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História Zurena - Forbidden Love - Capítulo 10


Escrita por: ClexaZurena4ever

Notas do Autor


Oii, voltei ❤️🥰🥰<br /><br />Boa leitura 💕💕

Capítulo 10 - A Noite


Fanfic / Fanfiction Zurena - Forbidden Love - Capítulo 10 - A Noite

POV ZULEMA

Havia ido até a casa de Macarena ver o que havia acontecido com ela, e assim que ela abriu a porta após alguns minutos de silêncio, pude ver seu rosto completamente vermelho e inchado, denotando que havia chorado. 

- Maca, o que aconteceu? - Digo preocupada, entrando na casa e me aproximando mais dela. 

Ela não diz nada, apenas vejo seus olhos encherem de lágrimas e logo ela acaba com o espaço que nos separava, me dando um abraço. Imediatamente o retribuí, a apertando e acariciando seus cabelos enquanto apoiava meu queixo em cima da sua cabeça. 

O corpo de Macarena tremia com o choro que insistia em a dominar, o que fazia eu sentia meu coração dolorido e acelerado de preocupação. Senti meus próprios olhos marejarem enquanto pensamentos horríveis passavam pela minha cabeça sobre o que fez ela se sentir mal assim. 

Ficamos mais alguns minutos assim, até que ela foi se acalmando aos poucos, e afrouxando o abraço, até que finalmente me soltou, desviando do meu olhar e olhando para o chão. 

- Olha pra mim. - Digo, levando uma mão até seu rosto e o acariciando levemente. 

Ela fecha os olhos com aquele toque e mais lágrimas caem de seus olhos. Ela puxa o ar com dificuldade, já que seu nariz estava congestionado por causa do incessante choro que a dominava. 

- Está tudo bem, você pode me contar. - Digo assim que ela abre os olhos e me encara.

Sinto seus olhos verdes, agora avermelhados pelo choro, me olharem intensamente, quase como se eu fosse a coisa mais interessante do mundo e ela não pudesse desviar o olhar.

Macarena não profere sequer uma palavra, apenas continua me olhando e aproximando nossos rostos, fazendo eu me sentir cada vez mais ofegante com aquilo. 

Finalmente, ela sela nossos com certa intensidade, agarrando meu rosto e me invadindo sem cerimônias com sua língua quente. Não penso muito e simplesmente retribuo, por sentir meu corpo pedir incessantemente por aquilo. 

Mas assim que me lembro o propósito de estar ali, que era conversar com ela, e não ajudá-la a se enfiar cada vez mais em um buraco, parei com o beijo, me afastando dela.

- Maca, me diz o que aconteceu. - Peço, tentando segurar sua mão, mas ela a mantém presa em meu rosto.

- Por favor, apenas me beije e faça eu esquecer de tudo, é só o que eu preciso. - Ela diz baixo, muito perto da minha boca.  

Dou um suspiro e olho em seus olhos, considerando seu pedido por um momento, mas vendo que ela falava sério, apenas a obedeci e me entreguei ao momento. 

Selei nossos lábios novamente, agora passando minhas mãos por seu corpo e sentindo nossas respirações alteradas se misturarem. 

Colo meu corpo com o dela e nos direciono até perto do sofá, onde a posiciono delicadamente e logo subo em cima dela, com um joelho no sofá e o pé apoiado no chão. 

Sinto Macarena apertar meus seios, fazendo eu soltar alguns gemidos abafados por nossos beijos. Logo direciono minha boca até seu pescoço, o enchendo de beijos e chupões leves enquanto direcionava minha mão até sua intimidade. 

Afasto meu rosto um pouco do dela e a olho nos olhos, tendo certeza se ela ainda queria aquilo. Como se lesse minha mente, Macarena pega minha mão e a posiciona dentro de sua calça, movimentando seu quadril enquanto eu movimentava minha mão. 

Enfio dois dedos dentro dela e logo sinto ela arfar com prazer, me dirigindo um sorriso safado enquanto continuava a movimentar o seu quadril. Continuei as estocadas levemente, até que Macarena pediu que fosse mais rápida, então finalmente deixei meu medo de lado e realmente enfiei meus dedos e comecei a estocá-la fortemente, fazendo ela soltar gemidos altos. 

