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História Zurena - Forbidden Love - Capítulo 9


Escrita por: ClexaZurena4ever

Notas do Autor


Voltei meus amores! Espero que estejam bem!

Boa leitura ❤️❤️❤️

Capítulo 9 - Sandoval


Fanfic / Fanfiction Zurena - Forbidden Love - Capítulo 9 - Sandoval

POV MACARENA

Logo após Zulema entrar na sua casa, dei um suspiro carregado, estava desapontada por não ter sido convidado pra entrar. Eu sabia que estava me metendo em algo extremamente perigoso e errado, e que por mais que não quisesse, talvez já estivesse apaixonada por Zulema, fazendo eu ficar mais fodida ainda. 

Zulema realmente parecia não ser uma pessoa de ter um relacionamento sério como era o jeito que eu queria. Nunca fui de ficar com alguém só por ficar, não sou de pegar vários em festas nem nada do tipo. Pra mim, se não houver sentimentos envolvidos, não vale a pena nem começar. 

E tendo aquilo em mente, eu percebi que realmente nutria sentimentos por minha professora, o que fazia eu me desesperar um pouco e ao mesmo tempo sentir uma adrenalina enorme dentro de mim.

Eu tentaria ficar mais vezes com Zulema sem tentar envolver aqueles sentimentos, porque eu sei que ela não iria querer que eu nutrisse sentimentos por ela e talvez até se afastaria se percebesse aquilo. 

Teria que ser mais fria e esconder muito bem meus sentimentos se quisesse continuar com ela, e se fosse isso que custasse, eu estava completamente disposta a pagar o preço, pois sentia que valeria a pena. 

Assim que cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi checar meu celular em busca de uma mensagem de Zulema, e me decepcionei novamente quando vi que não tinha nada. 

Vi algumas mensagens do grupo de amigos, mas não senti vontade nenhuma de ler, então apenas joguei o celular na cama assim que entrei no quarto e peguei meus pijamas, indo até o banheiro. 


Acordei no dia seguinte animada, pois sabia que teria aula com Zulema depois do intervalo e veria seu rostinho lindo mais uma vez. Eu sentia que não iria me concentrar muito na aula, que apenas pensaria na noite de ontem, e não me importava muito com aquilo. 

“Se precisar, faço um ‘trabalho extra’ com ela pra ganhar mais nota” - Penso comigo mesma, sorrindo com o quão maliciosa eu era.

Me levanto imediatamente e faço algo pra comer, e assim que termino, vou tomar um banho e me arrumar. Coloco uma camisa preta com gola, arregaçando um pouco as mangas e deixando um botão de cima aberto, dando um pouco de visão para meus seios, enquanto usava uma calça jogger branca na parte de baixo. 

Faço um delineado no meu rosto e logo estou pronta pra ir, logo ouço Fábio buzinando na frente da minha casa e desço até o portão, o trancando e entrando no carro. 

- Caramba Maca, tá gata hein? - Cachinhos diz com as sobrancelhas levantadas

- Acho que tá querendo transar com alguém da facul. - Valbuena diz rindo, e apenas o ignoro. 

- Estou como sempre, se você sempre anda como mendigo, não é culpa minha. - Digo, fazendo todos menos Valbuena rirem.

- Caralho Maca, pega leve, ele tem família. - Tere diz, zoando com a cara de Valbuena e fazendo todos gargalharem. 

Logo chegamos na escola e Fábio estaciona no lugar de sempre, perto da mesa que ficávamos conversando até o sinal tocar.  Assim que saímos do carro, joguei minha mochila na mesa e sentei do lado de Cachinhos e Palácios, que já estava ali nos esperando. 

- Gente, vocês estudaram pra prova do Sandoval? - Palacios pergunta, parecendo um pouco preocupado. 

- Claro né, você não estudou? - Fábio diz, e todos concordam. 

- Eu estudei, mas estou com medo mesmo assim. - Ele diz, colocando as mãos na cabeça. 

