Jornal ;αɴᴅ«you●t̵̵h̵̵i̵̵n̵k̵ I𝒸𝒶𝓇𝑒{¿?}


Por: ~






ℍ𝔼ℝ ℍ𝔼{𝔸ℝ𝕋} 𝕎𝔸𝕊 𝔸 𝕊𝔼ℂℝ𝔼𝕋 𝔾𝔸ℝ𝔻𝔼ℕ
𝚊𝚗𝚍 𝚝𝚑𝚎 𝚠𝚊𝚕𝚕𝚜 𝚠𝚎𝚛𝚎 𝚟𝚎𝚛𝚢 𝚑𝚒𝚐𝚑

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𝚒𝚏 𝚢𝚘𝚞 𝚠𝚊𝚗𝚗𝚊 𝚋𝚛𝚎𝚊𝚔 𝚝𝚑𝚎𝚜𝚎 𝚠𝚊𝚕𝚕𝚜 𝚍𝚘𝚠𝚗,
𝓎𝑜𝓊'𝓇𝑒 𝑔𝑜𝓃𝓃𝒶 𝑔𝑒𝓉 𝒷𝓇𝓊𝒾𝓈𝑒𝒹





𝕊𝕆𝕄𝔼 ℙ𝔸𝕋ℍ𝕊 ℂ𝔸ℕ'𝕋 𝔹𝔼 𝔻𝕀𝕊ℂ𝕆𝕍𝔼ℝ𝔼𝔻 𝕎𝕀𝕋ℍ𝕆𝕌𝕋
𝔾𝔼𝕋𝕋𝕀ℕ𝔾 𝕃𝕆𝕊𝕋





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OME OMPLETO




𝓞ctavia eFevre ee


O significado de seu nome, definitivamente, não teve a mínima influência na escolha deste, dessa forma, o título "a oitava" não tem peso nenhum para ela. Octavia fora escolhido simplesmente por agradar a família. LeFevre e Lee são os sobrenomes herdados de suas famílias, respectivamente, paterna e materna, sendo o primeiro de origem francesa. Eles significam, respectivamente, "artesão" ou "artista" e "ameixa" ou "diferente".





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PELIDOS




Lele;
De pronúncia extremamente semelhante à "Lily" mas com escrita completamente diferente, recebeu esse apelido pela junção de seu segundo sobrenome e da primeira parte do outro. Ele pode causar confusão entre ela e sua amiga, Lilith Kim (@llyrics) por terem apelidos de mesma fonética, mas as pessoas parecem não se importar com isso. No início, por nenhum motivo em especial, não gostava muito de ser chamada assim, mas acostumou-se com o tempo.
Tay;
É um apelido muito especial, dado por duas amigas por quem tem um carinho enorme e, por isso, é quase proibido que qualquer pessoa com exceção delas chamem-na dessa forma. Não é como se restritamente ninguém pudesse compartilhá-lo, mas teria que, obrigatoriamente, ser, para Octavia, como suas amigas são, e isso é algo bem difícil. Como ela já disse, não encontrou ninguém à altura e, provavelmente, nunca encontrará, porque as meninas são únicas, portanto, até agora, são apenas elas que tem o "direito" de usar o apelido.


Exceto por Tay, tem uma pequena preferência em ser chamada pelo seu próprio nome, contudo, há muito tempo já desistira de tentar fazer as pessoas pararem de darem-lhe apelidos. Assim, não se vê mais insistindo inutilmente para que parem de provocá-la, tendo a reação máxima de revirar os olhos uma vez ou outra. Nem algumas nomeações como "chaveirinho", por causa de sua altura, lhe incomodam mais.





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DADE




𝓝ascida no dia 19 de fevereiro do ano 2OOO {19/O2/2OOO}, Octavia já completou seus 17 anos. Pertence ao signo Aquário♒, conhecido por ser humanitário, honesto, leal, original e independente, mas também imprevisível com uma grande tendência a contrariar e que pode chegar a esconder as profundezas de sua personalidade debaixo de um ar frívolo.





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SCOLARIDADE




esmo nunca tendo sido uma das melhores alunas, com a maioria das notas dentro da média e algumas acima, Octavia conseguiu sobreviver a todos os anos sem reprovar em nenhum deles. Agora, está no 3° ano do Ensino Médio, seu último ano, e as certezas que tem sobre seu futuro são inexistentes.


