1. Spirit Fanfics >
  2. Zs Poeminhas 2.0 Zs >
  3. "Sonhos"

História Zs Poeminhas 2.0 Zs - Capítulo 20


Escrita por:


Notas do Autor


Então, noite passada houve algumas complicações soniferas que ainda não saíram da minha cabeça e não sei o que fazer, por tal motivo, vou "mostrar" à vocês com o que sonhei...

Capítulo 20 - "Sonhos"


 

 

"Sonhos"

 

"Fecho os olhos e tudo, sem excessão alguma, se faz em sombras, em solidão

Até que, em alguns minutos, adormeço profundamente e entro, infelizmente, para o mundo dos sonhos,

Naturalmente, normalmente, eles logo se tornam em pesadelos e, ficam perturbadoramente agonizantes...

 

Havia um prédio abandonado, do qual, os metais e todo o seu esqueleto superior estava a vista, pelo lado de dentro

Lá, havia pessoas desconhecidas como de costume e outras das quais já vira em outros sonhos, mas

Por quê exatamente, eu não sei, logo

Chegou um ser desconhecido, uma aberração, um humanóide talvez, que se multiplicou em dois ou três, e 

Por algum motivo desconhecido estava nos perseguindo, até que quando começamos a subir pelo esqueleto do prédio, um de nós caiu

Lágrimas minhas escorreram, mas eu nem sequer sabia quem era, porém foi dolorosamente frustrante,

Após subir o restante de nós, tivemos de pular para outro lado, do qual não havia ao todo, mas em partes,

Estas partes que por sua vez, estavam recheadas de animais pequenos porém ameaçadores, que traziam um pânico do qual era difícil se livrar,

Assim, fomos obrigados a pular para um pequeno diâmetro quadrado com, aranhas, ratos, cobras, vespas e até mesmo escorpiões,

Da onde surgiram? Não faço ideia. Porém, eles não foram os únicos a sair do vácuo, do espaço

Chegamos ao chão de alguma forma, e incirvelmente não estavamos mais em prédio abandonado algum

Mas sim em um supermercado gigante, do qual estes mesmos animais assustadoramente se transformaram em pessoas

E agora calculando nossos passos, sem poder fazer movimentos bruscos e nem barulho, não podemos passar perto deles de jeito algum

Então, aleatóriamente alguém pega minha mão, uma garota um pouco mais nova do que eu

Enquanto quem eu realmente queria levar ficou para trás por algum motivo bobo,

Tomando cuidado para não ter passos infalsos, corremos até o caixa dois do supermercado, lá

Estamos a salvas por enquanto, então sem lógica alguma, pagamos

Mas não levamos nada, não abrimos sacolas,

Enquanto vamos embora, pegamos um vinho tinto de uma bancada, sem ter um motivo ou uma lógica, pois

Sonhos, melhor dizendo pesadelos, não o possuem

Pegamos uma ou duas garrafas e vamos embora, mas depois de saírmos, já não é mais a garota

Mas sim, quem eu realmente queria levar embora..."

 

 

 

|...|...|...|...|...|...|...|...|...|...|...|

 

 

"Obscuro"

 

"Ao deitar, me pego pensativa olhando para o teto, esperando que o mesmo me dê algumas respostas,

Imagino e brinco com o mesmo, algumas coisas passam por minha mente

Situações e momentos imaginários, calor talvez e um suposto frio gostoso de incerteza porém, ansiedade junto

Nem mesmo quando é por diversão, isso acontece, talvez quando há medo e certo receio, haja um grande fluxo de incertezas extremas...

 

Há uma energia que me domina por dentro quase toda noite, ao

Deitar e refrescar a mente, observar o obscuro, descobrir o mesmo em mim

Sem muito esforço, sem muito trabalho percebo que há algo em mim que ainda não explorei,

Algo do qual tenho medo, de ultrapassar tal limite e algo acontecer, e

Há tantos filmes sobre ficção, sobre fantasia e etc..