“Caralho, eu esqueci totalmente da prova, merda” - Penso desesperada comigo mesma, mas não deixando transparecer para meus amigos. 

Eles não podiam saber porque eu estava tão avoada e esquecida assim. Eu nunca esquecia de estudar pra uma prova e nunca tirava notas baixas, realmente não sei o que estava acontecendo comigo. 

- Maca, tá aqui? - Tere pergunta, estalando os dedos na minha cara e me tirando dos meus pensamentos. 

- Oi? - Pergunto, voltando a atenção até a mesa. 

- Perguntamos quantas hora você estudou, só pra termos uma base de que nota vamos tirar. - Ela diz, fazendo eu ficar confusa. 

- Como assim? - Pergunto, ainda não entendendo. 

- Se você estudou 5 horas e nós 2 por exemplo, vamos tirar nota baixa, e assim vai, entendeu? - Ela me explica e acho aquilo totalmente louco. 

- Estudei 3 horas, mas isso não tem nada a ver gente. - Digo, fazendo careta. 

- Ah, tá tranquilo então, vou tirar uma nota média. - Cachinhos diz, e todos concordam, fazendo eu achar eles completamente estranhos. 

Eles continuam conversando sobre a prova ou outras coisas, mas não consigo mais prestar atenção neles quando ouço o doce som dos saltos de Zulema ecoarem sobre o piso do caminho até dentro da universidade. 

A olho discretamente e vejo que estava usando uma calça skinny escura e uma blusa social branca por baixo da calça, e o habitual salto preto nos pés, o que fazia eu achar ela mais sexy do que já era. 

Continuo a admirando quando vejo ela passar os olhos pelo ambiente enquanto andava, e logo pousa os olhos em mim, demorando alguns segundos e dando um sorrisinho de canto, quase imperceptível, logo voltando a olhar pra frente e entrando pelos portões. 

Não parei de olhar por um segundo para suas curvas que estavam ainda mais aparentes e convidativas com aquela calça tão colada e sexy. Sou tirada de meus pensamentos por uma fala de Valbuena, que fez eu querer matar ele na porrada. 

- Aquela professora é um pé no saco, mas é muito gostosa. - Ele disse, enquanto apoiava o cotovelo no apoio do banco em que sentava, se inclinando pra ver ela melhor.

- Você não tem vergonha de falar essas coisas Valbuena? Ou tu é um filho da puta descarado assim mesmo? - Digo revoltada, cerrando meus pulsos. 

- Ui, calma aí loirinha, não é como se ela fosse tua namorada. - Ele diz debochado, me desafiando. 

- Não, mas mulheres merecem respeito, coisa que pelo visto você não sabe o significado. - Cachinhos diz enquanto colocava a mão no meu ombro, me acalmando um pouco. 

- Não, mulher merece tapa na bunda e pica na boca pra ficar quieta. - Ele diz, totalmente debochado, fazendo meu sangue ferver. 

- Agora sim eu vou quebrar tua cara seu filho da puta. - Digo alto e me levanto, indo em sua direção e quase dando um soco em sua cara de porco. 

Só não consigo fazer isso, pois sinto Cachinhos me segurando enquanto Fábio segurava Valbuena. 

- Me solta caralho! - Grito explodindo de raiva, tentando me desvencilhar de suas mãos. 

- Isso, solta, deixa ela experimentar. - Ele diz, me provocando cada vez mais. 

- Cala a boca Ismael, não se bate em mulher caralho. - Fábio diz em seu ouvido, fazendo ele rir. 

- Em algumas pode. - Ele diz, me olhando ameaçadoramente, mas não me assusto. 

- O que está acontecendo aqui, posso saber? - Ouço a voz da diretora gritando enquanto ela entrava pela roda de alunos que se formou ao nosso redor. 

