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História Zona Perigosa - Mitw - Capítulo 21


Escrita por:


Notas do Autor


Aweboooo pandinhas!!!
Tudo bem? Espero que sim!!!
Mary falando!!!

Bem, demorei um pouco pra escrever
Mais aí está hehehe

Boa leitura 😛

Capítulo 21 - Chapter twenty-one



{...}


Já assassinadas:


•Aline Álvares Pacanhan

•Nicole Lìnnyker (?)

•Maria Eduarda (enfermeira)

•Senhorita Batista (mãe de Felipe?)

•Dez ou mais crianças


Próximos a morrer:


•Isadora Lìnnyker

•Carlos Ycaro

•Rafael Montes

•Tarik Pacanhan

•Mary Kay

•Carolina

•Felipe Batista


{...}


-Como ela está? - Mikhael pergunta a Jurly, a médica particular que Tarik havia contratado para tomar conta de Mary, que fazia mais de dois dias que ainda recebiam a mesma resposta da mulher.

- Já valei, mas retorno à falar. Ela esta bem, ao ponto de ter conseguido sobreviver, pois apenas pelo estado que a garota estava, achei que poderia já estar morta.


Mikhael tentou dar um pequeno sorriso, além disso, a mafiosa conseguiu aguentar até ser salva. Ela era realmente forte, e Mike não se importava mas com as informações que eram necessárias ali, apenas queria a mafiosa viva, e caso isso acontecesse, teria as informações vindo da boca da menor.


- Bem, fico feliz com isso, espero que ela melhores logo - dito isso, ouviram a porta do quarto ser aberta, e em seguida Tarik adentrou o cômodo.

- Bem, irei indo, volto daqui a uma hora - Jurly diz e se curva em sinal de respeito a Tarik e Mikhael, e antes de sair se vira novamente - caso aconteça algo com ela, por favor me liguem, irei vir imediatamente.


Ambos assentiram antes da médica sair do quarto. Do lado de fora, a mesma trancava a porta do quarto com um sorriso metálico no rosto, saindo apressadamente da mansão Pacanhan. Tarik caminhava até a mafiosa, com um breve pressentimento estranho, colocando sua mão no rosto da garota mas no mesmo instante tirando rapidamente do local.


- Ela está pelando de febre - foi a única coisa que conseguiu dizer antes de olhar fixamente para o policial, que então vai até a mesma, encostando apenas dois dedos na testa da garota.

- Jurly não disse nada disso de febre, mas pelo estado que Mary está tenho certeza que febre não é nem um décimo do que ela tem - comentou, mas no mesmo tempo estava preocupado com a mesma.


Tarik caminhou até a mesa no centro do quarto, vendo os remédios que Mary precisaria tomar enquanto estava em descanso, mas assim que para para prestar atenção nos mesmos, arregala os olhos, vendo do que se tratava os analgésicos. Mikhael, vendo a expressão de surpreso e preocupado do menor vai em direção ao mesmo, tirando a caixinha da mãos de Pacanhan, e logo vendo o espanto que passará.


- Precisamos levá-la para um hospital agora - diz Mikhael sem pensar duas vezes, indo até a cama onde Mary ainda permanecia desacordada. Tirou as agulhas de seus braços e os fios que a ajudavam melhor com a respiração, pegou a menor no colo, indo até a porta onde Tarik fazia esforço para abrir, mas de tudo não conseguia - Rápido Tarik.

- Não dá, está trancada - disse sem entrar em completo desespero: - Eu não acredito que Jurly foi capaz disso.


Mikhael rapidamente coloca Mary de volta na cama, tentando abrir a porta que em segundos Tarik não conseguirá. O quarto onde estavam era longe dos outros, por isso não haviam seguranças ali, e para ajudar, não haviam sequer uma única janela e as paredes eram contra o som, por isso, por mas que gritassem, ninguém os ouviria.


- Precisamos levar Mary de pressa para o hospital, caso contrário, ela não vai aguentar - Mikhael olhará por todos os lados daquele lugar, chegando por fim seus olhos no teto, e logo em seguida em Tarik - Bem, acho que finalmente seu tamanho vai servir para alguma coisa.

