História Zona de contágio - Capítulo 13


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Categorias Violetta
Personagens Camila "Cami" Torres, Francesca Cauviglia, Gregório, León Vargas, Ludmila Ferro, Marco Tavelli, Maxi Pontes, Violetta Castillo
Tags Marcesca, Querentena, Violetta, Zumbie
Visualizações 46
Palavras 1.271
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ultimo capitulo galera... espero que gostem!

Bem, devo dizer aqui que fiquei bastante triste com o número baixo de comentários no ultimo capitulo, só teve 1 comentário :( Eu gosto de ler os comentários de vocês, pois são eles que me inspiram a continuar escrevendo! E sem eles não é fácil saber se vocês estão gostando ou odiando os capitulos, independente de qual seja a critica, eu gosto de ouvi-la para poder resolver o problema e conseguir agradar todo mundo!
enfim...
Boa leitura!

Capítulo 13 - O fim de todo o Mal


Depois de colher algumas amostras de sangue de Marco, Germán começou á analisá-las no laboratório. Todos estavam apreensivos com a espera. Talvez alí tudo se resolvesse e aquele pesadelo enfim teria um fim. Mas e se não fosse Marco? E se toda a esperança dada á eles fosse tirada quando o Doutor revelasse que Marco não era a cura?

 Assim estavam todos nervosos, apenas esperando por uma boa noticia.

Germán: Eu vivia brincando com Violetta e minha esposa... Dizendo que só havia uma forma de conhecer uma pessoa verdadeiramente! Examinando-a por dentro! Seus genes, seu sangue... *Falava enquanto observava em seu microscópio*. – Talvez você tenha razão! A fé seja necessária na ciência... Não na busca por respostas, mas nos dando força, nos movendo atrás delas!

Marco: E aí? O que houve doutor? Deu certo?

Germán: Eu não acredito... *Diz emocionado deixando algumas lágrimas caírem*.

Fran: Doutor? O que deu os exames?

Germán: Fiz um exame hematócrito e separei o plasma das suas células sanguíneas. Depois juntei com as células sanguíneas da Violetta, que, combinadas... DESTRUIRAM COMPLETAMENTE O VIRUS!

Marco: isso é serio? *Pergunta emocionado*.

Germán: O processo dos infectados foi revertido! A união de vocês era a verdadeira chave para a cura!

Marco: Então é por isso que nos encontramos... É por isso ela me guiou até aqui! *Fala e se abraça com Francesca*.

Maxi: Uhulll não vamos morrer! *Comemora pulando, mas leva um soco no braço de Camila*. – Au!

Cami: Menos Maxi... Não estraga esse momento, por favor!

Germán: Agora precisamos processar uma vacina, replicando os anticorpos de vocês!

 Marco confirma com a cabeça. Mas antes que pudesse falar algo ele olha para Federico que estava sentado com a cabeça baixa.

Marco: Doutor, por favor... O primeiro teste... Eu gostaria que... Uma pessoa em especial o recebesse! *Falou e Germán deu um sorriso*

 Um tempo depois...

 Naty abriu os olhos aos poucos e seu olhar antes sombrio agora estava cheio de brilho.

Naty: Meninos, eu... O que aconteceu?

Federico: Muita coisa, mas agora vamos focar na sua saúde!

Naty: Eu não entendo. Comecei a passar mal, depois tudo escureceu e acordei aqui! E meu corpo está todo dolorido!

Fran: Calma! Você precisa descansar agora!

León: Então funciona! O que estamos esperando pra salvar todo mundo?

Marco: É uma das coisas que eu mais quero! Arrumar essa bagunça o mais rápido possível!

Germán: Muito bem pessoal... Temos a tecnologia necessária aqui para produzir a vacina em grande quantidade! Mas como vamos curar todos no complexo sem nos arriscarmos!

León: E se substituirmos a água do sistema anti-incêndio? Ai os sprinklers poderiam borrifar a vacina no complexo!

Cami: Sim, é uma boa! Mas e quanto á todos os infectados lá fora?

Maxi: Ora! Essa é fácil, até eu sei! Nós subimos no avião e joga uns baldes de vacina lá de cima!

 Todos ficam calados observando Maxi.

Maxi: Que foi?

Marco: Incrível Maxi

Germán: Genial garoto!

Maxi: Sério?...

André: Sim!

Pablo: Temos um rádio comunicador no avião! Podemos contatar os fazendeiros que não foram infectados! Nós usaremos seus aviões pulverizadores para controle de pragas!

André: E adaptamos o sistema aos nossos hidro aviões também!

Germán: Ótimo plano pessoal!

Pablo: Quem quer vir conosco?

Federico: Amigos, eu não irei! A Naty precisa de mim!

Fran: Ok, todos os outros vão?

Marco: Eu não!

Fran: Por que amor? Não está se sentindo bem?

Marco: Não é isso! Quero ver a Violetta mais uma vez...

León: A gente entende!

Cami: Bora galera! Temos um mundo pra salvar!