𝙲 𝙻 𝚄 𝙱 𝙴;

𝓞ctavia faz parte do clube de basquete desde que mudou-se para a escola, ou seja, quando tinha seus quinze anos, há dois anos atrás. Nunca pensou que realmente fosse gostar tanto do esporte, visto que nunca tinha praticado antes, contudo, quando percebeu, ele virara mais do que uma simples distração. Ela é, claramente, uma das melhores do time, o que pode ser uma surpresa se julgarmos por sua estrutura física. Encontra-se sempre disposta a ajudar quem precisa e se dá bem com a maioria dos participantes dos dois – masculino e feminino – times.


𝓒om muito receio foi que entrou no clube do coral, guiada por alguma voz insistente dentro de sua cabeça. Ainda é uma completa leiga, mas tem uma boa voz e descobriu que cantar em lugares fora de seu banheiro ou da sacada de seu quarto é muito bom também, talvez até melhor. Sabe que ainda não chega aos pés dos que já estavam ali antes, por isso pratica sempre que tem a chance.





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EXUALIDADE




𝓞ctavia nunca se preocupou muito com os rótulos que lhe eram pregados todos os dias. Desde pequena, não achava errado quando dizia gostar de alguma menina de sua escola – para ela, sempre fora a mesma coisa que dizer que gostava de um menino. Não pensava e não pensa tanto sobre isso, porque, em sua cabeça, é tudo muito simples: ela gosta de uma pessoa ou gosta de outra, independente do que tem dentro das calças. Foi apenas mais tarde, aos quatorze anos, que descobriu ser panssexual. Embora não sinta a necessidade de reforçar sua sexualidade todo o tempo, é assumida e diz sem rodeios quando a pergunta vem à tona.





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PARENCIA




𝓒ílios curvados e cheios, olhar brilhante e angelical, sorriso grande e aberto, bochechas cheias e coradas. Adorável é sempre a primeira coisa que vêm à mente das pessoas quanto à aparência de Octavia, e ainda assim não é o bastante para descrevê-la. Muitos podem ser surpreendidos ao conhecê-la melhor e ver o choque entre a aparência embonecada e a personalidade forte – com isso, alguns se afastam, enquanto outros sentem-se mais atraídos pela surpresa, essa oposição podendo ser tanto intimidadora quanto um charme a mais da menina.


Seria mentira dizer que Octavia nunca teve problemas com sua altura, pois, no passado, já sentiu-se bastante incomodada por ter que inclinar a cabeça toda vez que fosse falar com alguém. Entretanto, felizmente acabou aceitando os seus 1,58 metros de altura, e hoje não se sente mais afetada por eles; até mesmo entra em algumas brincadeiras uma vez ou outra. Por outro lado, seu corpo é proporcional à altura, e isso é uma coisa que ainda a aborrece quando se olha no espelho. Apesar do bumbum que lhe agrada bastante e cintura fina, os seios pequenos sempre são causadores de sua frustração. Suas pernas não são longas, mas, em compensação, têm coxas medianas que por pouco não são finas e torneadas que são dignas de orgulho. Sabe das "imperfeições" de seu corpo, mas não é como se a menina fosse paranoica com isso – ela apenas mudaria algumas coisas se pudesse, simplesmente.


Os traços delicados fazem maior presença em seu rosto. Os olhos, mesmo exibindo de forma clara a sua descendência oriental, são consideravelmente grandes, com íris de uma coloração castanha tão escura que quase chega a beirar o preto. Seus lábios definitivamente não são finos, embora o inferior seja bem mais carnudo do que o inferior, e sempre estão levemente avermelhados, vezes naturalmente e vezes por ter resolvido colocar algum batom. Octavia possui a pele – geralmente – limpa e livre de cravos e espinhas por pura sorte, visto que o máximo que faz é usar um creme no rosto e sabonetes que dizem acabar com esses invasores que, quando de fato aparecem e contrariam as propagandas dos produtos, quase sempre é na testa, perto da raiz de seu cabelo, onde a sua franja convenientemente cobre.


As mechas castanhas de Octavia são intocadas, nunca foram vítimas de nenhum produto químico, e o máximo que a morena faz é secar o cabelo em dias muito frios. Seu cabelo é relativamente longo, alcançando a metade de suas costas com fios lisos, mas que de vez em quando resolvem adotar algumas ondas. Sua franja é cortada na altura ideal para tampar as bonitas sobrancelhas, mas não completamente por ser, propositalmente, rala, sem muito volume. A cor de sua pele é, para sua infelicidade, um tanto clara, mas não sensível a ponto de não ser capaz de ser bronzeada, mesmo que bochechas ardentes e mais vermelhas do que o normal façam parte do pacote. Finalmente, em seu pulso esquerdo, há "Dernière chance" escrito em letras pequenas, para sempre lembrar Octavia a nunca desistir ou "parar um pouco", porque aquela pode ser a sua última chance de fazer algo e ela não sabe.

