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História Zorobin - Entre livros e espadas - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


********AVISO IMPORTANTE, LEIAM ANTES DE IR PRA HISTÓRIA********

Pessoal, eu já havia feito e terminado outros capítulos para essa fic, abordando mais sobre a parte do “mistério” que envolve a ilha, inclusive envolvendo algumas lutas. Maaas, achei que iria ficar muito fantasioso e os capítulos estavam se prolongando mais do que eu gostaria. Além de não saber se vocês iriam gostar... Então, acabei mudando o final e optei por uma resolução mais simples sobre o segredo que envolve a ilha. Não se apeguem muito nessa parte, pois minha fic é mais sobre romance e é o que mais quero passar aqui. (Inclusive, já tenho alguns capítulos bem xonis em andamento. EBA!)

O capítulo começa meio agonizante, mas termina bem fofinho (zorobin do jeito que a gente gosta), então leiam até o final... Essa é a única parte de ação e foi apenas pra servir de gatilho pro romance decolar nos próximos capítulos.

Obrigada a todos que estão favoritando e comentando, é um grande estímulo a continuar escrevendo... Boa leitura ♥

Capítulo 4 - Descobertas


POV ZORO

Eu e Chopper estávamos andando seguindo a direção que o mapa apontava.

Meu olhar denunciava minha preocupação e angustia. Parecia que quanto mais a gente seguia, mais longe ela estava de mim. “Cadê ela? Cadê ela?” Pensava constantemente.

- “Calma, Zoro. A Robin deve tá bem. Ela é forte.” – Chopper tentava me acalmar, mas percebi que ele também estava preocupado.

Eu sei disso. Tinha plena convicção das suas capacidades. Mas não entendia o porquê desse nó na garganta. Meu corpo inteiro estava quente. Minhas pernas davam passadas largas e apressadas, como se estivessem agindo por puro instinto. Tento não pensar no pior. Só de imaginar que alguma coisa pode ter acontecido com ela, fico enfurecido. Meu coração acelera e começo a suar frio. De repente, quase que num impulso, começo a correr de forma desesperada.

- “Não, Zoro. Não é por aí, não...” – Chopper pulou em minha nuca, na tentativa de me fazer parar.

- “Não estamos tão longe assim, já consigo sentir o cheiro dela”. – Acrescentou o doutor, fungando seu nariz azul.

Não posso perder a calma. Não posso perder a calma.

O sol já havia se posto. A noite havia chegado.

(...)

Andamos por mais alguns instantes. Estávamos em uma praia, aparentemente deserta. Vi uma movimentação estranha ao longe no horizonte, mas não conseguia identificar direito o que estava acontecendo.

Um som agudo quebrou o silêncio. Um tiro havia sido disparado.

POV ROBIN

(Algumas horas antes...)

Depois de muito andar, finalmente cheguei ao meu destino. As ruínas ficavam numa praia deserta quase do lado oposto ao que nós atracamos. Era tudo tão bonito. Me aproximei deslizando minhas mãos pelos detalhes das paredes que resistiram ao passar dos anos.

Sua arquitetura indicava que havia sido construída há muitos séculos... Após alguns bons minutos admirando, olhei a vasta floresta que ficava logo atrás das ruínas. Era como se fosse um “grande quintal” do antigo castelo real.

Decidi me aventurar. Não iria muito longe, só queria dar uma olhada. Já que fiz um longo caminho até chegar aqui, resolvi dar uma checada.

À medida que adentrava, percebi que a vegetação descrita no livro estava muito parecida com o que via. A mata era muito densa e as árvores tinham numerosos galhos, o que fazia com que apenas poucos raios de sol conseguissem chegar ao solo.

Realmente a mata tinha muitas espécies diferentes. “Talvez o Usopp consiga algumas amostras de plantas e o Chopper, ervas pra fazer seus medicamentos.” – pensei no quanto aquela floresta era rica.

A terra sob meus pés tinha tons amarronzados. As raízes das árvores eram cobertas de musgos com pequenos cogumelos fixados.

(...)

Enquanto ia me afastando das ruínas, notava que a variedade de espécies ia se tornando cada vez maior. Reconheci algumas plantas que teoricamente estariam extintas. “Como isso é possível?” – Pensei.

Minha caminhada estava se prolongando um pouco mais do que gostaria, mas mesmo assim, continuei.

Cheguei em uma pequena clareira, um dos poucos locais onde a mata é mais aberta. Um campo, com uma grama levemente alta e bem verde, com várias espécies de flores. Colhi uma linda Plumeria branca e amarela que estava perto de mim e coloquei atrás da orelha.

Notei que a coloração da terra estava ficando diferente. Me abaixei, pegando um pouco da terra no chão. Antes tinha tons amarronzados, agora estava mais para um mosaico em tons de vermelho e azul. “Onde será que eu já vi sobre isso antes?” – Pensei.

