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História Zona Perigosa - Mitw - Capítulo 17


Escrita por:


Notas do Autor


Aweboooo pandinhas!!!
Tudo bem? Espero que sim!!!
Mary falando!!!

Vocês vão querer me matar, okay? MAS NÃO ME MATEM

Boa leitura 😛

Capítulo 17 - Chapter seventeen



{Uma semana antes}


- Mavi, tem certeza que quer nos ajudar com isso? - pergunta Tarik pela quinta vez. - Sabe o quanto estará se arriscando né?

- Você me conhece muito bem chefe, sabe que para mim não precisa perguntar mais de uma vez sobre minha decisão. - Mavi colocou as mãos sobre a mesa, se virando para o policial: - Estarei disposta a fazer isso.

- Estará desperdiçando seu tempo de vida - comentou o policial ríspido: - Irá morrer, você terá apenas cinquenta por cento de chance de sair daqui viva.

- Os dois sabem que irei morrer daqui a algumas semanas por causa desse maldito câncer, mas se for morrer de outra forma, que seja do jeito que eu mas gosto. Prefiro morrer ajudando os dois. E assim, de uma forma ou de outra, estarei concluindo meu trabalho ao lado das suas famílias, tanto de sua irmã - olhou diretamente para o policial. - quanto sua mãe. - e olhou para Tarik.


Por fim, ambos sorriem ao ver que a mafiosa estava disposta a fazer aquilo. Então, assim, a menor por fim se sentara a frente deles, feliz por receber uma resposta positiva vindo de ambos que estavam ali.


- Chefe, por favor, me repasse o plano - disse sorridente.

- Bem... - começou Tarik, se levantando e indo em direção a mesma, posicionando dois dedos sobre um dos lados de seu pescoço. - Iremos fazer uma marca bem aqui, em seu pescoço. Iremos colocar as siglas do assassino.

- Como já deu pra perceber, Eduardo é rápido em notar a maioria das coisas, e com certeza será o primeiro a perceber a marca - comentou o policial. - Irá se encontrar com Eduardo, Ycaro e Batista. Se um deles estiver envolvido com RL, com certeza irá fazer algo em relação a você.

- Se eles forem espertos, irão lhe manter viva, para conseguir informações - continuo o mafioso.

- Caso ao contrário - Mikhael lamentou a si mesmo por ter que dizer isso: - Irá perder sua vida antes de der as poucas semanas.

- Não se preocupem comigo - falou Mavi se levantando - uma coisa é certa, estou morrendo para ajudar a máfia, o lugar onde eu passei metade da minha vida.


{...}


Havia se passado algumas horas depois do ocorrido. Mesmo sabendo que Mavi havia se candidatado para ajudar, Tarik se culpava pela morte da mesma, e teria uma seria conversa com os mafiosos no dia seguinte.

Chegou em casa cansado, talvez pelo fato de estar carregando a morte da amiga mas costas, mas deixou aquilo de lado. Foi até a cozinha, precisava urgente de um copo d'água para tentar se acalmar. Talvez aquilo pudesse ser apenas uma expressão passageira, mas sentia muita tontura e barulhos inquietos vindo de sua cabeça.

Após beber pouco menos de um gole de dentro do copo d'água, colocou o copo sobre a pia e saiu andando. De volta à sala, subiu os degraus até seu quarto, fechando a porta em seguida. Deitou-se sobre a cama em completo silêncio, apenas ouvindo os ruídos dos guardas que estavam no jardim.

Tentando esquecer um pouco da situação em que se encontrava, sentou-se na cama, tentando desviar para pensamentos da morte da mafiosa, mas acaba dando os pensamentos em algo que nem mesmo si imaginava colocá-lo no meio. Mikhael. O policial talvez fosse uma das causar de estar atrás do maior assassino do Brasi. Sabia que se não fosse por Mikhael, ele não conseguiria aquelas informações que havia tido sobre RL.

Seus pensamentos sobre o policial foram parados após ouvir batidas apressadas na porta, até Tarik achar que fosse até mesmo seu irmão, mas nem ao menos Rafael iria bater na porta.


- Entre - foi o que conseguiu dizer antes de seu quarto ser adentrado por um de seus seguranças.

- Desculpe o incômodo senhor, é que o mafioso Eduardo está aqui, tentamos impedir dele entrar, mas ele tem o cartão de acesso da casa - lamentou abaixando a cabeça.

- Tudo bem, deixe-o entrar - fez um sinal com a cabeça para que o mesmo se retirasse de seus aposentos. Talvez uma distração não fazeria mal, precisava tirar os problemas da cabeça.


A porta novamente foi aberta, dessa vez por Educof, que assim que vê o ex sentado sobre a cama, da um sorriso para o mesmo, esperando que ele começasse.


- O que faz aqui Eduardo? - perguntou, mesmo já sabendo a resposta, mas tentou disfarçar, esperando o mesmo responder por si.

- Sabe o que eu quero... - Eduardo se agachou, ficando no meio das pernas de Tarik, com uma mão em cada coxa do menor. - Me dê mais uma chance Pac.


O de olhos negros sorria e ria alto com o comentário alheio, sabendo que mesmo ele implorando, nunca iria ceder.


- Sabe o que me fez, e mesmo assim vem me pedindo outra chance? - perguntou ainda dando aquela gargalhada falsa.

- Estou falando sério Pacanhan, não me leve na brincadeira - exclamou notando o quanto tedioso o menor estava.

- Sim, eu sei, tanto que não estava brincando no dia do nosso casamento, pois acho que me deixar esperando no altar enquanto transava com outro não era brincadeira - gritou na cara do mesmo, já estava ficando com raiva.


Eduardo sentiu o rosto esquentar, sentindo a mão de Tarik após lhe dar um tapa no rosto, mas mesmo assim, não exclamou ou ao menor gemeu de dor.


- Entendo a raiva que está de mim - começou se levantando, ficando de frente ao menor, e logo segurando seus braços. - Grite comigo, e me bata o tanto que for necessário.


Eduardo segurava mais ainda seu pulso, fazendo o menor se deitar, segurando seus braços ao lado de sua cabeça, enquanto se aproximava do mesmo, tentando o beijar, mas o mesmo balançava sua cabeça de um lado pro outro. Não tendo outro jeito, Eduardo alcança seu pescoço, chupando o local onde sua boca estava posicionada, sabendo que ali Iria ficar uma enorme mancha vermelha.


- Eu te odeio Eduardo - gritou Tarik, tentando se soltar, enquanto já sentia o membro rígido do maior sobre o tecido roçar sobre sua perna.


Eduardo ficou a ponto a sua orelha, sussurrando:


- Isso... Grite o quanto me odeia quando estiver cavalgando em cima de mim, assim como fazia antes. Me odeie. Me odeie ao ponto de estar gemendo meu nome.


Então, naquela noite, Eduardo e Tarik viveram como nos velhos tempos...




Notas Finais


:3

|| Gente, UMA SEMANA ATRÁS, isso já aconteceu

|| A partir do próximo capítulo já vai estar no tempo real, Okay?

|| Meu coração doeu fazendo essa parte, NÃO ME MATEM.

Um Beijo 😙
Um Queijo 🧀
E um Cookie 🍪


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