Jornal Margot Delacour


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Mostrar Spoiler: 𝕸𝖆𝖗𝖌𝖔𝖙 𝕮𝖍𝖗𝖎𝖘𝖙𝖎𝖓𝖊 𝕯𝖊𝖑𝖆𝖈𝖔𝖚𝖗, 𝕬 𝕻𝖊́𝖗𝖔𝖑𝖆 𝖉𝖆 𝕮𝖔𝖗𝖙𝖊


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𝔑𝔬𝔪𝔢
Margot Christine Delacour. Variante francesa de margarida, Margot significa pérola, ou ainda, criatura iluminada; Christine é uma homenagem a sua mãe; e Delacour, também derivante francesa, vem de “de la court” -da corte, podendo associar-se também a palavra francesa “coeur”, que significa coração. Há quem interprete Margot Delacour, como a “pérola da corte”.

𝔄𝔭𝔢𝔩𝔦𝔡𝔬𝔰
Pérola. É chamada dessa maneira por seu melhor amigo, autor do apelido, sempre que estão juntos, como uma clara referência a seu nome. Se sente totalmente constrangida, e até mesmo aborrecida, quando alguém mais lhe chama assim. Considerado como um símbolo de amizade, é permitido apenas a ele usar.

𝔖𝔦𝔤𝔫𝔬, ℑ𝔡𝔞𝔡𝔢, 𝔇𝔞𝔱𝔞 𝔑𝔞𝔰𝔠𝔦𝔪𝔢𝔫𝔱𝔬
Escorpiana, 20 anos, nascida em 31 de Outubro.

𝔊𝔢̂𝔫𝔢𝔯𝔬, 𝔒𝔯𝔦𝔢𝔫𝔱𝔞ç𝔞̃𝔬 𝔖𝔢𝔵𝔲𝔞𝔩
Feminino, Heterossexual.

𝔉𝔯𝔞𝔰𝔢 𝔮𝔲𝔢 𝔞 𝔡𝔢𝔣𝔦𝔫𝔢
“ Se você quer saber como uma pessoa é, veja como ela trata os seus inferiores, e não os seus iguais. ”
“ Sempre haverá alguém melhor, mas nunca alguém igual. “





Mostrar Spoiler: 𝕻𝖊𝖗𝖘𝖔𝖓𝖆𝖑𝖎𝖉𝖆𝖉𝖊


𝔓𝔢𝔯𝔰𝔬𝔫𝔞𝔩𝔦𝔡𝔞𝔡𝔢
Margot é dona de uma personalidade forte, muito fiel aos seus próprios ideais. Educada e respeitosa, torna-se uma pessoa sociável e até mesmo agradável de se manter uma conversa. Age frequentemente pela razão, gostando de analisar as coisas antes e só então, por meio da lógica, definir seus passos e palavras; contudo, ela não tem medo de expor suas opiniões, e isso juntando-se ao seu orgulho, considerado seu maior defeito, a tornam uma pessoa um pouco difícil de lidar, haja vista que ela não recua facilmente quando reconhece estar em absoluta certeza. É uma jovem prestativa, disposta a ajudar quem precisa com tudo que estiver ao seu alcance; porém, em contrapartida, não é muito de compartilhar suas dificuldades, só pessoas realmente especiais para si conseguem decifrá-la, e por muitas vezes acaba sofrendo por achar que não precisa pedir ajuda com seus próprios problemas. É um livro fechado, sempre com uma expressão estável que impede quase todos de decifrarem o que se passa em sua cabeça, mas se você conseguir fazer parte desta minoria considere-se único, não apenas por decodifica-la, mas por chegar a intimidade e exclusividade de atingir tal ato, pois o mesmo o caracteriza como uma pessoa especial para Margot.

ℌ𝔦𝔰𝔱𝔬́𝔯𝔦𝔞
A vida de Margot se passava, irrelevantemente, normal até seus 18 anos. Posteriormente ao seu décimo oitavo aniversário no entanto, logo após terminar uma entrega, no distrito do ouro, a garota avistou seu pai em uma rua ali próxima. Era normal o senhor visitar aquele setor para abastecer alguns mercados, com verduras e hortaliças que cultivava; mas naquele momento ele não parecia estar realizando alguma entrega, pelo contrário, andava discretamente pelas calçadas, como se não quisesse chamar atenção. Intrigada com o comportamento estranho do homem, Margot o seguiu sorrateiramente, até chegarem ao distrito da prata e adentrarem em uma taberna. Ele se sentou à uma mesa em um canto com mais três homens, e a garota, furtivamente, conseguiu se aproximar o suficiente para ouvir a conversa. Não demorou muito para retirar-se dali, sem que percebessem, e com a certeza de uma nova informação: seu pai fazia parte dos Ciclos; os quais ela conhecia por sua mãe, que vez ou outra os mencionava durante o jantar, criticando suas maneiras de agirem, tentando usurpar algo que não lhes pertencia. Assim que chegou em casa, a jovem esperou ansiosamente a presença do pai; e uma vez presente, longe aos olhos da mãe, pediu que lhe explicasse exatamente o que ouvira naquela manhã. O senhor assim o fez.

