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História Zero Kosei. - Capítulo 6


Escrita por: e MiriMosuku


Notas do Autor


Oi, foi desculpa a demora, mas se eu me forçasse a escrever o capítulo iria sair ruim.

Aviso: Essa estória não tem intuito de incentivar a prática criminosa, eu repúdio este tipo de ação.

Bom espero que gostem, boa leitura

Capítulo 6 - Um dia um tanto diferente.


Fanfic / Fanfiction Zero Kosei. - Capítulo 6 - Um dia um tanto diferente.

(...) Quebra no tempo: 22 de outubro.


Akeny on.


- Que tédio. - Shiro estava rodando em uma das cadeiras da sala enquanto falava, agora todos dividimos um apartamento no prédio da liga


- Procura alguma coisa pra fazer. - acho que até o Yami já tá sem paciência, para chegar ao nível de falar assim.


- Aí! - quem gritou foi Angel, por Shiro ter passado por cima do cabelo dela com a cadeira de rodinhas.


- Akeny, precisa de ajuda? - Kurama sempre me pergunta isso quando estou calada por muito tempo, mas sempre que aceito ele acaba quebrando alguma coisa.


- Pare de me chamar de Akeny. Mas não, muito obrigado eu já estou terminando. - quando finalizo minha frase se pode ouvir as batidas na porta.


Assim que Yami abre nós nos deparamos com Toga junto a Midoriya.


- Shigaraki mandou chamar, para a reunião. - ela fala animada, quase pulando. O que será que aconteceu?


- Se ajeitem. - Midoriya-sensei é quem fala, mas logo foca sua visão em mim. - Não trabalhe tanto ou vai ficar doente. - que estranho a cada palavra trocada sinto ele cada vez mais distante.


- Certo. - Mas deve ser só a minha impressão. 


Sempre que a liga faz reuniões alguma coisa dá errado, da última nós acabamos destruído um galpão. Eu fiz umas pequenas alterações nas nossas roupas:


No meu caso são as botas de adaptação, mesmo que elas estejam prontas desde Agosto, só conseguir estabilizar elas a roupa recentemente. Na da Shiro óculos especiais e uma malha mais resistente, os óculos restauram a íris dela mais rápido, depois de usar a quirk'. Na da Anjel eu adicionei disparadores, para facilitar a lançar as moedas. Na do Yami, eu consegui fazer fones que convertem as ondas sonoras e restauram seus tímpanos. Na do Kurama eu coloquei cápsulas de oxigênio, assim ele consegue manter o tempo parado por mais tempo.


Enquanto descemos as escadas, já que os meninos quebraram o elevador, sentimos o tremor junto a uma explosão. Todos corremos em direção ao bar onde deveria acontecer a reunião, mesmo que muitas vezes desse briga nunca chegou a ser algo tão grande. Nós estamos no andar de acima e já pode se ver as paredes rachadas e pedaço das muretas das escadas faltando.


- Zero. - quando olho para a loira que falou, posso ver que está a beira de um ataque de pânico.


- Yami, abra um caminho! - ele confirma e um de seus gritos abre um buraco no chão.


Todos pulam por ele, no andar de baixo, a parede que antes separava o bar do corredor estava espalhada pelo chão. Um ataque dos heróis! Puxo as armas da minha coxa e disparo contra os profissionais a minha frente.


Todos estão muito machucados pra' uma luta que mal começou, mas não se pode menosprezar afinal estamos também estamos enfrentando: Uravity, Shoto e Bakuhatsu*.


(Autora: *- Trocadilho com o nome de Bakugo e por coincidência: explosão em Japonês.)


Se eles estão aqui, Lemilion não deve estar longe. Um barulho vindo do chão? Mas nós estamos no térreo.


- Yami e Angel, no chão! - antes que eu tivesse reação o grito foi dado por Shiro. - Quatro tiros entre vocês! - no momento em que suas mãos saiam do chão elas são atingidas pelas balas.