Me recordei sobre um livro que havia lido há muitos anos, sobre contos de um explorador. Ele relatou em seu diário que conheceu uma ilha inabitada onde o solo adquire uma coloração diferente e por isso é extremamente fértil. Ele descreveu inúmeras espécies de plantas e o quanto elas poderiam ser úteis para diversas coisas.

- “Hum, acho que é daqui que a família real retira as famosas especiarias.” – Faz sentido. Já que este solo é tão rico, poderia despertar o interesse de outras pessoas em tomar essa região. Possivelmente isso que gerou a guerra e é por isso que todos guardam o segredo, protegendo essa floresta. Uma pessoa comum não iria saber desses detalhes, por isso não há guardas em volta da mata.

Estava tão radiante com a minha descoberta que não notei que já havia me delongado demais. Era hora de retornar. Segui o caminho que havia feito na vinda.

(...)

Já conseguia avistar as ruínas e notei que o sol já começava a se pôr. Logo estaria de volta ao navio.

Ao sair da floresta, percebi que havia um grande grupo de homens com um navio atracado. Não havia nenhuma bandeira pirata. Seriam pescadores da região?

Notei que eles me encararam e senti que havia algo errado.

Eles começaram a me cercar. Olhei rapidamente suas feições. Rostos marcados com cicatrizes. Olhos famintos por sangue. Estavam portando armas, espadas, algemas e alguns objetos que, com certeza, eram utilizados em combate. Definitivamente, não estavam ali a passeio.

Rapidamente fiquei em posição de ataque.

- “NI-CO RO-BIN. Recompensa de 130 milhões de berries.’’ – Falou um dos homens.

Eram caçadores de recompensa.

- “Nós estávamos nos preparando para roubar algumas casas dessa ilha, quando vimos um rosto bastante conhecido dos cartazes de procurado. E pra nossa sorte, estava sozinha. O chapéu de palha não vai te salvar dessa vez.” – Ele completou, andando em minha direção, dando um sorriso diabólico.

Eles começaram a vir até mim, em tom ameaçador, mas eu sabia que a vantagem numérica que eles tinham não era nada comparado com meus poderes. Afinal, passei 20 anos fugindo do governo mundial. Não é tão fácil assim me capturar.

“Mil Fleurs. Clutch.”

Rapidamente, consegui deixá-los inconscientes. O que não me exigiu muito esforço. Continuei minha caminhada em direção ao Sunny.

De repente ouvi um som ecoar pela praia vazia e senti algo frio transpassar minha perna esquerda. Um líquido vermelho, viscoso e quente começou a escorrer. Estava sangrando. Um tiro havia me acertado. Mas como? Não havia mais ninguém na praia. Tentei usar meus poderes e não consegui.

Subitamente, um homem salta do navio. Ele estava escondido e vinha ao meu encontro.

Comecei a tentar correr enquanto o sangue escorria, deixando um rastro pela areia.

- “Vejo que você imobilizou todos os meus subordinados...” – Ele falou, com semblante raivoso. “Não adianta tentar fugir, porque você não vai conseguir. Pra sua informação, eu usei bala de kairoseki.” – Acrescentou.

Eu sabia que não iria demorar muito até os demais acordarem. Precisava agir rápido. Eu me senti fraca e não conseguia usar meus poderes. Provavelmente a bala ainda estava alojada a minha perna.

Ele apontou novamente a arma para mim.

Estava sentindo muita dor, mas não poderia ficar ali parada. Já havia anoitecido. Comecei a tentar andar em passos curtos enquanto apertava firmemente o buraco em minha perna.

O homem agora estava a pouquíssimos metros de mim. Ele segurava algemas enquanto a arma continuava apontada em minha direção.

De repente, vi no horizonte duas pessoas familiares. Uma rena e um homem que portava três espadas, vindo correndo em minha direção. Ouvi de longe o doutor gritar meu nome.

“Santoryu. Oni giri.” – O espadachim, com um movimento rápido, acertou o homem com um único golpe certeiro.

Sentei na areia e contei-lhes brevemente o que havia acontecido enquanto o médico me examinava.

Zoro estava mudo. Estático. Como se duvidasse do que estava vendo. Ele estava com um semblante que jamais havia visto. Seus olhos apresentavam puro ódio.

- “Robin, você está muito machucada. Vou fazer um curativo aqui, mas preciso te tratar melhor no meu consultório.” – Disse o doutor demonstrando preocupação.

Poucos minutos depois, minha perna estava enfaixada e o sangue havia se estancado. Mas ainda não conseguia utilizar meus poderes.

- “Obrigada, doutor. Já me sinto melhor.” – Disse, tentando me levantar. Uma pequena poça de sangue se formou na areia abaixo de mim.

