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História Zurena - Forbidden Love - Capítulo 12


Escrita por: ClexaZurena4ever

Notas do Autor


Volteiiii! Desculpem a demora KKKKKK
Boa leitura 💕💕❤️

Capítulo 12 - Helena Martín


Fanfic / Fanfiction Zurena - Forbidden Love - Capítulo 12 - Helena Martín

POV MACARENA

Depois de largarem a bomba que iriam ser meus vizinhos, meus pais finalmente foram embora após eu insistir que eles deveriam estar cansados e que deveriam voltar para casa e descansar. 

Assim que eles saíram pela porta, voltei meu olhar para Zulema, e a vi andando para longe de mim, em direção ao lado de fora da casa. Não penso duas vezes e a sigo, vendo que ela encostou o corpo contra o parapeito da sacada.

Vendo seu corpo escultural assim por trás, não pude me aguentar e andei lentamente até ela, envolvendo seu corpo por trás e tirando o cabelo que tampava a sua nuca, depositando um beijo ali. 

- O que você está fazendo? - Ela diz, afastando seu corpo do meu. 

- Estou beijando a minha namorada, ué. - Digo brincando, fazendo menção à o que tinha falado para meus pais anteriormente. 

- Isso não é engraçado, Macarena. Eu não sou sua namorada, e não temos absolutamente nada. - Ela diz, passando a mão pelo rosto. 

- Não foi isso o que você me disse quanto eu enfiava dois dedos dentro de você. - Digo maliciosa, colando novamente nossos corpos. 

- Você passou muito dos limites Macarena, não podemos continuar com isso. - Ela diz, descolando mais uma vez nossos corpos e pegando seu casaco, andando em direção à porta. 

- Ei, por que você está tão fria assim? Meus pais são inofensivos, relaxa. - Digo, pegando o casaco da sua mão e me antecipando antes que ela pudesse entrar em casa de novo. 

- Inofensivos? Seu pai literalmente falou que pensaria na melhor forma de enterrar meu corpo sem que ninguém o achasse. - Ela diz totalmente desesperada, fazendo eu rir. 

- Meu pai diz isso, mas depois fica de boa Zule, você vai ver. - Digo, tentando acariciar seu rosto, mas ela não me permite, segurando meu pulso forte. 

- Eles não podem descobrir que eu sou sua professora! Vão acabar com a minha vida! - Zulema diz, machucando um pouco meu pulso com sua força. 

- Tá me machucando, Zulema. - Digo puxando meu braço, e logo ela me solta. 

- É melhor eu ir embora. - Ela diz, pegando novamente o casaco da minha mão e andando até a porta. 

- Por favor, não faz isso. - Digo, mas ela continua a andar. - Ontem significou muito pra mim, não significou pra você? - Pergunto mais baixo, mas ela me ouve, parando de andar. 

Me aproximo dela em silêncio, e levanto seu queixo, fazendo ela olhar em meus olhos. 

- Não. Passe bem. - Ela diz secamente, abrindo a porta e saindo, me deixando sozinha com aqueles sentimentos. 

Logo ela entra no carro e dá a partida bruscamente, fazendo os pneus cantarem. Dou um suspiro forte e fecho a porta, sentindo um aperto enorme no coração. 

Eu sentia que ela voltaria pra mim, ela ter dormido comigo ontem foi a prova que ela também sentia algo por mim. Eu já estava apaixonada por ela, mesmo não querendo admitir aquilo, meu coração já lhe pertencia, e sabia que não ficaria com mais ninguém além dela. 

Resolvo pegar meu celular e ligar para a minha pessoa de confiança, a que sempre me ouvia e entendia meu lado, e dava conselhos que sempre me ajudavam muito. 

- Alô, Maca? - A pessoa diz do outro lado da linha. 

- Oi Cachinhos, como você está? - Pergunto, me sentando no sofá. 

- Estou bem amiga, só um pouquinho ocupada, e você? - Ela pergunta e ouço uma voz no fundo, ela parecia realmente estar ocupada.

- Ah estou bem. Queria falar com você, mas se estiver ocupada eu te ligo outra hora. - Digo, e ela nega. 

- Pode me dizer amiga, estou aqui pra você. - Ela diz, e ouço um grunhido no fundo. 

- Com quem você está transando, Cachinhos? - Digo, e um silêncio se instala por alguns segundos. 

- Promete que não vai me julgar? - Ela pergunta finalmente, um pouco nervosa. 

- Se for quem eu tô pensando, não te julgo não. - Digo, considerando se seria a professora Vargas. 

- É a Saray. - Ela diz baixinho, fazendo um ataque de risos me invadir. - Do que tu tá rindo carajo? - Ela pergunta, sem entender nada. 

- Ai Cachinhos, realmente não te julgo. Ontem mesmo eu estava transando com a Zulema. - Digo, e ouço ela se engasgar com aquela notícia. 

- Maca! Isso é incrível! Por que não me contou antes? - Ela pergunta, totalmente animada. 

- Você estava ocupada né. - Brinco, fazendo ela sorrir.

