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4 histórias
Fanfic / Fanfiction O Céu explica tudo...
Terminada
Capítulos 137
Palavras 576.563
Atualizada
Idioma Português
Categorias Henrique & Juliano
Gêneros Aventura, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense
Season 01:

“Você já sentiu vontade de tocar em algo que sabe ser proibido? Já teve o desejo irresistível de experimentar alguma coisa que sabe não ser socialmente ou eticamente correto? Tão proibido e ao mesmo tempo tão desejável que poderia destruí-la?” Um remake da obra de Tatiana Amaral, "O Céu explica tudo".

Season 02:

“Uma vez minha mãe me disse que satanás era o anjo mais bonito do céu e o mais querido por
Deus, mas sua beleza o fez acreditar que podia mais. Então, depois de uma guerra, foi atirado ao
inferno, e jurou vingança. Para isso escolheu corromper a humanidade. Como? Alguns dizem que
através do dinheiro, outros através das palavras, mas muitos juram que foi através da beleza. Henrique tinha os três: dinheiro, persuasão e beleza. E roubava de mim todas as virtudes. Eu cobiçava, traía,
roubava, tudo em nome do amor que sentia por ele.”

Season 03:

“Eu sabia que seria daquela forma. Que ele se magoaria ao ponto de não haver condições de perdão. Que eu entrava em um jogo tão complicado e pesado quanto o que ele estabelecera com Vanessa. Que não permitia volta. Era o mesmo que ser enterrada viva. Sufocante, medonho, aterrorizante. Porque eu sabia que naquele momento nada mais poderia ser mudado. Henrique me odiava e com isso conseguiria se encaixar perfeitamente na segunda parte do plano. Era preciso ser forte, contudo eu não era. E só entendi isso naquele instante.”
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Fanfic / Fanfiction De novo a vida está nos unindo
Em andamento
Capítulos 17
Palavras 16.851
Atualizada
Idioma Português
Categorias Henrique & Juliano
Gêneros Comédia, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
 

Sinopse

 

- Menina...você sabe que seu pai está te arodiando. - A senhora morena de lenço na cabea e avental manchado fala, enquanto mexia a panela com uma cumprida colher de pau.- E que se te pegar de namorico com o menino dos Tavares, ele acaba com sua raça.

- Vó Roxa...- Digo, roubando uma batata frita que ela colocava na travessa.

- Largue isso. - Ela repreende, fazendo-se de brava. - Desse jeito não vai ter batata para o almoo.

-...eu estou com fome!. - exclamo, choramingando. - E meu pai irá saber se você ou a Antônia contar.

- Contar?. -Ela me encara com seus grandes olhos pretos, como duas jabuticabas brilhantes. - Eu já eu estou fazendo errado em acobertar essa sua loucura.

- Ele quer me ver hoje... - Digo sorridente.

- Nem pensar!.eu não tenho tempo para ficar te acobertando, enquanto você desaparece com esse menino por ai, para fazer sei lá o que!. - Ela esbraveja.

- Vó Roxa...a senhora sabe que no fazemos nada de errado.

- Explique isso para o seu pai. Eu acho que ele teria um infarto só de ouvir que um Colombo está apaixonado por um Tavares. - Ela diz, fazendo o sinal da cruz. - Deus me livre...pode até acontecer uma desgraça.

- Combinamos as duas. - Sorrio, ignorando tudo o que a senhora havia acabado de dizer. - Na cachoeira...em baixo do pé de Jequitibá.

- Menina... isso ainda ira terminar em desgraça, você conhece seu pai Rafaela...

- Essa richa  ridícula...o que nós temos a ver com uma briga besta que aconteceu muito antes dele nascer.

- Brigas por terras e mulher. Um demônio de uma mulher que no final, não ficou com nenhum dos dois. - Ela diz, olhando fixamente o caldo amarelo na panela de barro.

A história era antiga..havia crescido ouvindo a histria de dois amigos de infância, que cresceram juntos e por obra maldosa do destino terem seus caminhos cruzados com o de uma morena espanhola recém chegada ao Brasil, despertando a paixão em ambos.

Os jovens amigos haviam acabado de ganhar numa aposta alguns Hectares de terra..terra boa para o plantio e criação.

 

 

   ♡♡♡

 

- Sua vagabundazinha. - Meu pai grita, enquanto me arrasta pelos cabelos porta a dentro do casarão. - Hoje eu mato... ou você ou aquele maldito.

- Meu Deus... - Vó roxa entra as pressas. - O que aconteceu?.

- O que aconteceu?. - Ele grita, jogando-me no canto da parede, enquanto a encara com sangue nos olhos. -...você bem sabe!. - Ele berra. - A senhora estava acobertando a safadeza dessa piranhazinha. - Ele aponta em minha direção enquanto coloco as mãos sob meu rosto vermelho, marcado por suas bofetadas.