Dernière chance; "Última chance" em francês.



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𝒸𝒽𝑜𝒾 𝓎𝑜𝑜𝒿𝓊𝓃𝑔 - 𝓌𝑒𝓀𝒾 𝓂𝑒𝓀𝒾







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ISTORIA




Quando Lee Minah fugiu de sua casa e família estabelecidas em Daegu, Coreia do Sul, para a França, a última coisa que passava em sua cabeça era encontrar alguém em uma situação parecida. Ainda era praticamente uma adolescente, carregando seus dezenove anos e uma grande mochila nas costas. Não tinha planos, não tinha nada, mas ainda era melhor do que antes estava. Foi na capital do país, Paris, que encontrou Mathis LeFevre, um fugitivo do orfanato do qual fazia parte com apenas dezessete anos. Por dividirem o mesmo hotel barato, acabaram se encontrando muitas vezes e conversando cada vez mais. Apesar de nunca terem tido as melhores condições, o plano de se mudarem juntos para os Estados Unidos surpreendentemente deu certo. E foi lá que decidiram ter uma nova vida, começando por Chloe LeFevre Lee, a primeira filha do casal de namorados.




A família pobre foi gradual e lentamente conseguindo modificar sua condição financeira. Dois anos depois do nascimento de Chloe, Octavia chegou ao mundo. Passaram por muitas dificuldades, mas, quando ambos pais encontraram bons empregos e a irmã passou a vender algumas comidas simples, porém bem feitas, na escola, e Octavia, mesmo com apenas onze anos sabendo da difícil situação, abria mão de algumas refeições para guardar dinheiro, as coisas melhoraram. E foi assim, com o trabalho em grupo, que conseguiram passar por cima de seus obstáculos. As duas mais novas da família eram extremamente próximas; Chloe, quando via a mais nova desanimada, mostrava para ela seus rabiscos de roupas, e a paixão da mais velha contagiava imediatamente Octavia, esquecendo da realidade por alguns segundos, incluindo o estômago vazio, que vez ou outra era recompensado com um dos bolinhos com intuito de venda dado pela irmã quando a mãe não estava olhando.




Aos treze anos, as meninas foram transferidas para uma escola melhor antes mesmo de os pais quiserem ir para uma casa melhor, pois a educação delas vinha primeiro. Mas, de qualquer forma, não passaram muito mais tempo por ali. A primeira vez que havia dito abertamente para sua família sobre estar gostando de uma menina foi aos quinze anos. As duas tinham combinado de contar para seus pais no mesmo dia, ambas tendo parentes um pouco conservadores. E deu tudo errado para os dois lados. A garota foi tirada da escola e Octavia sofreu o mesmo destino. Porém, enquanto Rhiannon foi morar em outro estado, ela mudou apenas de cidade. Não perderam contato, entretanto, o tempo afastadas fez a mágica se perder – talvez, se não tivessem se separado, poderiam ter se apaixonado de verdade, mas tudo não passou de uma paixão passageira que transformou-se em amizade com o tempo. Atualmente, Rhiannon encontra-se secretamente namorando com alguém; já planejaram até seu futuro juntas, longe da família da primeira, mas sempre mantendo contato com a amável família de Claire – e Octavia não poderia estar mais feliz por ela.




Mudaram-se para Detroit, com medo de que aquilo afetasse a imagem boa que criavam para os olhos dos amigos ricos que os pais estavam fazendo. Chloe nunca comentou nada sobre a descoberta sobre a irmã – Octavia sabia o motivo, afinal, já a vira muitas vezes agindo com uma ou duas meninas de uma forma além da amizade –, mas também não falou nada. Tudo estava mudando, dessa vez, não para o lado bom. A irmã mais nova foi para Abraham Lincoln School e Chloe foi para a faculdade de Moda. A mãe abriu uma confeitaria que logo seria conhecida na cidade, enquanto o pai pôde realizar um de seus desejos de longa data, tornando-se, finalmente, o arquiteto que tanto queria ser. Desde aí, os finais de semana e feriados passaram a serem odiados pela menina, que preferia as vezes que ficava trancada no quarto ou passava o dia inteiro fora a ter que ir em restaurantes famosos e caros junto com pessoas cheias de ouros ao redor dos pescoços e pulsos, mas completamente vazias por dentro.




