História Zane - Bughead - Capítulo 6


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Categorias Riverdale
Tags Riverdale
Visualizações 124
Palavras 1.024
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gnt
1) dsculpa não postar antes
Mas eh pq meu dia foi uma merda
Vcs n tem noção
Td q tinha pra dar errado
Deu hj
Ai meu tempo foi extremamente curto
2) por esse dia ser uma merda
Esse capítulo não ficou tão bom
Deve tah cheio de erros de português
E tlvz mal escrito
Mas mil desculpas
Sério
Eu só entreguei ele hj pq eu prometi,
Mas tbm prometo q os outros vão ser melhores e bem mais elaborados
Eh isto
Boa leitura gnt 🖤

Capítulo 6 - Capítulo 2 - Parte III


Fanfic / Fanfiction Zane - Bughead - Capítulo 6 - Capítulo 2 - Parte III

Betty depositou as chaves no aparador, descalçando os sapatos, seus dedos rumando para os botões do tailleur, seus olhos vidrados em nenhum lugar específico.Na verdade, a imagem de Jughead Jones, em seu retrovisor, lá parado, com as mãos cruzadas em sua nuca, como se lamentasse vê-la partir, ainda estava bem nítida em sua cabeça.

E se ela houvesse voltado?

Bufando, chutou um sapato longe:

- Maldita seja, Betty! Se foi covarde a ponto de não pagar para ver, agora durma com essa!

Descendo o zíper lateral de seu vestido, foi rumo ao banheiro. Nunca antes sentira seu corpo tão desperto, necessitado de um toque. E esperava mesmo que Hulk, seu potente vibrador verde, desse conta do recado!

Essa pequena e agora essencial pecinha fora presente de sua melhor amiga Polly Wright, quando terminou seu noivado com Clayton. Disse que seria melhor companhia que aquele safado mulherengo e arrogante sujeito. E ela estava com a razão. Tivera mais orgasmos com aquele pedaço
de borracha do que com o egoísta de seu ex-noivo.

Terminando de despir o vestido, deixou-o a um canto do banheiro e ligou as torneiras para encher a banheira. Precisava de um longo, quente e perfumado banho.

Voltando em seu encalço, vestindo agora somente seu conjunto de lingerie preto da Victória Secrets, foi recolhendo as peças deixadas para trás. Estava tentando se acostumar de que agora, morando sozinha, tinha de cuidar de suas próprias coisas. Já não linha o conforto da casa grande e Cheia de empregados da qual usufruía, há apenas seis meses atrás. Foi quando deu um giro de 180 graus em sua vida.

Abandonou um noivo prepotente, abusivo por conta de sua posição social e, além disso, infiel.

Esse último detalhe ninguém lhe dissera. Tivera o infortúnio ou sorte de descobrir sozinha.

Deixou a casa que por vinte e oito anos fora seu lar, com um pai amoroso, mas praticamente sem voz de autoridade e uma mãe, essa sim, a verdadeira dona da casa Sua relação com Alice Ann Fitzgerald Cooper era suportável até ela romper com o candidato a genro perfeito!

Sabia que tudo se tornaria um verdadeiro inferno, depois do acontecido e então decidiu deixar a mansão e procurar seu próprio canto, que, aliás, era o que desejava fazer havia muito tempo. Achava que isso só aconteceria com o casamento.

Sua mãe ainda a perturbava muito, querendo forçá-la a reconsiderar sua decisão de pôr fim ao noivado de cinco longos e tediosos anos! ela não sabia de toda a história e Betty não se sentia na obrigação de contar. Talvez nem mesmo isso fizesse Alice ter outro conceito sobre a integridade
de caráter de Chuck Clayton.

 O que importava era seu sobrenome pomposo. Filho de um influente dono de uma cadeia de hotéis de luxo, espalhados pelo mundo todo, Chuck era o genro sonhado por qualquer mãe no pais e fora dele. Mas como homem, companheiro e principalmente parceiro de cama, deixava e muito a desejar.