Dois anos se passaram desde então. Agora, enquanto retirava um alfinete da boca e o levava até a barra do vestido de madame Mirabela, para prendê-la, Margot pensava no quão abismado o pai ficara quando, assim que lhe relatou os princípios e valores dos Ciclos, ela decidiu que também queria fazer parte dos rebeldes. Sua atenção, porém, foi retomada ao ouvir a voz da madame, um pouco mais acima de seus ombros.
-Está sabendo da última novidade, Christine? –Aquela era uma pergunta quase retórica, constatou a garota de imediato, afinal, ela e sua família moravam no distrito do bronze, e a não ser que as novidades fossem decretos do rei, ou algum deles ouvissem boatos enquanto estavam no distrito do ouro a serviço, não tinham praticamente nenhuma chance de ficarem a par com o que acontecia na realeza. –O rei fará uma seleção, para encontrar a esposa ideal para o príncipe Michael.
-Seleção? Pensei que essa tradição havia sido extinta... –Respondeu Christine, a mãe de Margot, sem parar com o trabalho de tirar as medidas da senhora.
Madame Mirabela era uma senhora consideravelmente rica, e a mais fiel cliente de Christine. Morava no distrito do ouro, sozinha, depois que seu marido falecera em uma batalha e não lhe deixara herdeiros. Muito antenada em relação a tudo que acontecia no reino, em outras palavras uma fofoqueira quente, fazia questão de compartilha-las com a mãe de Margot, sempre que essa aparecia para lhe atender alguma encomenda.
-E foi, mas Jacob parece querer fazer algo diferente para o primogênito. –Foi então que, ainda abaixada verificando a altura das vestes, a garota sentiu o olhar da velha pesando sobre si, analisando cada detalhe. –Por que não inscreve Margot?
-Minha filha? A senhora acha que ela teria alguma chance? –Dessa vez a mulher parara o serviço, olhando atentamente a filha.
-Mas é claro que sim. Mesmo não sendo nobre, Margot é uma mulher com vários atrativos e, pelo que percebi até agora, deleitável educação. O que você acha, minha jovem?
-Uma grande oportunidade, minha senhora... Mas concordo com mamãe em parte, eu ao menos sei os costumes reais...
-Não seja por isso –Mirabela a interrompeu abruptamente, voltando seu olhar a mãe da garota –Deixe-a aqui comigo Christine. Certamente temos algum tempo antes do evento começar, e durante ele, ensinarei a Margot tudo que ela precisa saber para se tornar uma verdadeira rainha!

𝔉𝔞𝔪𝔦́𝔩𝔦𝔞


Gary Oldman

𝕳𝖊𝖓𝖗𝖎𝖈𝖔 𝕯𝖊𝖑𝖆𝖈𝖔𝖚𝖗, 45, 𝖛𝖎𝖛𝖔.
Seu pai. É agricultor e trabalha no cultivo de verduras, legumes e hortaliças. Ele participa dos Ciclos, não é diretamente ativo, fica mais com a responsabilidade de transmitir informações, mas ainda assim, faz parte. Sempre possuiu uma boa relação com a filha, mas depois que a mesma entrou para os rebeldes, ambos permanecem mais juntos do que nunca. Se sente muito orgulhoso por a jovem entender e acreditar nos mesmo princípios que si; e quando soube da notícia da seleção e a recomendação de madame Mirabela, viu uma ótima oportunidade de elevar o desdobramento dos Ciclos; nesse contexto, instruiu a garota que adentrasse à competição e conseguisse o máximo de dados.


Katy Perry

𝕮𝖍𝖗𝖎𝖘𝖙𝖎𝖓𝖊 𝕯𝖊𝖑𝖆𝖈𝖔𝖚𝖗, 42, 𝖛𝖎𝖛𝖆.
Sua mãe. Uma costureira de mão cheia, motivo pelo qual possui fieis clientes, alguns até no distrito do ouro, como Mirabela. É uma pessoa muito responsável e justa; é bem carinhosa e muito preocupada com a filha única. Christine e Margot possuem muito mais que um vínculo de mãe e filha, são ótimas amigas e confidentes, sendo que o ingresso no Ciclo é a única coisa que a garota lhe esconde, por causa de sua reprovação. Ficou apreensiva por a jovem se candidatar à seleção, e até mesmo temerosa, porém tem fé em sua filha e acredita que certamente ela dará o melhor de si. Ensinou cedo Margot a costurar, e hoje em dia a garota sempre a acompanha e auxilia nas encomendas.


Lucky Blue Smith

𝕰𝖗𝖎𝖈𝖐 𝕮𝖍𝖆𝖑𝖆𝖒𝖊𝖓𝖙, 22, 𝖛𝖎𝖛𝖔.
Melhor amigo de Margot, trabalha na serralheria com seu pai, o Sr. Chalament. Ambos possuem uma amizade muito forte, desde a infância, e comentam sobre quase tudo um com o outro. Por algum tempo, a jovem duvidou se estava sentindo algo a mais por Erick, mas qualquer chance foi dissolvida após ele lhe confessar, recentemente, que estava apaixonado por uma de suas amigas. O rapaz a apoia altamente em tudo, está sempre procurando uma forma de fazê-la sorrir, e é muito protetor com a mesma. Logo após descobrir que Margot estava participando da seleção lhe prestou assistência, e pediu, brincando, para que ela apenas não o esquecesse quando se tornasse a nova rainha de Perséfone. Agora mais do que nunca a chama pelo apelido, com o detalhe que usa a tradução completa do nome.

𝔊𝔬𝔰𝔱𝔬𝔰, 𝔇𝔢𝔰𝔤𝔬𝔰𝔱𝔬𝔰
𝔏𝔢𝔯. Margot ama livros, dos mais variados assuntos. Desde pequena, sempre foi fascinada por leitura; e embora a condição de sua família não lhe permitisse muito acesso a esse prazer, seus pais sempre faziam um esforço extra para presenteá-la com um livro em seus aniversários. Durante o tempo em que ficou com madame Mirabela, fez um ótimo proveito da grande estante de exemplares da velha senhora, devorando quase todos no curto período.

𝔓𝔬𝔩𝔦́𝔱𝔦𝔠𝔞. Curiosamente, é outro gosto que desenvolveu bem cedo. Ainda que peculiar, sua preferência é resultado de um interesse, muito além do normal, que a garota sempre sentiu em saber como funcionava a monarquia e as outras formas de governo. Aprendeu o principal com seu pai, e agora que faz parte dos rebeldes, seu conhecimento nessa área se faz muito importante.

𝔉𝔯𝔦𝔬. Aprecia bastante as baixas temperaturas, sentindo-se mui confortável às ventanias de inverno, assim como ao barulho da chuva. É bem tolerante a climas amenos, e algo que gosta muito de fazer nos dias gelados, quando não está ao ar livre apreciando-os, é sentar à beira da lareira e observar as chamas queimarem.


𝔓𝔯𝔢𝔠𝔬𝔫𝔠𝔢𝔦𝔱𝔬. É totalmente contra qualquer tipo de discriminação, desaprovando também pessoas que julgam os outros precocemente, sem ao menos conhecer seus motivos. Não gosta de indivíduos que se acham superiores, seja por conta de seus recursos ou apenas para se superestimar; e não é novidade ela interferir em qualquer momento quando presencia injustiças.