- Akeny! - Kurama me puxa, mas tem um de seus braços atingidos pelos espinhos de gelo de Shoto. - Você está bem?


- Desculpa, não vou mais me distrair. - não tiro os olhos do ferimento em seu braço.


Antes que se pudesse notar, Angel já havia prendido Lemilion em sua individualidade, como ela não coordena e luta ao mesmo tempo é um a menos para enfrentar. Tento acertar um chute na cabeça de Bakuhatsu, mas sou impedida por Red Riod.


- Todos vocês tampem os ouvidos! - Yami, isso pode me ajudar, não só vilões os heróis também tampam seus ouvidos. Todos se separam para não serem atacados enquanto estavam vulneráveis.


Jogo um pequeno dispositivo no meio do bar que cria uma parede de laser. Esse povo é muito idiota.


- Kurogiri, nos tire daqui. - assim como Shigaraki manda ele abre uma fenda por onde podemos passar, antes da minha vez chegar o dispositivo de barreira começa a falhar. O que eu queria é um protótipo.


- Podem ir, eu seguro. - me posiciono na frente da brecha de Kurogiri.


- Mas você...


- Eu vou conseguir. - tenho me acalmar se continuar assim não poderei lutar direito


- Eu vou ficar com você, já que seu cabelo assim, não vai durar muito tempo. - Kurama, deixe de me desobedecer, eu quero salvar vocês.


- Me desculpa. - empurro ele pela fenda e a mesma se fecha, quando olho para trás vejo que o controle de Angel já acabou, acho que é a distância. Noto que ao levantar Lemilion já analisa todo o local.


- Como puderam deixar eles escaparem tão fácil? - olha quem fala ele foi o primeiro a ser pego. Devo ter ficado invisível, ninguém nota que eu estou aqui, eu atravesso a parede que dá na rua.


>>- Shiro, avisem para Kurogiri vir me buscar, estarei esperando no nono galpão.


Dessa vez não vou precisar ir pelos becos, eles não podem me atacar no meio da multidão. Assim que chego já posso ver Kurogiri me esperando, atrás de mim posso notar Uravity, acho que acabei de tomar no cu.


Kurogiri abre um portal alguns metros na minha frente, passo por ele e junto a mim uma pedra lançada em minha direção, assim que abro os olhos posso ver Shiro, Angel, Yami e Kurama.


- Vem levanta, não há tempo pra' descanso. - fala Yami, Shiro e Angel que estão em pé me ajudam a levantar.


- Onde nós estamos, cadê todo mundo? - Pelo que vejo é uma sala vazia, a não ser pela escada de ferro que dá para uma escotilha no teto e portas de madeira.


- Eles estão em outro esconderijo. - uma pequena pausa dada por Angel. - Piso 8 do subsolo, estamos embaixo do prédio da liga. - essas portas têm que ser rotas de fuga.


- Como vamos sair daqui, Zero? - Isso sim é novidade, Kurama me chamar de Zero.


- Como não podemos subir diretamente, vamos ter que achar outra forma, essas portas tem que servir para alguma coisa. - vou abrindo cada uma das janelas e todas elas tem túneis, qual o certo.


- Eu vou ver se no andar de cima tem alguma dica. - Shiro se apoia em um dos degraus da escada e acaba caído com o degrau na mão.


- Isso é uma dica. - Noto que a barra de ferro na mão dela é oca com um papel dentro. Assim que abro se revela uma lista de onde cada janela dá. - Alguém abre uma das portas e por dentro olha a parte de cima da moldura. - Kurama e o que olha.


- Tem um mapa do túnel. - perfeito, eu pego o mapa de cada uma das janelas e ponho na minha bolsa.


- Vamos por aqui, essa janela vai dar em Kawasaki, a segunda base é bem próxima, mas antes. - eu olho cada mapa e quatro deles se encontram em um ponto específico e o da nossa saída é um deles.