E, com o tempo, sua família tornou-se assim também. Seus pais e até Chloe – mesmo que ainda tenha esperança de que sua antiga irmã ainda esteja em algum lugar ali – não se importavam com mais nada além de aparências e prestígio. Foram manipulados pela toda a atenção que estavam ganhando. E a caçula vive no clichê; ao mesmo tempo que Minah e Mathis tinham a mais velha como a filha dos sonhos, pareciam desaprovar tudo o que vinha de Octavia: suas roupas, seja as peças em si ou as cores, a sua participação no clube de basquete, sua orientação sexual, seu gosto musical, tudo. E, por mais que a menina faça do possível e do impossível para esconder, isso a machuca muito mais do que está disposta a admitir.







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ERSONALIDADE



❝𝐸𝓁𝒶 𝑒𝓇𝒶 𝓁𝒾𝓋𝓇𝑒 𝓃𝒶 𝓈𝓊𝒶 𝓈𝑒𝓁𝓋𝒶𝑔𝑒𝓇𝒾𝒶. 𝐸𝓁𝒶 𝑒𝓇𝒶 𝒶𝓋𝑒𝓃𝓉𝓊𝓇𝑒𝒾𝓇𝒶, 𝓊𝓂𝒶 𝑔𝑜𝓉𝒶 𝒹𝑒 𝒶́𝑔𝓊𝒶 𝓁𝒾𝓋𝓇𝑒. 𝐸𝓁𝒶 𝓃𝒶̃𝑜 𝓅𝑒𝓇𝓉𝑒𝓃𝒸𝒾𝒶 𝒶 𝓃𝑒𝓃𝒽𝓊𝓂 𝒽𝑜𝓂𝑒𝓂 𝑒 𝓃𝑒𝓃𝒽𝓊𝓂𝒶 𝒸𝒾𝒹𝒶𝒹𝑒.❞

𝓔́ melhor não deixar-se enganar pelas aparências ou ficará completamente perdido com Octavia, porque ela é muito mais independente e forte do que parece, e não vai pensar duas vezes antes de mostrar isso quando precisa.

A primeira impressão que a morena passa é de uma pessoa simplesmente normal. Voz não muito alta e nem baixa com a expressão equilibrada entre amigável e neutra. Seu jeito de tratar alguém pode variar conforme seu humor sem ela perceber; seja sendo amistosa demais a ponto de pensarem que estava interessada neles ou tão seca que afasta-os. De um jeito ou de outro, Octavia não é frágil como aparenta, e sim tem um pulso firme sem igual. Não poderia se importar menos com o que alguém pensa ou fala sobre ela a não ser que seja uma pessoa que tenha o mínimo de importância para si. Caso contrário, dar de ombros é a sua máxima reação para qualquer coisa que venha de indivíduos irrelevantes. Contudo, apesar de realmente não dar a mínima, não é como se automaticamente esquecesse os acontecimentos: sempre recorda-se de cada ato e palavra direcionado à ela e de cada pessoa. E, para Octavia, é dar e receber, tratando as pessoas do mesmo jeito que é tratada, mas sempre atenta aos mínimos detalhes para não acabar se rebaixando. Por causa disso, é fácil dizer quando gosta ou não de alguém. Como não costuma verdadeiramente desgostar de alguém sem um bom motivo, a sua desconfiança deveria causar preocupação na pessoa que a recebe, porque a morena odeia drama genérico e não é de "ficar de mal" por causas banais.

𝕀 𝕔𝕒𝕟 𝕤𝕨𝕖𝕒𝕣, 𝕀 𝕔𝕒𝕟 𝕛𝕠𝕜𝕖
𝕀 𝕤 𝕒 𝕪 𝕨 𝕙 𝕒 𝕥 ' 𝕤 𝕠 𝕟 𝕞 𝕪 𝕞 𝕚 𝕟 𝕕


𝕊𝕠𝕞𝕖 𝕕𝕒𝕪𝕤 𝕀'𝕞 𝕟𝕚♥𝕔𝕖, 𝕤𝕠𝕞𝕖 𝕕𝕒𝕪𝕤 𝕀 𝕔𝕒𝕟 𝕓𝕖 𝕒 𝕓𝕚𝕥𝕔𝕙
𝕊𝕠𝕞𝕖 𝕕𝕒𝕪𝕤 𝕀'𝕞 𝕤𝕥𝕣𝕠𝕟𝕘, 𝕤𝕠𝕞𝕖 𝕕𝕒𝕪𝕤 𝕀 𝕢𝕦𝕚𝕥
𝕀 𝕕𝕠𝕟'𝕥 𝕝𝕖𝕥 𝕚𝕥 𝕤𝕙𝕠𝕨 𝕓𝕦𝕥 𝕀'𝕧𝕖 𝕓𝕖𝕖𝕟 𝕥𝕙𝕣𝕠𝕦𝕘𝕙 𝕤𝕠𝕞𝕖 𝕤𝕙𝕚𝕥