Após algum tempo, senti o corpo inteiro dela estremecer, dando o sinal que havia acabado de ter um orgasmo. Então tirei rapidamente sua calça com sua ajuda e abocanhei sua intimidade já encharcada de prazer. 

Eu não conseguia pensar em uma sequer pessoa que eu já havia transado que havia um gosto tão bom quanto o de Macarena. Eu achava aquilo simplesmente incrível, como ela podia ser perfeita em tudo o que fazia e em tudo o que era. 

Eu me sentia completamente atraída por ela, seu sorriso e seu jeito incrível e alegre de ser. Não podia entender como alguém conseguia ter um efeito tão grande sobre mim como ela o havia. Ela me fazia realizar seus desejos e os priorizar até mesmo acima dos meus, largando meu jeito agressivo e fazendo amor com ela de uma forma delicada e até mesmo um tanto apaixonada. 

Ver ela ali, totalmente nua e entregue pra mim enquanto mordia os lábios e apertava os seios enquanto eu a invadia era como uma obra de arte aos meus olhos. Sentia que poderia me chamar de Van Gogh e pintar seu corpo inteiro com simplesmente a ponta de meus dedos ou até da minha língua. 

Após algum tempo, Macarena trocou os lugares e agora ficou por cima de mim, me invadindo com seus dedos quentes e me fazendo ter alguns ótimos orgasmos.

Naquele momento, estávamos deitadas no chão da sua sala, de frente para a lareira acesa e em envolvidas em uma manta cinza, enquanto eu a abraçava por trás quase que em uma conchinha. 

Eu acariciava seus cabelos enquanto ela segurava minha outra mão, a acariciando levemente de olhos fechados. Penso comigo mesma que não gostaria que aquilo acabasse nunca e que gostaria de ficar ali pra sempre, mas ao mesmo tempo que adorava aquele pensamento, ele me assustava imensamente. 

Eu não sabia exatamente o que estava sentindo por Macarena, mas sabia que não podia desenvolver sentimentos fortes por ela. Além de ser uma aluna, era muito mais nova que eu e com certeza assim que se formasse, se mudaria e encontraria uma pessoa que realmente pudesse a fazer feliz. 

Meu sorriso some e sinto meus olhos quererem marejar com aqueles pensamentos, mas me seguro e respiro fundo, tentando me controlar. 

- O que foi? - Macarena pergunta baixinho, direcionando seu olhar à mim. 

- Nada, só vi que está tarde e tenho que ir embora. - Digo no mesmo tom, aproximando meu rosto do dela e depositando um beijo em sua bochecha. 

- Ah, fica aqui, dorme comigo. - Ela diz, fazendo biquinho como uma criança de 3 anos quando quer algo dos pais. 

- Não posso Maca, preciso ir pra casa e me arrumar, ou quer que eu vá com essas roupas para a universidade amanhã? - Pergunto, sorrindo com sua sugestão maluca.

- Você pode dormir aqui e sair um pouco mais cedo e se trocar em casa ué. - Ela diz, agora se virando de frente pra mim e apoiando a cabeça na mão direita. 

- Você está louca, só pode. - Digo, rindo do que ela dizia. 

- Por favor, eu te empresto pijama e lingerie novinha se quiser. - Ela diz, fazendo um olhar completamente pidão. - Queria que você ficasse. - Ela fala baixinho, olhando para minha mão e a acariciando. 

- Não posso dormir na sua casa, é loucura! - Digo me levantando e passando a mão pela cabeça. 

Não conseguia acreditar que eu estava realmente considerando aquilo. Era como se por dentro eu quisesse dormir ali mais do que tudo, mas eu sabia que não era uma boa ideia. 

- Está bem, eu entendo. - Macarena diz, claramente desapontada com a minha ideia. 

- Vou indo. - Digo, levantando e colocando minha blusa, com o olhar de Macarena sobre mim o tempo inteiro.