- Justo. Mas me diga, foi bom? - Ela pergunta maliciosa.

- Não vou te responder isso né, gostaria que eu perguntasse se Saray é boa? - Digo, desacreditada com sua cara de pau.

- Mas ela é, a melhor que eu já tive aliás. - Ela diz, e reviro os olhos com aquilo. Ela realmente não tomava jeito. 

- Enfim amiga, te liguei pra dizer outra coisa. - Digo, voltando ao motivo de eu ter ligado pra ela.

- Diga então. Mas depois vou querer saber os detalhes, hein! - Ela diz, e reviro os olhos. 

- Enfim, a Zulema dormiu aqui em casa ontem, e... - Sou interrompida por Cachinhos gargalhando.

- Porra Maca, tu é sapatao mesmo hein, mal conhece e a outra já tá dormindo aí. - Ela debocha, fazendo eu querer desistir de contar isso pra ela. 

- É, e meus pais apareceram pra almoçar. Eu tinha esquecido, então quando eles chegaram Zulema ainda estava aqui. - Digo nervosa, lembrando dos acontecimentos.

- Meu Deus Macarena, você está fodida! - Ela diz, batendo palmas. 

- Estou mesmo, acabamos de discutir e ela me deixou aqui sozinha, deve estar brava. - Digo, um pouco triste. 

- Mas também, com motivo né loira. Sinto pena da senhora Zahir. - Ela diz sorrindo, fazendo eu suspirar. 

- O que eu faço Cachinhos? - Pergunto, já me sentindo desesperada. 

- Dá o tempo dela Maca, por mais que seja difícil, é o melhor a se fazer. - Ela diz séria, e me desanimo quando ela fala isso. 

- Mas eu não quero esperar, eu tô apaixonada por ela Cachinhos. - Digo, sentindo vontade de chorar.

- Calma sapatão, logo ela volta pra você, ok? Agora se me der licença, tem uma pessoa aqui me implorando pra desligar. Beijos! - Ela diz, e desliga antes que eu pudesse responder. 

“Com uma amiga assim nem se precisa de inimiga hein.” - Penso revirando os olhos por ela estar me trocando por sexo com uma professora. 

POV ZULEMA

Após sair da casa de Macarena, dei a partida imediatamente e voltei para a casa, sentindo minhas mãos tremendo pela emoção que eu ainda estava sentindo. Jogo minhas coisas na cama e pego meu celular, vendo uma mensagem intrigante aparecer.

Helena 12:37 - Olá Zule, está bem? Vou passar uns dias aí, que tal nos encontrarmos? 

Olho aquela mensagem por alguns segundos, pensando se seria uma boa ideia ou não. Helena e eu tínhamos encontros casuais sempre que ela estava por aqui, e eu gostava muito daquela “relação”, pois só envolvia sexo, sem nenhum sentimento, o que eu realmente precisava naquele momento. 

Zulema 13:40 - Oi Helena, tudo certo, e você? 

Zulema 13:41 - Vamos nos encontrar sim, na sua casa ou na minha? 


Assim que enviei a última mensagem, larguei o celular na cama e peguei meu laptop, precisava ainda preparar algumas aulas para amanhã. 

Após algumas horas, finalmente termino o planejamento e checo as horas, constatando serem 20 horas ainda. Pego o celular e vejo mais uma mensagem de Helena. 

Helena 19:02 - Podemos fazer aí, pode ser hoje mesmo?

Zulema 20:12 - Pode sim, quando quiser vir. 

Helena 20:13 - Beleza, estou indo.


Após isso, não demorou muito pra que eu ouvisse Helena buzinando do lado de fora, então abri o portão para ela e logo abri a porta, vendo ela encostada na batente.

Ela usava uma calça de couro completamente colada, mostrando todas as suas curvas, enquanto usava uma regata branca e uma jaqueta também de couro, e o rotineiro boné preto na cabeça, que ela tanto gostava.

Não pude deixar de notar o quão linda ela estava. Seu cabelo havia crescido bastante desde a última vez que a vi, e ela parecia ter feito algo diferente, que eu não sabia realmente o que era.

- Sentiu minha falta? - Ela pergunta dando um sorriso presunçoso e entrando pela porta. 

- Hmmm... não. - Digo brincando, fazendo ela sorrir e colar seu corpo no meu assim que fecho a porta. 

- Nem um pouquinho? - Ela diz enquanto passava o nariz e a boca pelo meu pescoço, me causando arrepios. 

- Tá bem, talvez um pouquinho. - Digo vencida com seus avanços irresistíveis. 

- Assim que eu gosto. - Ela diz, e passa a língua pelo lóbulo da minha orelha, fazendo eu estremecer com aquilo. 

- Não vai nem me pagar uma bebida antes? - Pergunto maliciosa, a afastando um pouco de mim. 

- Hoje você vai ser minha submissa, então a quero 100% sóbria. - Ela diz baixinho no meu ouvido, encharcando minha intimidade. 

- Eu serei sua submissa? Quando concordamos com isso? - Pergunto a provocando. 