ℑ𝔫𝔲𝔱𝔦𝔩𝔦𝔡𝔞𝔡𝔢. Não gosta de se sentir inútil ou não conseguir ajudar em algo. Ela sempre se dedica ao máximo as coisas que se dispõe a fazer, e ver que seu esforço é inválido ou que sua presença não é necessária, causa uma certa frustação na jovem.

𝔊𝔯𝔲𝔡𝔢. Tem aversão a pessoas grudentas, oferecidas e puxa-sacos; desaprova completamente personalidades com esses aspectos. Podemos também citar fingimentos, até porque, uma coisa é você ser uma vítima, mas outra completamente diferente é se fingir de tal apenas para persuadir alguém ou causar boas impressões. Ela preza por pessoas que conseguem alcançar seus objetivos, e mais ainda, por aquelas que não precisam distorcer sua essência para chegar a tal.

𝔐𝔢𝔡𝔬𝔰, 𝔗𝔯𝔞𝔲𝔪𝔞𝔰, 𝔉𝔬𝔟𝔦𝔞𝔰
Dentre bobeiras e futilidades, o maior medo de Margot é que machuquem sua família ou seus amigos. Possui aracnofobia, mas ao contrário de um simples nojo, ela realmente sente pavor de aracnídeos, principalmente aranhas, podendo até desmaiar devido à gravidade da situação.

ℌ𝔞𝔟𝔦𝔩𝔦𝔡𝔞𝔡𝔢𝔰, ℑ𝔫𝔞𝔟𝔦𝔩𝔦𝔡𝔞𝔡𝔢𝔰
𝔇𝔞𝔫ç𝔞𝔯. A jovem valsa magnificamente bem, com a graça de uma verdadeira soberana; aprendeu com Erick, mas onde ele aprendeu já é um mistério. É comum encontra-la ensaiando alguns passos quando está arrumando a casa, ou simplesmente quando não tem o que fazer, o que não acontece com muita frequência.

ℭ𝔬𝔰𝔱𝔲𝔯𝔞𝔯. Assim como a mãe, ela herdou o seu talento, ainda não o faz tão bem quanto a senhora, mas é capaz de confeccionar algo realmente agradável aos olhos.

𝔏𝔦𝔡𝔢𝔯𝔞𝔯. É dotada de boa capacidade em representar projetos e apresenta-los/explica-los às pessoas. Também consegue interagir bem com aqueles que deseja, e sabe prender as atenções no momento em que precisa expor algo.


ℭ𝔬𝔷𝔦𝔫𝔥𝔞𝔯. Certamente essa área não faz parte de suas especialidades, mas se quiser se arriscar, só não esqueça de que é provável sair com alguma intoxicação alimentar. Seu tempero é único –e muito ruim diga-se de passagem. Para Margot, a expressão de conquistar um homem pela barriga é totalmente inútil.

ℭ𝔬𝔪𝔟𝔦𝔫𝔞𝔯. Se estiver em dúvida de que cores combinar para uma boa aparição, não peça ajuda a jovem, a menos que você queira se misturar as sombras do salão, ou chamar mais atenção que as palhaçadas do bobo-da-corte. Com um terrível gosto para arranjos, sejam de simples cores ou mesmo flores, sua opinião é francamente dispensável.

𝔈𝔫𝔤𝔞𝔫𝔞𝔯. Ela é incapaz de manipular alguém para benefícios únicos e exclusivos a si própria. Pode soar um pouco confuso quando relembramos que ela está no palácio a disposição de cooperar com uma revolta, mas desde o princípio, suas intenções sempre foram boas e ela acredita que o que está fazendo é para ajudar toda a população.

ℌ𝔬𝔟𝔟𝔦𝔢𝔰, 𝔓𝔞𝔰𝔰𝔞𝔱𝔢𝔪𝔭𝔬𝔰
𝔄𝔫𝔬𝔱𝔞ç𝔬̃𝔢𝔰. É seu hobbie mais comum, escrever tudo que considera interessante. Possui dois caderninhos específicos para isso, o primeiro é como uma espécie de diário no qual Margot relata os principais acontecimentos do dia, ao fim de cada; já o segundo é mais para observações, costuma escrever nele pontos importantes que não pode esquecer, e até mesmo estratégias para determinadas situações.

𝔒𝔟𝔰𝔢𝔯𝔳𝔞𝔯. Seu passatempo preferido é observar as estrelas. Todas as noites ela gosta de debruçar-se sobre a janela e admirar as constelações, acha deslumbrante a beleza das mesmas, sem falar que isso a ajuda a colocar os pensamentos no lugar.

ℭ𝔞𝔪𝔦𝔫𝔥𝔞𝔯. Mais atraente para os dias frios, ela costuma fazer trilhas pela região, dando atenção particularmente a áreas naturais, que tenham algum resquício de vegetação. Ama sentir os aromas naturais, e preza também por uma companhia enquanto os faz.




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𝔄𝔭𝔞𝔯𝔢̂𝔫𝔠𝔦𝔞
Seu tom de pele é claro, e sua estatura mediana. É dona de cabelos castanho-escuros grandes e um pouco volumosos, seus olhos são de um azul bem vívidos, e seu corpo segue o padrão, magro com curvas acentuadas.

𝔊𝔞𝔩𝔢𝔯𝔦𝔞





𝔄𝔩𝔤𝔲𝔪𝔞 𝔠𝔬𝔦𝔰𝔞 𝔪𝔞𝔯𝔠𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔫𝔞 𝔞𝔭𝔞𝔯𝔢̂𝔫𝔠𝔦𝔞?
Possui algumas sardas no nariz, porém são quase imperceptíveis.




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𝔈́ 𝔡𝔢 𝔮𝔲𝔞𝔩 𝔡𝔦𝔰𝔱𝔯𝔦𝔱𝔬?
Distrito 5, o distrito do bronze.

ℭ𝔬𝔪𝔬 𝔢́ 𝔰𝔲𝔞 𝔠𝔞𝔰𝔞?
É simples, mas confortável ao seu ver. Sala, cozinha, banheiro e dois quartos; os cômodos são pequenos, mas sua mãe faz questão de os manter sempre limpos e bem organizados, ou pelo menos quase todos, já que o quarto de Margot não seria o exemplo perfeito em arrumação.