Ela não disse nada, apenas esperou eu terminar de me arrumar e me levou até a porta. Assim que estava prestes a sair, senti ela segurar levemente meu braço e me puxar para um beijo delicado e passional.

- Até amanhã. - Ela diz, dando um sorriso fraco. 

POV MACARENA

Assim que Zulema sai da porta e eu a fecho, me sento no chão com as costas encostadas na mesma. Eu sinceramente não queria que Zulema fosse, queria mais do que tudo que ela ficasse comigo e fizesse cafuné em mim até que eu adormecesse, mas talvez estava muito cedo para aquilo. 

Eu não conseguia entender como ela conseguia me fazer tão bem daquele jeito, em um dia que eu estava simplesmente acabada e abalada, ela conseguiu me animar e fazer eu sorrir novamente.

Sorrio com aqueles pensamentos. Zulema realmente era muito especial pra mim e havia provado que poderia ser sentimental quando era necessário, cuidando extremamente bem de mim quando eu mais precisava. 

Sou interrompida de meus pensamentos quando ouço batidas na porta, e estranho aquilo, pois não estava esperando mais ninguém. Me levanto devagar e destranco a porta, vendo a pessoa que eu menos esperava ali na minha frente. 

- Não consegui resistir à sua proposta. - Zulema diz, com uma mão apoiada na batente da porta, fazendo eu sorrir. 

Não digo nada, apenas selo nossos lábios apaixonadamente e a pego no colo, fechando a porta e nos levando até meu quarto. Subo as escadas com um pouco de dificuldade, não descolando nossos lábios nenhum segundo, e  agradeci mentalmente por fazer boxe e ter força o suficiente para fazer aquilo. 

Entro no banheiro da minha suíte e posiciono Zulema na bancada de mármore da bancada, arrancando um gemido dela com a extremidade gelada do móvel encostado contra a sua pele.

Volto a selar nossos lábios e sinto Zulema abrir as pernas, como se pedisse sem palavras que eu a fodesse. Separo nossos lábios e a olho travessamente, fazendo ela arquear uma sobrancelha sem entender. 

- Não vai me pedir o que você quer? - Pergunto, ousando desafiá-la.

- Você sabe muito bem o que eu quero. - Ela diz com uma voz rouca, muito perto da minha orelha, me causando arrepios. 

- Pior que não sei, vai ter que me falar. - Digo, fingindo descaradamente não saber. 

Zulema continua me olhando e sorri com minha ousadia, fazendo eu me excitar mais ainda. Em um momento rápido, ela me agarra no pescoço e agarra minha mão, a colocando em sua intimidade molhada, fazendo minha respiração descompassar totalmente. 

Após algumas rodadas de orgasmos de ambas, tomamos um banho e nos arrumamos pra dormir. Peguei um pijama novo de seda que tinha e uma lingerie que nunca havia usado, e que havia ficado extremamente sexy em Zulema. 

Enquanto a observava se trocar, não podia imaginar como eu havia conseguido ficar com uma deusa grega daquelas. Zulema era simplesmente perfeita, eu ainda não conseguia acreditar que ela tinha quase 50 anos, seu corpo e tudo nela era tão jovial e perfeito, se passaria por uma mulher de 30 anos sem problema nenhum. 

Me sentia completamente feliz por estar com ela ali no meu quarto, se preparando para dormir comigo. Eu realmente nunca imaginei que isso aconteceria de fato, mas não podia deixar de sorrir ao saber o quanto eu era sortuda. 

- Por que está sorrindo? Sei que está olhando pra mim. - Ouço Zulema dizer de costas pra mim, me assustando um pouco. 

- Como você sabe? - Pergunto abismada com sua perspicácia. 

- Eu estou quase desidratada do tanto que você me seca, Macarena. - Ela diz, se virando em minha direção com uma expressão cética, fazendo eu rir. 

- Não tenho culpa se você é linda e gostosa. - Digo, me levantando da cama e indo até sua direção. 

- Não é pra tanto. - Ela diz, voltando a se olhar no espelho. 

Assim que me aproximo o suficiente, a abraço por trás e tiro seu cabelo de seu pescoço, depositando um beijo ali e fazendo sua pele se arrepiar. 