É um fato que pessoas sensíveis demais dificilmente conseguirão ser muito próximas de Octavia ou passar muito tempo ao seu lado. Objetiva, sincera e direta, ela prefere poupar saliva na hora de falar; odeia enrolar e odeia que a enrolem. Mentir, para ela, é algo quase impossível, tanto que sua franqueza pode vir a ser um defeito algumas vezes. Não fica sempre medindo as palavras, ignorando o filtro entre sua boca e seu cérebro, esquecendo momentaneamente que alguém pode se machucar. E, quando isso acontece, acaba fazendo nada além de se xingar e odiar por um bom tempo, já que não leva muito jeito com reconciliações. Mas, quem não desiste da menina, se surpreende: Octavia, apesar de constantemente carregar ironia em suas frases, por pouco não tornando-a sua marca registrada, consegue ser carinhosa quando quer. Contudo, esses momentos de afeição explícita são raros, visto que sua preocupação com as outras pessoas é mostrada de formas menos óbvias, como sua lealdade tão grande que chega a ser idiota quando insiste em quem não merece e também quando defende com tudo o que tem e o que não tem aquelas "pessoas especiais". Realmente não ouve quando fazem ou falam alguma coisa contra ela, mas com os outros é algo totalmente diferente. Octavia é protetora para com seus amigos como ninguém.

𝕒𝕟𝕕 𝕪𝕠𝕦 𝕤𝕖𝕖 𝕞𝕖 𝕙𝕠𝕝𝕕𝕚𝕟𝕘 𝕦𝕡
𝕞𝕪 𝕞𝕚𝕕𝕕𝕝𝕖 𝕗𝕚𝕟𝕘𝕖𝕣 𝕥𝕠 𝕥𝕙𝕖 𝕨𝕠𝕣𝕝𝕕
𝕗𝕦𝕔𝕜 𝕪𝕠𝕦𝕣 𝕣𝕚𝕓𝕓𝕠𝕟𝕤 𝕒𝕟𝕕 𝕪𝕠𝕦𝕣 𝕡𝕖𝕒𝕣𝕝𝕤
'𝕔𝕒𝕦𝕤𝕖 𝕀'𝕞 𝕟𝕠𝕥 𝕛𝕦𝕤𝕥 𝕒 𝕡𝕣𝕖𝕥𝕥𝕪 𝕘𝕚𝕣𝕝


𝕤𝕠𝕞𝕖𝕥𝕚𝕞𝕖𝕤 𝕚𝕥'𝕤 𝕙𝕒𝕣𝕕 𝕗𝕠𝕣 𝕞𝕖 𝕥𝕠 𝕤𝕙𝕠𝕨
𝕥𝕙𝕒𝕥 𝕀'𝕞 𝕞𝕠𝕣𝕖 𝕥𝕙𝕒𝕟 𝕛𝕦𝕤𝕥 𝕒 𝕣𝕦𝕞𝕠𝕣
𝕥𝕙𝕖𝕣𝕖'𝕤 𝕞𝕠𝕣𝕖 𝕥𝕠 𝕞𝕖 𝕥𝕙𝕒𝕟 𝕡𝕖𝕠𝕡𝕝𝕖 𝕜𝕟𝕠𝕨