ℭ𝔬𝔪𝔬 𝔢́ 𝔰𝔲𝔞 𝔣𝔞𝔪𝔦́𝔩𝔦𝔞?
É muito unida. Sempre reunidos às refeições, fazem questão de nunca se deixarem esquecer que a verdadeira riqueza é o amor e a solidariedade; e fazem jus as suas palavras. Mesmo não tendo muito, estão dispostos a repartirem com os que necessitam, e se alguém bater-lhes à porta, eles ajudarão da forma que puderem com sinceridade e carinho; desde a um prato de comida, ou intervenção para conseguir um emprego.

ℭ𝔬𝔪𝔬 𝔰𝔞̃𝔬 𝔰𝔢𝔲𝔰 𝔞𝔪𝔦𝔤𝔬𝔰?
Para Margot, são simplesmente, junto com seus pais, as melhores pessoas que poderia conhecer. Alegres e prestativos, são a personificação do trabalho em equipe; sempre que alguém termina sua tarefa, vai ajudar o mais próximo até que todos estejam livres e possam se reunir em um tempinho só para eles. Além de Erick, têm mais duas garotas e um garoto, formando o quinteto fantástico, que se reúne sempre que possível para se divertir de maneiras por vezes inconvenientes, seja compartilhando alguma história, na maioria das vezes inventadas, ou ainda, apontando os pós e contras do reino e suas versões de melhoria.

𝔈́ 𝔡𝔢 𝔞𝔠𝔬𝔯𝔡𝔬 𝔠𝔬𝔪 𝔞𝔰 𝔠𝔞𝔰𝔱𝔞𝔰?
Não, e foi justamente por esse motivo que se uniu aos Ciclos, por acreditar que as castas são sinônimo de desequilíbrio e que privam as pessoas de acordo com o seu nível social, e ainda que, todos deveriam ter os mesmos benefícios.

𝔈́ 𝔣𝔢𝔩𝔦𝔷 𝔢𝔪 𝔓𝔢𝔯𝔰𝔢́𝔣𝔬𝔫𝔢?
Sua família e seus amigos representam um misto de alegria e satisfação para a garota, mas enquanto houver tantas desigualdades, e nem mesmo a maioria da população de Perséfone puder desfrutar da singela felicidade que ela desfruta, não se consideraria uma pessoa totalmente feliz.




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𝔓𝔯𝔦́𝔫𝔠𝔦𝔭𝔢 𝔐𝔦𝔠𝔥𝔞𝔢𝔩

Por mais surpreendente que possa parecer, eles não tiveram problemas em se tornarem amigos; talvez o fato de Margot não se jogar em cima dele flertando, e vice-versa, tenha contribuído. A relação deles é algo muito natural. Em geral, a garota gosta de perguntar-lhe sobre suas opiniões sobre o reino, as dificuldades que Perséfone está passando, a seleção; mas não é apenas sobre isso que conversam, também trocam recomendações de acordo com seus gostos e hobbies. A garota gosta, sinceramente, de ouvi-lo falar, e se sente confortável também mediante a simpatia e atenção que ele lhe trata.

ℜ𝔢𝔦 𝔍𝔞𝔠𝔬𝔟

Não possuem muita interação, entretanto, a relação deles é estável. Não requer de nenhuma desavença sobre o rei e também não desaprova sua seriedade, pelo contrário, julga esse como um dos importantes elementos para se governar um reino. Admira a fama de Jacob e Lúcia, de justos; e sente-se satisfeita por eles terem dado o melhor de si durante seu reinado, que mesmo com limitações não desistiram de tentar trazerem o melhor para Perséfone.

ℜ𝔞𝔦𝔫𝔥𝔞 𝔏𝔲́𝔠𝔦𝔞

Tem uma grande empatia pela mulher, talvez por seu jeito meigo lembra-la um pouco sua própria mãe. Sente-se confortável à presença da rainha e não se envergonha de engolir seu orgulho e recorrer a mesma caso precise de conselhos sobre algo relacionado a realeza. Gosta da simpatia da rainha, e acha que ela e o rei realmente formam um belo par, não apenas como soberanos, completando-os um ao outro.

𝔓𝔯𝔦́𝔫𝔠𝔦𝔭𝔢 𝔏𝔲𝔠𝔞𝔰

O envolvimento entre os dois é bem mais descontraído, parecendo que são amigos há um bom tempo. Gostam, principalmente, de trocarem piadas entre si. Margot não escondeu quão admirada ficou ao descobrir sobre seu mundinho de sonhos, com preferência a literaturas românticas inclusive, mas concorda com o mesmo consideravelmente. Ela possui grande simpatia por ele, e o acha parecido com Erick em certos pontos. Aprova sua opinião em relação a seleção, e fato do jovem desaprova-la conquistou um ponto bônus com a garota, na construção do afeto.

𝔇𝔲𝔮𝔲𝔢 𝔍𝔥𝔬𝔫𝔞𝔱𝔞𝔫

Não sabe quais são seus motivos, mas discorda da maneira como ele trata os criados, na verdade, como ele trata todos que não sejam da família real. É natural que ele tenha uma postura inflexível por seu cargo de extrema importância, afinal confinar as fronteiras do país não deve ser tarefa fácil, mas certamente isso não é justificativa para maus tratos. Talvez o marquês se esqueça de que, mesmo com alta condecoração, ele também é um empregado, porém Margot não se importará em lembra-lo disso caso o presencie subestimando alguém.

ℑ𝔫𝔱𝔢𝔯𝔪𝔢𝔡𝔦𝔞𝔡𝔬𝔯𝔢𝔰

Os trata cordialmente e tem um enorme interesse em conhecer mais sobre seus serviços. Por suas grandes influências sobre o rei e altas participações nos decretos e na realidade do reino, a garota mantém uma leve desconfiança sobre eles, e está sempre de ouvidos bem abertos quando os vê. Particularmente, também acha que deveriam lutar mais por melhores condições ao povo, principalmente o acesso a exemplar educação que restringe apenas os de classe mais alta, enquanto ao resto é disponibilizado pouco mais que o básico.