- Bom, já que sou eu que mando, eu decido. - Ela diz me pegando no colo e me levando até meu quarto. 

- Você foi a maestra da última vez, deixe eu ser hoje, vai. - Digo pedinte assim que ela entra no quarto. 

- Não mesmo, agora cale a boca. - Ela diz, me largando com tudo na cama e indo até minha cômoda do lado. - Aqui está! - Ela diz, tirando alguns “brinquedos” da minha gaveta.

- Você vai ser má comigo hoje? - Pergunto, já totalmente excitada. 

- Se você for uma menina má, terei que te punir. - Ela diz, e logo coloca os objetos sobre a cama. - Como não nos vemos há algum tempo, deixarei você escolher o que quer usar.

Desvio meu olhar para os objetos, vendo algemas, uma venda, uma coleira, entre outras coisas. 

- E então? - Ouço ela dizer, e volto meu olhar pra ela, vendo que estava somente de lingerie agora. 

- Use todas. - Digo ousada, fazendo ela arquear uma sobrancelha.

- Tudo bem, você que pediu. - Ela diz, e então começo a tirar minhas roupas lentamente. 

Helena me observa a cada momento, sem tirar os olhos quentes do meu corpo, fazendo eu me excitar cada vez mais com aquilo. 

 Assim que termino, Helena começa a brincadeira, algemando meus pulsos e colocando a coleira apertada em meu pescoço, fazendo eu soltar um gemido de prazer. 


Alguns minutos depois...

- Você foi uma submissa incrível Zule, como sempre. - Helena diz, se deitando ao meu lado assim que me solta de todos aqueles brinquedinhos. 

- Por você, eu seria sempre a submissa. - Digo com uma voz rouca, fazendo ela sorrir pra mim. - Mas na próxima eu domino, combinado? - Digo a olhando.

- Veremos. - Helena diz, e vira de costas pra mim, me deixando no silêncio. 

POV MACARENA

Segunda-feira havia chegado novamente, e Zulema não havia mandado sequer uma mensagem para mim. Imaginava o que ela estaria fazendo na noite anterior, talvez preparando aulas e depois assistindo um filme. 

Eu sabia que ela não era tanto de sair por aí e pegar qualquer mulher, então estava mais segura por causa daquilo, eu confiava nela. 

Não havia mandado mensagem por causa do que Cachinhos disse, resolvi obedecer seu conselho, já que ela quase sempre estava certa sobre tudo o que falava. 

Havíamos acabado de chegar na escola, e nos sentamos na nossa mesa de costume, apenas jogando conversa fora enquanto esperávamos o sinal bater. 

Como de costume, eu não estava prestando nenhuma atenção neles, e apenas esperava Zulema chegar, para ver como ela estava. 

Um carro cinza que eu nunca havia visto antes chegou, e assim que abriram a porta, pude ver Zulema saindo dele, sorrindo e dando tchau para uma outra pessoa ali dentro, que eu não vi quem era. 

Imediatamente, me senti incomodada com aquela cena. Mesmo sem saber quem era, imaginava que não era boa pessoa, algo dentro de mim me dizia aquilo. 

Zulema estava com um vestido longo azul-celeste e com os cabelos amarrados em um coque como de costume, mas podia sentir que algo estava diferente nela, mesmo sem saber exatamente o que. 

Olhei atentamente para seu corpo e de relance vi algumas manchas vermelhas nele. Algo horrível passou em minha mente por causa daquilo, imaginava se aquela pessoa era alguém que estava a ameaçando e torturando ou abusando. 

Meu sangue ferveu e sem pensar em nenhum momento, eu me levanto e vou em sua direção. Assim que a alcanço, agarro seu pulso e posso ver mais manchas em seus braços, fazendo meu estômago revirar. 

- O que você está fazendo? Está louca? - Zulema pergunta me olhando sério, e só naquele momento percebo que estávamos no meio da universidade, com várias pessoas nos olhando. 

- Err, desculpa. Professora Zahir, podemos conversar? Precisava da sua ajuda para algo... - Minto descaradamente, apenas querendo ficar sozinha com ela e ver o que diabos estava acontecendo. 

- Não será possível agora senhorita Ferreiro, talvez outra hora. - Ela diz, e faz menção de se afastar.

- Zulema! - Ouço uma mulher gritar, e assim que olho, vejo ser uma morena muito bonita. 

- Helena, o que está fazendo aqui? - Zulema pergunta, um pouco nervosa. 

- Desculpe, você esqueceu seu celular no meu carro. - Ela diz um pouco esbaforida, entregando o celular para Zulema. 

- Ah, obrigada! Foi muita gentileza sua. - Ela diz sorrindo, pegando o celular da mão dela. 

- Não tem de quê. - Ela diz, e se aproxima de Zulema, dando um beijo demorado em seus lábios. 

Meu estômago revirou completamente com aquela cena, e sentia meu coração dolorido. Zulema já estava com outra?

- Até depois, me liga. - Ela diz, e sai rebolando até seu carro, me causando náuseas.


Notas Finais


O que acharam?? Não me matem viu KKKKK ❤️❤️


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