O obscuro é para mim, as vezes como uma forma de pecar, é algo do nosso intimo

Algo que normalmente dizem que apenas fazemos quando amamos, mas

Então eu realmente nunca amei, ou o medo me consome, me domina por completo...

 

Há seres obscuros dentro de mim, dentro de todos nós,

Não é fácil de lidar com isso, não é difícil controlar agora,

Com o tempo, conforme os dias passam algo realmente se simplifica

Por enquanto ainda não descobri o que exatamente, mas

Ainda pretendo seguir pelas sombras, traçar um caminho maior em relação aos meus principios,

E, quanto aos meus gostos peculiares, ao meu modo diferente de agir, minha maneira de ser

Isso me deixa frustrada, o que sinto, o que penso,

Sinto um nervosismo, um medo, uns cala-frios que não consigo explicar, apenas sei o que não são,

Mas outras vezes meus desejos e vontades são um tanto, desconbinadas pois

Eu falo uma coisa, sinto a mesma, mas quero algo o contrário em certos momentos, 

Talvez aproveitar, sorrir, ou o que? Nem eu mesma sei mais o que quero exatamente sobre, em relação, a um alguém em particular,

Talvez eu esteja fazendo as coisas erradas, talvez eu seja errada, ou então

Nada disso está certo, talvez meu modo de não magoar, é que esteja magoando, porém

Então o que fazer... O que dizer.. É, para mim, complicado e confuso ao mesmo tempo e eu não sei se quero realmente algo, se quero seguir adiante com isso, ou tornar a amizade diferente, mais especial, mas ainda sim uma amizade...

 

Mas é... Tão complicado para mim,

A maneira que me sinto, o modo como você se sente, e eu não sei o que fazer,

Será que eu realmente devo fazer algo? Ou eu devo ficar aqui parada?

E, quem sabe se não for o momento certo? E se não for a hora ideal?

Não quero causar problemas, ou, mais confusões

Por conta desse ser obscuro dentro de mim que só diz o que quer, mas não diz o que sente.

Por conta desse ser obscuro, eu ainda não encontrei a minha cura."

 

 

 

|...|...|...|...|...|...|...|...|...|...|...|...|...|...|

 

 

"Cor-de-rosa"

 

"Não sou, aquelas garotas mimadas que se vestem de rosa,

Que cor-de-rosa, as define, até mesmo os sentimentos mais profundos,

Faz tempo que não sinto nada, faz tempo que não me importo em sentir,

Dói de certo modo, a maneira como pareço ser incapaz

Talvez eu realmente seja, e apenas não queira machucar ninguém, porque

Eu mesma ainda estou ferida, e as cicatrizes parecem não passar...

 

Sinto minhas veias endurecerem, e arrepios meu corpo percorrerem,

Os flashes de cenas de um filme antigo passa diante dos meus olhos, como

Momentos em que eu queria passar com você,

Aconchegar-me em seus braços, sentir o seu calor corporal, sem que sentisse ao mesmo tempo o medo de quebrar,

Sentir a proteção, a segurança de que nada mais iria me machucar, sentir

O sabor distinto de um beijo que ainda não experimentei, a maneira como iria me sentir depois,

Os pensamentos que seguem após, e o gostinho de quero mais, a vontade de não conseguir parar,

E, se por acaso não querer parar? E, repentinamente eu falhar, quebrar?

Não posso me sentir assim de novo, da mesma maneira depressiva de antes,

Como uma boneca com defeito de fábrica...

 

Nenhuma garota que use cor-de-rosa, é como eu

Não sei, cor-de-rosa parece ser tão menininha, e 

Não me sinto mais assim, não gosto de me sentir assim, 

Prefiro ser uma princesa emo, gótica, do que apenas mais uma no mundo

Cor-de-rosa."


Notas Finais


Foram poemas bem aleatórios, não sei exatamente o porque, e eu realmente não queria que os fossem...
Espero que tenham gostado ^^


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...