- Meu Deus Homem..ela  é só uma menina, para que usar esses nomes feios?. - Vó roxa, se aproxima.

- Não chega perto. - Ele grita alisando o bigóde bem aparado.

- No adianta vó Roxa..ele nunca vai mudar esse jeito chucro e ignorante.

- E cale essa boca sua piveta atrevida, as bofetadas que tomou no foram o suficiente para você aprender?. - Ele pergunta, enquanto o sangue esparrama-se por seus olhos azuis.

- Menina, pelo amor de Deus não fale mais nada...depois com calma vocês se resolvem!. - A empregada fala, chacoalhando as mãos para o alto.

- resolver?... não temos nada a resolver! - Grito furiosa. - Eu o amo e de pouco me importa seu consentimento.

- Essa menina puxou o sangue ruim da mãe...mas eu a ensinarei a virar gente!. - Ele fala, contendo-se. - Se no quiser apanhar mais um pouco, suba para seu quarto e no me apareça por aqui.

- Tudo bem.. - esbravejo. - E quando sair..eu irei correndo me encontrar novamente com ele..essa richa  entre vocês e eles...no temos nada ver com essa besteira toda!

- Fique quieta menina..eu te imploro. - V roxa fala desesperada.

- Repita... - Ele se aproxima rapidamente em minha direção.

-  isso mesmo... eu irei procura-lo novamente!. - Grito, sentindo sua mão pesada cair sob minha face, fazendo o estalo da bofetada ecoar, enquanto a empregada fecha os olhos.

 

 

 

   ♡♡♡

 

 

Enquanto assisto Henrique se aproximar sob a égua preta, sinto meu coração acelerar e minhas mãos suarem frio.

- Meu anjo.. - Ele fala pulando desesengonçado do cavalo. - Como você esta? - Henrique pergunta, enquanto avisto um outro cavalo chegar galopando graciosamente. - O que aquele louco fez com você?! - ele fala, alisando o hematoma aroxeado no canto de minha boca.

- Chega de conversinha fiada e fala o que você veio fazer aqui. - O senhor de sobrancelha grossa , diz num tom ríspido.

Encaro Henrique confusa, no entendia o que o capataz de seu avô fazia acompanhando-o.

- Do que ele esta falando?. - Pergunto, olhando para ambos.

- Vou esperar ali. - Ele diz, apontando em direção a lagoa aonde alguns patos banhavam-se.

 

- Precisamos conversar. - Henrique diz num tom estranho. - ..depois de ontem..eu.. - Ele engasga.

- Não.. - Digo, segurando o choro que se enroscava na garganta. - ..Você não vai dizer o que estou pensando que ira dizer!. - Falo sentindo meu coração parando aos poucos.

- Rafa... - Ele diz, docemente. -...somos tão jovens... e nada conspira a favor. A começar por nossas famlias. - Ele diz, esticando os braços para me abraçar.

- Eu não estou ouvindo isso..até ontem você dizia que me amava e enfrentaria o mundo para que ficassemos juntos! - Falo confusa, empurando seus braços.

- Me desculpe..mas não vou seguir..no desse jeito. - Ele diz, alisando os hematomas de meu braço esquerdo, olhando em seguida em direção a sua fazenda.

Sinto as lágrimas rolar, enquanto Henrique sobe em seu cavalo, com uma expresso de decepção.

- No faça assim Henrique. - Digo entre soluços... - Você jurou.. - Soluço mais alto, olhando-o seguir sem olhar para trás.

 

     

 

DEZ ANOS DEPOIS... ♡♡♡
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Fanfic / Fanfiction Eu quero ser seu anjo
Em andamento
Capítulos 143
Palavras 203.632
Atualizada
Idioma Português
Categorias Henrique & Juliano, Luan Santana
Gêneros Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Henrique, um homem humilde cheio de sonhos. Seu maior sonho é ser cantor junto com seu irmão Edson.
No dia do seu casamento foi largado no altar por Isadora, a mulher por quem ele sempre fora apaixonado. Desde então, jurou nunca mais se apaixonar, virou um cara solitário e frio...



—Analu?- me viro para ele. —Me desculpa...

—Esquece isso Henrique! Isso só serviu pra nos mostrar que não devemos ficar juntos...

—Mas eu estou apaixonado por você, lembra?

—Mas não lembrou disso na hora de me julgar, de falar as coisas sem pensar.

—Você não precisa ir!-ele foi até a porta e parou em frente a mesma.

—Não tem porquê eu ficar Henrique, estamos dois dias no mesmo lugar e já tivemos duas discussões. Não quero ter mais uma, prefiro ficar em casa com...- me calo.

—Prefere ficar em casa com?-arqueou as sobrancelhas

— Sozinha Henrique, sozinha. Agora me deixe sair...

—Não...-falou firme

—Sai da frente Henrique, não dificulta as coisas.

(...)
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