- Esse porco disse várias asneiras sobre a professora Zahir. - Digo, direcionando a cabeça até Valbuena, a quem Fábio já havia soltado. 

- Vocês dois, pra minha sala, agora. - Ela diz, apontando pra mim e Valbuena e indo em direção a sua sala. 

Apenas a obedecemos, e assim que entramos na sala, ela fecha a porta e manda nós dois nos sentarmos. 

- O que ele falou, Macarena? - Ela pergunta entrelaçando as próprias mãos e me olhando. 

- Que ela era gostosa e que as mulheres só mereciam “pau” na boca para ficarem quietas. - Digo com completo nojo, sem olhar pra ele.

- Isso é verdade, Ismael? - Ela pergunta, agora olhando pra ele.

- Acredite no que quiser diretora, eu sou inocente. - Ele diz, e dou uma risada desacreditada. 

- Eu nunca conheci alguém mais cínico que você, seu estrume. - Digo com nojo. 

- Macarena, se controle. - Ela diz, me olhando séria. - Ismael, você tem mais uma advertência verbal, na próxima, será expulso da universidade. - Ela diz, direcionando o olhar para ele. 

- Tá me zoando? Não vai expulsar ele agora mesmo? - Pergunto desacreditada. 

- Ismael, saia da minha sala e se comporte. - Ela diz séria pra ele enquanto o nojento apenas concorda com a cabeça e sai da sala. 

- Senhora Villaroch, ele passou dos limites, merece ser expulso. - Digo, agora um pouco mais calma. 

- Macarena, o que está acontecendo com você? Está se envolvendo em brigas... ouvi de alguns professores que anda avoada nas aulas e tirando notas baixas... o que está passando? - Ela pergunta, me olhando preocupada. 

- Nada, senhora Villaroch. - Digo cabisbaixa, não podia contar o motivo pra ela. 

- Espero que não me decepcione Macarena, tenho altas expectativas de você. - Ela diz séria. 

- Não vou, prometo. - Digo no mesmo tom. 

- Pode ir agora, e se comporte. - Ela diz, apontando para a porta. 

Apenas concordo com a cabeça e saio pela porta, sentindo uma vontade descomunal de socar tudo o que via pela frente. Estava muito irritada por causa daquele porco e as palavras da diretora. 

O sinal já havia batido, então fui até a sala que teríamos a aula, imaginando que já teriam pego minha mochila e levado. Toco na porta e espero o professor Sandoval me atender. 

- Desculpe professor, posso entrar? - Pergunto receosa com sua resposta. 

Ele tira seu óculos e suspira, me encarando de forma séria. 

- Pode, senhorita Ferreiro. Tire suas coisas da mesa e se prepare, pois estamos tendo uma prova. - Ele diz, apontando pra dentro da sala, onde eu logo entro. 

Me sento na mesa e logo pego uma caneta e um lápis, ganhando a folha da prova e me desesperando mais ainda, lembrando que eu não havia estudado nada para aquilo. Pra piorar, uma dor de cabeça forte me dominou e senti vontade de estourar meus miolos mais ainda.

“Eu realmente tô fodida” - Penso desesperada, colocando ambas as mãos na testa e olhando para a prova. 

O sinal tocou rapidamente, sinalizando que teríamos outra aula. Eu não havia terminado a prova, mas entreguei mesmo assim ao professor, que deu uma olhada rápida para a minha prova e olhou pra mim com uma sobrancelha arqueada. Apenas abaixo a cabeça e suspiro, derrotada. Eu estava indo ladeira abaixo e não sabia mais o que fazer para mudar aquilo. 

Assim que nos levantamos para sair da sala e ir para outra, ouço o professor chamar meu nome, e volto até sua mesa, onde ele estava de pé arrumando as provas. 

- Preciso falar com você, me procure no final da aula. - Ele diz sério, e eu apenas concordo com a cabeça, já sabendo o que eu teria por vir. 