𝔒𝔲𝔱𝔯𝔞𝔰 𝔓𝔞𝔯𝔱𝔦𝔠𝔦𝔭𝔞𝔫𝔱𝔢𝔰

Não leva a sério a competitividade que o evento provém em gerar, no entanto, acredita que nem todas compartilham do mesmo pensamento que o seu, e por isso observará bem antes de se aproximar de alguma delas; confusão é a última coisa que ela deseja arrumar. Todavia, é provável que fique próxima de alguém, até porque, passar os dias no castelo sem companhia alguma será bem desagradável.

𝔇𝔢𝔰𝔠𝔬𝔫𝔥𝔢𝔠𝔦𝔡𝔬𝔰

Mantém a cordialidade, embora sem espaço para intimidades. Não costuma confiar prontamente em pessoas que desconhece, e permanecerá agindo com apenas respeito e educação, até ter a total certeza que o indivíduo em questão não oferece riscos ou age com más intenções.

𝔉𝔞𝔪𝔦́𝔩𝔦𝔞

Tem um imenso respeito pelos pais, os amando muito também. É protetora e um pouco ciumenta, e acredite, você nunca vai querer insulta-los na frente de Margot; muito dedicada a agir pela razão, ela tenta se segurar ao máximo, mas se continuar os desrespeitando ou subestimando-os, você não sairá sem uma boa confusão.

𝔄𝔪𝔦𝔤𝔬𝔰

Uma pessoa com quem seus amigos podem contar a qualquer hora. Pelos quais ela crê como verdadeiros, coloca sua mão no fogo, chegando a arriscar sua própria vida para defende-los. Costuma ser muito brincalhona, e está disposta a dar conselhos no que precisarem, sempre visando o bem-estar dos mesmos.

ℑ𝔫𝔦𝔪𝔦𝔤𝔬𝔰

Deixará transparecer sua melhor expressão de confiança, nunca deixando o oponente saber se realmente lhe atingiu. Procura sempre sair por cima, com a última palavra, embora evite ao máximo confusões desnecessárias. Contudo, é melhor não ameaçar a sua guarda, pois assim como todos, ela também tem seus limites e não fará questão alguma de descer do salto, para ensinar algumas lições.




Mostrar Spoiler: 𝕻𝖊𝖗𝖌𝖚𝖓𝖙𝖆𝖘 𝕻𝖊𝖗𝖘𝖔𝖓𝖆𝖌𝖊𝖒


𝔒 𝔮𝔲𝔢 𝔭𝔢𝔫𝔰𝔞 𝔰𝔬𝔟𝔯𝔢 𝔓𝔢𝔯𝔰𝔢́𝔣𝔬𝔫𝔢?
É um país promissor, mas que ainda mantém hábitos antiquados que acabam prejudicando a si próprio. Um exemplo são as castas, muitas por sinal, que evidenciam a desigualdade presente no reino; o sistema de monarquia também, que está ficando ultrapassado, e a não ser que se adapte à nova era, possibilita risco de entrar em dificuldades ainda maior do que as que está passando. A garota aprova indubitavelmente a proposta de aliança com Titâniante e Libopero, dois grandes exemplos a serem seguidos, e tem sua própria opinião de que Perséfone também deveria adquirir o sistema republicano, algo que seria muito mais eficaz para a administração do reino e providenciaria uma participação maior do povo.

𝔒 𝔮𝔲𝔢 𝔭𝔢𝔫𝔰𝔞 𝔰𝔬𝔟𝔯𝔢 𝔬 𝔭𝔯𝔦́𝔫𝔠𝔦𝔭𝔢 𝔐𝔦𝔠𝔥𝔞𝔢𝔩?
Eles nunca haviam se falado antes o que obrigava Margot a imagina-lo apenas pelos boatos que ouvia; ainda assim, ela esperou para tirar suas conclusões por si mesma. E qual não foi o resultado disso se não tamanha surpresa, quando constatou a verdadeira essência do príncipe, um jovem simpático, com seus próprios medos de não ser bom o suficiente. As características de Michael encantaram a garota, e conhece-lo foi um dos maiores, senão o maior, motivo que a fez desistir da conspiração. Ela realmente o admira, e agora que o compreende, está realmente disposta a ficar ao seu lado e o ajuda-lo no que for preciso.

𝔒 𝔮𝔲𝔢 𝔭𝔢𝔫𝔰𝔞 𝔰𝔬𝔟𝔯𝔢 𝔞𝔰 𝔠𝔞𝔰𝔱𝔞𝔰?
Ao ponto de vista de alguns, pode ser considerada uma forma importante para manter a organização no país. Mas Margot considera essa ideia equivocada, haja vista que a segregação das pessoas de acordo com suas características sociais, só evidenciará mais ainda a elas à desigualdade a que são expostas, como por exemplo, o abismo entre o distrito do ouro ao de latão. Portanto, o correto não seria adotá-las e sim procurar uma alternativa para que todas pudessem se unir, oportunizando aos habitantes de todos os distritos os mesmos diretos e poderes aquisitivos.

𝔒 𝔮𝔲𝔢 𝔭𝔢𝔫𝔰𝔞 𝔰𝔬𝔟𝔯𝔢 𝔬 𝔪𝔞𝔤𝔦𝔰𝔱𝔢́𝔯𝔦𝔬?
Importante e necessário, afinal, o rei não pode fazer tudo sozinho. Todavia, são os cargos que devem ser mais criteriosos para serem assumidos; são personagens tão importantes quanto o próprio soberano, e por isso é essencial a escolha de pessoas competentes, responsáveis e dispostas a realizarem o seu trabalho, independente do distrito ao qual pertencem. Também é primordial estarem presentes em todos os assuntos do reino e visitarem constantemente os distritos, para analisarem a situação do país e entenderem a realidade vivida, podendo só então suas leis alcançarem a eficiência desejada.

𝔒 𝔮𝔲𝔢 𝔭𝔢𝔫𝔰𝔞 𝔰𝔬𝔟𝔯𝔢 𝔞 𝔰𝔢𝔩𝔢ç𝔞̃𝔬?
É uma boa oportunidade para alguém que não tem sangue real ingressar na realeza, talvez uma maneira de compensar as castas. Contudo é limitada, apenas uma vaga em muitos anos não é suficiente, pois, com certeza, existem mais pessoas no reino com capacidade para atuar em um cargo competente, no magistério por exemplo, mas que não dispõem de oportunidades. Em contrapartida, fundamenta-se na opinião de Lucas, e concorda que é uma forma muito rígida para com o príncipe e a moça eleita, fazendo um casamento arranjado. Diante de tais circunstâncias e limites, desaprova a execução da mesma e acredita que existem outras formas de criarem oportunidades.