- Mas Kawasaki é há 14 quilômetros daqui! - Não discordo de Shiro, é uma longa caminhada.


- Vamos logo. - Yami está impaciente assim como todos nós, afinal podemos ouvir os heróis descendo, eles já devem estar no sexto andar.


- Kurama e Shiro vão por ali e esperem todos nesse ponto. - furo o meu dedo e marco nos mapas o ponto de encontro e entrego um mapa para cada um. - Yami pelo da esquerda, Angel pelo central e eu vou por esse. - entrego o mapa do túnel de cada um e saímos no momento certo.


Após uma exaustiva caminhada de  meia hora finalmente chego ao ponto de encontro e isso mesmo, eu sou a última. Todos estão bem  já podemos seguir caminho. Plato uma bomba em cada túnel.


- Temos cinco minutos antes de elas explodirem. - nós vamos andando pelo, agora, único caminho.


[Quebra no tempo].... Mais de duas horas depois.


- Finalmente luz do dia! - Kurama pula pela saída.


- Nós estamos no lugar errado. - todas as minhas esperanças se foram, junto a frase de Shiro.


- Nunca mais deixem o mapa com Yami. - Afirma Angel enquanto se sentava no chão.


- Mas nós saímos isso é o importante. - Yami, não adianta se defender você errou feio.


- É, mas nós devíamos estar na cidade e não em uma floresta! - se Angel continuar assim essa briga nunca vai acabar, ouço passos. 


- Se escondam, tem alguém vindo! - Puxo todos de volta para o túnel.


- Onde eles estão que ainda não chegaram? - eu já ouvi essa voz, Twice.


- Estamos aqui. - Kurama sai do túnel e vai em direção a Twice, posso ver que ele está acompanhando de Toga e Dabi.


- Vocês sempre aparecem do nada. - Fala Dabi coçando a nuca, todos nós vamos em direção a eles.


- Costume. Mas a base está perto? Estamos cansados. - Angel não está errada passamos mais de duas horas andando.


- Sim, está perto. Mas porque vocês não usaram o veículo? - Toga, por favor não me diga que nós poderíamos ter chegado aqui em meia hora.


- Que veículo? - que eu esteja errada e não tenha andado 14 quilômetros por nada.


- As placas pelas quais vocês passaram nós túneis, são botões que abrem o lugar onde está um tipo de veículo. - Dabi, porque ninguém avisou sobre isso?


- Nós andamos 14 quilômetros por nada. - fico deprimida encostada em uma das árvores que nos cercavam.


- Venha, ou não vamos chegar nunca. - Toga é uma pessoa bem gentil e também louca, que combinação.


Antes que pudéssemos notar os heróis já estavam nos cercando. O que eu posso fazer? As chamas azuis formam uma barreira que nos separa dos heróis.


- Ei, Zero. Fale com Midoriya pra ele nos tirar daqui. - nunca vi Dabi se importar com alguma coisa como está agora. 


- Certo. - por favor, pega a merda do rádio, eu sei que você não larga ele. 


>>Zero, o que foi?


<<Precisamos sair daqui! 


O portal de Kurogiri aparece atrás de nós, isso é bem conveniente. Twice, Angel e Yami vão na frente, logo atrás Toga e Shiro.


- Passem logo. - Seria a minha vez e a de Kurama. Não vou contrariar o Dabi.


 Uma raiz se prendeu no meu pé o que me fez cair, odeio essa individualidade, a raiz cresce e me lança por cima das chama.


- Akeny! 


- Eu vou ficar bem, vão embora! - estou de frente para Chargebolt, a raiz machucou meu tornozelo. 


- Vamos, ela sabe se cuidar. - finalmente posso ficar calma, Kurama e Dabi não estão mais aqui.


- Se renda ou...


- Eu me rendo. - ponho as mãos para frente para algema-las. - Você não pode atacar alguém que se rendeu.