As aulas passaram rapidamente até o intervalo, já que eu não prestava atenção em nada e apenas pensava na nota horrorosa que eu tiraria e ao mesmo tempo em Zulema e o que ela estaria pensando. 

Não sentia fome nenhuma, então não peguei nada para comer, apenas sentei com meus amigos enquanto eles conversavam sobre coisas aleatórias, nem se preocupando em me incluir na conversa, e agradeci mentalmente por aquilo, não estava afim de conversar naquele momento. 

Assim que o sinal tocou, me senti um pouco mais animada, pois seria a aula de Zulema, mas ainda sentia uma desanimação descomunal me preencher involuntariamente.

Fomos até a sala 7, onde Zulema já nos esperava sentada em sua mesa, digitando algo em seu notebook. 

POV ZULEMA

Estava esperando a turma de Macarena completamente ansiosa, sem saber exatamente o por quê, mas sentindo borboletas em meu estômago assim mesmo.

Assim que os vejo chegar, olho para Macarena com um sorriso ela estava completamente estonteante naquelas roupas. Porém, assim que a vejo cabisbaixa e com um olhar triste, sinto um aperto no coração e fico preocupada com ela, nunca havia a visto assim. 

Eles se sentam cada um em suas carteiras e pigarreio, me distraindo de Macarena e voltando a atenção à turma toda.

- Olá turma, estão todos bem? - Pergunto e vejo todos concordando com a cabeça, menos Macarena, que mal me olhava. - Ótimo, abram na página 87, iremos continuar nossos estudos. - Digo pegando o livro e vendo todos fazerem o mesmo. 

Dou a aula inteira preocupada com Macarena, eu não queria estar me sentindo assim, mas sentia que ela estava mal e que precisava saber o motivo e tentar ajudá-la. 

Por algum motivo que eu desconhecia, ver ela daquele jeito fazia eu ficar triste também, eu gostava muito de ver ela alegre e provocativa, ver ela assim triste e pra baixo, fazia meu coração doer muito. 

Finalmente o sinal tocou e os alunos saíam da sala, enquanto eu me direcionei até a mesa de Macarena, que arrumava suas coisas. 

- Macarena, posso falar com você no final da aula? - Pergunto, olhando pra ela e tentando disfarçar minha preocupação.

- O professor Sandoval pediu pra conversar comigo, pode ser outro dia? - Ela pergunta, não disfarçando nada sua desanimação. 

- Claro. - Digo disfarçando, enquanto via os amigos de Macarena apenas a esperando pra ir. 

Olho ela sair da sala cabisbaixa e dou um suspiro, estava muito preocupada com ela, teria que checar como ela estava e o que havia acontecido. 

POV MACARENA

Não consegui de jeito nenhum disfarçar minha tristeza e desespero na aula de Zulema e dos professores seguintes. Nem mesmo a aula da professora Vargas, que era sem dúvidas a mais divertida e legal de todas conseguiu me animar. 

Ouvi o sinal pra irmos embora tocar, e me lembrei que o professor queria falar comigo, então vejo meus amigos irem até o pátio me esperar e vou em direção à sala dele, entrando e vendo que ele já me esperava sozinho. 

- Feche a porta, por favor. - Ele diz assim que me vê entrando, e o obedeço. 

Me aproximo da mesa dele e vejo ele suspirar, tirando os óculos e olhando pra mim. 

- O que está acontecendo Macarena? Me disseram que você era uma ótima aluna, e tirou uma nota super baixa na prova. - Ele diz desapontado, me mostrando a nota que havia tirado. 

- Me desculpe professor, estou em um momento difícil, mas prometo que melhorarei. - Digo cabisbaixa, me segurando pra não chorar. 

- Se precisar de qualquer coisa, é só me pedir. - Ele diz, se levantando e colocando a mão em meu ombro.

- Teria alguma forma de eu recuperar essa nota? - Pergunto, sem ter muita fé que conseguiria convencer ele a me ajudar. 