𝔈́ 𝔳𝔦𝔯𝔤𝔢𝔪?
Sim.

𝔈𝔩𝔞 𝔞𝔠𝔥𝔞 𝔮𝔲𝔢 𝔰𝔢𝔯𝔦𝔞 𝔲𝔪𝔞 𝔟𝔬𝔞 𝔯𝔞𝔦𝔫𝔥𝔞?
Sinceramente, nunca havia pensado nisso. Ao contrário de muitas jovens, Margot nunca foi possuída pela ambição e ilusão de subir ao trono. Mas é provável que tenha a capacidade para tal, por sua sede de justiça e relevância ao bem-estar dos outros ser colocados acima de seus próprios interesses.




Mostrar Spoiler: 𝕹𝖔𝖙𝖆𝖘


ℭ𝔩𝔞𝔰𝔰𝔢: {7}. Ela passou uma semana aos cuidados de madame Mirabela, e mesmo que tenha muita facilidade em aprender coisas novas, nem mesmo ela foi capaz de aprender todos os costumes reais apenas neste período.

ℑ𝔫𝔱𝔢𝔩𝔦𝔤𝔢̂𝔫𝔠𝔦𝔞: {10}. Astuta e sagaz, Margot é bastante capaz de racionalizar as coisas em poucos segundos. Muitas apostam na beleza, outras na classe, mas a garota está certa de que essa é o seu ponto forte, e sua arma para chegar mais longe.

𝔏𝔞́𝔟𝔦𝔞: {7}. Embora seja perita em elaborar planos, não possui a mesma destreza para coloca-los em palavras. Entretanto, possui sagacidade o suficiente para criar histórias em que todos acreditem.

ℭ𝔞𝔯𝔦𝔰𝔪𝔞: {7}. Não possui o encanto das princesas, nem a fineza da realeza, mas sua educação e sua delicada simpatia, são capazes de cativar alguém apenas com olhares empáticos e sorrisos simpáticos.

𝔅𝔢𝔩𝔢𝔷𝔞: {9}. As joias e o luxo real não lhe fazem falta, é claro que acrescentariam a mais, mas não há quem negue que ela é bela por natureza.

𝔓𝔯𝔢𝔰𝔢𝔫ç𝔞: {8}. Novamente a magnificência real lhe faz falta, todavia podemos compensá-la com a beleza e cordialidade da jovem.

𝔒𝔯𝔤𝔞𝔫𝔦𝔷𝔞ç𝔞̃𝔬: {5}. Ela não se considera desorganizada, apenas com uma visão diferente de ordem; tudo está muito bem, se ela sabe onde está. Admite que as vezes a bagunça extrapola, mas se sente bem e confortável, desde que a bagunça sege sua.

𝔖𝔢𝔫𝔰𝔲𝔞𝔩𝔦𝔡𝔞𝔡𝔢: {2}. Se não fosse pelos instintos naturais, sua nota provavelmente seria nula nesse quesito. Então... Sem comentários...

𝔅𝔬𝔫𝔡𝔞𝔡𝔢: {8}. Tudo que Margot está fazendo agora é pensando na maioria. É claro que não se diz uma pessoa cem por cento bondosa, afinal, o que ajudará uns poderá prejudicar a outros; mas definitivamente, se seu intuito for cumprido, muitas vidas melhorarão em consequência a pouquíssimas. Assim sendo, antes de bondosa se consideraria mais como justa.




Mostrar Spoiler: 𝕻𝖊𝖗𝖌𝖚𝖓𝖙𝖆𝖘 𝕯𝖔𝖓𝖆


𝔗𝔢𝔪 𝔠𝔦𝔢̂𝔫𝔠𝔦𝔞 𝔡𝔢 𝔮𝔲𝔢 𝔢𝔲 𝔭𝔬𝔰𝔰𝔬 𝔣𝔞𝔷𝔢𝔯 𝔬 𝔮𝔲𝔢 𝔢𝔲 𝔟𝔢𝔪 𝔮𝔲𝔢𝔯𝔢𝔯 𝔠𝔬𝔪 𝔰𝔲𝔞 𝔭𝔢𝔯𝔰𝔬𝔫𝔞𝔤𝔢𝔪?
Completamente.

𝔈𝔩𝔞 𝔟𝔢𝔟𝔢 𝔟𝔢𝔟𝔦𝔡𝔞𝔰 𝔞𝔩𝔠𝔬𝔬́𝔩𝔦𝔠𝔞𝔰?
Em situações específicas, como comemorações ou festas; mas restringe-se apenas a vinhos.

𝔈𝔩𝔞 𝔭𝔬𝔡𝔢 𝔟𝔯𝔦𝔤𝔞𝔯?
Só se for pra valer! Vai lá Margot, primeiro uma de esquerda, outra de direita, esquiva, abaixa, rasteira, agora levanta e vai pra cima!! Foi mal, acho que me empolguei... Mas a resposta é: claro! Obs: Quero ver sangue nessa coisa, muahaha! Ok, brincadeirinha...

𝔈𝔩𝔞 𝔭𝔬𝔡𝔢 𝔪𝔬𝔯𝔯𝔢𝔯?
Então... A personagem será sua agora, declarei ciência lá em cima, mas... Eu não queria, não... No entanto se for necessário, deixo a seu critério.

𝔄𝔩𝔤𝔬 𝔞 𝔞𝔠𝔯𝔢𝔰𝔠𝔢𝔫𝔱𝔞𝔯?
Bem... Originalmente, o objetivo de Margot ao entrar na competição é obter o máximo de informações que puder, para ajudar os revoltosos com a destruição das castas e a obtenção de igualdade. Mas ao decorrer da seleção ela irá compreender, finalmente, que sua mãe sempre esteve com a razão, e o que os Ciclos fazem não é certo; não é dever deles tratarem de assuntos de extrema importância como esse, mas sim da realeza. Com uma nova visão de mundo, a jovem se decidirá que para resolver o problema não deve ajudar em uma rebelião, mas juntar-se ao príncipe Michael e ajuda-lo a conseguir reinar de forma ajustada, para que então todos possam conquistar os mesmos direitos.


