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História Zurena - Forbidden Love - Capítulo 8


Escrita por: ClexaZurena4ever

Notas do Autor


Voltei, com um hot! 🤩 <br /><br />Espero que gostem e boa leitura 🥰❤️

Capítulo 8 - Caliente


Fanfic / Fanfiction Zurena - Forbidden Love - Capítulo 8 - Caliente

POV ZULEMA

Macarena falava coisas duras e que denotavam o quanto ela estava magoada por eu a rejeitar. Ela não conseguia entender que eu fazia aquilo pelo próprio bem dela, pois não era uma boa pessoa para se relacionar. Eu era traumatizada, dava prioridade pra mim mesma e para o trabalho sempre, nunca havia tido um relacionamento sucedido e provavelmente nunca teria.

Ainda assim, ela parecia não ligar e continuava dando investidas insistentes em mim, o que fazia eu cada vez menos conseguir resistir a elas. Ela parecia uma verdadeira diaba, que espreitava somente esperando você ter um momento de fraqueza para te tentar. 

Eu não negaria que gostava um pouco daquilo, me sentir desejada como Macarena parecia me desejar era algo que fazia com que eu me sentisse poderosa. O que eu não gostava era não ter 100% de controle sobre mim quando ela fazia aquilo. 

Estava me sentindo um pouco alterada já pelo álcool do vinho que havia tomado, e estava ficando louca com tudo o que Macarena estava falando e jogando em cima de mim. 

Em um momento de apagão mental, apenas me virei em sua direção e finalmente selei nossos lábios, calando sua boca. 

Segurei seu rosto fortemente com as duas mãos e pedi permissão para invadir sua boca com a minha língua, que logo foi concedida. 

Senti as mãos de Macarena apertarem fortemente minha cintura, fazendo minha respiração descompassar e minha intimidade encharcar, mas logo afasto nossos lábios quando percebo o que estava fazendo. 

Macarena continua a me segurar perto de seu corpo e apertar minha cintura. Tento tirar sua mão de lá, mas não tinha forças para aquilo quando ela direcionou sua boca quente até meu pescoço, fazendo eu me arrepiar totalmente. 

- Macarena... Isso vai dar muito errado. - Digo em meio q um suspiro carregado. 

- Deixe dar, as vezes o errado é muito melhor que o certo. - Ela diz em meio a beijos no meu pescoço. 

- Você vai se machucar. - Falo, colocando ambas as minhas mãos em seus ombros assim que ela aperta meus seios. 

- Mal posso esperar. - Ela diz, voltando a selar nossos lábios.

Aprofundei mais o beijo ainda quando ela pegou em minhas coxas e me levantou, me pegando no colo. Agarrei seus cabelos enquanto senti ela se movimentar, indo provavelmente até dentro da pequena casa de madeira. 

Apenas descolei nossos lábios quando Macarena me posicionou na cama. Sentia meu peito e subir freneticamente enquanto me ajeitava na cama, ficando com os cotovelos apoiados e as pernas abertas, ainda tampadas por meu vestido longo. Macarena me olhava com uma expressão totalmente desejosa e excitada, fazendo com que eu ficasse do mesmo jeito. 

Como viu que eu não falei nada, ela se ajoelhou entre minhas pernas e voltou a selar nossos lábios, ainda mais intensamente do que antes, agora com uma mão percorrendo meu corpo nu por baixo do vestido, que ela havia subido rapidamente. 

Ela passou a mão por meus seios, que estavam nus por não usar sutiã com aquele vestido, me causando vários suspiros carregados. Me sentia completamente excitada e meu corpo inteiro ansiava por senti-la dentro de mim. 

Macarena descola nossos lábios e levanta meu vestido, tendo minha total ajuda para tirá-lo de uma vez. Assim, fico totalmente nua, apenas com minha calcinha de renda preta que eu estava usando. 

- Para alguém que não queria transar comigo, você está bem prontinha hein. - Ela diz assim que olha para a minha calcinha rendada. 

- Cala a boca e me fode. - Digo séria, com a voz totalmente rouca. 

Ela atende meu pedido imediatamente e logo enfia a mão por dentro da minha calcinha, onde minha intimidade estava completamente molhada por ela. Ela solta um gemido assim que sente o líquido, e começa a massagear meu clítoris, fazendo com que eu não segurasse mais meus gemidos. 

Logo ela enfia dois dedos dentro de mim, fazendo eu arquear as costas e arfar com o prazer que sentia. Ela curvou os dedos, chegando perfeitamente em meu ponto G e fazendo eu chegar muito próxima do meu ápice.

- Joder. - Digo com dificuldade, apertando meus seios com força, tentando fazer o prazer passar um pouco. 

- Adoro quando você xinga em espanhol. - Ela diz com a voz rouca, olhando para mim pervertidamente.

- Fóllame, rubia. - Digo no meio de um orgasmo, fazendo ela se excitar mais ainda. 

Sinto ela abaixar minha calcinha e abocanhar meu sexo com sua boca quente, fazendo meu corpo se incendiar mais ainda. Sua língua se mexia agilmente enquanto uma de suas mãos ainda me penetravam. 

Senti meu ápice chegando, então anunciei para Macarena, que continuou chupando todo o meu prazer enquanto minhas pernas tremiam com o orgasmo arrebatador que havia me percorrido. 

Macarena sobe novamente para me beijar, e em um movimento rápido e ágil, mudo de lugar para ela, agora estando no lado dominador e ela era minha dominada. 

Ela se movimenta para se levantar, mas com um movimento, coloco minha mão em seu pescoço, a empurrando novamente para deitar na cama, fazendo ela soltar um gemido com aquele ato. 