- Dentre todos os vilões, os piores são os covardes. - me chame do que quiser pelo menos eu ganho tempo.


Eles me algemaram e me puseram em um carro, além de algemada estou presa a uma maca e vendada. Após um bom tempo finalmente me tiraram daquele carro, mas quando removem minha venda não consigo enxergar nada, essa sala está muito escura. As luzes fortes se acendem, estou em uma sala branca com uma janela de vidro que me deixa ver a sala a frente.


- Olá, Eraser Head. - o homem que estava na minha frente não era ninguém menos que meu antigo professor Aizawa. - Eles não tem outra pessoa para fazer interrogatório? 


- Para você? Acho que não, você é muito forte para ter um interrogatório normal. - Isso é um elogio? Não sei, mas vou aceitar como sendo.


- Mas você sabe que não vai conseguir apagar minha individualidade. Não é? - ele estava passando a mão pelo rosto.


- Por que você acha isso? Sou capaz de apagar a individualidade qualquer um. - vai nessa.


- Tanta precaução com uma garotinha sem quirk'? Acho que prenderam a pessoa errada. - atravesso as amarras que me prendiam.


- Ainda finge não ter individualidade? Acabou de me mostrár. - Ele se levanta com um movimento brusco que derruba a cadeira e junto ao seu movimento, partes da parede se abrem revelando armas. Nem preciso falar que ele se assustou.


- Eu não tenho, isso não passa de um dos efeitos colaterais. - ando em direção a uma das armas. - E essas armas não estão bem presas, é só folgar um parafuso que elas caem. - quando termino de falar estou com uma delas em mãos, mesmo sendo baixinha elas não estavam muito altas.


- Ativem o sistema máximo de segurança! - agora eu finalmente pude ver a sala de controle, ela está ao lado direito. 


- Foi bom ter essa breve conversa. - Pego a pesada metralhadora que tirei da parede e a lanço na parede à minha direita. 


- Como fez isso? - não sei quem é esse cara, ele e alto com o cabelo de cuia escuro e pele clara.


- As paredes daqui são muito fracas pra uma prisão de alta segurança. - digo isso dando um murro que quebra um pedaço da parede. - Viu, além das armas estarem mal colocadas.


- Você não vai sair daqui. - ele pega no meio das MINHAS coisas uma faca e tenta me atacar, o forte dele não é combate corpo a corpo, dá para ver pela postura desengonçada.


O imobilizo, tomo a faca da sua mão e a cravo na base de suas costas. Agora ele não anda mais. Ainda faço o favor de travar o sistema do prédio.


- Eu só ia pedir minhas coisas. - visto meu casaco e máscara, depois reponho minhas queridas facas e pistolas, para atravessar o buraco da parede. - Ainda está aqui. Que impressionante. - Aizawa está tentando destravar a porta. 


Pego outra arma e vou atirando ao redor da porta. Assim que vê isso Eraser pula pelo vidro para me parar. Antes que pudesse chutar a porta as fitas dele me prendem e para terminar de fuder com tudo a reação por ter atravessado aparece é a dor, dessa vez parece que desloquei o ombro.


Corto a fita que me prendiam, o puxo por ela, um murro com impulso. Não posso ter lutas longas, consegui! O impulso compensa a fraqueza do braço por causa da dor, devo ter deslocado o braço de verdade. Menos um. Saio da sala e vou andando pelos corredores, que parecem idênticos.


- Ela está ali! - fofoqueiro maldito, os tiros atingem a parede onde eu estou escondida, pelo menos essa parede é de verdade.


Pego minha arma e atiro na cabeça dos dois guardas, mesmo que não tenha acertado na cabeça de um deles pegou do lado do pescoço, eu errei a altura, ele não vai durar muito, vai morrer de hemorragia, posso ter errado a cabeça mas acertei uma artéria.