" Serei a escolhida, não apenas por Michael, mas também pelo povo de Perséfone "
𝕭𝖔𝖆 𝕾𝖔𝖗𝖙𝖊 \(@[email protected])/
Obrigada, agora que a tonta percebeu que são apenas 9 vagas! O desespero tá grande aqui, hein!?






Mostrar Spoiler: Erick Alain Chalament, o Guarda Real


Nome
Erick Alain Chalament.

Idade, Data de Nascimento
22 anos, nascido no dia 17 de Setembro.

Orientação sexual, Gênero
Heterossexual, Masculino.

Personalidade
Um rapaz simpático e extrovertido, que embora não interaja muito entre desconhecidos, não hesita em mostrar seu bom humor ao primeiro sinal de amizade. É um cara pé no chão que não costuma se iludir com coisas que ele reconhece estar fora do seu alcance, por outro lado é bem competitivo e se perceber uma mínima chance que seja, fará de tudo para aproveita-la.
Costuma ser muito protetor com as pessoas que gosta, e um pouco ciumento também, por isso sempre fará o que puder para protegê-las e principalmente alerta-las caso corram algum perigo. Não costuma confiar nos outros facilmente, por isso só o faz quando tem certeza que não corre riscos.
Tenta sempre se manter calmo, mas sua paciência não é muito comprida, apesar de ele não estourar como a maioria, quando está sobre pressão. Erick é do tipo que guarda rancor, mas que não tem pressa nenhuma em devolvê-lo, pelo contrário, sua grande façanha é sempre dar o troco no momento certo.

História
Cresceu com sua mãe e seu pai, dono de uma serralheria; o garoto costumava brincar por lá desde que se entende por gente, e não demorou muito para seguir os passos do pai e começar a trabalhar lá também. Sempre foi muito apegado a mãe, ele era, literalmente, o garotinho da mamãe; por esse motivo sempre ficava emburrado quando uma garotinha de cabelos compridos e olhos azuis aparecia em sua casa levando alguma encomenda; ele não gostava nem um pouco de ter que dividir a atenção de sua mãe com ela, nem mesmo por poucos minutos. Mas ambos foram crescendo e essa intriga acabou virando uma bela amizade.
Não demorou muito para passar a ver Margot como sua irmãzinha, e com isso veio o senso de proteção e ciúmes. Gostava muito de vê-la sorrir, assim como partilhar várias conversas com a mesma. No entanto, há aproximadamente um mês, fez a escolha idiota de conta-la sobre a paixonite que estava sentindo por uma de suas amigas. Ele não notou nada de errado na atitude da garota que lhe desejou os parabéns, e assim começou a namorar a outra.
Porém, a notícia que Margot entraria na seleção lhe atingiu os ouvidos, e uma indecifrável angústia passou a lhe atingir. É claro que ele lhe deu apoio, apesar de tudo ele sempre estaria lá para ela, mas no fundo, passou a duvidar se aqueles "boa sorte" eram realmente verdadeiros. O tempo em que a jovem passou com Mirabela foi perturbante, e sem conseguir seguir em frente ele resolveu terminar seu relacionamento de uma vez por todas. A medida que sua preocupação crescia, a oportunidade de poder fazer parte da guarda das selecionadas, especialmente uma delas, caiu como uma solução perfeita e o mesmo não pensou duas vezes para se inscrever. Não sabe ao certo quando começou ou quando percebeu, mas a única certeza que o Chalament tem agora é que: ele está completamente apaixonado pela Delacour.




Força: {7}. Não que seja muito fraco, afinal seu trabalho é uma prova de que tem boa aptidão física, mas certamente o rapaz não dispõe de tanta capacidade, muitas vezes necessárias em algumas situações.

Estratégia: {9}. É seu atributo preferido, que chega até a compensar a pouca força. Sempre pensando dois passos à frente das circunstâncias, Erick não se importa de parecer fraco, pois tem certeza que sempre formulará um plano mirabolante que o ajude a escapar de encrencas.

Beleza: {8}. Ele é bonito, porém por conta de sua beleza ser um tanto peculiar, há pessoas que não o acham lá essas coisas, chegando até a compara-lo com um doente. Entretanto, sua mania de arrumação, deixar os cabelos sempre em ordem principalmente, o fazem um jovem apresentável.

Furtividade: {6}. É mais comum ele passar despercebido quando não tende a tal, nessas ocasiões ele consegue manter sua presença totalmente oculta. No entanto, quando se põe ao serviço de espionagem ele não tem tanto sucesso assim, haja vista que sempre encontra um jeito de revelar sua posição.

Luta: {8}. Não é muito bom em combate corpo-a-corpo, ainda mais porque força não é sua melhor característica, contudo ele sempre bola alguma coisa que o favoreça, o que torna apto a tentar lutar sem necessitar entrar em contato com o adversário.

Manuseio de Armas
Brancas: {10}. Desde muito jovem Erick tem contato com esse tipo de arma, e é claro que as fabricando, ele não perderia a chance de testar cada uma delas; isso acabou despertando no rapaz, certa intimidade com objetos dessa natureza, e ele consegue os manipular com muita perícia, principalmente espadas e adagas.

De fogo: {6}. Ele não tem muito costume com utensílios dessa magnitude, se ele já chegou a tocar em uma arma de fogo, foi uma vez em sua vida, isso se ele chegou. Por outro lado, sua simpatia com armas lhe faz ter um manejo básico destas e após alguns treinos, é capaz que ele fique tão bom quanto é com as brancas.

Presença: {9}. Sua mania vaidosa, juntamente com sua beleza que não é ruim, acaba deixando com Erick chame muita atenção entre o meio, principalmente quando está arrumado.

Lábia: {9}. Tão natural e inocente que, quem não o conhecesse diria que ele não passa de um garoto ingênuo. O Chalament sempre consegue convencer suas vítimas com uma boa história digna de novela, até mesmo quando é pego em flagrante, ele conta algo altamente convincente e sempre faz com que seja o último em que desconfiem.