- “Calma, Robin. Você não pode andar nessas condições.” – O médico acrescentou.

Rapidamente, senti os braços fortes do Sr. Espadachim me pegando no colo. Ele não disse nada. Apenas me segurou firme, me aproximando levemente contra seu peito. 

Percebi que ele estava um tanto quanto tenso. Seu corpo estava quente. Seus músculos, rígidos. Era como se estivesse em fúria.

- “Aconteceu alguma coisa enquanto estive fora?” – Perguntei a ele, com voz levemente falha, mas sem encará-lo.

- “Não, nada.” – respondeu seco.

O doutor ligou para a navegadora, sinalizando que havia me encontrado.

- “Eu estou bem, não precisam se preocupar tanto.” – Falei, tentando acalmá-los. Estava sentindo dor, mas não queria angustiá-los mais do que já aparentavam estar.

Com a exceção de alguns diálogos curtos entre mim e o Chopper, caminhamos em silêncio até chegar ao navio. O espadachim manteve-se calado durante todo o percurso e em momento algum olhou para mim. Seus olhos estavam fixos ao horizonte.

Já era noite quando regressamos. Todos os outros companheiros estavam no convés e se agruparam ao nosso redor perguntando o que havia acontecido. O doutor deu uma breve explicação enquanto Zoro me levava para a enfermaria. Ele me colocou na maca, bem devagar e com delicadeza, porém sem dizer nenhuma palavra.

Estávamos a sós. Novamente.

Eu estava sentada na maca virada de frente para ele, que estava em pé, de cabeça baixa e segurava com força o cabo de sua espada.

- “Por favor, me diga o que está acontecendo. Porque está assim?” – perguntei tentando não ser muito intrometida.

POV ZORO

Droga. Porque você tem que ser tão observadora? É claro que não tá tudo bem. Você está machucada. E eu tô com muita raiva de quem fez isso com você. E eu não estava lá... Burro, idiota, seu merda! Se eu não posso defender meus companheiros, que droga de espadachim eu sou? Nenhum adjetivo grosseiro seria o suficiente pra demonstrar minha frustação comigo mesmo.

- “É... Eu fiquei preocupado. Só isso.” – disse a ela, tentando esconder o que realmente se passava em minha cabeça.

- “Vai ficar tudo bem comigo.” – Ela disse com um semblante sereno, tentando me acalmar. Como ela consegue ser assim tão calma? Respirei fundo. Há tantas coisas se passando pela minha cabeça nessa hora que não consigo organizar meus pensamentos.

- “Vou terminar de fazer o tratamento. Precisamos retirar essa bala.” – Chopper disse, adentrando a enfermaria.

Saí do cômodo fechando a porta. Decidi aguardar do lado de fora, mas não me afastei. Sentei ao lado da porta, me encostando na parede.

Consegui ouvir baixinho os gemidos de dor que ela provavelmente estava tentando segurar. Ela estava sofrendo.

Comecei a suar frio e percebi que meus punhos estavam cerrados.

Os demais tripulantes também aguardavam por notícias. Todos estavam aflitos.

(...)

De repente, a porta se abre. O doutor sai ao nosso encontro.

- “Como ela tá?” – Perguntou Nami, enxugando os olhos que denunciavam um choro recente.

- “Ela vai ficar bem, o tiro não atingiu nenhuma artéria principal. Não foi muito profundo e consegui retirar a bala. Foi muita sorte. Já dei os pontos e no momento ela só precisa de descanso.” – Ele disse, mais calmo, tentando nos tranquilizar.

- “É melhor que ela durma na enfermaria hoje, posso ficar monitorando durante a noite, caso aconteça alguma coisa.” - O doutor acrescentou, dando um certo ar de alívio ao ambiente.

Olhei pela fresta da porta e vi que ela estava acordada, porém já dava sinais de cansaço e provavelmente não iria demorar a dormir.

- “Minha querida, Robin-Chan. Você precisa repor suas energias. Fiz essa sopa super nutritiva que vai te ajudar a melhorar.” – O cozinheiro entrou, entregando um prato para ela.

“Obrigada, Sanji-Kun. Deve estar deliciosa!” – Ela falou sorrindo, já começando a comer.

Os outros companheiros também entraram no quarto para ver como ela estava, alguns em silêncio e outros fazendo barulho, tentando animá-la.

Preferi não entrar agora. Permaneci do lado de fora e aguardei todos saírem.

Após alguns poucos instantes, ouvi a navegadora falar de forma incisiva: - “Chottomatte, chega de visitas por hoje. Ela precisa de descanso, des-can-so.” – Ela falou enquanto expulsava a aglomeração que se fazia dentro da enfermaria.