- Podemos sempre dar um jeito. - Ele diz, e sinto sua mão se arrastar por meu braço, fazendo uma espécie de carícia nele. 

Olho para ele com uma sobrancelha arqueada, e vejo que me olhava com um sorriso malicioso, enquanto com uma mão mexia naquele lugar dele, me fazendo ficar completamente enojada. 

- Eu, não sei do que você está falando. - Digo totalmente nervosa, sentindo meu peito subir e descer de medo nojo. 

- Não se preocupe, não farei nada que você não queira. - Ele diz no meu ouvido, fazendo eu me retorcer de nojo. 

Sinto sua mão percorrer minha cintura e roçar propositalmente em meu seio, me causando um arrepio horrível. 

- Eu preciso ir, meus amigos estão me esperando. - Digo, tentando de alguma forma apenas sair dali. 

- Tudo bem, apenas pense na minha oferta. - Ele diz sorrindo e deposita um beijo no meu rosto. 

Saio rapidamente da sala e assim que vejo que ele não podia mais me ver, passo a mão freneticamente em meu rosto, tentando de alguma maneira limpar o toque daquele estrume dali. 

- Macarena? - Ouço a voz de Zulema me chamar, mas não viro para respondê-la, apenas continuo a andar rápido até meus amigos.

Não queria de jeito nenhum que ela me visse daquela maneira, não podia fazer isso com ela, não queria preocupá-la nem envolvê-la naquilo, precisava resolver sozinha. 

- Demorou, hein? - Cachinhos diz, me olhando e sorrindo. 

- Pois é, ele queria me mostrar alguns... projetos de aulas e pedir minha opinião. - Minto, não querendo falar o que realmente aconteceu lá. 

Todos acreditam e logo entramos no carro. Logo chego em casa e quando fecho a porta, desabo de joelhos no chão e as lágrimas que eu tanto segurava, agora já corriam livremente por meu rosto.

Sentia meu peito e minha garganta queimarem com o desespero e a vontade de gritar que eu estava sentindo. Não sabia como havia chegado naquele ponto, eu realmente não queria estar ali, mas não sabia como sair. 

Sinto minha mochila vibrar e assim que pego meu celular, vejo uma mensagem de Zulema. 

- Zulema ❤️ - 12:02 : Oi Maca, podemos nos encontrar em algum lugar hoje? Preciso saber o que está acontecendo com você, estou preocupada. 

Apenas fecho os olhos e bloqueio a tela, apoiando a cabeça em meus joelhos e os segurando, tentando fazer com que aquela dor acabasse, mas ela simplesmente não passava de jeito nenhum. 

POV ZULEMA

Havia chegado em casa e logo mandado uma mensagem para Macarena pedindo que nos encontrássemos, mas ela apenas visualizou e não respondeu, fazendo eu ficar mais preocupada ainda. Macarena não era de fazer aquilo. 

Almoço e fico esperando uma mensagem sua até 18 horas, e acabo não a recebendo. Decido então pegar meu carro e ir até a casa de Macarena, precisava saber o que estava acontecendo com ela, estava muito aflita por causa dela. 

Dirijo com as mãos trementes até sua casa, e desço, indo até sua porta e tocando a campainha, totalmente nervosa e preocupada.  

- Quem é? - Ouço Macarena perguntar, com a voz diferente do normal. 

- Sou eu Maca, Zulema, abre por favor.  - Digo docemente, e ouço um silêncio se instalar no ambiente. 

Ela demora algum tempo para abrir, como se considerasse se faria aquilo mesmo ou se mandaria eu ir embora. 

Ela abre a porta lentamente e após isso, consigo ver seu rosto vermelho e inchado, como se ela estivesse chorando há muito tempo, cortando meu coração completamente. 


Notas Finais


Desculpem o cap um pouco mais pesado, mas é essencial pra história 🤧

Me digam oq acharam ❤️❤️❤️


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