Pegando seu celular, notou uma mensagem de Archie.

 Sem nem mesmo ler seu conteúdo,
respondeu:

Falo com você amanhã!

Buscou por uma garrafa de um bom vinho e uma taça. Decidiu que não estragaria sua noite pensando em Chuck, sua mãe ou Archie. Com um sorriso carregado de malícia nos lábios, pensou que com certeza o alvo de seus pensamentos naquela noite seria outro. Um homem de verdade, com cheiro de homem, sexy, de olhar penetrante, mãos grandes...

"Oh, Jughead Jones, o que eu não daria para ter você comigo aqui, a caminho daquela
banheira?"

Já no banheiro, colocou Feeling Good, na voz deliciosa de George Michael para tocar e retirou o restante das peças de roupa, dançando sinuosa ao ritmo da música. Imaginou se despindo para aquele belo moreno, expondo seu corpo feminino e pronto para ele.

Serviu-se de uma boa dose de vinho e entrou na água quente que recebeu seu corpo, fazendo-a suspirar de puro deleite. Hulk estava ali, a postos.

Mas primeiro ela queria se tocar e imaginar que eram as mãos grandes, que tinham dedos calejados a tocar sua pele delicada.

Provou do vinho, o líquido dançando entre seus lábios, deixando uma leve dormência em sua língua. Estava pronta para explorar cada recanto seu, por Jughead, pensando nele.

Começou pela nuca, deslizando suavemente seus dedos, deixando as unhas bem-feitas roçarem arrepiando-a. Lembrou-se da voz dele, um pouco rouca, grossa. Sua risada abafada. Teve de se contorcer, sentindo uma languidez a dominar, Roçou as pernas umas contra a outra, sentindo sua vagina muito sensível. A tal ponto, que talvez Hulk nem precisasse entrar em ação.

Fechou os olhos, agora tocando seus seios fartos, trêmulos e de mamilos eriçados. Lembrou-se da boca dele. Oh, como seria tê-la sobre seus bicos ultrassensíveis? Os lamberia? Ele os sugaria com força? Os tomaria em suas mãos, juntando-os, como ela fazia agora? Diria que eram lindos e então voltaria a saboreá-los?

Betty voltou a se contorcer e gemeu imaginando a cena.

Jughead- sussurrou, seus dedos mergulhando entre suas pernas, alcançando um dolorido clitóris que reivindicava atenção.

Arfou ao se tocar. Não, Hulk não seria usado naquela noite. Queria prolongar ao máximo aquele momento, aquela sensação. Se usasse o vibrador, acabaria tudo muito rápido. Já que não tinha o homem ali, que ao menos a fantasia dele a tocar fosse mais longa.

Mergulhou dois dedos dentro de si, mordendo o lábio. Como seria a sensação do pau dele ali? 
Voltou a gemer alto, imaginando que ele seria grande, que a preencheria total e completamente.

Seria esmagada sob seu corpo torneado e rigido, enquanto ele investia furiosamente contra seu centro.

Outro gemido torturado ecoou pelo banheiro, agora silencioso, já que a música acabara. 
Voltou a acariciar seu clitóris inchado e pronto para fazer seu corpo explodir. Com movimentos Cadenciados, levou-se a outra dimensão, gritando o nome de Jughead, quando o orgasmo a arrebatou.

Betty manteve seus olhos fechados, a respiração suspensa e seus lábios entreabertos. Ao mesmo tempo em que o corpo se estilhaçava num orgasmo, a frustração a alcançava quase que imediatamente. E uma simples constatação também a atingia: aquilo só não era o suliciente para seu corpo sedento por prazer. Sedento por Jughead.


Notas Finais


Ai gnt
Q luta pra postar esse capítulo
Scrrrr
KKKKK
Mas tah ai
Bjos até amanhã 🖤


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