Marco: Boa sorte! *Beija Francesca*.

 Todos saem e Marco se direciona até a cama onde Violetta estava.

 E assim cura se iniciou...

[No complexo]

Homem1: Onde eu estou?

Mulher1: E-eu não me lembro de como eu vim parar aqui...

[Na estrada e em toda região]

 Vários aviões cobriram o céu.

Homem2: Eu estava em casa e agora estou no meio de uma estrada? *coçava a cabeça*.

Mulher2: Minha nossa, o que eu estou fazendo vestida igual uma zumbi no meio de todos esses estranhos?

 Horas depois toda a região havia sido pulverizada, revertendo a infecção dos seus habitantes.

[De volta ao complexo]

 Germán chorava ao lado da filha. Marco se ajoelhou bem ao lado da cama.

Marco: Você tinha razão Violetta... Nós somos mesmo uma dupla de heróis! E você conseguiu... Salvou todos nós! Obrigado! *Fala e dá um beijo em sua testa*.

 Ele caminha para fora do quarto e enquanto caminhava o som mais doloroso pode ser ouvido. “Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...” indicava a maquina médica de que Violetta já não estava mais entre eles. Marco sentou em um banco e começou a chorar. Com uma das mãos no rosto. A outra segurava o girassol que Violetta havia lhe dado. Todas as pétalas caíram uma por uma, até que não houvesse mais nenhuma na flor.

 Francesca que já havia voltado da missão, se aproximou e sentou ao seu lado.

Fran: Você me deu muito orgulho hoje!

Marco: Eu falhei Fran... Não consegui salvar ela! *Fala chorando. Francesca o abraça*.

Fran: Não Marco... Você não falhou! É que certas coisas estão fora do nosso alcance e fazem parte de um plano maior!

Marco: Por que tinha que ser assim? Por quê?

Fran: Faz parte do nosso crescimento amor... A perda! Só nos resta fazermos o nosso melhor para nos adaptarmos á ela! *Fez uma pausa para o olhar bem nos olhos*. – Isso é viver!

 Os dois ficam alí abraçados até que todos voltaram.

= = = =

 No dia seguinte, na estrada...

Germán: Obrigado por tudo pessoal! *Fala apertando a mão de León*. – O exercito e a policia prenderam os cientistas da Savert, eles serão interrogados! Mas infelizmente o investigador sumiu sem deixar vestígios!

León: Não se preocupe Doutor! Um dia ele irá pagar pelos crimes que cometeu!

Marco: E principalmente pelo que fez ao senhor e a sua família!

 Germán sorriu e encaminhou-se até um veiculo do exercito.

Federico: Agora é a hora que nós nos separamos! Vamos pegar carona com o doutor e voltar pra nossa casa!

Naty: Obrigado por não desistirem de mim! Pelo menos uma coisa boa me aconteceu com essa devastação... Ganhei novos amigos! *Fala e pisca para Maxi*.

Maxi: Ehh pode me ligar quando precisar... *Entrega um pedaço de papel com um número para ela*.

 Federico pega o papel da mão de Naty.

Federico: A gente liga é claro! *Diz sério e entra no carro*.

 Camila e León riem de Maxi, que fica sem graça.

Naty: Tchau amigos, foi bom conhecer vocês! *Fala e entra no carro*.

Germán: Adeus meninos! Preciso reconstruir minha vida! Devo isso á Violetta! E obrigado por me ajudarem a recuperar minha fé! Daqui pra frente vou trabalhar em pesquisas por um mundo melhor! *Diz e se despede acenando para todos enquanto o carro sai*.

= = = =

Fran: Tivemos sorte de terem nos emprestado esse carro pra voltar pra casa!

León: Vamos logo Marco! *Fala apertando a buzina*.

Marco: Nossa vai ficar muito apertado comigo aí e...

Cami: Deixa de ser fresco! Nós ficamos separados esse tempo todo, é hora da turma ficar juntinha de novo!

Marco: Ahh tudo bem! Mas temos que buscar o carro do meu pai! Chegando lá, chamamos um guincho e... *Marco não terminou de falar, pois viu no campo Violetta e sua mãe andando juntas*.

 “Ela disse que alguém me protege e me observa á distancia... Quem será?” Pensou Marco vendo a imagem de Violetta e sua mãe desaparecerem com o vento.

Marco: Adeus Vilu... E obrigado!

Fran: Você tá bem Marco?

Marco: hã? O-oi? Sim! Tá tudo bem! *Diz suspirando*. – Agora está tudo bem! *Olha para o céu e entra no carro*.

 Fim!


Notas Finais


Obrigado a todo mundo que acompanhou a fic até aqui! Cada comentário seja ele pequeno ou enorme me motivou a escrever todos os capitulos para que no fim vocês pudessem ler e se satisfazerem com o que foi postado!
Pretendo escrever outras histórias de terror, mas não com zumbis e sim com um assassino e muitas mortes! O que vocês acham? Vou ficar aguardando suas opiniões! :)
Tchauzinho e até o próximo!


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