Extremamente aventureira e espontânea, Octavia dificilmente dirá "não" para algo que envolva adrenalina. Uma das frases que sempre se lembra é "Carpe diem", uma expressão em latim que significa "aproveite o dia". Apesar da tradução literal, não significa aproveitar um dia específico, mas tem o sentido de aproveitar o máximo o agora, apreciar o presente. Ela é simplesmente ela, e não gosta de fingir ser outra pessoa diferente disso, por mais que existam momentos em que possa desejar ser outro alguém. Seu exterior firme e forte, quase como se realmente fosse durona, somado com sua enorme competitividade e grande almejo pela vitória, pode causar a impressão de que ela é pretensiosa, mesmo que essa nunca seja a sua intenção. Carregando a imprevisibilidade nas veias, é impossível saber o que o que fará a seguir até que ela faça. Ademais, Octavia pode ser um pouco orgulhosa. Preferindo sempre manter sua postura, odeia mostrar qualquer tipo de vulnerabilidade para qualquer um, por mais estúpida que possa se achar por isso. Pode demorar para admitir quando, em alguma discussão, seu ponto é o errado, mesmo que não seja impossível, apenas requer paciência e deixá-la usar o tempo necessário analisando de novo e de novo as situações. Somado à isso, tem dificuldades em aceitar ajuda, por mais que saiba quando realmente precisa, só costuma segurar em uma mão quando é a única saída.

𝕪𝕠𝕦'𝕧𝕖 𝕘𝕠𝕥 𝕞𝕖 𝕤𝕙𝕒𝕜𝕚𝕟𝕘 𝕗𝕣𝕠𝕞 𝕥𝕙𝕖 𝕨𝕒𝕪 𝕪𝕠𝕦'𝕣𝕖 𝕥𝕒𝕝𝕜𝕚𝕟𝕘
𝕞𝕪 𝕙𝕖𝕒𝕣𝕥 𝕚𝕤 𝕓𝕣𝕖𝕒𝕜𝕚𝕟𝕘 𝕓𝕦𝕥 𝕥𝕙𝕖𝕣𝕖'𝕤 𝕟𝕠 𝕦𝕤𝕖 𝕔𝕣𝕪𝕚𝕟𝕘


𝕨𝕙𝕒𝕥 𝕒 𝕔𝕪𝕒𝕟𝕚𝕕𝕖 𝕤𝕦𝕣𝕡𝕣𝕚𝕤𝕖
𝕪𝕠𝕦 𝕙𝕒𝕧𝕖 𝕝𝕖𝕗𝕥 𝕗𝕠𝕣 𝕞𝕪 𝕖𝕪𝕖𝕤
𝕚𝕗 𝕀 𝕙𝕒𝕕 𝕔𝕠𝕞𝕞𝕠𝕟 𝕤𝕖𝕟𝕤𝕖
𝕀'𝕕 𝕔𝕦𝕥 𝕞𝕪𝕤𝕖𝕝𝕗 𝕠𝕣 𝕔𝕦𝕣𝕝 𝕦𝕡 𝕒𝕟𝕕 𝕕𝕚𝕖

Por outro lado, Octavia mostra-se uma pessoa muito descontraída ao conhecê-la. Se diverte irritando as pessoas, principalmente seus amigos, e gosta de fazer as pessoas rirem; e isso pode lhe causar problemas, especialmente na escola, mas isso não a impede. Seus colegas de classe geralmente a acham cômica por causa de seu senso de humor. Aliás, sempre diverte as aulas, pelo menos quando comparece. Tudo por pura preguiça: não tem paciência para fazer coisas pelas quais não tem o mínimo gosto apenas por fazer – para ela, no mínimo, teria que beneficiar, ajudar alguém. Por isso, vive matando as aulas de física, mas tem notas impecáveis em literatura. Mesmo assim, consegue ser a queridinha da maioria dos professores, embora odiada por outros, apenas por sua personalidade, visto que suas notas, tirando biologia, filosofia e literatura, não passam muito além de medianas. Em contrapartida, Octavia é extremamente dedica com as coisas pelas quais nutre paixão, trabalhando duro quase ao ponto de fazê-lo excessivamente. Dispensa algumas atividades de puro lazer para praticar algo que ama e é importante para si, sempre tentando fazer as coisas da forma mais perfeita possível, deixando de lado, apenas nesses momentos, a praticidade que normalmente carrega consigo.

𝕙𝕠𝕨 𝕔𝕒𝕟 𝕀 𝕤𝕒𝕪 𝕥𝕙𝕚𝕤 𝕨𝕚𝕥𝕙𝕠𝕦𝕥 𝕓𝕣𝕖𝕒𝕜𝕚𝕟𝕘?
𝕙𝕠𝕨 𝕔𝕒𝕟 𝕀 𝕤𝕒𝕪 𝕥𝕙𝕚𝕤 𝕨𝕚𝕥𝕙𝕠𝕦𝕥 𝕥𝕒𝕜𝕚𝕟𝕘 𝕠𝕧𝕖𝕣?
𝕙𝕠𝕨 𝕔𝕒𝕟 𝕀 𝕡𝕦𝕥 𝕚𝕥 𝕕𝕠𝕨𝕟 𝕚𝕟𝕥𝕠 𝕨𝕠𝕣𝕕𝕤...