 “Ei, você também, Zoro... Vamos. A Robin precisa de silêncio e paz.” – Ela falou, olhando pra mim.

Relutei um pouco para dizer, mas acabei falando: “Eu... vou ficar.” – disse sério, tentando não demonstrar a preocupação que estava sentindo.

Vi que alguns me olharam meio estranho. Um pouco desconfiados do porquê eu estar agindo assim. Na verdade, nem eu sabia direito.

“Ah, deixa pra lá. Não preciso explicar nada pra ninguém” – pensei.

Chopper estava na cozinha, terminando seu jantar. O restante do pessoal já havia de dispersado.

Me levantei e decidi entrar. Ela já estava dormindo. Puxei uma cadeira e sentei ao lado da maca. Fiquei a observando. Sua respiração, seus longos cabelos pretos soltos sobre o travesseiro...

Nunca rezei pra deus, mas nesse momento fechei os meus olhos e disse seja lá pra quem for: “Por favor, faça ela ficar bem...”

Comecei a pensar no dia que a conheci e nas aventuras que já havíamos passado juntos com o nosso bando. Me recordei da sensação estranha que senti quando ela havia sido levada para Enies Lobby e do vazio dos dois anos afastados sem saber onde ela estava. Confesso que os treinos exaustivos com Mihawk driblaram a preocupação que lá no fundo eu sabia que sentia.

Eu notei que meu coração acelerava com esse tipo de pensamento. Uma sensação esquisita, estranha, nova... 

“Que droga. O que está acontecendo comigo?” – pensei enquanto dava um leve suspiro. Minhas mãos estavam suando, minha respiração ofegante e eu sentia meu estômago embrulhado.

Devo estar confundindo as coisas. Nós sempre lutamos e protegemos nossos nakamas. E com ela não era diferente. Ou não deveria ser. Não era pra eu estar me sentindo dessa forma.

Nunca havia vivenciado essa sensação esquisita antes. Eu estou tão confuso com tudo isso... Minha sorte é que consigo disfarçar bem.

Tentei entender o que se passava comigo.

Nami. Conheço a Nami há bastante tempo. Sempre que pude, a protegi. E, apesar das suas chatices, é como se fosse uma irmã pra mim.

Vivi. Pelo pouco tempo que convivemos juntos, sempre a vi como uma grande amiga.

Perona. Ficamos dois anos morando juntos naquele castelo, com os Olhos de Falcão. Mas ela não passa de uma menina mimada que eu precisava conviver e que aprendi a aturar.

Robin...

Robin...

Robin...

Ao pensar em seu nome, não conseguia descrever com plena convicção qual era minha exata relação com ela. Eu sabia que ela era minha nakama e confiava nela, mas fora isso, o que mais poderia ser?

Seria uma irmã? Nah.

Uma grande amiga? Hum. Talvez.

Ao pensar na mínima possibilidade de ser uma outra coisa, um algo a mais, meu coração palpitava.

“Para com isso, Zoro. Você tá viajando...” – Pensei, balançando a cabeça em sinal de negação.

Definitivamente preciso de saquê pra afastar esses pensamentos loucos da minha cabeça... Saí de fininho e fui na cozinha atrás de uma bebida bem gelada. Evitei algumas conversas com o pessoal no meio do caminho.

Abri a geladeira, peguei a garrafa e bebi tudo em goles rápidos. Acho que nunca bebi algo assim tão depressa.

Por incrível que pareça, não consegui tirar meus pensamentos da enfermaria. Estava suando e meu coração palpitava mais a cada minuto. Decidi lavar meu rosto na pia enquanto refletia sobre o que se passava comigo.

Que sensação estranha é essa? Não deve ser nada demais. Provavelmente é só a adrenalina do momento. Respirei bem fundo e decidi voltar.

Abri a porta bem devagar, para não acordá-la. Vi que o Chopper ainda não tinha voltado.

Percebi que os braços dela estavam levemente arrepiados. Acho que estava com frio. “Você é tão independente...” – pensei alto enquanto a cobria com a coberta.

Eu sei que você não precisa de mim. Nunca precisou.

É difícil de admitir e até impossível de acreditar, mas estou começando a achar que, na verdade, sou eu que preciso... de você.


Notas Finais


OBS:¹ Plumeria é uma flor típica do Havaí. Lembrando que essa é uma ilha de verão. Usei como referência, rs

Nosso Zorinho ainda não sabe o que é, mas está descobrindo o amor... Eu só quero que a Robin e o Zoro se casem e adotem o Cho-ppa, pelamor de Deus! *o*

*Spoiler do próximo capítulo*: teremos o POV de Robin sobre essa situação toda! O que será que ela está sentindo? O Zorobin é real oficial, meus amigos! Quem sabe já rola o primeiro beijo e outras coisitas mais? Aguardem... <3


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