Mantenho minha mão apertando seu pescoço enquanto enfiava sem cerimônia dois dedos em sua intimidade, que escorria prazer de tão encharcada. 

Direciono minha boca até seus seios convidativos, os chupando fortemente, sem dó nenhuma de Macarena e os gritos que ela dava. 

Sentia Macarena querer passar as mãos por meu corpo, então juntei violentamente ambas as suas mãos em cima de sua cabeça, a impossibilitando de me tocar. 

Coloquei meu rosto muito perto do dela e olhava em seus olhos enquanto ela gemia enlouquecidamente com as estocadas que eu a proporcionava. Não demorou muito para que ela tivesse um orgasmo que fez seu corpo inteiro tremer, me deixando totalmente satisfeita. 

POV MACARENA

Sentir Zulema dentro de mim com certeza havia se tornado a partir daquele momento uma das minhas sensações preferidas. Ela sabia muito bem o que estava fazendo e como me enlouquecer completamente com seus atos e olhares. 

Ela parecia ser uma droga das mais viciantes que existiam, pois mesmo após ter vários orgasmos, eu ainda a desejava, e se fosse possível, a desejava mais do que nunca. 

Sendo assim, quando ela se posicionou do meu lado na cama, subi novamente em cima dela para tentar algo a mais com ela, mas Zulema me empurrou novamente para o lado, fazendo eu quase cair da cama. 

- Eu tenho que ir agora. - Ela diz somente, se levantando da cama e ajuntando suas roupas. 

- Não quer ficar mais um pouco? Eu faço valer a pena. - Digo maliciosa, acariciando a cama na minha frente. 

- Melhor não. - Ela diz dando uma risada e colocando seu vestido novamente. 

- Você não gostou? - Digo me levantando da cama e sussurrando em seu ouvido enquanto ela se olhava no espelho. 

Tiro o cabelo de seu pescoço e passo meu nariz por ali, vendo sua pele se arrepiar. 

- Gostei até demais. - Ela diz e se vira pra me olhar. 

Selo nossos lábios novamente, e passo as mãos por seu corpo, apertando sua bunda. Assim que fiz isso, ela separou o beijo e agarrou meu pescoço, fazendo eu me excitar mais ainda. 

- Tenha respeito por sua professora. - Ela diz com uma voz rouca e ameaçadora. 

- Se não tiver, vai me castigar? - Pergunto maliciosamente, vendo ela dar um sorriso. 

- Talvez. - Ela diz no mesmo tom, apertando forte minha bunda e colando nossos corpos, me arrancando um suspiro carregado. 

Vou beijá-la novamente, mas ela acaba prendendo meu lábio inferior no meio de seus dentes, mordendo sem piedade, o que me arrancou um gemido de dor misturado com prazer.

- Agora se vista pra me levar pra casa. - Ela ordena, me empurrando até a cama e se virando novamente para o espelho. 

Não falo nada, apenas obedeço sua ordem. Já tinha percebido que seria a subordinada naquela “relação”, e por mim tudo bem, adorava ser dominada por Zulema. 

Assim que estava pronta, fomos até meu carro. Eu abri a porta para Zulema, que sorriu com o gesto, e então fui até meu lado, dando a partida. 

- Você é muito gostosa, sabia? - Falo ousadamente, achando já ter intimidade para poder falar aquilo. 

Zulema não diz nada, apenas disfarça um sorriso de canto e morde seu lábio, fazendo eu me excitar um pouco. 

- Vamos fazer isso mais vezes? - Pergunto, um pouco curiosa com sua resposta. 

- Hum... não sei. - Ela diz olhando pra cima, como se estivesse considerando. - Só se você for uma boa menina. - Ela diz, agora olhando pra mim.

Ao mesmo tempo que falou aquilo, Zulema enfiou sua mão por dentro da minha calça, invadindo minha intimidade sem cerimônias, fazendo eu soltar um gemido surpreso. 

- Continue dirigindo. - Ela diz, com um sorriso malicioso enquanto massageava meu clítoris. 

Meu peito subia e descia freneticamente com aquele ato que havia me deixado completamente sem ar e sem palavras. Sentia minha intimidade pulsar de tanto prazer, e estava prestes a ter um orgasmo ali mesmo dirigindo. 

- Zul... Zulema... eu vou... - Digo com dificuldade, anunciando um orgasmo. 

 Assim que falei aquilo, ela parou e tirou sua mão da minha calça, a levando até sua boca, onde chupava os próprios dedos me olhando com luxúria. 

Estava completamente sem ar e excitada por aquela mulher. Não sabia como ela podia fazer eu me sentir daquele jeito, ninguém nunca havia feito aquilo, mas não podia reclamar, pois estava adorando.

Chegamos na casa de Zulema em silêncio, pois a tensão sexual naquele carro estava enorme, e nenhuma das duas sabia o que dizer. 

- Vai me convidar pra entrar? - Pergunto maliciosa. 

- Melhor não, amanhã você tem aula, esqueceu? -  Ela diz, sorrindo enquanto tirava o cinto de segurança. 

- Me concentrar com uma mulher assim como minha professora será impossível. - Digo, mordendo o lábio e apertando sua coxa. 

- Pois trate de se concentrar, não pegarei leve com você. - Ela diz, me dando um último selinho e tirando minha mão de sua coxa, saindo do carro. 

- Até amanhã! - Grito assim que a vejo andando para longe do carro. 

Ela não responde nada, apenas continua caminhando até sua porta, rebolando a cada passo e fazendo eu ficar hipnotizada com seu corpo até que ela entrasse. 

“Carajo, estoy jodida.” - Penso comigo mesma sorrindo e dando a partida para voltar pra casa. 


Notas Finais


O que acharam?? To meio sem fôlego depois de escrever isso, mas tudo certo JKKKK 🥰🤪


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