...𝕨𝕙𝕖𝕟 𝕚𝕥'𝕤 𝕒𝕝𝕞𝕠𝕤𝕥 𝕥𝕠𝕠 𝕞𝕦𝕔𝕙 𝕗𝕠𝕣 𝕞𝕪 𝕤𝕠𝕦𝕝 𝕒𝕝𝕠𝕟𝕖?
𝕀 𝕝𝕠𝕧𝕖𝕕 𝕒𝕟𝕕 𝕀 𝕝𝕠𝕧𝕖𝕕 𝕒𝕟𝕕 𝕀 𝕝𝕠𝕤𝕥 𝕪𝕠𝕦
𝕒𝕟𝕕 𝕚𝕥 𝕙𝕦𝕣𝕥𝕤 𝕝𝕚𝕜𝕖 𝕙𝕖𝕝𝕝

Outra coisa bastante conhecida por seus amigos é o quanto Octavia é desinibida; ela tem a mente aberta e "tabu" é uma palavra que não existe em seu dicionário. Mas, embora pareça efusiva, é um tanto evasiva, não gosta de falar de si mesmo se o assunto não for futilidades do dia-a-dia de qualquer adolescente. Não gosta de aprofundar conversas quando o assunto é ela, principalmente quando não é uma pessoa em quem confia completamente, dando sempre respostas vagas e indiretas à perguntas mais pessoais e geralmente usando humor para esconder os sentimentos. Ainda que a morena carregue coragem dentro dela, não chega a ser impulsiva. Octavia é esperta e sabe que, tudo sendo como é, qualquer mínima ação feita do modo errado pode acarretar consequências não muito agradáveis no futuro. Originalidade é algo que preza muito. Não é como se ela exigisse muita coisa para realmente gostar de alguém e aproximar-se, mas a morena prefere coisas, lugares e pessoas fora do comum, até porque ela mesma adora fugir da rotina e fazer coisas novas ir à lugares diferentes. Mesmo com a satisfação depois de tê-lo feito, Octavia nunca parece satisfeita, sempre à procura por mais experiências inusitadas. Consequentemente, acabou ela mesma tornando-se alguém incomum, e não se importa nenhum pouco com o que podem pensar.

𝐸𝓍𝒾𝓈𝓉𝑒𝓂 𝓉𝓇𝑒̂𝓈 𝓇𝑒𝑔𝓇𝒶𝓈 𝓈𝒾𝓂𝓅𝓁𝑒𝓈 𝓃𝒶 𝓋𝒾𝒹𝒶:
𝟣 – 𝒮𝑒 𝓋𝑜𝒸𝑒̂ 𝓃𝒶̃𝑜 𝒻𝑜𝓇 𝒶𝓉𝓇𝒶́𝓈 𝒹𝑜 𝓆𝓊𝑒 𝓆𝓊𝑒𝓇, 𝓋𝑜𝒸𝑒̂ 𝓃𝓊𝓃𝒸𝒶 𝑜 𝓉𝑒𝓇𝒶́.
𝟤 – 𝒮𝑒 𝓋𝑜𝒸𝑒̂ 𝓃𝒶̃𝑜 𝓅𝑒𝓇𝑔𝓊𝓃𝓉𝒶𝓇, 𝒶 𝓇𝑒𝓈𝓅𝑜𝓈𝓉𝒶 𝓈𝑒𝓂𝓅𝓇𝑒 𝓈𝑒𝓇𝒶́ "𝓃𝒶̃𝑜".
𝟥 – 𝒮𝑒 𝓋𝑜𝒸𝑒̂ 𝓃𝒶̃𝑜 𝒹𝑒𝓇 𝓊𝓂 𝓅𝒶𝓈𝓈𝑜 𝒶̀ 𝒻𝓇𝑒𝓃𝓉𝑒, 𝓈𝑒𝓂𝓅𝓇𝑒 𝒻𝒾𝒸𝒶𝓇𝒶́ 𝓃𝑜 𝓂𝑒𝓈𝓂𝑜 𝓁𝓊𝑔𝒶𝓇.❞