- Você só não é a sétima maravilha do mundo, porque fica em primeiro lugar. - Sussurro em seu ouvido, fazendo ela retorcer um pouco a cabeça. 

- Vamos assistir algo? - Zulema diz, mudando completamente de assunto, fazendo eu sorrir. 

- Vamos, quer assistir o que? - Digo, me deitando na cama. 

- Qualquer coisa desde que não seja filme de terror, ok? - Ela diz enquanto se deita do meu lado, se tampando com o cobertor. 

Coloco uma comédia romântica aleatória que nenhuma das duas havia assistido e puxo Zulema pra perto de mim, fazendo ela deitar no meu peito e colocar uma perna em cima das minhas, enquanto eu acariciava sua mão em cima da minha barriga. 

Após alguns minutos, sentia meus olhos pesarem de sono e resolvo olhar pra Zulema e perguntar se ela queria dormir, mas já tive a resposta assim que a vi de olhos fechados e dormindo pacificamente em meu peito. 

Sorri com aquela cena e apenas desliguei a TV, fechando os olhos e apagando de tanto sono que sentia. 


Acordei no outro dia com Zulema ao meu lado, com a boca um pouco aberta, fazendo eu sorrir com aquela imagem e lembrando do dia anterior e o quanto estava feliz por ela ter dormido comigo. 

- Zulema... acorda meu amor... - Digo baixinho, acariciando seu rosto. 

Logo a vejo abrir os olhos lentamente, me olhando e dando um pequeno sorriso.

- Bom dia. - Ela diz, se sentando na cama e se espreguiçando. 

- Você quer tomar um café da manhã aqui? Faço o que você quiser. - Digo, depositando um selinho em seus lábios. 

- Hum... está bem, eu faço esse sacrifício. - Ela diz brincando, dando um sorriso.

- Se arrume e desça, o café vai estar pronto. - Digo, e logo saio do quarto, a deixando com sua privacidade. 

Vou até a cozinha e começo a fazer um café no bule enquanto fritava ovos e pegava algumas coisas da geladeira, as dispondo sobre a mesa. 

Assim que termino, vejo Zulema descendo as escadas com minhas roupas largas, que haviam ficado extremamente sexy nela. 

- É incrível como você consegue ficar perfeita até se tivesse vestindo um saco de batata. - Digo enquanto ela se aproxima, arrancando um sorriso tímido dela. 

- Você está maravilhosa, não eu. - Ela diz, se aproximando de mim e colando nossos corpos. 

Coloco minha mão na sua cintura e aproximamos nossos lábios lentamente, enquanto ela acariciava meu rosto. Antes que pudéssemos fazer qualquer coisa, ouvi a campainha tocar e estranhei, pois não estava esperando ninguém naquele horário. 

- Já volto. - Digo revirando os olhos e descolando nossos corpos. 

POV ZULEMA

Enquanto Macarena foi atender a porta, aproveitei para me encostar no parapeito da janela, apreciando a vista linda da floresta que se dispunha na minha frente que enchia os olhos. 

- Oi Maca, quanto tempo meu amor! - Ouço a voz de um homem falar, e estranho imediatamente, sentindo um incômodo enorme e me sentindo obrigada a ir ver quem era. 

Assim que vejo um homem de cabelos brancos a abraçando e do lado dele uma mulher morena mais velha fazendo o mesmo, fiquei mais confusa ainda, eram amigos de Macarena? 

- Quem é aquela? - Ouço a mulher dizer, fazendo Macarena me ver e arregalar os olhos, me confundindo cada vez mais. 

- Esta é Zulema... - Ele diz, me chamando pra ir até eles. 

A obedeço e logo sinto ela agarrar minha mão, e pude sentir sua mão um pouco suada e trêmula. 

- Zulema, esses são meus pais. - Ela diz, e imediatamente sinto meu coração quase sair pela boca e minhas pernas bambearem com aquela situação. 


Notas Finais


O que acharam?? O que será que vai acontecer hein?? KKKKKKK<br /><br />Espero seus comentários 🥰🥰❤️


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