Enquanto ando, ouço tiros mais silenciosos e um grito estrondoso. Meu resgate, ando mais rápido na direção dos sons. Achei! No final do corredor posso ver uma quarteto de guardas fortemente armados, atirando em algo que eu não consigo ver.


- Zero, pra' direita! - Shiro, ainda bem. Só tenho tempo de encostar na pare, para ver a cabeça de dois guardas explodirem com um único tiro.


Um dos guardas que sobrou se vira em minha direção, antes de sacar uma faca, vejo Kurama lhe acertando com uma faca na barriga e o outro ser atingido por um tiro em cada mão, agora posso ver que Angel foi quem os disparou.


- Achei que nunca ia estar tão tranquila de ver vocês! - é minha reação pouco antes de me apoiar em Kurama que estava ao meu lado.


- O transporte está perto, vamos logo. - Yami fala batendo no meu ombro que está doendo.


- Vamos logo, eu quero dormir! - não andamos muito, já que eles ainda estavam perto da porta, assim como o carro.


- Eu dirijo. - afirma Kurama e Shiro joga as chaves para ele.


- O que vocês estão fazendo com o carro que eu construí? - esse carro foi feito antes que eu entrasse na liga ele nem funcionava direito, acho que demorei uns dois anos para finalizar.


-Te resgatando. O motor estava com problemas e eu dei um jeitinho. - claro Yami é fanático por carros, por que não lembrei disso?


- Quanto tempo eu fiquei aqui? - sério, deu tempo para arrumar o motor.


- Cerca de três dias. - eles me doparam, por isso o sono, obrigado Angel.


- Vamos logo pra liga, eu não estou mais me aguentando em pé. - todos riem com minha fala e entram no carro. Os meninos vão na frente, no banco de trás eu fico na janela atrás de Kurama, com Shiro do meu lado e Angel na outra janela, atrás de Yami.


Já faz um bom tempo que estou no carro, minha vista está embaçada, eu vou dormir.


Autora on.


- Vai contar para ela que o plano foi seu? - perguntou o ruivo com o olhar perdido na paisagem, mas logo olha para as três garotas no banco de trás que dormiam tranquilamente.


- Ela não precisa saber. - um pequeno sorriso involuntário não deixa de surgir nos lábios do albino.


- Você sempre fica cuidando dela quando ela se machuca, acho isso engraçado, principalmente porquê ela acha que é o Midoriya. - o ruivo dá uma pequena gargalhada, antes de continuar. - vai ficar na friendzone' eterna. - ele riu do que falou assim como o albino.


- Não, não vou. - o caminho contínua tranquilo, por uma estrada quase que esquecida pelo mundo.


(...) Na U.A.


>- Uma fuga aconteceu na prisão de segurança máxima, dez mortes e cinco feridos, os dois prisioneiros que escaparam fazem parte da Liga dos Vilões... 


(Eu não sei o nome da prisão de BNHA, se alguém souber ponham nos comentários, por favor. Obrigado.)


Etsuko desliga a televisão antes que a notícia acabe.


- Por que desligou? - Spade que está sentado na cama reclama com a morena.


- Você não pode reclamar, você é que está no meu quarto. - fato inegável, um dos poucos quartos com televisão era o da garota.


- Mas nós nem sabemos quem escapou. Devíamos pelo menos ver isso. - O garoto saiu da cama e foi até a televisão liga-lá.


- Só tinha um membro da liga lá. Não quero saber quem é o segundo, deve ser pior que o primeiro. - medo e desespero, era apenas isso que o rosto da garota mostrava.


- Se acalma, se prenderam os dois uma vez podem prender de novo. - como uma forma de acalma-lá o moreno a abraça enquanto acaricia seu cabelo.


Notas Finais


Quem será a segunda pessoa que escapou? Surgimento de casais? Também é possível, deixem nós comentários suas dúvidas e teorias, até o próximo capítulo.

Tchau.


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