto. Jughead instintivamente virou sua cabeça e então seu nariz estava mergulhado em seus cabelos. Maças verdes! Era o cheiro dela.

E tão rápido quanto foi o ato, ela já se encontrava dentro do automóvel. Só percebeu que a impedia de fechar a porta, quando essa tocou em seu quadril. Como um robô, deu um passo para o lado e a viu dar partida e então sair com seu pequeno Corvette.

Muito lentamente, como se incerta do que fazia, ela rumou para a saída do estacionamento. Por um momento, cruzando os dedos atrás da nuca, ele torceu para que ela parasse o carro. Mas ficou aliviado quando a vislumbrou alcançar a rua e então partir. Ao menos esperava se sentir assim.

Sabia que a havia impressionado. Talvez por sua aparência exótica para o estilo de vida dela. Grã-finas como ela, adoravam se aventurar com tipos como ele. Não que ele se desse a esse luxo Tinha de manter distância de tipos como ela. Não queria correr o risco de ter seu coração destroçado
de novo.

E foi dessa forma que Elizabeth Cooper entrou e saiu muito rapidamente de sua vida. Inferno, era melhor assim! Não precisava de outra madame da alta sociedade para enlouquecê-lo! Não outra Toni.

Porra, mil vezes porra! Precisava parar de trazer o nome daquela maldita à mente! Correndo as mãos sobre o rosto, bufou de frustração e retomou o caminho para o bar. Betty e sua bela boca. Betty e seu belo traseiro arredondado. Suas pernas.

Cheryl se encontrava no bar. era uma garota muito bonita e de corpo cheio de belas curvas. E parecia bem interessada em passar umas horas com ele. Ela havia deixado isso bem claro, na forma como lambia o canudo de sua bebida, enquanto o fitava. Ou então quando esfregava suas belas coxas uma contra a outra, como se dizendo que precisava dele entre elas. Já tinham passado alguns momentos juntos e ele sabia que ela fodia divinamente. Assim como fazia um boquete de fazer qualquer homem esquecer seu nome e revirar até os dedos dos pés.

Bom, ela não era Betty, nem mesmo se assemelhava a ela, tendo seus cabelos cacheados pintados Num tom de ruivo bem quente. Era uma mulher muito bonita, de beleza agressiva. Já Betty era toda Uma dama, traço fino e um queixinho delicado, bem-feito como uma bonequinha de porcelana.

Mas que inferno! Por que estava pensando de novo em uma mulher que muito provavelmente Nunca mais veria?

Com tal pensamento, terminou de beber o refrigerante de seu copo, deixou uma nota sobre a mesa e caminhou decidido até Cheryl. Não seria Betty, mas teria sim uma mulher em sua cama, naquela noite! Era aquilo ou a outra opção era se acabar nos próprios dedos. Porque com certeza precisava foder naquela noite! Muito!

 


Notas Finais


Gnt assim
Amanhã eu vou postar
Isso eh uma promessa
Só n sei exatamente a HR
Pq tp assim
Eu tenho aula das 7 até às 21 (uma merda isso)
O único momento livre q eu tenho eh na HR do almoço e olhe lá
Normalmente eu me atraso KKK
Mas eu vou ficar escrevendo na troca de professores e no carro enquanto eu vou pro colégio
Ele pode sair a tarde ou de noite
Mas eh ctz eu postar e eu tenho 4G, então em qlqr momento eu posso.

Se eu der sorte, pds ser até q eu consiga escrever logo 2 caps de uma vez
Mas eu prometo que amanhã eu volto
E bjos gnt 🖤🖤


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