Bondade: {5}. O mundo é cruel, e os bonzinhos e ingênuos sempre sofrem. Erick é muito rígido nesse assunto, sempre aconselhou Margot a não ceder tanto pela bondade; não devemos ter piedade traidores, ou eles podem te trair novamente; não devemos perdoar assassinos, ou você pode ser o próximo assassinado. É por isso que ele considera não envolver suas emoções em coisas mais drásticas, e julgar levando em conta apenas o certo e o errado.


Mostrar Spoiler: Complementos


Medos, Traumas, Fobias
O jovem tem muito medo de perder as pessoas que ama, assim como também teme tempestades, principalmente as que vem acompanhadas de raios e trovões. Não é traumatizado, e possui aicmofobia, o medo de agulhas, e tanatofobia, o medo de morrer.

Gostos, Desgostos
Café – Estratégias – Rios – Florestas
Fabricar Armas – Montanhas
----XXX----
Insetos – Multidões – Lutas corpo-a-corpo
Barulhos Altos – Injustiças

Aparência
Erick é um jovem alto e relativamente magro. Sua pele é branca e seu cabelo é loiro platinado, os quais ele faz questão de manter sempre muito bem cortados, e seus olhos são de um incomum tom acinzentado.
Lucky Blue Smith

Galeria

Algo marcante?
Seus fios capilares, platinados naturalmente.


Mostrar Spoiler: Relações


Príncipe Michael
Reconhece ele como seu soberano e tenta respeitá-lo como tal, mas não consegue disfarçar uma pontada de ciúmes agora que Margot é uma das candidatas a sua futura esposa. Tenta sempre manter a cordialidade, porém é impossível evitar algumas palavras rudes de vez em quando, que saem sem querer.

Rei Jacob
Eles se dão, basicamente, bem. Não são de discutirem assuntos desnecessários, mas a relação deles se faz mais forte quando debatendo sobre pontos militares e do reino, momentos esses em que Erick não faz questão de esconder o seu lado estrategista, e está sempre mostrando o seu ponto de vista, acompanhado das teses que o fundamentam.

Rainha Lúcia
Não possuem desavenças entre si, mas não interagem nem um pouco a mais do que realmente necessitam. Os dois são mais um exemplo de relação entre servo e senhor, e o jovem apenas se faz pronto para atender as necessidades da rainha, caso ela o requisite, sem questionar ou argumentar por isso.

Príncipe Lucas
A relação com Lucas é bem mais produtiva do que a com Michael. Podem se considerar conhecidos e, mesmo que nenhum dos dois possam ter momentos disponíveis, já combinaram em treinarem juntos algumas vezes, prometendo compartilharem estratégias e segredos para o campo de batalha.

Duque Jhonatan
Também não há intrigas entre os dois. É claro que o duque não costuma facilitar, estando sempre atento caso o Chalament dê algum passo errado, porém Erick não faz questão de providenciar algum motivo para isso, gostando de executar o melhor em suas obrigações; e isso acaba facilitando qualquer interação que tenham.

Intermediadores
Não há muito o que falar, caso ele conheça alguém, o que provavelmente não o faz, ele se dispõe a cumprimenta-lo e talvez puxar algum assunto, mas caso o contrário, permanece apenas com a cordialidade e educação, sem fazer questão de algo a mais que isso.

Participantes da seleção
Ele gosta de observa-las sempre que tem oportunidade, acha legal tentar descobrir a essência de cada uma e compara-las, mesmo que apenas com olhares. Caso precisem interagir, ele será simpático e educado, mas se fará atento para descobrir qualquer trapaça, especialmente contra Margot, e não hesitará em denuncia-las se presenciar alguma irregularidade.

Desconhecidos
Assim como com os intermediadores, não costuma passar da cordialidade, porém nesses casos haverá uma pequena diferença: ele começa com educação, mas se não for tratado na mesma medida, simplesmente tratará o outro da mesma forma como foi tratado, usando preferencialmente de um bom tom irônico.

Família
Erick é muito protetor com sua família, mesmo que não transpareça algumas vezes, mas pode ter certeza que ele tem um afeto especial para cada um, até mesmo com os priminhos irritantes e os tios chatos. Preza muito a harmonia entre todos, por isso opta por calar-se e se afastar caso haja alguma situação mais grave, apenas para não piorar ainda mais as coisas.

Amigos
Seus amigos tem um espaço especial em si, e são sempre muito bem-vindos. Assim como com seus familiares ele não se importa de encerrar os assuntos e se dar por convencido para evitar brigas, mas é claro que ele gosta de deixar bem claro sua opinião antes disso. É um bom companheiro, tende a ser realista gosta de mostrar essa mesma realidade para os que ficam a sua volta.

Inimigos
Ele não esconde em nada quando não se dá bem com uma pessoa. Com comentários irônicos e sarcásticos, tem o mau hábito de provoca-los, mesmo sabendo que pode não sair muito bem caso o outro opte por um combate mais direto, mas ele não consegue se segurar. Tende a observar muito bem seus adversários, procurando um mínimo descuido que possa lhe dar vantagem em alguma coisa.


Mostrar Spoiler: Em Perséfone


Qual era seu distrito antes de se tornar guarda?
Distrito 5, o distrito do bronze.

Como é sua casa?
É colada com a serralheria, com dois quartos e os cômodos básico, mas nada muito exagerado; na realidade, toda a casa consegue atingir a mesma proporção do local de trabalho.

Como é sua família?
Agradável. De fato gera intrigas de vez em quando, principalmente por parte dos primos chatos e até mesmo seu pai que costuma ser meio ranzinza, mas no geral se amam e estão sempre procurando o melhor uns para os outros.

É feliz em perséfone?
Não é como se ele tivesse alguma alternativa de mudar alguma coisa que não o agrade, ou até mesmo criar uma realidade diferente para si, então ele se vê obrigado a aceitar o que tem em mãos. Dessa maneira podemos concluir que, basicamente, sim; ele se considera feliz em Perséfone.

É de acordo com as castas?
Não. As considera um meio racista de separar a população de acordo com as suas condições, condições essas que o próprio reino, de lá dos antepassados, contribui para existir. Afinal, ninguém decide onde nasce; e se tivesse oportunidade, ninguém escolheria fazer parte de uma parcela que não consegue subsidiar suas próprias despesas.


Spirit: @Hitogaya-hime



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