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ELAÇAO COM AMIGOS




𝓟ara ela, amizade é uma coisa muito importante que deve ser, acima de tudo, verdadeira e valorizada. Por causa disso, nunca dirá que tem amizade – no máximo, são colegas – com todas as pessoas com quem conversa, porque alguns assuntos não tornam uma pessoa totalmente confiável. Octavia não é amiga de qualquer um e, para realmente aproximar-se dela dessa forma, exige tempo e a conquista de sua confiança. Consequentemente, embora tenha muitos conhecidos, são poucos os que se dá o luxo de chamar de amigos. Mas quem consegue passar pelos muros da menina sempre vê o quanto vale a pena. Para a morena, amizade é intimidade e lealdade. Ela não trairá ninguém e acredita que farão o mesmo. Também não é do tipo que segue o padrão de educação perto dos amigos: não vai cumprimentar todo mundo logo de manha cedo; no máximo um "oi", em parte por seu mal humor matinal, e em outra por essa ser uma das formas que demonstra que o vê como um amigo: Octavia vai em muitos eventos com pessoas desconhecidas e tem que se cobrir da mais pura cortesia e delicadeza da cabeça aos pés, e ela acabou trazendo essa característica para fora dessas cerimônias. Porém, se ela não age assim com alguém, é porque viu abertura o suficiente para trará-la com intimidade – do seu jeito, claro. A morena é o tipo de amiga que consegue fazer os outros se divertirem e, no segundo seguinte, ficar totalmente séria caso a situação o peça. Fazer os amigos rirem é um prazer para ela, assim como cuidar deles; se sente bem ao protegê-los, desde de alguma pessoa até uma simples gripe. Seria como uma mãe do seu grupo de amigos se não fosse por algumas de suas características que tornam-na mais uma criança do que qualquer coisa.





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ELAÇAO COM O PAR




𝓞ctavia é uma pessoa que não se importa sobre estar ou não em um relacionamento até que ela realmente faça parte de um. Não vai ficar reclamando se ficar de vela desde que tenha algo para se distrair e nem se for a última a ficar com alguém ou mesmo tornar-se namorada de alguém. A pessoa tem que ter a plena consciência de que a única coisa que Octavia é realmente experiente e sabe que é boa além de irritar as pessoas é beijar, então, não se deve esperar que ela saiba exatamente como funcionam relacionamentos e aja como todo mundo. Não é de sua natureza ser romântica com a pessoa, mas vez ou outra tenta fazer pequenos agrados, nada muito gritante. Ela definitivamente não é a namorada perfeita que todos desejam; é cheia de defeitos, tais como a dificuldade de demonstrar seus reais sentimentos, a teimosia, o ciúme que ela mantém em segredo, mas que machuca a garganta de tantas palavras que impede de saírem. Por isso, é preciso ter paciência e se atentar aos detalhes: como ela passa por cima do orgulho por alguém, seus pequenos presentes, as palavras que eram para ser carinhosas sem coerência nenhuma fora de sua cabeça. Mas o jeito como Octavia tratará o(a) parceiro(a) depende também muito dele; se ela o envergonhará ou será envergonhada, se provocará ou será provocada. Porém, a necessidade de que a pessoa seja basicamente a sua melhor amiga e diário humano ao mesmo tempo permanecem. É importante que a menina possa ser ela mesma com alguém, brincar e se divertir, mas que também saiba que pode sempre contar com ele(a).





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URIOSIDADES




Ela sabe andar de skate e, inclusive, tem um em casa que comprou sem o conhecimento de quase ninguém, mas é apenas de vez em quando que sai com ele, geralmente em segredo;
Apenas seus amigos sabem que é uma boa dançarina que estranhamente gosta de misturar Ballet Contemporâneo com Break Dance;
Octavia não tem muitos medos, mas um de seus maiores é, definitivamente, de tempestades e trovões;
Ela ama animais, especialmente gatos, ainda mais um gato preto sem nome que costuma a visitar em casa uma vez ou outra;
Tem piercings e dois furos na orelha esquerda, mas que sempre esconde com o cabelo quando está perto de sua família;
Costuma matar aula para praticar um pouco de basquete quando tem algo a incomodando, já que fazê-lo diminui um pouco o seu estresse;
Gosta muito de ler livros, é cheia deles e cada semana está carregando um diferente pelos corredores da escola





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LGO MAIS?




Então!

1- Eu, junto com @llyrics e @ilegivel, combinamos de fazer três personagens (no caso, Octavia, Lilith e Levana) mais próximas na história. Se possível, caso elas forem aceitas, gostaríamos que fossem retratadas como amigas;
2- E, sim! Estou ciente de que, a partir desse momento, minha personagem está sob sua responsabilidade.






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