- Não, nem pense nisso - Tarik responde cruzando os braços, já sabia a intenção de Mikhael.

- Entre nós dois você é o único menor, e tenho total certeza que um mafioso como você já passou por muitas coisas, e essa não vai ser nem um décimo do que você já fez - Mikhael fala tentando arrancar uma resposta afirmativa do menor, recebendo um suspiro do mesmo, já sabendo que o mesmo concordará.


Mikhael vai até a mesa de canto do quarto e pega a cadeira, a levando até o centro do local, subindo na mesma e dando leves batidas no falso teto, e logo olhou para Tarik.


- Como eu esperava - Mikhael zombou do menor.

- Sou um mafioso Lìnnyker, o que mais esperaria de mim? - quis saber, vendo o mesmo em cima da cadeira dar um soco no teto, deixando cair várias partes do concreto falso, deixando um buraco no mesmo, e sabia que aquilo já era o suficiente. Colocou o rosto para dentro do enorme buraco, e como esperado, a tubulação. Desceu as escadas e olhou o menor.

- Vai estar um pouco apertado pois não é muito grande, mas tente chegar até uma das partes onde consiga ver os guardas, assim, peça que destranquem a porta e depois tente voltar.


Ouvindo atentamente o que o policial dizia, Tarik subiu na cadeira, e em um pequeno impulso conseguiu entrar de uma vez dentro da tubulação que estava extremamente apertada e escura. Ligou a lanterna de seu celular que já estava em sua mão.


- Aguente firme Mary...


{...}


Ycaro estava a caminho da Máfia de seu esposo, precisava conversar seriamente com o maior, ainda mas depois de ouvir aquelas palavras vindo da boca da mafiosa quando estava na casa abandonada. Conhecia muito Mary, ela não era de estar delirando, então algo havia acontecido, ou talvez... estivesse falando a verdade.

Olhou para os dois lados antes de atravessar a rua, e assim que chegou na calçada do outro lado foi puxado para um beco, sendo prensado na parede, e logo ouviu um alto som de disparo. Fechou os olhos firmemente, assim que voltou a abrir os mesmos, viu quem havia a preensado.


- Yaemiih? - olhou surpreso e confuso para a policial, esperando uma resposta da mesma.

- Pode me agradecer por salvar sua vida depois, mas agora, precisa encontrar o carro com a placa 8447, ele estava atrás de você desde que saiu da Máfia, e tome cuidado, pode tentar te matar novamente - e por fim, saiu dali, olhando para todos os cantos antes de tomar caminho novamente para a máfia onde Mikhael, seu chefe estava.


Ycaro ficou confuso, estavam atrás dele? Yaemiih estava te seguindo? Algo estava errado, ou Yaemiih sabia que estavam atrás de si, precisava tomar cuidado.


{...}


No hospital de São Paulo nascia um lindo bebê, fazia apenas 4 dias de vida quando pode finalmente ser liberto com sua mãe, e por fim, sair do hospital. Os olhos da criança eram escuros, igual seus cabelos marrons, tinha a pele não tão escura, mas também não tão clara, assim como o pai.

Lilian sai do hospital com Mikin nos braços, e junto a si, uma mala com todos os pertences do menino. Tirou seu celular do bolso interno da jaqueta e colocou o garotinho do carrinho.


- Desculpe meu pequeno, mas talvez isso será necessário - diz para o menor, mesmo sabendo que ele não estaria escutando e entendendo nada: - Gostaria de continuar a seu lado, mas acho que ele irá fazer isso melhor.


Desbloqueou o celular e passou os contatos até achar um nome em específico, raceosa por ligar para a pessoa, pois depois de 9 meses por fim voltaria a falar com ele. Então, entrou no contato dele.

Mikhael Lìnnyker.



Notas Finais


.
.
.
SEI DE NADAAAAA

|| Uii, a lista de assassinatos...

|| Serás que a médica queria deixar os dois juntos ou queria prender eles?

|| Yaemiih voltoooooouu uhuuuu, mas, onde será que ela estava? -w-

|| Não tenho mai nada pa faaaalaaaaa

Um beijo 😙
Um queijo
E um Cookie 🍪💜💜


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